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Zoológico

atualizado em 08/08/2019 | 14:53

FIQUE ATENTO!

O Zoológico de BH não possui página oficial em redes sociais (tais como facebook e instagram) e não realiza venda antecipada de ingressos (venda exclusivamente na bilheteria do local, no ato da visita).
Informações pelo telefone 3277-8489. 



Em função dos trabalhos de combate à febre amarela - realizados conjuntamente entre a Secretaria Municipal de Saúde e a Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica - é necessária a apresentação do cartão de vacinação comprovando vacina contra febre amarela tomada há mais de 10 dias para acesso ao Jardim Zoológico, Jardim Botânico e Aquário do Rio São Francisco (bebês menores de 9 meses, por não poderem ainda receber a dose da vacina, não podem adentrar os locais). A exigência também vale para os Parques da Serra do Curral, das Mangabeiras, Aggeo Pio Sobrinho e para quem for utilizar a Tirolesa localizada no Mirante do Mangabeiras (que tem seu ponto final dentro do Parque das Mangabeiras). 



 

Zoológico da Fundação de Parque Municipais e Zoobotânica é centro de educação, pesquisa e lazer

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A Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica de Belo Horizonte (FPMZB-BH) integra a administração indireta da Prefeitura de Belo Horizonte. Ao ser criada em 2017, herdou uma história de mais de 30 anos, uma vez que passou a administrar, além do Jardim Zoológico, existente desde 1959, o Jardim Botânico, 75 parques, 4 cemitérios, uma capela velório e 5 Centros de Vivência Agroecológica.

 

Histórico

O Zoológico de Belo Horizonte foi inaugurado em 25 de janeiro de 1959, chamado de “Parque Zoo-Botânico de Belo Horizonte”, durante o governo municipal de Celso Mello Azevedo. No projeto original da construção de Belo Horizonte, o Zoo estava previsto no local onde funciona hoje o Clube Minas Tênis I. No entanto, durante algum tempo, funcionou no Parque Municipal Américo Renné Giannetti um pequeno zoológico, com exposição de algumas aves e pequenos mamíferos. Somente no final da década de 50, houve a instalação definitiva do Jardim Zoológico de Belo Horizonte em uma ampla área verde da Pampulha, que tinha sido reservada para ser um clube de golfe.

Da implantação até a inauguração passaram-se alguns anos. Mesmo depois de inaugurado, as construções e reformas do Zoológico eram realizadas com poucos recursos e o plantel de animais era mantido através de doações. Nas décadas de 70 e 80, foi possível realizar outras melhorias, como a construção da Portaria da Pampulha e o início da recuperação das áreas verdes. Nesse período foram construídos novos recintos e adequação de outros, que vieram oferecer melhores condições para os animais e segurança para os funcionários. Além disso, o Zoológico passou a contar com um corpo técnico qualificado e um planejamento mais adequado para a manutenção do acervo de animais. Deu-se início à modernização do Zoo.

A aquisição e permuta de animais passou a ser controlada por órgãos ambientais, mantendo o controle rígido das espécies e de regras sanitárias. Desde então o Zoo passou a participar de uma rede que lida com a conservação das espécies da fauna silvestre e que traça planos de manejo e diretrizes que são seguidas por entidades de conservação nacionais e internacionais.

Em 1991, foi criado o Jardim Botânico que, junto com o Jardim Zoológico, passou a fazer parte da antiga Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte. Melhorias continuaram a serem feitas, tanto na sua infraestrutura quanto na área de pesquisa, reprodução e educação. Foram construídos novos recintos: primatas brasileiros, pássaros coloridos e o Aquário do Rio São Francisco além de espaços para desenvolver atividades educativas, como Casa de Educação Ambiental, Casa de Répteis, Borboletário, Zooboteca e Jardim Japonês. Várias reformas foram realizadas; recintos dos rinocerontes, gorila, hipopótamos, Casa de Répteis, Praça Nacional, Praça das Aves, elefantes e girafa. O Hospital Veterinário passou a ter uma boa estrutura para desenvolver a medicina preventiva e curativa. Em 2017, a Fundação Zoobotânica e a Fundação de Parques Municipais passaram por um processo de fusão, dentro da reforma administrativa da Prefeitura de BH, sendo criada a Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica.

 

Grupo de gorilas do Zoológico de BH

 

DICAS DE VISITAÇÃO

O Jardim Zoológico e o Jardim Botânico encontram-se ambos na área chamada Zoobotânica, para a qual seguem abaixo algumas dicas para uma boa visita e para ajudar na conservação do meio ambiente:

  • Aproveite as áreas gramadas e sombreadas para realizar seu piquenique, mas lembre-se de recolher todo o lixo ao final.
     
  • Jamais jogue lixo no chão. Coloque o lixo nas lixeiras.
     
  • Não é permitida a realização de churrasco dentro da Zoobotânica.
     
  • A entrada de animais domésticos não é permitida.
     
  • Não atire objetos nos animais nem em seus recintos, nem mesmo para tentar chamar sua atenção para aquela foto. Essa atitude, além de causar stress ao animal, pode provocar ferimentos ou mesmo fazer com que ele, depois, engula o objeto acreditando tratar-se de alimento. Não bata no vidro ou grades para chamar a atenção deles. Essa atitude afeta a saúde dos animais.
     
  • Cada animal possui uma dieta própria, que atende às necessidades daquela espécie e cujas quantidades são dimensionadas pela equipe técnica, considerando as especificidades de cada animal. Por isso, não jogue alimentos nos recintos.
     
  • Muitos animais possuem hábitos noturnos e preferem ambientes silenciosos. Outros preferem ficar protegidos entre folhagens e arbustos. Por isso, contamos com sua compreensão caso não consiga avistá-los durante sua visita. O Zoo preza pelo bem-estar dos animais e não usa mecanismos para que eles estejam sempre na área de visualização pública.
     
  • Valorize o silêncio durante o passeio. Lembre-se, você está visitando os animais, que precisam de um ambiente calmo e tranquilo.
     
  • A presença de vegetação ao redor dos recintos é uma estratégia para garantir bem-estar e privacidade aos animais, formando "janelas de visualização". Por isso, respeite os limites e preserve a vegetação no entorno dos recintos.
     
  • Não suba nas grades de proteção dos recintos ou jardins. Elas estão ali para sua segurança.
     
  • Respeite as plantas. Tire fotos, mas não deixe marcas. Não arranque flores e não pise nos jardins.
     
  • Fiquem atentos à programação de atividades educativas. Elas oferecem informações importantes sobre o Zoo, os animais e a natureza.
     
  • Não é permitida a utilização de drone no interior da Zoobotânica.
     
  • No Aquário, não é permitido usar flash nem entrar com alimentos.
     
  • Obedeça à sinalização. Reduza a velocidade do seu carro, pois muitas crianças transitam pelo local. Estacione em locais adequados e dê preferência sempre aos pedestres.
     
  • Para estacionar as bicicletas, utilize os paraciclos.
     
  • Beba água e use roupas confortáveis.
     
  • Cuide dos seus pertences. Caso encontre algum item perdido por alguém, ou você perceba que perdeu algo na Zoobotânica, procure a administração ou qualquer um dos vigias do local para acionar o sistema de Achados e Perdidos.
     
  • Caso identifique alguma irregularidade, acione um dos vigias para que, caso o problema ainda não tenha sido constatado pela administração do Zoológico, a solução seja providenciada.
     
  • Com o objetivo de adotar medidas mais sustentáveis e diminuir a produção de lixo e o uso de papel, o mapa do Zoológico está disponível em meio digital (baixe o aplicativo zoobotanica-bh, para android e IOS, ou acesse este link). O mapa também está disponível em placas em tamanho grande, que podem ser consultados durante o passeio ou fotografas na entrada.

Fotos Zoo

 


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