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Teatro Marília

atualizado em 23/03/2020 | 11:38

 

Conforme Decreto Municipal 17.298/2020, todos os espaços culturais municipais estarão temporariamente  fechados e as atividades programadas, suspensas.

Ainda conforme o referido Decreto e a Portaria 003/2020, foram suspensos os prazos administrativos do município, por tempo indeterminado, incluindo os de inscrição, recurso e impugnação de editais, abarcando os procedimentos online.

Os prazos estabelecidos nos Editais da Cultura que estavam abertos serão retomados quando a pandemia for controlada, observando os mesmos procedimentos percorridos. Prazos como os de inscrições interrompidas entre a data da suspensão e a da finalização dos processos voltarão a vigorar quando os mesmo editais forem reabertos.

 

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Foto: Ricardo Laf/PBH

 

O Teatro Marília nasceu como propriedade da Cruz Vermelha brasileira, tendo ficado sob sua responsabilidade durante 15 anos. Concebido como auditório da sua Escola de Enfermagem, foi inaugurado em 1964.

 

Ainda nas décadas de sessenta e setenta, foi referência e ponto de encontro para artistas, intelectuais e boêmios, afirmando-se como importante espaço teatral no circuito nacional e possuindo uma das caixas cênicas mais harmoniosas da cidade. No local, funcionaram também a Galeria Guignard e o bar Stage Door, pontos de encontro de artistas e público.

 

Em 1980, passou a ser administrado pela Fundação Clóvis Salgado que, a partir de 1981, teve como parceiros a APATEDEMG (Associação Profissional dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversão do Estado de Minas Gerais), o SATED (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões), o INACEN (Instituto Nacional de Artes Cênicas) e mais tarde a FUNDACEN (Fundação de Artes Cênicas). Durante quase dez anos, esse convênio permitiu que o Teatro Marília tivesse o funcionamento de suas atividades garantido. Com a extinção da FUNDACEN, tornou-se difícil a manutenção do Teatro pelas outras entidades, ameaçando o funcionamento do espaço.
 

Devido à sua história e importância cultural, em 1991, o Teatro foi tombado pelo Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município para uso cultural. Neste mesmo ano, passou a ser administrado pela Prefeitura de Belo Horizonte, graças a um convênio firmado entre a PBH e a Cruz Vermelha, ainda proprietária do espaço. No ano de 2014 passou por uma restauração, ganhando mais 71 lugares, novas cadeiras e tratamento acústico, intervenções que tiveram o objetivo de proporcionar mais conforto ao público e aos artistas.

 

Funcionamento das bilheteria: 

Abre 2 horas antes das apresentações. A bilheteria do teatro não aceita cartões de crédito e débito.

Em caso de eventos gratuitos, as senhas de acesso são distribuídas 1 hora  antes ao início do evento/espetáculo.

 

Endereço: Av. Alfredo Balena, nº 586, Santa Efigênia
Contato: administração, de segunda a sexta, das 9h às 18h | (31) 3277-4697
(31) 3277-6319 (bilheteria)
Email: tm.fmc@pbh.gov.br

 

Confira as plantas do Teatro Marília: 

 

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