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Dengue

atualizado em 29/05/2019 | 11:38

ENDEREÇOS DOS CENTROS DE SAÚDE

 

A dengue é uma doença infecciosa febril aguda causada por um vírus RNA que pertence ao gênero Flavívirus da família Flaviridae, do qual são conhecidos quatro sorotipos: DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4. A transmissão ocorre através da picada do mosquito Aedes aegypti infectado.


Atualmente a dengue é considerada um dos principais problemas de saúde pública do mundo, particularmente em países tropicais onde a temperatura e a umidade favorecem a proliferação do mosquito Aedes aegypti.


Em 2019, até a semana epidemiológica (SE) 20 (12 a 18/05) foram notificados 65.166 casos com suspeita de dengue, dos quais 15.491 (23,8%) foram confirmados, sendo 283 casos de dengue com sinais de alarme e 15 de dengue grave. Há ainda 40.934 (62,8%) casos suspeitos aguardando investigação, tendo sido descartados 8.741 (13,4%) dos casos notificados. Até o momento foram confirmados seis óbitos por dengue em residentes de BH.


Na série histórica do município de Belo Horizonte, já foram registradas três grandes epidemias: em 2010, 2013 e 2016, com a confirmação de 50.025 casos no ano de 2010, 96.126 em 2013 e 154.615 em 2016. A epidemia atual apresenta números, até o momento, semelhantes à de 2010.


Em Belo Horizonte, a ocorrência de casos de dengue e das outras arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti é monitorada de forma contínua através de análises epidemiológicas e mapas de intensidade de casos. As informações epidemiológicas são atualizadas semanalmente, indicando as Regionais e as áreas de abrangência com maior concentração de casos suspeitos e confirmados. 


Para a identificação das áreas mais vulneráveis são utilizados os resultados obtidos no monitoramento com as ovitrampas e no Levantamento Rápido de Índice para Aedes aegypti (LIRAa) associados à notificação de casos suspeitos e confirmados das doenças em cada território.

A presença do vetor é monitorada em todo o município por meio de armadilhas de oviposição (ovitrampas), instaladas quinzenalmente, durante todo o ano, abrangendo raios de 200 metros. 

O LIRAa é realizado duas vezes ao ano, nos meses de janeiro e outubro. A Secretaria Municipal de Saúde (SMSA) divulga as áreas da cidade com maior ocorrência de focos do Aedes aegypti e também os criadouros predominantes desse vetor.

 

Reforço no atendimento à população

 

Entre as ações realizadas pela Prefeitura para o enfrentamento da dengue na cidade estão medidas para o reforço no atendimento à população, como três Centros de Atendimento à Dengue (CAD), a inauguração de uma unidade de hidrataçao e ainda a abertura de centros de saúde aos sábados.  

 

Os CADs são um serviço especializado para atender de forma espontânea pessoas com sintomas de dengue. O objetivo é agilizar os atendimentos, ampliar o acesso da população e reduzir a espera e a demanda nas UPAs. O funcionamento é de 7h às 18h, todos os dias da semana. 

 

Confira os endereços:

CAD1 - Barreiro – Complexo Barreiro / Referência para Barreiro, Oeste e Noroeste. Endereço: Praça Modestino Sales Barbosa, 100, Flávio Marques Lisboa.

CAD2 - Venda Nova – 2º andar da UPA Venda Nova / Referência para Venda Nova, Pampulha e Norte.

CAD3 - Nordeste – UPA Nordeste / Referência para Nordeste, Centro-Sul e Leste.

 

A unidade de hidratação foi inaugurada no dia 22 de abril, na UPA Centro-Sul. O local conta com 25 leitos exclusivos para pacientes que precisam receber hidratação venosa. O serviço funciona durante 24 horas e atende pacientes encaminhados pelas outras unidades via transporte sanitário ou Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

 

Além disso, a Prefeitura também abre, aos sábados, centros de saúde para atendimento a pacientes com dengue. No último dia 27, foram abertos os seguintes centros:

 

1. Centro de Saúde São Bernardo – Norte

Rua Vasco da Gama, 334 – São Bernardo

 

2. Centro de Saúde Andradas – Venda Nova

Rua Mariana Amélia de Azevedo, 21 – São João Batista

 

3. Centro de Saúde Tirol – Barreiro

Rua Nélio Cerqueira, 15 – Tirol

 

4. Centro de Saúde Santa Terezinha – Pampulha

Rua Senador Virgílio Távora, 157 – Santa Terezinha


5. Centro de Saúde São Paulo – Nordeste

Rua Padre José Alves, 357 – São Paulo

 

6. Centro de Saúde Vila Imperial – Oeste

Rua Guilherme Pinto da Fonseca, 350 – Madre Gertrudes

 

7. Centro de Saúde Carlos Prates – Noroeste

Rua Frederico Bracher Júnior, 103 – Carlos Prates

Números de casos

No ano de 2016, desde a primeira semana do ano, observou-se um número de casos notificados e confirmados de dengue acima do esperado, o que resultou na maior epidemia de dengue na série histórica do município, onde foram confirmados 154.615 casos de dengue. Já em 2017 foram confirmados 962 casos da doença. Já em 2018 foram 466 confirmações. Ainda há casos em investigação.

 

Toda semana a Secretaria Municipal divulga um balanço atualizado com as ações de controle e prevenção à doença, e número de casos registrados na capital.

 

 

 CLIQUE PARA ACESSAR O BALANÇO DA DENGUE 2019

Aspectos Gerais

A dengue é uma doença febril aguda, causada por vírus, caracterizada pela presença de febre e de dois ou mais sintomas como cefaléia, mialgia, artralgia, prostração, náuseas, vômitos e exantema. A doença pode se apresentar como dengue clássica (com evolução clínica benigna), dengue com sinais de alarme (com risco de evolução desfavorável) e dengue grave (com comprometimento orgânico grave, falência de órgãos/sistemas, podendo evoluir para choque e óbito).


De modo diferente de outras doenças infecciosas, a dengue pode apresentar sinais de alarme ao final do período febril, podendo ocorrer agravamento da doença.

 

Agente Etiológico

O vírus da dengue é um arbovírus do gênero Flavivírus, pertencente à família Flaviviridae. São conhecidos quatro sorotipos: DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4.

 

Vetores Hospedeiros

Os vetores são mosquitos do gênero Aedes, popularmente conhecido como mosquito da dengue. Nas Américas (Norte, Central e do Sul), o vírus da dengue persiste na natureza mediante o ciclo de transmissão homem - Aedes aegypti - homem.

O Aedes albopictus é o vetor de manutenção da dengue na Ásia, mas, até o momento, não foi associado à transmissão da doença nas Américas.


Modo de Transmissão

A transmissão se faz pela picada da fêmea do mosquito infectada. De 8 a 12 dias após o repasto sanguíneo, o mosquito está apto a transmitir a doença. Não há transmissão por contato direto de um doente ou de suas secreções para uma pessoa sadia, nem através da água ou alimento.

 

Período de Incubação

O período de incubação da doença varia de 4 a 10 dias sendo, em média, de 5 a 6.


Período de Transmissibilidade

A transmissão ocorre enquanto houver presença de vírus no sangue do homem (período de viremia). Esse período começa um dia antes do aparecimento da febre e vai até o 6º dia da doença.

 

Suscetibilidade e Imunidade

A suscetibilidade ao vírus da dengue é universal. A imunidade é permanente para um mesmo sorotipo (homóloga). Entretanto, pode haver imunidade para outro sorotipo (heteróloga) por um período de 3 a 6 meses. 

Aspectos Clínicos

Dengue clássica

Caso suspeito de dengue

A apresentação típica da dengue inclui a presença de febre há menos de 7 dias, acompanhada de pelo menos dois dos seguintes sintomas:

  • Cefaléia ou dor retro-orbitária;
  • Mialgia;
  • Artralgia;
  • Prostração;
  • Exantema;
  • Náuseas ou vômitos;
  • Petéquias.

Também pode ser considerado caso suspeito toda criança proveniente ou residente em área com transmissão de dengue, com quadro febril agudo, usualmente entre 2 a 7 dias, e sem foco de infecção aparente.

 

Caso suspeito de dengue com sinais de alarme 

É todo caso de dengue que, no período de defervescência da febre, apresenta um ou mais dos seguintes sinais de alarme:

  • Dor abdominal intensa (referida ou à palpação) e contínua; 
  • Vômitos persistentes; 
  • Acumulação de líquidos (ascites, derrame pleural, derrame pericárdico); 
  • Hipotensão postural e/ou lipotímia; 
  • Hepatomegalia maior do que 2cm abaixo do rebordo costal; 
  • Sangramento de mucosa;
  • Aumento progressivo do hematócrito;
  • Sonolência ou irritabilidade;
  • Desconforto respiratório;
  • Diminuição da diurese;
  • Diminuição repentina da temperatura ou hipotermia;
  • Elevação de hematócrito acima de 10% do valor basal ou do valor de referência associado à queda de plaquetas.                                                                                                                                                                                                                                                                          

Caso de suspeita de dengue grave

É todo caso de dengue que apresenta uma ou mais das condições abaixo:

  • Choque devido ao extravasamento grave de plasma, evidenciado por taquicardia, extremidades frias e tempo de enchimento capilar igual ou maior a 3 segundos, pulso débil ou indetectável, pressão diferencial convergente ≤ 20mmHg, hipotensão arterial em fase tardia, acumulação de líquidos com insuficiência respiratória;
  • Sangramento grave, segundo a avaliação do médico (exemplos: hematêmese, melena, metrorragia volumosa, sangramento do sistema nervoso central);
  • Comprometimento grave de órgãos, como fígado, sistema nervoso central, coração ou outros órgãos.
     

 

Diagnóstico Laboratorial

Pacientes com suspeita clínica de dengue devem realizar exames para confirmação diagnóstica, de acordo com as orientações abaixo:

 

  • Sorologia (IgM) para dengue: deve ser realizada para todos os casos suspeitos e a amostra deve ser coletada a partir do 6° dia do início dos sintomas;
  • Teste rápido NS1 (TR NS1) para detecção de antígeno viral: exame disponibilizado regularmente pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) para as Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs), Hospital Municipal Odilon Behrens (HMOB) e Hospital Infantil João Paulo (HIJPII). De acordo com a situação epidemiológica, o exame também é realizado em Centros de Saúde selecionados e em Unidades de Reposição Volêmica. O objetivo principal do TR NS1 é o diagnóstico precoce para manejo oportuno de casos graves ou com potencial de complicação. O exame está indicado apenas para pacientes atendidos nos primeiros cinco dias do início dos sintomas. Apesar do TR NS1 apresentar boa sensibilidade e especificidade, a interpretação do resultado deve ser feita com cautela e resultados negativos não afastam a possibilidade de dengue;
  • Isolamento viral e/ou RT/PCR: exame realizado para identificação dos vírus circulantes no município. Este exame é realizado em parte das amostras enviadas para realização de TR NS1. A PBH envia para processamento na Fundação Ezequiel Dias (Funed) todas as amostras positivas e 10% das negativas. Portanto a realização desses exames se faz a partir da triagem inicial com o TR NS1.

 

Observações:
Os critérios de indicação de realização dos exames para diagnóstico laboratorial podem variar com a situação epidemiológica. A indicação de realização de sorologia IgM e do TR NS1 para dengue pode ser limitado em situações epidêmicas, em determinada região, por determinado período.
 

Diagnóstico Diferencial

No início da fase febril, o diagnóstico diferencial deve ser feito com outras infecções virais e bacterianas e, a partir do terceiro ou quarto dia, com choque endotóxico e com infecção bacteriana, como meningococcemia. As doenças a serem consideradas como diagnóstico diferencial são: leptospirose, febre amarela, malária, hepatite infecciosa, influenza, bem como outras febres hemorrágicas transmitidas por mosquitos ou carrapatos.

 

Considerando que a dengue tem amplo aspecto clínico, as principais doenças a serem consideradas no diagnóstico diferencial são: gripe, rubéola, sarampo e outras infecções virais, bacterianas e exantemáticas. É raro o aparecimento de sintomas respiratórios (coriza, tosse, dor de garganta). Se estiverem presentes sem exantema, a suspeita é de gripe ou resfriado.

 

A febre com exantema, sintomas respiratórios e a presença de linfonodos palpáveis, principalmente os retro-cervicais, faz pensar mais em rubéola.

 

A febre com Koplik, conjuntivite, coriza intensa, tosse, exantema sequencial (1º dia, dor de cabeça; 2º dia, parte superior do tronco e membros superiores; 3º dia, tronco inferior e membros inferiores), faz pensar mais em Sarampo.

 

A febre com exantema (pele em lixa), amigdalite purulenta, língua saburrosa pode ser Escarlatina.

 

No exantema máculo-papuloso com evolução para hemorrágico, pensar nas ricketsioses (epidemiologia positiva para carrapatos na Febre Maculosa) e na meningococcemia.

 

Deve-se pesquisar os sinais clássicos da síndrome de irritação meníngea (rigidez de nuca, os sinais de Kernig e Brudzinski), pois a febre alta, a cefaléia e vômitos são sintomas comuns aos dois quadros, meningites e dengue.

Tratamento

Accordion content 2.

 

Manuais e Protocolos

Cartão único de para acompanhamento do usuário com suspeita de dengue, zika ou chikungunya

DENGUE - Classificação de risco e manejo do paciente

Protocolo para atendimento aos pacientes com  suspeita de dengue 

Estou com Dengue, o que fazer?
Tomar bastante líquidos, não tomar remédios sem orientação de uma unidade de saúde e procurar o Centro de Saúde mais próximo ou uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). A rede SUS-BH apresenta 152 Centros de Saúde e 09 Unidades de Pronto Atendimento. Eliminar qualquer recipiente que acumule água e que possa ser um criadouro do Aedes aegypti. Em caso de dúvidas ou para solicitar a vistoria do Agente de Combate a Endemias (ACE) ligue 156.
O Transmissor

Características do Transmissor

O vetor da dengue é o Aedes aegypti, inseto que tem preferência pelo ambiente doméstico, inteiramente relacionado à população humana. O Aedes aegypti também é o principal vetor urbano da febre amarela. Está presente na África, Ásia e Américas.  É originário do Egito. A dispersão pelo mundo ocorreu da África: primeiro da costa leste do continente para as Américas, depois da costa oeste para a Ásia.

 

Características e Ciclo Evolutivo do Vetor

Mosquito preto com listras e manchas brancas é mais escuro que o pernilongo comum.

A fêmea pica preferencialmente durante o dia. Quando imaturo, desenvolve-se em água relativamente limpa e parada. As fêmeas põem seus ovos preferencialmente em recipientes artificiais como materiais inservíveis (latas, copos, embalagens plásticas e material descartável em geral), pratos de vasos de plantas, barris/tambores, pneus, caixas d'água e outros reservatórios de água. Seus criadouros naturais são ocos de árvores, cascas de coco, bromélias ornamentais, água acumulada em folhas secas caídas no chão, nas calhas e outros. 

 

Encontra condições favoráveis para desenvolver-se (abundância de criadouros, escassez de predadores);

• Tem muita afinidade pelo sangue humano;

• Pode dispersar-se facilmente entre países, estados e municípios por meio de comercialização de recipientes (criadouros) secos, com ovos firmemente aderidos às paredes;

• De ovo à forma adulta, o ciclo de vida do Aedes aegypti varia de acordo com a temperatura, disponibilidade de alimentos e quantidade de larvas existentes no mesmo criadouro.

• Em condições favoráveis, após a eclosão do ovo, o desenvolvimento do mosquito até a forma adulta pode levar um período de cerca de 10 dias. 

• O tempo médio de vida do adulto é de aproximadamente 35 dias.

 

 

Observação: Os ovos são bastante resistentes a períodos de seca e baixas temperaturas, podendo permanecer viáveis à reprodução nestas condições até um ano. Se a fêmea estiver infectada pelo vírus quando realizar a postura de ovos, há a possibilidade de as larvas filhas já nascerem com o vírus, no processo chamado de transmissão vertical.

Como Evitar o Aedes

Cuidados que podem e devem ser adotados pela população em suas residências e locais de trabalho para evitar a proliferação do Aedes aegypti.

 

Tipos de recipientes e orientações para evitar o acúmulo de água e a proliferação do Aedes aegypti

RECIPIENTE RECOMENDAÇÕES
Pratinhos de vasos de plantas Retire-os.
Latinhas, embalagens plásticas e de vidro, material descartável em geral Coloque tudo em um saco plástico. Feche bem. Mantenha a lixeira tampada. Sempre ponha o lixo para recolhimento do serviço de limpeza urbana.
Caixa d’água, cisterna, barril/tambor e poço Mantenha-os sempre bem fechados, sem deixar frestas.
Calha Confira sempre se ela está entupida, remova folhas e tudo que possa impedir o escoamento da água.
Pneus Entregue-os ao serviço de limpeza urbana. Caso precise deles, mantenha-os secos e guardados em local coberto.
Piscina Trate a água com cloro e limpe uma vez por semana.
Vaso sanitário Deixe a tampa sempre fechada. Em banheiro sem uso, dê descarga uma vez por semana.
Quintal Mantenha o seu quintal sempre limpo e livre de qualquer material que possa se tornar um foco da dengue (sacos plásticos, tampas de garrafas, cascas de ovos e embalagens em geral).
Bandeja externa de geladeira e ar-condicionado Retire sempre a água. Lave-a com água e sabão.
Garrafas PET e de vidro Se não for usá-las, coloque-as em um saco plástico para recolhimento da limpeza urbana. Se for utilizá-las, mantenhas-as em local coberto, secas e sempre de boca para baixo. 
Material em uso que possa acumular água Seque tudo e guarde em local coberto.

 

Ações de Controle do Vetor

Principais ações de controle vetorial realizadas pelo município:

 

• Tratamento focal: consiste em visita domiciliar pela equipe de zoonoses a 100% dos imóveis horizontais da cidade, a cada dois meses e meio, para verificar a presença de criadouros, orientar os munícipes sobre a eliminação dos mesmos e sobre medidas preventivas, identificação de focos e tratamento químico, quando necessário.

• Tratamento perifocal: consiste na vigilância quinzenal de imóveis classificados como pontos estratégicos (PE) para trabalhos educativos, controle mecânico, controle químico (quando necessário) e coleta de larvas.

• Ação de recolhimento de materiais inservíveis: consiste na ação integrada de visitação às residências para retirada de materiais que possam servir de criadouros do mosquito, distribuição de materiais educativos e orientações pertinentes. Em casos mais críticos, os proprietários dos imóveis são notificados para providenciar a limpeza do terreno.

• Em todas as atividades são realizadas as ações educativas/orientativas.

 

UBV - Aplicação de inseticida a ultra baixo volume

A aplicação de inseticida a ultra baixo volume (UBV) é uma atividade complementar realizada para o bloqueio de transmissão de casos suspeitos de dengue, Zika e/ou chikungunya, seguindo os critérios técnicos estabelecidos pela Diretoria de Zoonoses (DIZO) da Secretaria Municipal de Saúde (SMSA).

 

É realizada com equipamentos especiais (bombas costais motorizadas) e o trabalho ocorre, de preferência, pela manhã ou no final da tarde. O inseticida utilizado atualmente é organofosforado (Malathion).

 

Para que a aplicação seja eficaz, a sua colaboração é fundamental. Elimine todos os recipientes e locais que contenham água parada, pois o inseticida utilizado no UBV tem eficácia somente em mosquitos adultos.

 

Para mais informações ligue:

Gerência de Zoonoses Barreiro: 3266-5917/3277-5920
Gerência de Zoonoses Centro Sul: 3277-6357
Gerência de Zoonoses Leste: 3277-4313
Gerência de Zoonoses Nordeste: 3277-6226/3277-6234
Gerência de Zoonoses Noroeste: 3277-7648/3277-4583
Gerência de Zoonoses Norte: 3277-7382/3277-7967
Gerência de Zoonoses Oeste: 3277-7021
Gerência de Zoonoses Pampulha: 3277-7919

 

 

 

 

 

Cartaz campanha Dengue 2019

Cartaz: Não deixe a Dengue Crescer 2019

Folder Campanha da Dengue 2019

Folder: Não deixe a Dengue Crescer 2019

Redes Sociais campanha da Dengue 2019

Redes Sociais: Não deixe a Dengue Crescer 2019

 

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Folder: O Perigo Aumentou 2016 a 2018

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Folder: O Perigo Aumentou
Check List 2016 a 2018

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Cartaz: O Perigo Aumentou 2015

 

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Folder: O Perigo Aumentou 2015

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Folder: Brincar e Aprender
Atitudes Contra a Dengue 2016

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Folder: Atitude Contra a Dengue 2014

 

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Cartaz: Um Tempo
Contra a Dengue 2013

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Cartaz: Um Tempo
Contra a Dengue 2013

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Folder: Um Tempo
Contra a Dengue 2012



 

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Folder: Um Tempo
Contra a Dengue 2012