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Informações Gerais

atualizado em 10/06/2021 | 16:15

EQUIPAMENTOS EM OPERAÇÃO:

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Clique para baixar a Lista Completa dos Equipamentos de Fiscalização Eletrônica de Belo Horizonte

 

A IMPORTÂNCIA DOS EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS DE FISCALIZAÇÃO DE TRÂNSITO NO CONTEXTO DA CIDADE DE BELO HORIZONTE

 

Os equipamentos eletrônicos de fiscalização, utilizados ao longo das últimas duas décadas, têm se mostrados determinantes para a redução dos números e das severidades dos acidentes de trânsito registrados nas vias do município de Belo Horizonte. Em 1999, os primeiros equipamentos eletrônicos começaram a ser utilizados nas vias do município, passando, desde então, a promoverem gradativamente maior cobertura nos trechos e cruzamentos mais críticos da cidade em relação às ocorrências dos acidentes de trânsito. 


Estes também são instalados nos trechos exclusivos destinados à circulação dos ônibus do transporte coletivo e também nos locais com proibições de tráfego para determinados tipos de veículos (caminhões).
Resultados obtidos ao longo do tempo:


Especificamente em relação aos indicadores dos acidentes de trânsito, o cenário mostra-se bastante favorável, conforme dados da tabela abaixo apresentada:

 

 

 

Nos 20 anos analisados (de 1999 a 2019), a frota de veículos licenciados em Belo Horizonte mais que triplicou, passando de pouco mais de 655 mil no ano de 1999 para mais de 2 milhões e duzentos mil veículos no ano de 2019. Note-se, porém, que a taxa de mortalidade (que representa o número de mortes para cada 10.000 veículos), que era de aproximadamente 5,98 para cada 10 mil veículos em 1999, passou para 0,47 para cada 10 mil veículos em 2019.

 

A taxa de atropelamento por 10 mil veículos passou de 68,50 em 1999, para 7,16 em 2019. O número de atropelamentos no período, praticamente foi reduzido para um terço do anteriormente verificado, passando de 4.488 registrados em 1999 para pouco mais de 1.599 em 2019. Os números também se mostraram satisfatórios em relação à taxa de severidade, que considera o número de mortos para cada 1.000 acidentes registrados. Esta última passou de 34,13 em 1999 para 7,87 em 2019.


O número total de acidentes de trânsito, proporcionalmente à evolução da frota de veículos, também evoluiu muito pouco. Em 1999, por exemplo, a média era de 1 acidente para cada 57 veículos da frota licenciada de BH, passando esta para 1 acidente para cada 167 veículos em 2019.


A figura abaixo representada nos mostra a relação inversa entre as vítimas fatais/aumento populacional e o incremento do número de equipamentos/evolução da frota de veículos, desde o ano de 1999, época em que os primeiros equipamentos de fiscalização eletrônica começaram a ser instalados nas vias do município de Belo Horizonte. 


Neste gráfico, nota-se claramente as linhas de tendências decrescentes para os índices de segurança viária (com redução significativa dos mesmos), em detrimento da expansão contínua do número de equipamentos e do número de veículos em circulação na capital mineira

 

 

 

Ou seja, a política de fiscalização ostensiva e imparcial, com elevada capilaridade de cobertura, promovida pelos equipamentos eletrônicos de fiscalização nos trechos viários críticos, geraram efeitos notoriamente positivos nas condutas dos usuários, sobretudo aos motoristas, repercutindo em índices relacionados à segurança viária muito satisfatórios quando comparados aos verificados há cerca de 20 anos atrás.


E os resultados práticos desta política, além da preservação de vidas (foco central), também se traduzem em economias de recursos significativas aos cofres públicos, na medida em que o sistema de saúde governamental vem sendo desonerado gradativamente, em face à redução do número de atendimentos aos acidentados..

 

TIPOS DE EQUIPAMENTOS ATUALMENTE EM OPERAÇÃO EM BELO HORIZONTE


destaque DECRETO Nº 17.362, DE 22 DE MAIO DE 2020. EQUIPAMENTOS METROLÓGICOS:

Os equipamentos metrológicos são aqueles que realizam medições. No caso dos Controladores Eletrônicos de Velocidade - CEV, são equipamentos destinados às medições das velocidades dos veículos que os acionam, quando em trânsito pelas vias dotadas destes dispositivos. 


destaque DECRETO Nº 17.362, DE 22 DE MAIO DE 2020. EQUIPAMENTOS NÃO METROLÓGICOS:

Os equipamentos não metrológicos, ao contrário dos metrológicos, não realizam medições, mas identificam as situações pontuais de descumprimentos às leis de trânsito, como os avanços da fase vermelha dos semáforos, as invasões das faixas ou pistas exclusivas destinadas aos ônibus, o tráfego de caminhões em locais não autorizados, por exemplo.

 

TECNOLOGIA UTILIZADA NOS EQUIPAMENTOS ATUALMENTE EM OPERAÇÃO EM BELO HORIZONTE


destaque DECRETO Nº 17.362, DE 22 DE MAIO DE 2020. EQUIPAMENTOS INTRUSIVOS: são equipamentos que possuem laços detectores instalados no pavimento. Utilizam a variação eletromagnética para a identificação da massa metálica dos veículos em suas áreas de influência (laços de pavimento).
 

Equipamentos não metrológicos Intrusivos
Intrusivos
Utilizam sensores de pavimento (todos os locais, exceto nas pistas do MOVE e rotor da área central)

 

destaque DECRETO Nº 17.362, DE 22 DE MAIO DE 2020. EQUIPAMENTOS NÃO INTRUSIVOS: são equipamentos que não possuem laços detectores instalados no pavimento, exercendo o controle através dos meios óticos (sensores laser e/ou doppler). Normalmente são utilizados onde a instalação dos equipamentos intrusivos não é possível tecnicamente (como o pavimento de concreto, por exemplo).
 

Equipamentos não metrológicos Não intrusivos
Não Intrusivos
Utilizam meios óticos de detecção (pistas do MOVE e rotor da área central)

 

FUNCIONALIDADE DOS EQUIPAMENTOS ATUALMENTE EM OPERAÇÃO EM BELO HORIZONTE:

 

Todos os equipamentos atualmente instalados em Belo Horizonte, sob gestão da BHTRANS, possuem tecnologia LAP OU OCR, denominação dada ao Sistema de Leitura Automática de Placas, também conhecido em inglês por Optical Character Recognition.

 


Este sistema permite a leitura automática de placas de todos os veículos fiscalizados eletronicamente pelos equipamentos, permitindo que os dados coletados, sejam também utilizados pelos demais órgãos das esferas municipal, estadual e federal, em benefícios da própria administração pública, seja para a manutenção da segurança pública, planejamento urbano em geral, além de outros controles julgados necessários.

 


Os equipamentos também são integrados ao CETAI: Centro de Gestão, Tratamento e Auditoria de Imagens, que consiste na central pela qual a BHTRANS exerce todo o controle operacional e dos níveis de serviços dos contratos, onde também são centralizados os dados de infrações e estatísticos (de tráfego), tudo em tempo real.

 

 

 

LEGISLAÇÃO, EMBASAMENTO LEGAL E SINALIZAÇÃO 

 


Todos equipamentos de fiscalização eletrônica possuem normas próprias dependendo de sua função. O DENATRAN e o CONTRAN são responsáveis pela legislação e definição dos procedimentos de fiscalização por meio eletrônico. O INMETRO é responsável pela verificação de conformidade dos equipamentos.

 

A sinalização viária, se exigível, deve ser consultada no link próprio de cada tipo de equipamento.

 

 

 

QUAIS SÃO OS CRITÉRIOS DE INSTALAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS DE FISCALIZAÇÃO DE TRÂNSITO NA CIDADE DE BELO HORIZONTE?

 


A BHTRANS utiliza os dados históricos dos REDs (Registros de Eventos de Defesa Social), lavrados pelos órgãos competentes, para fins de levantamento dos trechos e cruzamentos críticos localizados dentro do município de Belo Horizonte, nas vias sob jurisdição municipal. Com base nestes dados, são feitas visitas técnicas aos locais críticos, com efeito de auditoria de segurança viária, para que os elementos de riscos presentes nestes locais possam ser tratados na forma devida. 

 


As vistorias também consideram as necessidades de priorização de circulação do transporte coletivo em detrimento do transporte individual e de locais que possuam restrições de circulação de veículos pesados.