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Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica


 

  • Por recomendação da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte, o acesso aos Parques da Serra do Curral, Aggeo Pio Sobrinho e das Mangabeiras, além do  Jardim Zoológico, requer a apresentação de comprovante de imunização contra a febre amarela, com vacina aplicada no mínimo 10 dias antes da visita, e documento de identidade com foto. Bebês menores de 9 meses, por não poderem ser vacinados, não devem adentrar os espaços. 
  • Confira demais casos em que a vacina não é recomendada. A exigência também se aplica a quem for utilizar a Tirolesa do Mirante do Mangabeiras, que tem seu ponto final dentro do parque, onde é necessário comprovar a imunização. O estacionamento no Parque das Mangabeiras agora integra o sistema rotativo digital da BHTrans. Para sua comodidade, leve consigo o talão ou baixe o aplicativo “Rotativo Digital BH” (disponível para android e IOS).
  • O Zoológico de BH não possui página oficial em redes sociais e não realiza venda antecipada de ingressos (venda exclusivamente na bilheteria do local, no ato da visita). Informações pelo telefone 3277-8489.
  • Nenhum dos equipamentos da Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica (inclusive parques) possui páginas oficiais em redes sociais, nem site exclusivo. Portanto, as informações sobre esses espaços devem ser obtidas diretamente no site da Prefeitura de Belo Horizonte e da própria Fundação.


O que é a Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica?


Resultado da fusão entre as antigas fundações Municipal de Parques e da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte, a Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica foi criada pelo Decreto 16.684, de 31 de agosto de 2017, na reforma administrativa da Prefeitura de Belo Horizonte, com a principal missão de promover ações e programas de educação e manejo ambientais, atividades de lazer, esporte, cultura e cidadania.

 

Primando pela valorização de atividades e projetos que visam à preservação da fauna e da flora e também à manutenção da qualidade de vida da capital e da beleza de suas áreas verdes, a Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica administra mais de 10,7 milhões de metros quadrados de áreas verdes, ricas em fauna e flora,que incluem 75 parques espalhados por toda Belo Horizonte, um Jardim Zoológico, um Jardim Botânico, quatro cemitérios, uma capela velório e cinco centros de vivência agroecológica.



CONHEÇA OS EQUIPAMENTOS ADMINISTRADOS

 

CEVAEs

Os Centros de Vivência Agroecológica (Cevaes), espaços público-comunitários, buscam difundir práticas ecologicamente adequadas de segurança alimentar, saúde, educação ambiental e agricultura urbana, entre a população carente de Belo Horizonte. As ações dos centros estão aliadas a programas de capacitação e geração alternativa de renda, possibilitando a melhoria da qualidade de vida na cidade.

 

PARQUES

 

Os parques municipais contribuem para preservação da flora, fauna e dos recursos hídricos, além de permitir um contato próximo da população com o verde, garantindo assim a boa qualidade ambiental das cidades.

Nos parques da cidade estão representados os biomas Cerrado, Mata Atlântica e Campos de Altitude, onde são encontradas mais de 200 espécies de animas; cerca de 1.000 espécies vegetais e diversas nascentes que abastecem os córregos da Bacia do Rio São Francisco. Dos mais de 75 parques administrados pela Fundação, cerca de 40 possuem nascentes, córregos ou lagoas.

 

JARDIM ZOOLÓGICO


No Jardim Zoológico estão mais de 3.500 mil animais de mais de 250 espécies, entre répteis, aves, peixes, anfíbios e mamíferos, representantes dos cinco continentes. Além disso, a infraestrutura do Zoológico conta com hospital veterinário e um Programa de bem-estar Animal reconhecido no Brasil e no exterior.

 

BORBOLETÁRIO



O Borboletário, localizado dentro do Zoo, é o único recinto onde o visitante tem oportunidade de estar junto com mais de mil animais de cerca de 20 espécies diferentes. É composto por um auditório onde o visitante assiste a um vídeo sobre o mundo das borboletas e interage com o animal por meio de painéis educativos e informativos, viveiro de exposição, laboratório de lagartas e horto.



AQUÁRIO TEMÁTICO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SÃO FRANCISCO

 

O Aquário da Prefeitura – Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, que busca promover a divulgação e a conservação de uma das principais bacias hidrográficas do Brasil, tem 2.400m2 e abriga 22 tanques para peixes, ambientados com vegetação que reproduz as margens do “Velho Chico”. É um espaço para os visitantes conhecerem novas espécies de peixes e obter informações sobre o São Francisco. Conta, ainda, com espaços de exposições lúdicas, laboratório, lagoa marginal, auditório, biblioteca, jardins, lanchonete e lojinha. 

 

JARDIM JAPONÊS DE BELO HORIZONTE

 

Em comemoração ao Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, foi inaugurado no dia 16 de junho de 2008, o Jardim Japonês de Belo Horizonte, espaço de lazer e contemplação que traz em sua concepção a filosofia Zen de busca da naturalidade, serenidade, assimetria e simplicidade a partir da expressão essencial da natureza. O jardim ocupa cinco mil metros quadrados no Jardim Zoológico e tem projeto paisagístico inspirado nos jardins existentes no Japão. O projeto é de Haruho Ieda, paisagista japonês residente no Brasil há mais de 20 anos.

 

JARDIM BOTÂNICO

 

No Jardim Botânico, mais de 3.500 espécies de plantas são expostas nos sete jardins temáticos: Jardim de Folhagens, Jardim de Suculentas, Jardim de Bromélias, Jardim de Plantas Tóxicas e Medicinais, Jardim de Palmeiras, Jardim de Flores e Cores e Lago de Plantas Aquáticas. As quatro estufas implantadas – as Evolutivas, de Mata Atlântica, de Caatinga e de Campo Rupestre – também abrigam importantes espécies. 

 

O Jardim Botânico também produz e fornece mudas para o plantio nas vias públicas, nas áreas verdes de Belo Horizonte, nas escolas municipais, no aterro sanitário da Secretaria Municipal de Limpeza Urbana e nos demais setores da Prefeitura da capital.

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