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Praças da área de visitação do Jardim Botânico

atualizado em 22/02/2018 | 15:39

Existem várias praças e recantos no Jardim Botânico onde você pode descansar e apreciar a paisagem. São elas: 



• Praça das Gimnospermas
• Praça do Fóssil
• Praça da Caatinga
• Praça Brasileira

 

Na Praça do Fóssil, você pode conhecer um tronco de árvore do período Cretáceo (há cerca de 120 milhões de anos). Nesta praça você também pode conhecer o Gingko, árvore primitiva, originária da China e do Japão, com propriedades medicinais. Na Praça Brasileira, existem apenas espécies arbóreas nativas do Brasil. Na Praça da Caatingadestacam-se as seguintes árvores:

 

 

Embaré ou Barriguda

Nome científico: Cavanillesia umbellata Ruiz & Pav. Malvaceae
Origem: Brasil (Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás, São Paulo, Mato Grosso do Sul e norte do Paraná, na floresta latifoliada semidecídua).
Esta árvore tem aspecto incomum por possuir o caule dilatado na sua parte mediana, que constitui uma adaptação para o armazenamento de água e, também, devido ao tamanho proporcionalmente pequeno da sua copa em relação ao tronco. O florescimento é modesto apresentando pequenas flores vermelhas com bordas brancas. Entretanto, sua frutificação é bastante ornamental, conferindo à copa intensa coloração rosa pela presença dos frutos alados, que a maioria das pessoas confundem com flores.

 


Juazeiro

Nome científico: Ziziphus joazeiro Mart., Rhamnaceae
Origem: Brasil, do Piauí até o norte de Minas Gerais, na caatinga. 
Essa planta é utilizada como fitocosmético, prevenindo a calvície e caspa. As cascas também são usadas no tratamento de dermatoses. Os frutos e as folhas verdes ou secas são muito apreciadas por animais. Porém, os ruminantes que comem demasiadamente os frutos do juazeiro adoecem, porque não conseguem evacuar a quantidade de frutos ingeridos. É uma das plantas mais importantes da dieta de abelhas, fornecendo pólen e néctar na época de seca.
O juazeiro se destaca no meio da vegetação seca pela copa verde-escuro. Essa planta também é indicada para enriquecimento de capoeiras e caatinga empobrecida em geral e para a segunda fase da restauração florestal de áreas degradadas.

 

Outras espécies: esponjinha, rosqueira , imburana.

Há ainda um Ponto de Encontro, onde são realizadas atividades educativas, como a Oficina de Plantar.