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Museu de Arte da Pampulha - MAP

atualizado em 18/01/2019 | 14:08

O Museu de Arte da Pampulha (MAP) integra o Conjunto Arquitetônico da Pampulha e foi inaugurado em 1957. Seu edifício foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, no início da década de 1940, para ser um cassino. O museu foi inaugurado em 1957, reflexo da expansão urbana, populacional e cultural de Belo Horizonte. Hoje, tem como missão oferecer ao público experiências reflexivas, simbólicas, afetivas e sensoriais no campo das Artes Visuais, por meio de suas ações museológicas e de seu acervo moderno e contemporâneo, em diálogo com sua arquitetura e sua paisagem. O Museu possui um acervo com aproximadamente 1.400 obras em reserva técnica e abriga exposições e diversas ações artísticas, educativas e culturais. Possui um auditório com capacidade para 170 pessoas. Fazem parte do MAP os setores de Artes Visuais, Conservação e Restauro, Centro de Documentação e Pesquisa, Biblioteca e Educativo. Desde 2001, o MAP adota um modelo de curadoria voltado para a produção em Arte Contemporânea, com ênfase nos trabalhos que dialogam com o patrimônio arquitetônico e paisagístico da Pampulha. O Museu possui uma programação anual de exposições que mostram, além do acervo da instituição, a produção artística contemporânea brasileira.


Jardins
Os jardins que circundam o prédio, criados pelo paisagista Roberto Burle Marx, têm como característica principal a composição de desenhos, formas e cores desenvolvida com o uso de plantas da flora brasileira. Esculturas de August Zamoyski, Alfredo Ceschiatti e José Pedrosa integram a paisagem. Os jardins estão abertos à visitação, ajude-nos a conservá-los! Você encontra informações sobre fotografias no jardins aqui.

Acervos
Os acervos do MAP são formados pelo acervo histórico, artístico, acervo documental e acervo bibliográfico. somando mais de 40 mil itens nos mais variados suportes e tipologias: pintura, escultura, livros, periódicos, documentos e gravuras. O acervo artístico do Museu, formado por aproximadamente 1.400 obras, engloba diferentes movimentos e tendências da arte brasileira durante a segunda metade do século XX. É constituído, em sua maioria, por doações e premiações resultantes dos Salões de Arte de Belo Horizonte, que tiveram grande repercussão e influência no meio artístico nas décadas de 1960 e 1970. Destacam-se obras de importantes artistas como Alberto da Veiga Guignard, Ivan Serpa, Tomie Ohtake, Amilcar de Castro, além de significativa coleção de
gravura brasileira, com ênfase em Regina Silveira, Rosângela Renno, Vik Muniz, Ernesto Neto, Nuno Ramos, Eder Santos, Cao Guimarães. Por meio do Bolsa Pampulha e das exposições de Arte Contemporânea, o acervo do Museu continua em expansão e é mostrado ao público periodicamente em exposições em diversos espaços no Brasil.

Exposições, programas e programação
Desde 2001, o MAP adota um modelo de curadoria voltado para a produção em Arte Contemporânea, com ênfase nos trabalhos que dialogam com o patrimônio arquitetônico e paisagístico da Pampulha. O Museu possui uma programação anual de exposições que mostram, além do acervo da instituição, a produção artística contemporânea brasileira. Também são realizadas ao longo do ano palestras, ações e apresentações artísticas. Consulte a programação.


Em 2003, com o 27º Salão Nacional de Arte de Belo Horizonte, implantou-se o Bolsa Pampulha, um programa de residências artísticas no MAP voltado para a formação e desenvolvimento da produção de jovens artistas. Os processos artísticos desenvolvidos geram exposições e publicações proporcionando o contato do público com a produção e a reflexão contemporânea sobre Artes Visuais.


Biblioteca
A Biblioteca do MAP é especializada, disponibilizando informações sobre Artes Visuais, Arquitetura e Paisagismo. Possui em seu acervo livros e catálogos, audiovisuais, periódicos e uma hemeroteca. Além de atender ao corpo técnico do Museu em suas pesquisas, atividades expositivas, museológicas e educacionais, a biblioteca é aberta ao público para consulta e pesquisa.


Atendimento ao público de terça a sexta, das 13 às 18h.
Informações (31) 3277-7956 | map.biblioteca@pbh.gov.br


Centro de Documentação e Pesquisa (Cedoc)


O Cedoc é responsável pela guarda da memória institucional. Possui documentos de acervo textual, iconográfico, midiático e projetos arquitetônicos do Museu, atendendo a pesquisadores e interessados em diversas áreas.
Atendimento ao público de terça a sexta, das 9 às 17h, mediante agendamento.


Informações e agendamentos (31) 3277-1560 | map.cedoc@pbh.gov.br


Educativo
O programa educativo do MAP realiza visitas mediadas que abordam as exposições e o patrimônio cultural do Museu, além de oficinas e ações variadas para o público espontâneo e agendado. As visitas mediadas são realizadas por meio de agendamento ou de acordo com a disponibilidade da equipe. Território do Sensível é o espaço educativo do MAP destinado ao acolhimento, à mediação e aos relacionamentos com os diversos públicos. Neste local, os educadores convidam os visitantes a desacelerar, conversar, ler, contemplar ou apenas estar. O Território de Sensível atende o público de terça a sexta das 14 às 17h30.


Informações e agendamentos (31) 3277-7953 | map.educativo@pbh.gov.br

Localização:
Av. Otacílio Negrão de Lima, 16.585 - Jardim Atlântico | Pampulha

Belo Horizonte - MG
CEP 31555-016


Ônibus MOVE 50 (direto) ou 51 (parador). Descer na Estação Pampulha e pegar as linhas
alimentadoras 614, 615 ou 616. Descer na Avenida Portugal em frente ao supermercado
Super Nosso, atravessar e descer a Rua dos Estados até o Museu.


Funcionamento
Aberto ao público de terça-feira a domingo, das 9h às 18h
Entrada gratuita


Informações
(31) 3277-7996
map.fmc@pbh.gov.br


Agendamento de visitas
map.educativo@pbh.gov.br

Orientações para fotografia e vídeo nos equipamentos culturais do Conjunto Moderno da Pampulha

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