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Borboletário

atualizado em 23/01/2020 | 16:08
  • Por recomendação da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte, o acesso aos Parques da Serra do Curral, Aggeo Pio Sobrinho e das Mangabeiras, além dos espaços da Zoobotânica (Jardim Zoológico, Aquário do Rio São Francisco e Jardim Botânico), requer a apresentação de comprovante de imunização contra a febre amarela, com vacina aplicada NO MÍNIMO 10 dias antes da visita (tempo necessário para a vacina surtir efeito). Também deve ser apresentado documento de identidade com foto, para todos os visitantes (no caso de crianças, pode ser apresentada a certidão de nascimento, acompanhada do documento original de identidade com foto dos pais). Bebês menores de 9 meses, por não poderem ser vacinados, NÃO DEVEM ACESSAR os espaços. Conforme orientações do Ministério da Saúde, uma única dose da vacina ao longo da vida já é suficiente para imunização (não é necessário tomar nova dose para visitar os espaços).
  • A entrada de animais domésticos não é permitida nos espaços da Zoobotânica (Zoológico, Aquário e Jardim Botânico). Nos locais, também não é permitido realizar churrasco. 
  • É permitido o acesso de bicicletas nas unidades da Zoobotânica. 
  • Nenhum dos equipamentos da Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica (inclusive parques) possui páginas oficiais em redes sociais, nem site exclusivo. Portanto, as informações sobre esses espaços devem ser obtidas diretamente no site da Prefeitura de Belo Horizonte e da própria Fundação.

 


 



Borboletário de BH se consolida como um local importante para o desenvolvimento de atividades de conscientização ambiental

 

Uma sensação bem diferente é experimentada pelo visitante que entrar no Borboletário da Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica de Belo Horizonte. Trata-se do único recinto em que as pessoas podem ficar rodeados por borboletas e mariposas e ter a impressão de estar em meio a um jardim de cores suspensas.

Esta experiência extraordinária pode ser vivenciada durante as atividades educativas que acontecem no espaço. Estas são divididas em dois momentos. No primeiro, os participantes assistem a um vídeo sobre o ciclo de vida de borboletas e mariposas e seus hábitos e recebem instruções sobre uma visitação responsável (obrigatório para proteger os animais). Posteriormente, o público é encaminhado para o Viveiro de Exposição – uma área com 100 metros quadrados e cinco metros de altura – na qual adultos e crianças têm a oportunidade de observar, aproximadamente, mil animais de 20 espécies diferentes

O Borboletário é composto, ainda, pelo Laboratório, onde são mantidas as formas juvenis das borboletas – ovos, lagartas e pupas – e pelo Viveiro para a Produção de Plantas, onde são cultivadas espécies que servem de alimentos para as lagartas e suas formas juvenis.

De acordo com a bióloga Rízzia Botelho, o Borboletário é um importante espaço para o desenvolvimento de ações de educação ambiental voltadas para a conservação da fauna, porque o visitante aprende a conviver com as diferenças. “As pessoas têm a oportunidade de conhecer o ciclo de vida dessas espécies e de entender que se não tivermos tolerância com as lagartas, não poderemos conviver com as borboletas”, assinala.

Segundo Rizzia, a visita ao local é também motivo de reflexão sobre a importância da conservação e da manutenção dos ambientes naturais para se alcançar o equilíbrio entre os seres. “Não devemos correr atrás das borboletas, mas plantar flores que produzem muito néctar para atraí-las e daí ter a oportunidade de contemplar a beleza das cores e formas destes seres tão delicados”, orienta.

O Borboletário fica aberto de terça-feira a sexta-feira, das 9h às 11h e sábados, domingos e feriados, das 10h às 12h e de 14h às 16h. O endereço é avenida Otacílio Negrão de Lima, 8.000, Portaria I. Outras informações podem ser obtidas pelos telefones 3277-7284 e 3277-7286.

 

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Fotos: Suziane Fonseca/PBH