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FESTIVAL DE ARTE NEGRA – FAN

criado em 26/01/2018 - atualizado em 14/10/2021 | 11:19

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Inscrições abertas para artistas, grupos e coletivos participarem da programação do FAN BH 2021


A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, em parceria com o Centro de Intercâmbio e Referência Cultural (CIRC), abre, de 11 a 22 de outubro, inscrições para artistas, grupos e coletivos interessados em compor a programação da 11ª edição do Festival de Arte Negra de Belo Horizonte - FAN BH. A realização do evento está prevista para dezembro, e, pela primeira vez, será em formato híbrido, reunindo atividades presenciais e virtuais, que seguirão todos os protocolos de prevenção à Covid-19. Os candidatos e candidatas interessados podem se inscrever no formulário abaixo: 

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO


A programação da 11ª edição do FAN BH está aberta para inscrições de artistas, grupos e coletivos das mais diversas áreas artísticas: artes cênicas, artes visuais, artes integradas, audiovisual, cultura popular, cultura urbana, literatura e música.
 

A inscrição para o FAN BH, em 2021, é destinada a artistas, grupos e coletivos da capital e das cidades da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). As inscrições serão avaliadas pela curadoria da 11ª edição do Festival e a lista dos pré-selecionados será divulgada no dia 5 de novembro. 

 

Em caso de dúvidas, por favor, escreva para o email: info.circbh@gmail.com

 

FAN BH 2021
 

Neste ano, o FAN BH 2021 parte das conexões culturais entre Brasil e África, mais especificamente das influências da cultura bantu na formação da identidade brasileira e suas relações com Minas Gerais. Esta edição destaca o desejo de aproximação - através dos encontros, reflexões, trocas de experiências, de afetos -, a partir de processos criativos colaborativos que se darão durante o festival. 

 

Festival de Arte Negra – FAN BH


O Festival de Arte Negra – FAN-BH é um festival dedicado à valorização e à difusão da arte de matriz africana. Suas referências articulam as raízes ancestrais dessa cultura às expressões da sua contemporaneidade e dedica-se a fortalecer as matrizes tradicionais africanas, que são de alguma forma ainda preservadas e aquelas resultantes do contato com outras culturas.

 

Com periodicidade bienal, o festival compreende uma ampla programação cultural, marcada pela diversidade de linguagens artísticas e pela participação de artistas, grupos e pesquisadores da arte e da cultura negra. Desde 1995, atua como um importante instrumento para valorização de manifestações culturais diversas, impulsionando a formação da rede de um mercado local. Fomentando a inserção de artistas da cidade em variados nos circuitos culturais.

 

Ao longo de sua trajetória, o festival tem se consolidado como um importante fórum de encontro entre artistas locais, nacionais e internacionais para compartilhar ideias, procedimentos e técnicas sobre a Arte Negra compartilhar ideias, perspectivas e técnicas sobre a Arte Negra. Um grande fluxo criativo e formativo toma conta dos participantes estimulando a continuidade dos trabalhos por meio de oficinas, apresentações artísticas, encontros informais no Ojá – Mercado de Trocas e Saberes, entre outros. O Ojá (“mercado”, em iorubá) é um espaço que abriga grande parte das atividades do festival. Nele encontra-se de tudo: estandes com vários produtos e ofícios da cultura negra como corte de cabelo e penteados, tranças, cosméticos, além de diversos tipos de artesanato, produtos de designers roupas, tecidos com estamparia afro, literatura e histórias de interesse da comunidade negra.

 

Além disso, o caráter internacional da programação do festival corrobora com a formação e com intercâmbios artísticos, consolida o nome de Belo Horizonte na realização de eventos mundiais do gênero, e cumpre o papel de promover o fortalecimento das identidades culturais e incentivar a compreensão da origem e da inserção das diversas vertentes das culturas de matrizes africanas.

 

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