38ª edição do projeto “Expedições do Patrimônio” | O Conjunto O Conjunto Moderno da Pampulha e a retomada da navegação na lagoa.
A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, realizará no dia 23 de maio, a 38º “Expedições do Patrimônio”, que terá como foco o Conjunto Arquitetônico e Paisagístico da Pampulha como Patrimônio Cultural Mundial pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).
O Conjunto Urbano de Santa Tereza é uma área protegida e de grande valor cultural, caracterizada por construções com fortes traços do início do século 20, ruas estreitas e atmosfera interiorana. A região se destaca pela preservação, que alia a estrutura física aos modos de vida comunitários. O bairro é um importante ponto de convivência em Belo Horizonte, marcado pela Praça Duque de Caxias, onde está localizado o Cine Santa Tereza.
O conjunto arquitetônico e paisagístico segue oferecendo à população diferentes formas de vivenciar o local. O projeto “Expedições do Patrimônio” destaca uma dessas experiências ao abordar a retomada da navegação na lagoa a bordo do “Capivarã”, o catamarã turístico da Prefeitura de Belo Horizonte.
A atividade é destinada a a estudantes de graduação de todas as áreas, professores, gestores e mediadores culturais, além de pesquisadores e interessados no patrimônio cultural, a programação convida o público a ampliar o olhar sobre a Pampulha e suas múltiplas dimensões históricas, sociais e ambientais.
Quando? 23 de maio (sábado) das 10h às 11h.
Local de encontro: CAT Veveco (Centro de Atendimento ao Turista Álvaro Hardy) – Avenida Otacílio Negrão de Lima, 855 - bairro São Luís.
Obs.: A inscrição é indispensável para participação. Vagas limitadas. Todos os presentes receberão certificado de participação.
Expedições do Patrimônio
Desenvolvido desde 2019, o projeto “Expedições do Patrimônio” é uma ação educativa da Diretoria de Patrimônio Cultural da Fundação Municipal de Cultura. A proposta é possibilitar que, a cada edição, os participantes possam aprofundar o conhecimento e a vivência dos bens materiais e imateriais que integram o Patrimônio Cultural de Belo Horizonte.
Desde a primeira edição — que destacou o Ofício dos Lambe-lambes, primeiro bem a receber o título de Patrimônio Cultural Imaterial de Belo Horizonte —, o projeto já abordou temas como a Praça da Estação, o Conjunto Moderno da Pampulha, o Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte (APCBH), as Festas de Iemanjá, os Quilombos Urbanos, o Largo do Rosário, entre outros.
