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Protocolos / Manuais / Guias

atualizado em 07/01/2021 | 14:47

 

Protocolos

Protocolos colaborativos

Os Protocolos Colaborativos (PC) do Sistema Único de Saúde de Belo Horizonte (SUS-BH) são diretrizes clínicas baseadas em evidências científicas desenvolvidas por meio de parcerias e do encontro de diferentes saberes com a coordenação da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte. É experiência pioneira no Brasil e tem sido reconhecido e utilizado por Instituições de Ensino e até mesmo pela Rede Suplementar.

O objetivo é melhorarmos a qualidade da assistência ao paciente, diminuindo mortalidade, morbidade e custos.

O Comitê validador dos Protocolos conta com representação de todos os pontos da Rede de Atenção (Atenção Primária, Rede Complementar, Assistência Farmacêutica, Centrais de Regulação e da Rede de Urgências incluindo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência-SAMU, Unidades de Pronto-Atendimentos, hospitais da FHEMIG- Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais- FHEMIG, Hospital Municipal Odilon Behrens- HMOB, Hospital Metropolitano Risoleta Tolentino Neves- HRTN, Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais-HC-UFMG e Hospital Metropolitano Dr. Célio de Castro-HMDCC).

 

Adulto

ATENDIMENTO AOS PACIENTES COM SÍNDROME GRIPAL (SG) E SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE (SRAG) – ÊNFASE EM COVID-19

O contexto da pandemia de COVID-19 impõe grandes desafios aos profissionais da saúde que tratam de pacientes com essa condição. As orientações deste protocolo agregam evidências que os auxiliam na implementação de terapêuticas em momento oportuno visando os melhores resultados. Por tratar-se de doença ainda com múltiplos fatores desconhecidos, as orientações deste protocolo estão sujeitas  a alterações decorrentes de novas evidências descobertas.

 

ATENDIMENTO AOS PACIENTES COM SÍNDROME GRIPAL (SG) E SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE (SRAG) – ÊNFASE EM COVID-19

MANEJO DAS EXACERBAÇÕES DA ASMA EM ADULTOS

A asma é um problema mundial de saúde que acomete cerca de 300 milhões de indivíduos. Estima-se que, no Brasil, existam 20 milhões de asmáticos. Este protocolo busca estabelecer diretrizes e referências clínicas de reconhecimento internacional de forma transparente e sistematizada para possibilitar o manejo adequado e melhor qualidade de assistência ao paciente, reduzindo assim mortalidade, morbidade e custos. O protocolo pode ser utilizado por todos os profissionais do SUS-BH por tratar-se de abordagem multidisciplinar.

 

MANEJO DAS EXACERBAÇÕES DA ASMA EM ADULTOS

SEPSE

A SEPSE é uma condição de alta mortalidade, em torno de 50% nos hospitais públicos do Brasil e, por isto, exige reconhecimento e tratamento precoce. Pensando nestas questões, o Protocolo Colaborativo SEPSE traz, a partir de referências clínicas atuais e de reconhecimento internacional, diretrizes para o diagnóstico e tratamento em tempo oportuno o que certamente contribuirá para a redução da mortalidade, de sequelas e de custos. Por tratar-se de protocolo multidisciplinar pode ser utilizado por todos os profissionais do SUS-BH.

 

protocolo da SEPSE

MANEJO DA DENGUE - SUSPEITA CLÍNICA, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

A dengue é uma doença sazonal cuja incidência varia em decorrência de diferentes fatores. A elevada incidência de casos no Brasil e também em Belo Horizonte é ainda um desafio. Medidas de prevenção aliadas ao manejo clínico adequado são fundamentais para o enfrentamento desta doença. Este Protocolo tem como objetivo apresentar diretrizes para o diagnóstico e o manejo clínico inicial de pacientes com suspeita de dengue de todas as faixas etárias para os profissionais da atenção primária e unidades de pronto-atendimento. Com isto, esperamos ofertar assistência cada vez mais qualificada e em tempo oportuno aos usuários do SUS-BH.

 

MANEJO DA DENGUE - SUSPEITA CLÍNICA, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

 

Criança

MANEJO DA SÍNDROME GRIPAL E SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE NA CRIANÇA COM ÊNFASE NA COVID-19

A Síndrome Gripal (SG) sazonal apresenta transmissibilidade elevada e distribuição global, com tendência a se disseminar facilmente em epidemias, podendo também causar pandemias. Estima-se que, anualmente, 20% a 30% das crianças sejam infectadas em cada ciclo epidêmico. Este protocolo tem o objetivo de apresentar proposta de fluxos e diretrizes técnico-assistenciais para subsidiar profissionais de saúde no manejo e controle da Síndrome Gripal e da COVID-19 em criança.

 

MANEJO DA SÍNDROME GRIPAL E SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE NA CRIANÇA COM ÊNFASE NA COVID-19

MANEJO DA EXACERBAÇÃO ASMÁTICA NA INFÂNCIA (CRIANÇAS DE 2 A 12 ANOS)

A asma aguda é importante causa de procura aos serviços de pronto atendimento e de internações hospitalares. Este protocolo multiprofissional é direcionado ao primeiro atendimento da crise asmática em crianças menores que 12 anos com os objetivos de auxiliar os profissionais no reconhecimento  e classificação da gravidade da exacerbação asmática, tratamento precoce e na definição de critérios de hospitalização e de alta hospitalar com encaminhamentos responsáveis para seguimento. Com estes passos, esperamos ofertar atendimento mais qualificado e eficiente em todos os pontos da Rede do SUS-BH.

 

MANEJO DA EXACERBAÇÃO ASMÁTICA NA INFÂNCIA (CRIANÇAS DE 2 A 12 ANOS)

INFECÇÃO URINÁRIA NA CRIANÇA

As infecções do trato urinário (ITU) são um problema clínico comum e importante na infância. Porém, muitas vezes, o reconhecimento de ITU é difícil devido aos sinais e sintomas inespecíficos como se manifesta. O diagnóstico correto e o tratamento adequado são de extrema importância como forma de prevenir sequelas como cicatrizes renais, doença renal crônica e hipertensão arterial. Este protocolo, baseado em evidências científicas atuais, tem o objetivo de subsidiar profissionais de saúde de toda Rede do SUS-BH e assim ofertar assistência qualificada e resolutiva.
 

 

INFECÇÃO URINÁRIA NA CRIANÇA

BRONQUIOLITE VIRAL AGUDA

A bronquiolite faz parte de um amplo espectro de doenças respiratórias das vias aéreas inferiores e é a maior causa de doença e hospitalização em crianças menores de 2 anos de idade. Este protocolo Colaborativo, construído à partir de evidências científicas atualizadas, tem como objetivo apresentar aos profissionais de toda Rede do SUS-BH elementos e diretrizes de apoio à decisão e ao manejo clínico da bronquiolite auxiliando na identificação precoce de sinais de gravidade. Desta forma,  melhoria da qualidade do atendimento, eficiência e efetividade clínica serão resultados esperados da sua implementação.


 

BRONQUIOLITE VIRAL AGUDA

PROGRAMA CRIANÇA QUE CHIA - Orientações para a classificação e o manejo da criança e do adolescente com asma

A asma é doença inflamatória crônica apresenta prevalência de 20% entre escolares e adolescentes. Esta cartilha foi elaborada para auxiliar o acompanhamento, a classificação e o manejo da criança e do adolescente com asma pelas equipes  multiprofissionais de saúde do SUS-BH. Foi construída por meio de parceria com diferentes Instituições e à partir de diretrizes baseadas em evidências científicas.  A implementação destas diretrizes, em conjunto por toda Rede de Atenção, certamente proporcionará melhor qualidade de vida a todas as crianças e adolescentes com asma.


 

 

PROGRAMA CRIANÇA QUE CHIA - Orientações para a classificação e o manejo da criança e do adolescente com asma

 

 

 

 

 

 

 

Manuais

Manual de Enfermagem: Atenção Primária à Saúde de Belo Horizonte

O Manual de Enfermagem: Atenção Primária à Saúde de Belo Horizonte busca contribuir para o alcance da qualidade da assistência prestada, aumento da segurança do paciente, padronização dos processos de trabalho e ampliação de conhecimentos dos profissionais de enfermagem da rede SUS-BH, buscando fortalecer suas competências, aumentar sua autonomia, valorização e respaldo profissional.

 

Manual de Enfermagem: Atenção Primária à Saúde de Belo Horizonte

 

 

 

 

 

Manuais

Selo comemorativo aos 30 anos do SUS em Belo Horizonte
 

Selo Somos SUS-BH

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