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Protocolos / Manuais / Guias

criado em 02/02/2018 - atualizado em 27/07/2021 | 11:45

 

Protocolos

Protocolos colaborativos

Os Protocolos Colaborativos (PC) do Sistema Único de Saúde de Belo Horizonte (SUS-BH) são diretrizes clínicas baseadas em evidências científicas desenvolvidas por meio de parcerias e do encontro de diferentes saberes com a coordenação da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte. É experiência pioneira no Brasil e tem sido reconhecido e utilizado por Instituições de Ensino e até mesmo pela Rede Suplementar.

O objetivo é melhorarmos a qualidade da assistência ao paciente, diminuindo mortalidade, morbidade e custos.

O Comitê validador dos Protocolos conta com representação de todos os pontos da Rede de Atenção (Atenção Primária, Rede Complementar, Assistência Farmacêutica, Centrais de Regulação e da Rede de Urgências incluindo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência-SAMU, Unidades de Pronto-Atendimentos, hospitais da FHEMIG- Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais- FHEMIG, Hospital Municipal Odilon Behrens- HMOB, Hospital Metropolitano Risoleta Tolentino Neves- HRTN, Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais-HC-UFMG e Hospital Metropolitano Dr. Célio de Castro-HMDCC).

 

Adulto

ATENDIMENTO AOS PACIENTES COM SÍNDROME GRIPAL (SG) E SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE (SRAG) – ÊNFASE EM COVID-19

O contexto da pandemia de COVID-19 impõe grandes desafios aos profissionais da saúde que tratam de pacientes com essa condição. As orientações deste protocolo agregam evidências que os auxiliam na implementação de terapêuticas em momento oportuno visando os melhores resultados. Por tratar-se de doença ainda com múltiplos fatores desconhecidos, as orientações deste protocolo estão sujeitas  a alterações decorrentes de novas evidências descobertas.

 

ATENDIMENTO AOS PACIENTES COM SÍNDROME GRIPAL (SG) E SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE (SRAG) – ÊNFASE EM COVID-19

MANEJO DAS EXACERBAÇÕES DA ASMA EM ADULTOS

A asma é um problema mundial de saúde que acomete cerca de 300 milhões de indivíduos. Estima-se que, no Brasil, existam 20 milhões de asmáticos. Este protocolo busca estabelecer diretrizes e referências clínicas de reconhecimento internacional de forma transparente e sistematizada para possibilitar o manejo adequado e melhor qualidade de assistência ao paciente, reduzindo assim mortalidade, morbidade e custos. O protocolo pode ser utilizado por todos os profissionais do SUS-BH por tratar-se de abordagem multidisciplinar.

 

MANEJO DAS EXACERBAÇÕES DA ASMA EM ADULTOS

SEPSE

A SEPSE é uma condição de alta mortalidade, em torno de 50% nos hospitais públicos do Brasil e, por isto, exige reconhecimento e tratamento precoce. Pensando nestas questões, o Protocolo Colaborativo SEPSE traz, a partir de referências clínicas atuais e de reconhecimento internacional, diretrizes para o diagnóstico e tratamento em tempo oportuno o que certamente contribuirá para a redução da mortalidade, de sequelas e de custos. Por tratar-se de protocolo multidisciplinar pode ser utilizado por todos os profissionais do SUS-BH.

 

protocolo da SEPSE

MANEJO DA DENGUE - SUSPEITA CLÍNICA, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

A dengue é uma doença sazonal cuja incidência varia em decorrência de diferentes fatores. A elevada incidência de casos no Brasil e também em Belo Horizonte é ainda um desafio. Medidas de prevenção aliadas ao manejo clínico adequado são fundamentais para o enfrentamento desta doença. Este Protocolo tem como objetivo apresentar diretrizes para o diagnóstico e o manejo clínico inicial de pacientes com suspeita de dengue de todas as faixas etárias para os profissionais da atenção primária e unidades de pronto-atendimento. Com isto, esperamos ofertar assistência cada vez mais qualificada e em tempo oportuno aos usuários do SUS-BH.

 

MANEJO DA DENGUE - SUSPEITA CLÍNICA, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

FLUXO ASSISTENCIAL DA LINHA DE CUIDADO DA DOENÇA FALCIFORME

A doença falciforme (DF) é uma das doenças hereditárias mais prevalentes no Brasil que pode causar dificuldade de circulação na corrente sanguínea provocando obstrução vascular, dores, isquemia, necrose, disfunção e danos irreversíveis a tecidos e órgãos, além de uma anemia crônica. Para mudar a história natural da doença é fundamental o seu diagnóstico, a implementação de ações preventivas e de terapêutica e o adequado acompanhamento destes usuários. Este Fluxo Assistencial da Linha de Cuidado da Doença Falciforme tem por objetivo apoiar as equipes de saúde do SUS-BH indicando o papel de cada ponto de atenção além de promover uma linha contínua e efetiva de cuidado. Esperamos, desta forma, ofertar um assistência mais qualificada, eficiente, integrada e humanizada.
 

 

FLUXO ASSISTENCIAL DA LINHA DE CUIDADO DA DOENÇA FALCIFORME

ANTICOAGULAÇÃO AMBULATORIAL

O tratamento com anticoagulação ambulatorial traz importante benefício aos pacientes com tromboembolismo venoso, fibrilação atrial, prótese mecânica valvar, trombo intracardíaco, doenças valvares mitrais reumáticas e trombose arterial entre outros pois evita internações hospitalares, afastamento de suas atividades laborais e sociais para destes usuários. Este Protocolo tem como objetivo orientar os profissionais da saúde do SUS-BH para o manejo adequado do tratamento destes usuários e promover assistência qualificada, humanizada e eficiente.
 

 

 

PROTOCOLO DE ANTICOAGULAÇÃO AMBULATORIAL

SÍNDROME CORONARIANA

Os eventos decorrentes de isquemia do miocárdio apresentam alta letalidade (5 a 15 %) e pode provocar sequelas e danos que levam o paciente ao afastamento de suas atividades laborais e sociais. Além de medidas de prevenção e controle dos mecanismos que o desencadeiam ( doenças coronarianas, diabetes mellitus, hipertensão arterial, dislipidemias, tabagismo, taquiarritmias, abuso de drogas, sedentarismo, entre outros), o diagnóstico precoce e o manejo adequado do IAM podem reduzir essas taxas de letalidade e morbidade.

Este Protocolo tem como objetivo apresentar diretrizes clínicas, baseadas em evidências científicas, para reconhecer clinicamente a síndrome coronariana e infarto agudo do miocárdio para o manejo adequado e em tempo oportuno evitando sequelas e mortes. Esperamos desta forma, promover assistência qualificada e oportuna aos usuários do SUS-BH.

 

 

 

 

Síndrome Coronariana

 

Criança

 

MANEJO DA SÍNDROME GRIPAL E SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE NA CRIANÇA COM ÊNFASE NA COVID-19

A Síndrome Gripal (SG) sazonal apresenta transmissibilidade elevada e distribuição global, com tendência a se disseminar facilmente em epidemias, podendo também causar pandemias. Estima-se que, anualmente, 20% a 30% das crianças sejam infectadas em cada ciclo epidêmico. Este protocolo tem o objetivo de apresentar proposta de fluxos e diretrizes técnico-assistenciais para subsidiar profissionais de saúde no manejo e controle da Síndrome Gripal e da COVID-19 em criança.

 

MANEJO DA SÍNDROME GRIPAL E SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE NA CRIANÇA COM ÊNFASE NA COVID-19

MANEJO DA DENGUE - SUSPEITA CLÍNICA, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

A dengue é uma doença sazonal cuja incidência varia em decorrência de diferentes fatores. A elevada incidência de casos no Brasil e também em Belo Horizonte é ainda um desafio. Medidas de prevenção aliadas ao manejo clínico adequado são fundamentais para o enfrentamento desta doença. Este Protocolo tem como objetivo apresentar diretrizes para o diagnóstico e o manejo clínico inicial de pacientes com suspeita de dengue de todas as faixas etárias para os profissionais da atenção primária e unidades de pronto-atendimento. Com isto, esperamos ofertar assistência cada vez mais qualificada e em tempo oportuno aos usuários do SUS-BH.

 

MANEJO DA DENGUE - SUSPEITA CLÍNICA, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

MANEJO DA EXACERBAÇÃO ASMÁTICA NA INFÂNCIA (CRIANÇAS DE 2 A 12 ANOS)

A asma aguda é importante causa de procura aos serviços de pronto atendimento e de internações hospitalares. Este protocolo multiprofissional é direcionado ao primeiro atendimento da crise asmática em crianças menores que 12 anos com os objetivos de auxiliar os profissionais no reconhecimento  e classificação da gravidade da exacerbação asmática, tratamento precoce e na definição de critérios de hospitalização e de alta hospitalar com encaminhamentos responsáveis para seguimento. Com estes passos, esperamos ofertar atendimento mais qualificado e eficiente em todos os pontos da Rede do SUS-BH.

 

MANEJO DA EXACERBAÇÃO ASMÁTICA NA INFÂNCIA (CRIANÇAS DE 2 A 12 ANOS)

INFECÇÃO URINÁRIA NA CRIANÇA

As infecções do trato urinário (ITU) são um problema clínico comum e importante na infância. Porém, muitas vezes, o reconhecimento de ITU é difícil devido aos sinais e sintomas inespecíficos como se manifesta. O diagnóstico correto e o tratamento adequado são de extrema importância como forma de prevenir sequelas como cicatrizes renais, doença renal crônica e hipertensão arterial. Este protocolo, baseado em evidências científicas atuais, tem o objetivo de subsidiar profissionais de saúde de toda Rede do SUS-BH e assim ofertar assistência qualificada e resolutiva.
 

 

INFECÇÃO URINÁRIA NA CRIANÇA

BRONQUIOLITE VIRAL AGUDA

A bronquiolite faz parte de um amplo espectro de doenças respiratórias das vias aéreas inferiores e é a maior causa de doença e hospitalização em crianças menores de 2 anos de idade. Este protocolo Colaborativo, construído à partir de evidências científicas atualizadas, tem como objetivo apresentar aos profissionais de toda Rede do SUS-BH elementos e diretrizes de apoio à decisão e ao manejo clínico da bronquiolite auxiliando na identificação precoce de sinais de gravidade. Desta forma,  melhoria da qualidade do atendimento, eficiência e efetividade clínica serão resultados esperados da sua implementação.


 

BRONQUIOLITE VIRAL AGUDA

PROGRAMA CRIANÇA QUE CHIA - Orientações para a classificação e o manejo da criança e do adolescente com asma

A asma é doença inflamatória crônica apresenta prevalência de 20% entre escolares e adolescentes. Esta cartilha foi elaborada para auxiliar o acompanhamento, a classificação e o manejo da criança e do adolescente com asma pelas equipes  multiprofissionais de saúde do SUS-BH. Foi construída por meio de parceria com diferentes Instituições e à partir de diretrizes baseadas em evidências científicas.  A implementação destas diretrizes, em conjunto por toda Rede de Atenção, certamente proporcionará melhor qualidade de vida a todas as crianças e adolescentes com asma.


 

 

PROGRAMA CRIANÇA QUE CHIA - Orientações para a classificação e o manejo da criança e do adolescente com asma

PNEUMONIA ADQUIRIDA EM COMUNIDADE - CRIANÇAS E ADOLESCENTES

A pneumonia comunitária na criança e adolescentes é uma das patologias com maior demanda de consultas em unidades de saúde no Brasil e no mundo e representa um quinto das causas de mortalidade infantil no mundo. Este Protocolo Colaborativo, construído à partir de evidências científicas atualizadas, tem como objetivo apresentar aos profissionais de toda Rede do SUS-BH diretrizes para o manejo clínico adequado e auxilia a identificação precoce de sinais de gravidade. Desta forma, esperamos ofertar assistência qualificada com eficiência contribuindo para a redução da mortalidade, das sequelas e dos danos.

 

Pneumonia capa

 

MANEJO DA OTITE MÉDIA  AGUDA NA CRIANÇA E ADOLESCENTE

O protocolo colaborativo "Manejo da Otite Média Aguda na criança e adolescente", apresenta elementos e diretrizes para o diagnóstico e adequado manejo desta doença, muito frequente na infância e uma das principais causas de consultas médicas e de prescrição de antimicrobianos. Este documento, construído a partir de evidências científicas atualizadas, é direcionado aos profissionais da Rede do Sistema Único de Saúde com o objetivo de evitar complicações e internações e contribuir com a qualidade do atendimento e efetividade clínica.

 

 

Manejo da otite Media na Criança e Adolescente

 

 

 

 

 

 

 

 

Manuais

Manual de Enfermagem: Atenção Primária à Saúde de Belo Horizonte

O Manual de Enfermagem: Atenção Primária à Saúde de Belo Horizonte busca contribuir para o alcance da qualidade da assistência prestada, aumento da segurança do paciente, padronização dos processos de trabalho e ampliação de conhecimentos dos profissionais de enfermagem da rede SUS-BH, buscando fortalecer suas competências, aumentar sua autonomia, valorização e respaldo profissional.

 

Manual de Enfermagem: Atenção Primária à Saúde de Belo Horizonte

 

 

 

 

 

Manuais

Selo comemorativo aos 30 anos do SUS em Belo Horizonte
 

Selo Somos SUS-BH

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