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FUNDAÇÃO DE PARQUES MUNICIPAIS E ZOOBOTÂNICA

Fantástico Mundo da Criança

 
Por recomendação da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte, o acesso aos Parques da Serra do Curral, Aggeo Pio Sobrinho e das Mangabeiras, além do Jardim Zoológico, requer a apresentação de comprovante de imunização contra a febre amarela, com vacina aplicada no mínimo 10 dias antes da visita, e documento de identidade com foto. (Bebês menores de 9 meses, por não poderem ser vacinados, não devem adentrar os espaços. Confira demais casos em que a vacina não é recomendada. A exigência também se aplica a quem for utilizar a Tirolesa do Mirante do Mangabeiras, que tem seu ponto final dentro do parque, onde é necessário comprovar a imunização. 
O estacionamento no Parque das Mangabeiras agora integra o sistema rotativo digital da BHTrans. Para sua comodidade, leve consigo o talão ou baixe o aplicativo “Rotativo Digital BH” (disponível para android e IOS).

 

 

Parques Municipais e Zoobotânica

 

Fundação assegura proteção para o meio ambiente

Com o intuito de manter a qualidade de vida de Belo Horizonte e a beleza de suas áreas verdes, no ano de 2005, a Prefeitura da capital criou a Fundação de Parques Municipais - FPM, que, em 2017 (com a reforma administrativa da Prefeitura de BH), fundiu-se à Fundação Zoobotânica, criada em 1991 e que herdou uma história de mais de 30 anos já traçada com a gestão do Zoológico da cidade. As duas Fundações, então,  transformaram-se no que hoje é a Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica (FPMZB).


A instituição administra e mantém 75 parques da cidade, área correspondente a aproximadamente 10,5 milhões de m2, composta também pelos quatro cemitérios municipais, uma capela velório, cinco Centros de Vivência Agroecológica (Cevaes) e, ainda, o Zoológico de Bh, Aquário do Rio São Francisco e o Jardim Botânico. A Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica promove programas de educação e manejo ambiental, atividades de lazer, esporte, cultura e cidadania, contribuindo para a conservação da natureza por meio de ações que sensibilizem as pessoas para o respeito à vida e à natureza.

 
Parques: patrimônio ambiental da cidade

Os parques urbanos atendem a uma necessidade social surgida com o crescimento das grandes cidades, por protegerem recursos naturais e oferecerem à população opções de conforto e lazer. A preservação desses espaços integra o compromisso da Prefeitura com a qualidade de vida, com o equilíbrio ambiental e a diversidade da paisagem da capital.

 
Cevae: valorização da cidadania

Espaços público-comunitários, os Centros de Vivência Agroecológica (Cevaes) foram criados com o objetivo de difundir práticas ecologicamente adequadas de segurança alimentar, saúde, educação ambiental e agricultura urbana, entre a população carente de Belo Horizonte. Todas essas ações estão aliadas a programas de capacitação e geração alternativa de renda, possibilitando a melhoria da qualidade de vida na cidade.

 

Zoológico de BH

Mais do que um espaço de lazer, o Zoológico de BH é uma importante ferramenta de educação ambiental para a cidade e para o estado. O Zoo de BH é, ainda, classificado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) na "Categoria A" dos "jardins zoológicos públicos", pois mantém elevados  de qualidade técnica, de infraestrutura e de relevância de seus programas de pesquisa científica e conservação da fauna.

 

Jardim Botânico

Criado em 5 de junho de 1991, o Jardim Botânico de Belo Horizonte tem papel de destaque em programas educativos, de pesquisas e de conservação de espécies da flora, em especial da mineira. Durante nove anos, funcionou no bairro Betânia, zona Oeste da capital e, em 2001, transferido de local, inaugurou sua atual estrutura. Desde então, os Jardins Zoológico e Botânico dividem o mesmo espaço na Pampulha. 



O Jardim Botânico colabora na criação de políticas públicas e no desenvolvimento de programas educativos e de pesquisas. É instituição de referência nas áreas de Botânica Aplicada e Fitossanitarismo. Suas prioridades são estudos e ações voltados para a conservação da flora regional, com destaque para as espécies raras, endêmicas e ameaçadas de extinção.  


Na área de visitação do Jardim Botânico, você encontra lagos com espécies aquáticas, praças e recantos para descanso e lazer. Conheça a flora brasileira visitando as estufas temáticas da Mata Atlântica, Caatinga e Campo Rupestre. Passeie pela história evolutiva das plantas e aprenda mais sobre as formas de reprodução e dispersão de sementes nas Estufas de Evolução. Se você se interessa por plantas medicinais venha conhecer a grande diversidade destas plantas no Jardim de Plantas Medicinais, Aromáticas e Tóxicas. E muito mais: árvores e palmeiras brasileiras, bromélias, folhagens, flores e trepadeiras atrativas e um jardim inteirinho só de plantas suculentas!  

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