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BOAS PRÁTICAS

criado em 28/07/2020 - atualizado em 16/05/2022 | 12:34

Matéria da semana

Nesta semana, destacamos o trabalho desenvolvido pela Escola Municipal de Educação Infantil Santa Cruz, que tem o hábito de colocar as atividades das crianças no muro, fazendo surgir o projeto Nosso muro carrega a nossa história. Em especial para o Dia das Mães, crianças, professoras(es) e coordenadoras(es) fizeram uma atividade com a linguagem plástica visual com o tema: “Gratidão a você que cuida de mim”, com a intenção de homenagear todas as mães, ou quem cuida das crianças da Emei, mamães, papais, avós e madrinhas.

 

Rede Jovem Aurélio Pires promove discussões sobre direitos humanos

 

A Escola Municipal Aurélio Pires desenvolve a Rede Jovem Aurélio Pires, com alunos(as) do 8º e do 9ª ano. O projeto é promovido pelas educadoras Paula Elaine e Danielle Souza, com a coordenação de Guilherme Martins e Cynthia Martins, tem como objetivo promover  discussões sobre direitos humanos. 


Segundo a educadora Paula, “os alunos que já participaram atuam como multiplicadores, no sentido de auxiliar com a experiência. O ingresso na equipe é avaliado pela professora e pelos alunos participantes. Não é necessário ter domínio de recursos tecnológicos porque todo o trabalho é construído coletivamente”. 


Na  Rede Jovem, os(as) alunos(as) criam cartilhas sobre temas relevantes para a sociedade e debatem assuntos necessários, o que torna a Rede Jovem um espaço para trocar experiências e expressar sua  voz.


Você pode conhecer uma das cartilhas produzidas pelo projeto acessando o link: Rede Jovem Aurélio Pires.

 

  Rede Jovem Aurélio Pires

Foto contendo pequenas outras fotos dos(as) estudantes e coordenadores(as) do projeto Rede Jovem

Aurélio Pires.

 


 

Ah, se o nosso muro falasse: especial dia das mães

 

A Escola Municipal de Educação Infantil Santa Cruz tem o hábito de colocar as atividades das crianças no muro, fazendo surgir o projeto Nosso muro carrega a nossa história. Em especial para o dia das mães, as crianças, professoras(es) e coordenadoras(es) fizeram uma atividade envolvendo a linguagem plástica visual com o tema: “Gratidão a você que cuida de mim”, com a intenção de homenagear todas as mães, ou quem cuida das crianças da Emei, mamães, papais, avós, madrinhas.

 

A diretora Walquiria fala sobre o projeto com entusiasmo: “compreendi o valor e a importância de todos para a escola”. Ela destaca que cada um tem um lugar especial em seu coração. Segundo a diretora, “a homenagem foi para quem esteve presente e viu de pertinho as mensagens no muro, mas também alcançou, através das mídias,  aqueles que estavam mais distantes”.

Para crianças e famílias, a atividade foi muito prazerosa porque a escola não focou apenas nas mães, mas enfatizou a necessidade de ser grato a todos que cuidam, que estão juntos em todos os momentos e, acima de tudo, dão amor, cada um à sua maneira. 
 

  Nordeste 02

Imagem de um muro metade vermelho e metade azul, com cartazes em formato de coração, com a pintura das mãos

das crianças, para celebrar o dia das mães.

 


Água: conscientizando as escolas sobre sua importância

A Secretaria Municipal de Educação (Smed) articulou para que a companhia de Circo Teatro Sem Lona, da cidade de Maringá, no Paraná, realizasse a apresentação da peça de teatro do projeto “Água”. A peça fala sobre a importância da água e do saneamento básico em nossas vidas, e a apresentação abordou também temas como sustentabilidade, responsabilidade ecológica e social. 
O evento contou com a participação de quatro escolas convidadas: EM Santo Antônio, EM Paulo Mendes Campos, EM Presidente João Pessoa, Emei Vila Estrada e a Emei Timbiras, que estão localizadas no entorno da Secretaria Municipal  de Educação, local onde aconteceu o espetáculo. 
 
As crianças apreciaram muito a apresentação e interagiram com a trupe, cantando as músicas e respondendo às perguntas realizadas ao longo do espetáculo. A maneira lúdica como os atores contaram a história e passaram a mensagem da importância da água para a sobrevivência humana e o papel do ser humano para a preservação do planeta Terra foi um sucesso. Assim, o espetáculo alcançou seu objetivo na conscientização das crianças. Para a estudante Ana Carolina, 12, anos, a peça foi muito interessante e é importante a preservação do planeta.
“A água é importante para tomar banho, tomar remédio, fazer comida”, disse Luiza Medina, 5 anos, estudante da Emei Vila Estrela. Já para Manuela, 5 anos, “a água tem que ser usada com cuidado, porque se ela acabar não temos onde morar e nem como fazer suco”. 
 
A coordenadora da Vila Estrela, Alessandra Viana, acredita que o teatro é um excelente recurso didático, pois as crianças desenvolvem a criatividade, a capacidade de foco e concentração. Além de ajudar na construção e na formação humana. 

Centro Sul

Fotografia com vários(as) estudantes que acompanharam a apresentação do Teatro Circo Sem Lona,

juntamente com os atores e atrizes. 

 


Emei Ipiranga desenvolve Caderno de Grafismo e Artes Plásticas 

A Emei Ipiranga, localizada na Regional Nordeste, desenvolveu um projeto que busca o aprimoramento da escrita através do grafismo, que é uma forma de representar pensamentos usando a arte. O projeto Caderno de Grafismo e Artes Plásticas foi realizado ao longo de 2021, com crianças de 5 anos, e contemplava o desenho e a arte, potencializando o grafismo.

O Caderno de Grafismo e Artes Plásticas foi criado pela professora Hércula Eleuterio da Silva, que trabalhava com os(as) estudantes circuitos em que eles(as) precisam usar o corpo para realizar movimentos de zig-zag e de subir e descer. Além de exercitar a prática corporal, há o trabalho com pintura, usando papéis, esponjas e giz, utilizando a mesma técnica do grafismo. 

A ideia surgiu, segundo a professora Hércula Eleuterio, após identificar que alguns(algumas) estudantes estavam com dificuldades no processo de aprendizagem da escrita. “Percebi que, após quase 2 anos de pandemia do coronavírus, as crianças de 5 anos apresentavam dificuldades em relação à coordenação motora fina  e ampla. Não sabiam usar o lápis da forma adequada para iniciar a escrita”, disse Hércula.

É válido citar que, com o projeto, os(as) estudantes também aprenderam sobre valorizar o seu potencial e o do próximo. Inicialmente, o projeto era realizado com uma turma de 5 anos, mas, hoje em dia, está sendo aplicado também em turmas de 3, 4 e 5 anos, com mais crianças.

 

 Fotografia de crianças usando uniforme da Rede Municipal de Belo Horizonte e trabalhando o grafismo com papéis coloridos nas cores: rosa, azul, roxo, amarelo, verde laranja e vermelho.


 Fotografia de crianças usando uniforme da Rede Municipal de Belo Horizonte e trabalhando o

grafismo com papéis coloridos nas cores: rosa, azul, roxo, amarelo, verde laranja e vermelho.


 

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Aproveite e confira todas as outras matérias.

Este espaço configura-se como uma experiência coletiva de formação e de desenvolvimento profissional ao permitir a troca de vivências e saberes com outros colegas. Existem inúmeras práticas inovadoras acontecendo nas escolas. São ações que fortalecem as relações humanas, que possibilitam o compartilhamento entre diferentes culturas e que favorecem uma educação integral. Entretanto, muitas dessas práticas não são divulgadas, restringindo-se ao ambiente interno das escolas. 


Nesse sentido, convidamos os profissionais da Educação a fortalecerem as práticas pedagógicas da RME-BH relatando suas experiências, compartilhando   saberes produzidos no chão da escola e narrando ações educativas, em uma ou mais áreas do conhecimento: Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza e Ciências Humanas. Além disso, consideramos importante reconhecer e valorizar os profissionais da Educação, na condição de produtores sociais e culturais de saberes. 


O compartilhamento de experiências entre pares revela a riqueza de reflexões, de problematizações e da ressignificação de ações, espaços e tempos. Participar de espaços coletivos de pesquisa e de reflexão legitima o profissional da Educação como pesquisador da sua própria prática.

 

Boas praticas


 

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Áreas de conhecimento
Linguagens

A área Linguagens abrigará práticas pedagógicas voltadas para as atividades humanas realizadas nas práticas sociais, mediadas por diferentes linguagens: verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e, contemporaneamente, digital. Por meio dessas práticas, as pessoas interagem consigo mesmas e com os outros, constituindo-se como sujeitos sociais.


Rede Jovem Aurélio Pires promove discussões sobre direitos humanos

 

A Escola Municipal Aurélio Pires desenvolve a Rede Jovem Aurélio Pires, com alunos(as) do 8º e do 9ª ano.O projeto é promovido pelas educadoras Paula Elaine e Danielle Souza, com a coordenação de Guilherme Martins e Cynthia Martins, tem como objetivo promover  discussões sobre direitos humanos. 


Segundo a educadora Paula, “os alunos que já participaram atuam como multiplicadores, no sentido de auxiliar com a experiência. O ingresso na equipe é avaliado pela professora e pelos alunos participantes. Não é necessário ter domínio de recursos tecnológicos porque todo o trabalho é construído coletivamente”. 


Na  Rede Jovem, os(as) alunos(as) criam cartilhas sobre temas relevantes para a sociedade e debatem assuntos necessários, o que torna a Rede Jovem um espaço para trocar experiências e expressar sua  voz.


Você pode conhecer uma das cartilhas produzidas pelo projeto acessando o link: Rede Jovem Aurélio Pires.

 

  Rede Jovem Aurélio Pires

Foto contendo pequenas outras fotos dos(as) estudantes e coordenadores(as) do projeto Rede Jovem

Aurélio Pires.

 


 

Ah, se o nosso muro falasse: especial dia das mães

A Escola Municipal de Educação Infantil Santa Cruz tem o hábito de colocar as atividades das crianças no muro, fazendo surgir o projeto Nosso muro carrega a nossa história. Em especial para o dia das mães, as crianças, professoras(es) e coordenadoras(es) fizeram uma atividade envolvendo a linguagem plástica visual com o tema: “Gratidão a você que cuida de mim”, com a intenção de homenagear todas as mães, ou quem cuida das crianças da Emei, mamães, papais, avós, madrinhas.

A diretora Walquiria fala sobre o projeto com entusiasmo: “compreendi o valor e a importância de todos para a escola”. Ela destaca que cada um tem um lugar especial em seu coração. Segundo a diretora, “a homenagem foi para quem esteve presente e viu de pertinho as mensagens no muro, mas também alcançou, através das mídias,  aqueles que estavam mais distantes”.

Para crianças e famílias, a atividade foi muito prazerosa porque a escola não focou apenas nas mães, mas enfatizou a necessidade de ser grato a todos que cuidam, que estão juntos em todos os momentos e, acima de tudo, dão amor, cada um à sua maneira. 
 

 Nordeste 02

Imagem de um muro metade vermelho e metade azul, com cartazes em formato de coração, com a pintura das mãos

das crianças, para celebrar o dia das mães.

 


Emei Ipiranga desenvolve Caderno de Grafismo e Artes Plásticas 


A Emei Ipiranga, localizada na Regional Nordeste, desenvolveu um projeto que busca o aprimoramento da escrita através do grafismo, que é uma forma de representar pensamentos usando a arte. O projeto Caderno de Grafismo e Artes Plásticas foi realizado ao longo de 2021, com crianças de 5 anos, e contemplava o desenho e a arte, potencializando o grafismo.

 

O Caderno de Grafismo e Artes Plásticas foi criado pela professora Hércula Eleuterio da Silva, que trabalhava com os(as) estudantes circuitos em que eles(as) precisam usar o corpo para realizar movimentos de zig-zag e de subir e descer. Além de exercitar a prática corporal, há o trabalho com pintura, usando papéis, esponjas e giz, utilizando a mesma técnica do grafismo. 


A ideia surgiu, segundo a professora Hércula Eleuterio, após identificar que alguns(algumas) estudantes estavam com dificuldades no processo de aprendizagem da escrita. “Percebi que, após quase 2 anos de pandemia do coronavírus, as crianças de 5 anos apresentavam dificuldades em relação à coordenação motora fina  e ampla. Não sabiam usar o lápis da forma adequada para iniciar a escrita”, disse Hércula.

 

É válido citar que, com o projeto, os(as) estudantes também aprenderam sobre valorizar o seu potencial e o do próximo. Inicialmente, o projeto era realizado com uma turma de 5 anos, mas, hoje em dia, está sendo aplicado também em turmas de 3, 4 e 5 anos, com mais crianças.

 Fotografia de crianças usando uniforme da Rede Municipal de Belo Horizonte e trabalhando o grafismo com papéis coloridos nas cores: rosa, azul, roxo, amarelo, verde laranja e vermelho.


 Fotografia de crianças usando uniforme da Rede Municipal de Belo Horizonte e trabalhando o

grafismo com papéis coloridos nas cores: rosa, azul, roxo, amarelo, verde laranja e vermelho.


A Creche Sonho de Criança desenvolve projetos culturais e criativos 

Foto com onze crianças sentadas em círculo, todas usando máscaras e uniformizadas com camisa branca e short azul. A professora sentada mais à direita, entre as crianças, com uma caixa de som no chão, tocando o podcast.
Foto com onze crianças sentadas em círculo, todas usando máscaras e uniformizadas com camisa branca e short azul. A professora sentada mais à direita, entre as crianças, com uma caixa de som no chão, tocando o podcast.

A Creche Sonho de Criança desenvolveu o projeto Nas ondas do rádio, com a intenção de se aproximar dos pais, responsáveis e da comunidade. O projeto tem como objetivo  desenvolver o hábito da leitura e a oralidade, além fazer com que as crianças ouçam. O projeto proporciona a interação das crianças com seus pares e com outros adultos, pois tece uma colcha de retalhos das memórias de infância. Os trabalhos foram organizados para veiculação nas plataformas digitais, como whatsApp e youtube, para que todos os pais tenham acesso. 

O pontapé inicial foi a construção do “Diário de histórias coletivas", baseado na literatura, onde as crianças e os pais encenavam, registravam e enviavam  à creche suas produções para serem postadas no canal do youtube. “Com a questão da covid, começamos a utilizar mais a linguagem digital e notamos como foi importante. Percebemos que esse recurso foi bom para a instituição porque aumentou a interação com os pais”, disse a coordenadora Ana Karina. Ela ressalta que, dessa forma, os pais conseguem ver e acompanhar o que as crianças fazem durante a semana, já que eles ainda não podem entrar na creche.

E 2021, teve início o projeto Artistas todos os dias, que incentiva a apresentação de poesias, parlendas, músicas e adivinhas para turmas de outras salas. Segundo Ana Karina, elas se sentem artistas ao verem as professoras e se verem na TV.  "Nós reunimos as crianças e colocamos os vídeos na televisão para que eles possam assistir. Ficam nomeando os coleguinhas, as professoras e dando gargalhadas”, conta a coordenadora.

Esse foi o fio condutor para a criação do Histórias de família são assim” projeto criado a partir da festa da família. Habitualmente, essa festa acontece nos meses de junho e julho, mas, devido às restrições impostas pelo protocolo contra a disseminação do coronavírus, o evento será realizado de uma forma diferente. “A proposta é justamente trabalharmos a diversidade cultural familiar, a questão do respeito uns pelos outros. Então, convidamos as famílias a participar, mas de casa, trazendo uma proposta de áudio que narram acontecimentos, memórias", conta Ana Karina. 
A coordenadora acredita que essa é uma forma de conhecer um pouco sobre a história de cada criança e respeitar a herança cultural que as crianças trazem para a instituição. 


Rádio Escola ganha espaço na comunidade da EM Professora Ondina Nobre 

A Escola Municipal Professora Ondina Nobre, Regional Venda Nova, iniciou o projeto Rádio Escola EMPON, cujo intuito é manter a conexão da escola com a comunidade, uma vez que a comunidade escolar, em sua maioria, possui conexão limitada à internet, ou mesmo, nenhum acesso ao ambiente digital. 

A rádio escola chega semanalmente a quase mil alunos, a todo o corpo docente, aos demais funcionários da escola e também à comunidade circunvizinha, sendo exibida por meio de: alto-falantes em 6 pontos da região, na escola e na casa da professora Suzene Furtado; grupos de WhatsApp e publicação no YouTube.

A professora Suzene Furtado, uma das idealizadoras do projeto, conta que criar a rádio foi um desafio  e, no final, os resultados vieram. “Os estudantes, suas famílias e pessoas que ouviam a rádio nas ruas começaram a telefonar para a escola, falar nas reuniões, interagir nas redes sociais […].A rádio tirou minha filha da depressão. Voltei a estudar e, de graça, no curso que a rádio indicou. Meu filho é autista e ouve a rádio inteirinha cantando a música", conta a professora.
Além disso, os demais professores contaram que seus alunos haviam aprendido na Rádio Escola EMPON conteúdos que eles ainda começavam a abordar e apresentavam espírito reflexivo e crítico perante os assuntos.

Ayana Rocha, ex-estudante da escola e ajudante do jornal no ano passado, conta que a rádio ajudou no seu desempenho escolar, além de mostrar novas possibilidades e projetos existentes em Belo Horizonte. Aos que desejam entrar no projeto, a estudante deixa um recado: “Não fiquem com medo de participar desse projeto, porque ele é maravilhoso e não me arrependo em nada de ter participado. Você aprende muito com ele”.

Acesse o canal da escola no youtube e conheça a rádio: 
https://www.youtube.com/channel/UCJ9BNGi5G_xXvrSQ_kObOhQ


 

A Voz da EMIP continua ecoando em 2022

Imagem branca com borda em cima e nas laterais na cor verde, com os dizeres, no topo e pequeno, na cor preta, “BELO HORIZONTE - ANO 1 - 3ª EDIÇÃO - OUTUBRO 2021”. No meio, em destaque e na cor preta, a logo do jornal escrito “A voz da EMIP” e um círculo verde com representações em desenho de casas, prédios e comércios. Embaixo, na cor marrom, está escrito “O JORNAL ESTUDANTIL DA ESCOLA MUNICIPAL ISRAEL PINHEIRO”.

 

A Voz da EMIP é o jornal estudantil da Escola Municipal Israel Pinheiro, localizada na Regional Leste. O projeto é fruto de uma parceria entre a escola e o Programa Ações Educativas (PAEC), da UFMG, e tem a contribuição de dois bolsistas do programa: Danilo Augusto Teixeira de Paiva e Amanda Guerra Valadão; os professores Wanderson Santos (professor de língua portuguesa) e Moacir Fagundes (professor de história), ambos da EMIP e seis meninas estudantes da EMIP.

Nesse projeto, as estudantes têm a possibilidade de desenvolver habilidades de leitura e escrita e ainda conseguem entender o poder da voz dentro de uma comunidade, atuando diretamente como jornalistas que buscam e trabalham as pautas para o jornal. Vale ressaltar que o projeto já colhe frutos: no último ano, foi premiado na 22ª Feira da Educação Básica da UFMG Jovem, na categoria Ensino Fundamental, concorrendo com escolas públicas e privadas, além de instituições federais. 

O projeto não fica somente dentro da escola, mas é levado até a comunidade por meio da veiculação via aplicativos de mensagens, além da versão impressa, com cerca de 50 exemplares coloridos, entregue para a comunidade escolar.

Todas as pautas do jornal são debatidas abertamente entre os integrantes, não ficando restrito apenas ao que os professores ou estagiários pensam, mas valorizando o que os(as) estudantes também levam como sugestões. 

Segundo Amanda (PAEC), estudante de geografia (UFMG), o projeto tem caminhado para que as(os) estudantes participantes tenham ainda mais autonomia no processo de criação e produção. “A gente vem caminhando para que as meninas criem essa maturidade de construir o jornal e se apropriem cada vez mais dele”, disse Amanda. Já Danilo (PAEC), estudante de história da (UFMG), comenta que o jornal traz um ganho para a comunidade, pois retrata as questões sociais e locais. “Não é o primeiro projeto de jornal da EMIP e nem será a última iniciativa de manter o diálogo com a comunidade, porém A Voz da EMIP demonstrou estar atento às mudanças da sociedade contemporânea e entendeu de que forma passar isso para os moradores do bairro”, afirma Danilo, que ainda completa “Sem a proatividade das meninas (estudantes e jornalistas), qualquer planejamento nosso é em vão. O jornal só existe a partir do momento em que elas se assumem jornalistas”.

Conheça um pouco mais sobre o jornal no vídeo enviado para participar da premiação:

Link: (https://www.youtube.com/watch?v=25eHxQLpLjg)


A vida tem a cor que a gente pinta

 4 quadros retangulares interligados, com fundo na cor branca e detalhes em tons de rosa. Desenho de flores com cores diversas, algumas folhas de árvores nas cores verde e laranja. Pincel desenhado na cor laranja. Texto "A vida tem a cor que você pinta”, desenhado nas cores preta, azul, verde, laranja e vermelho.

A Escola Municipal de Educação Infantil Jardim Vitória desenvolve o projeto A vida tem a cor que a gente pinta, pensando na cor como tema para aprendizagem e refletindo sobre sua influência nas manifestações artísticas.

O projeto  tem como foco crianças entre 5 e 6 anos, e pretende contribuir para o desenvolvimento de  diversas habilidades, como a linguagem verbal,  a confiança, a criatividade e a imaginação.

A projeção é que tudo que for feito virará um livro-portfólio, cuja cópia será destinada a  cada aluno, com um exemplar para a biblioteca escolar. Nesse livro, a Emei contará um pouco sobre o desenvolvimento do projeto e das atividades, além de garantir  um espaço para a manifestação artística de cada aluno(a).

O projeto tem como objetivo realizar uma exposição de pinturas e poemas que vierem a ser produzidos, para que sejam apreciados pelos(as) alunos(as), funcionários(as) e famílias. A vida tem a cor que a gente pinta também trabalhará com músicas sobre o tema, pinturas com livres formas de expressão e promoverá a inclusão de outras atividades  relacionadas à temática.
 


Projeto Mulheres: um olhar sobre a representatividade feminina na arte

Em homenagem ao mês das mulheres, o professor de língua portuguesa Lucas Marciano, em conjunto com os(as) estudantes do 9° ano da Escola Municipal Tancredo Phideas Guimarães, Regional Venda Nova, realiza o Projeto Mulheres, que tem como finalidade apresentar diferentes mulheres do mundo da arte, despertando a curiosidade para a história e o trabalho desenvolvido por elas nas diversas áreas. O projeto trabalhou com nomes como Cássia Eller, Frida Kahlo, Conceição Evaristo, Dona Onete, Tarsila do Amaral e muitas outras. 

Para isso, o professor selecionou imagens das mulheres e as colocou nos murais da escola, acompanhadas por um  QR code que permitia que o(a) estudante tivesse  acesso ao trabalho daquela mulher. “Esse projeto é uma continuidade do que eu tenho trabalhado com os estudantes desde antes da pandemia, busco levar para as salas de aula figuras femininas, principalmente negras, como Conceição Evaristo e Elza Soares.”, conta o professor.

Além de reconhecer o trabalho dessas mulheres, o projeto tornou-se importante para a representatividade das estudantes na escola. Lucas relata como o projeto tem impactado, principalmente, as estudantes negras: “Elas veem pessoas que se parecem com elas nas características físicas e se reconhecem, acreditando que elas também podem ocupar o lugar de artista.”, relata o professor.

A estudante Maria Eduarda, 14 anos, expõe que o projeto a inspira a ser mais batalhadora e acredita que, no futuro, as mulheres serão mais acolhidas pela sociedade. “Eu me senti representada pela Madonna, pois ela sempre se preocupa com os fatos que acontecem no mundo, como a guerra na Ucrânia, por exemplo, além de ser uma voz ativa entre as mulheres.”, relata a estudante.

O professor ressalta que o projeto traz a diversidade da sociedade que, muitas vezes, não é representada nos ambientes frequentados pelos(as) estudantes e que o próximo passo é abordar as mulheres no projeto Bora Ler, que incentivará a leitura de  livros escritos por mulheres.

O trabalho ficará exposto durante todo o mês de março na EMTPG e todos também podem conferir no site: www.emtpg.com


Projeto de fotografia promove um olhar para o cotidiano

Na Escola Municipal Hélio Pellegrino, a professora Ana Lucia Montijo Machado realizou, no período de maio a agosto de 2020, com os(as) estudantes do sexto e  do sétimo ano, o projeto HP- Galeria Cultural Paisagem Urbana.

O trabalho consistiu na criação de uma galeria virtual que permitiu que as crianças pudessem expor as próprias fotografias, inspiradas em situações do cotidiano. Ou seja, a proposta é que elas poderiam fotografar tudo aquilo que se destacasse no seu dia a dia, representando as coisas que fazem parte de sua rotina. Pelo aplicativo de mensagem Whatsapp, os(as) estudantes receberam informações sobre como seria desenvolvido o trabalho e o app Padley foi utilizado para postagem das imagens.

Apesar dos desafios apresentados pela pandemia, tendo em vista que nem todos(as) os(as) estudantes possuíam os meios para realização das atividades, a professora teve o cuidado de integrá-los e promover uma atividade semelhante no período de retorno às aulas.

Além disso, o projeto favoreceu a interação entre os(as) alunos(as), que podiam curtir no app as produções de seus colegas. Cada estudante também era  responsável por escolher uma frase ou pequeno texto poético para acompanhar as imagens.

confira aqui o vídeo realizado pela professora Ana: https://youtu.be/1-EXMFZpUaA 


Escola Municipal  Antônio Aleixo promove encontro no Viaduto das Artes

Mesa de tampo preto com diversos obras e esculturas de arte em cima

Nos dias 17 e 18 de novembro, das 10 às 17 horas, a EM Antônio Aleixo promoveu um encontro no Viaduto das Artes, galeria de artes localizada na Regional Barreiro. O encontro teve como público-alvo estudantes da instituição  e seus familiares e apresentou a 1° mostra de arte da EM Antônio Aleixo, desenvolvida pela equipe do Programa Escola Integrada. Com a temática “Toda criança é um artista”, os(as) estudantes do 1° ao 5° ano do ensino fundamental desenvolveram pinturas livres e esculturas em argila, realizadas durante o recreio monitorado. Segundo a coordenadora Valéria Camargos, a direção da escola percebeu que, ao invés de apenas entregar o trabalho para os(as) estudantes, seria mais interessante buscar uma ideia inovadora. Dessa forma, organizaram dois dias de exposição para os trabalhos  desenvolvidos.. 

Nos dias de exposição, a escola promoveu uma visita geral, onde os(as) estudantes conseguiram apreciar, além das obras desenvolvidas por eles no recreio monitorado, outras obras em exposição no Viaduto das Artes. Após verem as obras, os(as) estudantes tiveram um momento de recreação na área externa da galeria. Pais, mães e responsáveis tiveram entrada livre até as 17 horas e conseguiram participar desse momento especial ao lado dos(as) estudantes e dos(as) educadores(as). Os elogios recebidos confirmaram o sucesso do encontro. Em um áudio enviado para a coordenação, a mãe da aluna Rafaella Brito, do 1° ano, contou como a experiência foi boa para todos(as): “Eu adorei cada detalhe, as peças são lindas, o ambiente é agradável e com muita interação entre as crianças, eu achei o máximo” explica ela. 


Escola Municipal Israel Pinheiro recebe prêmio por jornal estudantil 

 Imagem branca com borda em cima e nas laterais na cor verde, com os dizeres, no topo e pequeno, na cor marrom, “BELO HORIZONTE - ANO 1 - 3ª EDIÇÃO - OUTUBRO 2021”. No meio, em destaque e na cor marrom, a logo do jornal escrito “A voz da EMIP” e um círculo verde com representações em desenho de casas, prédios e comércios. Embaixo, na cor marrom, está escrito “O JORNAL ESTUDANTIL DA ESCOLA MUNICIPAL ISRAEL PINHEIRO”.  
 

O jornal estudantil “A Voz da EMIP”, da EM Israel Pinheiro (Regional Leste), foi premiado na 22ª Feira da Educação Básica da UFMG Jovem, na categoria Ensino Fundamental. O projeto conta com a participação de 7 estudantes do ensino fundamental do 7º e do 8º ano.
“A Voz da EMIP” é um jornal produzido pela escola em parceria com o  Programa Ações Educativas Complementares (PAEC), da UFMG. Vale ressaltar que o projeto conta com a colaboração de dois bolsistas do PAEC que auxiliam na elaboração do jornal, além da participação dos professores Moacir Fagundes (professor de história) e Wanderson dos Santos (professor de língua portuguesa), da EMIP.
O jornal é veiculado para a comunidade escolar por meio de aplicativos de mensagens, mas também existe a versão impressa colorida, com a distribuição de cerca de 50 exemplares para a comunidade e a escola.
As pautas do jornal são discutidas democraticamente, de modo que a voz de todos é ouvida. Como o próprio nome sugere, o jornal é a voz dos(as) estudantes e representa um espaço em que eles podem se sentir seguros para expressar sua opinião, aprender que devem ser ouvidos e também ouvir opiniões diferentes. Assim, trata-se de uma forma de ensinar diversas lições e valores, enquanto o(a) aluno(a) se desenvolve como cidadão.

Conheça um pouco mais sobre o jornal no vídeo enviado para participar da premiação clicando aqui:
Link: https://www.youtube.com/watch?v=25eHxQLpLjg


 

Jornada Literária é experiência compartilhada em simpósio internacional

Segundo Simpósio Internacional “Literaturas y Conurbanos”
Segundo Simpósio Internacional “Literaturas y Conurbanos”

A professora Patrícia Medeiros, da Escola Municipal Vinicius de Moraes, participou do Segundo Simpósio Internacional “Literaturas y Conurbanos”, realizado em setembro passado, para falar sobre o projeto Jornada Literária de 2019, da Prefeitura de Belo Horizonte. O encontro foi coordenado por Lucia Tennina e Juan Pablo Parchuc, ambos da Universidade de Buenos Aires. Durante a apresentação, Patrícia explicou o trabalho realizado na RME-BH, afirmando que o objetivo do projeto é incentivar e potencializar a leitura e a escrita dos(as) estudantes. Ela também fez projeções para o futuro: “Queremos construir alunos escritores, alunos autores, alunos protagonistas".

A Jornada Literária ocorre ao longo do ano letivo, tendo como ponto de culminância a escrita de um livro pelos(as) estudantes. Em 2019, a proposta era desenvolver uma narrativa voltada para o gênero cordel. Medeiros afirmou que a escolha foi bem recebida pelos(as) alunos(as) e permitiu a realização de diversas atividades, que possibilitaram o trabalho da oralidade e o desenvolvimento de uma performance realizada pelos próprios(as) estudantes a partir do conhecimento obtido na Jornada Literária. No simpósio, Patrícia  exaltou os resultados do projeto: “No final, conseguimos textos coesos, narrativas com começo, meio e fim”. Assista ao vídeo do evento disponível no youtube: https://youtu.be/bwcZVajww4w .


Exposição e livro sobre Anne Frank promovem protagonismo estudantil

Anne Frank foi uma menina judia que, durante a Segunda Guerra Mundial, teve que se esconder, com sua família, para escapar da perseguição nazista. Durante a reclusão, Anne escreveu um diário que é o registro vivo dos acontecimentos da Guerra. A jovem morreu no campo de concentração de Bergen-Belsen, na Alemanha e, após sua morte, seu diário foi publicado por seu pai e traduzido para mais de 60 idiomas, sendo um dos livros mais lidos do mundo.   

 

Capa do livro Aprendendo com Anne Frank
Capa do livro Aprendendo com Anne Frank

O livro “ Aprendendo com Anne Frank - histórias que ensinam valores”, lançado em junho deste ano e organizado pelas professoras Amanda Tolomelli Brescia, Aline Choucair Vaz (ambas da Faculdade de Educação da Universidade do Estado de Minas Gerais - FaE/CBH/UEMG) e Sandra Mara de Oliveira Vicente (Núcleo Anne Frank Belo Horizonte/MG), é fruto do trabalho desenvolvido para a realização da exposição sobre Anne Frank  e seu famoso diário.

A ideia do livro surgiu do olhar poético de Amanda Tolomelli e de Aline Choucairdas, organizadoras do evento “Ciclo de atividades: História, Educação e Holocausto”, para a exposição Anne Frank. “Essas experiências não poderiam acabar ali, a exposição ensinou e motivou a falar sobre a intolerância em um momento tão crítico pelo qual passam o país e o mundo, com ataques à alteridade e aos Direitos Humanos. E foi assim que Amanda e Aline propuseram a escrita do livro”, relata Sandra Mara, uma das autoras.

Nas escolas, o evento trouxe a possibilidade de discutir sobre intolerância, desigualdade e direitos humanos, tomando como exemplo a vida da menina Anne Frank. A exposição é composta por três painéis que apresentam fatos importantes da vida de Anne, mostrando pessoas que a ajudaram, apresentando documentos históricos, bem como uma réplica do anexo secreto e do próprio diário de Anne Frank. Além de oferecer uma aula digital introdutória baseada na vida da jovem.
A professora Monique Torres, da Escola Municipal Professor Amílcar Martins, da Regional Pampulha, conta que o projeto aguçou a curiosidade dos(as) estudantes sobre a Segunda Guerra Mundial, os judeus e todo o universo que envolve a vida de Anne Frank. “Antes da exposição, a escola promoveu um projeto pedagógico interdisciplinar e institucional que teve início com a colocação de uma foto da Anne na biblioteca, junto com o seguinte questionamento: Quem é essa jovem? Quando a exposição chegou à escola, os estudantes assumiram o protagonismo e foram os mediadores da apresentação”.

Por meio do projeto e da exposição, os(as) estudantes se interessaram em participar da Rede Jovem Anne Frank, que trabalha temáticas relacionadas aos Direitos Humanos. A EM Professor Amílcar Martins conta com 10 a 15 estudantes participando da Rede. No ano passado, eles aprofundaram o tema “ Vidas Negras Importam” e, esse ano, estão estudando a temática “Direito das Mulheres”. “Já estamos vendo o reflexo do projeto na identidade dos estudantes, muitos dizem que querem ser professores ou advogados, outros conseguem enxergar os problemas sociais ao seu redor, combatendo o bullying e a violência, por exemplo. Eles estão assumindo o protagonismo juvenil na escola”, afirma Monique.
Na Escola Municipal Anne Frank, Regional Pampulha, os(as) professores(as) sempre se dedicaram à criação de um diálogo que permitisse uma ligação da  vida dos(as) estudantes com o contexto da vida de Anne Frank e seu diário. O ex- professor da escola, Paulo Ferreira, conta que, por meio da exposição, os(as) estudantes se identificaram com a pessoa que foi Anne Frank e perceberam que existe um pouco deles nela, e dela neles.  “Após os estudantes conhecerem melhor sobre Anne Frank em sala de aula, conseguimos firmar a relação deles com a jovem através da exposição, eles se interessaram muito e foi enriquecedor para o conhecimento e a identidade deles. Foi marcante para mim também enquanto docente”, explica o professor.

O livro foi publicado pela Editora Fi e pode ser baixado gratuitamente no link: https://www.editorafi.com/165annefrank


Escola Municipal Geraldo Teixeira da Costa comemora um ano do Jornal do Geteco

Com o início da pandemia, a Escola Municipal  Geraldo Teixeira da Costa adaptou-se para manter a proximidade com a comunidade. Inicialmente, as interações estavam sendo realizadas através de redes sociais e telefonemas e, posteriormente, passaram a se estabelecer por meio dos aplicativos de mensagem. Em agosto de 2020, quando  a escola já atendia, de forma remota, todas as turmas, pensou-se em uma forma diferente de comunicação com as famílias: o jornal virtual.
A ideia foi idealizada pela professora Gabriella Martins e a primeira edição foi construída com o objetivo de esclarecer as dúvidas mais comuns dos estudantes, seus familiares e responsáveis, no formato FAQ (perguntas frequentes). A partir daí, os demais professores da escola aderiram ao projeto, trazendo ideias para a organização das futuras seções. Assim começou a construção do JORNAL DO GETECO.
No início, a organização do jornal ficou concentrada em uma equipe composta por professores e monitores do Programa Escola Integrada (PEI). Aos poucos,  estudantes e seus familiares começaram a colaborar nas edições. “Cabe ressaltar e valorizar o crescente envolvimento e compromisso dos professores e dos alunos, sobretudo da EJA, com a recorrente presença na elaboração de textos. Já tivemos, também, convidados de outras escolas, tanto da Rede Municipal, quanto de outras redes, participando ativamente em diversas seções.”, ressalta a professora Gabriella.
A princípio, o jornal, no formato  PDF, era encaminhado por meio das redes sociais da escola e dos grupos de aplicativos de mensagens formados por alunos(as) e professores(as). Posteriormente, foi criado um site para sua divulgação. Agora, a escola está se organizando para fazer a tiragem impressa das edições, uma maneira de aumentar a divulgação e o alcance para toda a comunidade escolar. As edições são mensais, sempre na última quarta-feira do mês. “Na edição deste mês, trazemos uma seção especial de comemoração de um ano deste trabalho que tem enriquecido as experiências de todos. Comecei com timidez e ver o quanto cresceu me deixa cada vez mais animada, o trabalho fica cada vez melhor devido ao compromisso de toda a equipe.”, afirma Gabriella.

Visite o site e saiba mais em: https://jornaldogetecobh.wixsite.com/my-site 
 


Revista Sobralina conecta escola e comunidade 

revista sobralina

 

A Escola Municipal Sobral Pinto, da regional Nordeste, criou um modo dinâmico e especial de se comunicar com a comunidade escolar durante a pandemia. A escola publicou a Revista Sobralina, disponibilizada mensalmente para os(as) leitores(as).
A proposta foi inspirada na revista da EM Paulo Mendes Campos, que já desenvolvia uma ação nesse sentido. A primeira edição da Revista Sobralina foi disponibilizada em agosto de 2020, no contexto da pandemia e em decorrência  da necessidade de manter a comunicação entre a comunidade escolar e a escola. Pouco mais de 12 meses após sua primeira edição, a revista lançou, neste mês de setembro, a primeira edição do ano 2, setembro-2021, que aborda o Setembro Verde e nos convida a refletir sobre a inclusão da pessoa com deficiência, além de tratar de outros assuntos.
A Revista Sobralina tem um papel especial para a comunidade escolar, pois, além de comunicar o que ocorre na escola, ajuda na divulgação gratuita dos serviços de comerciantes locais, mostrando que a escola cumpre um amplo papel na vida das pessoas. 
Com a volta às aulas,  a revista continuará trazendo novidades e nos alegra por comemorar os valores escolares e demonstrar que os(as) estudantes podem se sentir parte da escola mesmo estando em suas casas. Assim, a EM Sobral Pinto cresce, trazendo cultura, educação e arte em forma de uma revista digital.

As edições da revista podem ser acessadas em: https://revistasobralina.wordpress.com
 


Emei Sarandi cria projeto “Nhac! Comer porque gosto”

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A Emei Sarandi criou o projeto “Nhac! Comer porque gosto” para levar os alunos a refletirem sobre o consumo e sobre o desperdício de alimentos. Os encontros foram realizados de maneiras variadas, com alunos de 0 a 5 anos, em tempos e espaços diversificados, como a visita feita ao depósito e à cozinha da escola para mostrar a eles o armazenamento de alimentos e o preparo da comida pelas cozinheiras da Emei. A ação também incluiu a apresentação de vídeos e músicas sobre o tema, a separação de sementes frutíferas, o plantio de feijão e o acompanhamento de seu crescimento, além de contação de história (acompanhada de degustações de alimentos mostrados), e elaboração de cartazes e semáforos da alimentação. Outras atividades também foram desenvolvidas, como a apresentação de teatro de fantoches sobre os alimentos necessários ao desenvolvimento de cada parte do corpo, a elaboração de vasilhas medidoras de sobra, mostra de trabalhos produzidos pelas crianças, oficinas na horta, dentre outras.

Para acessar o documento completo clique aqui.

.  Os Nutriamigos - Parte 1 

. Nem tudo nasce da semente? 

. Tom: Missão Saúde Bucal 
 


Integração, a Revista da Escola Municipal Vinicius de Moraes

A Escola Municipal Vinicius de Moraes, nesse período de isolamento social, teve várias ideias para se manter em conexão com sua comunidade escolar. Uma delas foi a revista digital “Integração”, que já está na  4ª edição. A revista surgiu para atender uma nova demanda da atualidade, relacionada às novas mídias e tecnologias, vislumbrando a melhoria da interação com o seu entorno.


A ideia da revista “Integração” teve início em setembro de 2020, quando a equipe da escola entrou em regime de  teletrabalho. A coordenadora do Programa Escola Integrada da EM Vinicius de Moraes, Dilcevane Rodrigues Silva Maia, contou como foi o surgimento da proposta: “Neste período de teletrabalho, o grupo de coordenadores do PEI sempre compartilha as ações desenvolvidas em suas escolas. A professora coordenadora da Escola Integrada da EM Sobral Pinto, Silvana Lúcia Matias, compartilhou a revista “Sobralina” em nosso grupo, gostei muito desse trabalho, pensei em adaptá-lo para realizar junto aos monitores. Levei essa ideia para os monitores do PEI e para a direção da escola, que abraçaram o projeto, enriquecendo e acrescentando novos conteúdos. Fizemos reuniões mensais com toda a equipe, para a discussão de temas adequados para compor a revista do mês. Divulgamos no site da escola e nas plataformas de mensagens”.


A primeira edição foi feita em outubro de 2020, e a escola quer transformar esse trabalho em um projeto institucional, devido à grande aceitação por parte dos professores, alunos e suas famílias e por ser um instrumento de interação, informação e entretenimento para toda a comunidade escolar. Todas as edições estão no site da escola


O mais importante foi o aprendizado desenvolvido pela escola, que percebeu que é preciso estar em constante atualização, para atingir os alunos de modo dinâmico e interativo, nestes tempos de isolamento social. Falando sobre isso, Dilcevane completou: “Nós, educadores, precisamos estar preparados para utilizar as tecnologias como um verdadeiro suporte pedagógico e vislumbrar nelas um apoio para a melhoria de nossa prática cotidiana. Como os alunos vivem com um telefone na mão, nada melhor do que chegar até eles por esse meio”.

icone pdf Leia a 4ª edição da revista

.  Veja a entrevista completa

 

capa da 4 edição da revista
Capa da 4ª edição da revista digital - Integração

 


Uso de libras nos vídeos da Escola Municipal Fernando Dias Costa

Com o avanço da pandemia e a necessidade de mantermos o isolamento social, as escolas da Rede Municipal de Belo Horizonte precisaram se reinventar, para manter os alunos em contato com a rotina escolar e o processo de alfabetização. O Facebook, por exemplo, foi uma das alternativas para que as escolas pudessem chegar aos alunos e encaminhar conteúdos, fotos, mensagens de apoio e vídeos.


A intérprete de LIBRAS, Neide Caldeira, e corpo escolar da instituição trabalharam no sentido de colocar em prática o que a autora Duanne Bonfim afirma: “A diversidade e a inclusão significam dividir, compartilhar e vivenciar o mundo ao lado de todos, sem diferenciar ou mesmo classificar como diferentes ou iguais.” 


Na tentativa de responder à seguinte questão: e os estudantes com deficiência auditiva, como eles poderiam acompanhar o conteúdo em vídeos?, a escola movimentou-se para que todos se sentissem incluídos.  Uma aluna da Escola Municipal Fernando Dias Costa é surda e a direção não queria deixá-la desamparada. Assim,  Neide Caldeira, a coordenação e a direção da escola se organizaram para disponibilizar vídeos nas mídias sociais com a tradução para LIBRAS. 


Neide ressaltou que utilizar a LIBRAS, como língua materna da pessoa com deficiência auditiva, nos vídeos da escola é fundamental: “A importância dessa prática é fazer com que a criança se sinta incluída como as demais.”


A prática, que começou no ano passado, permanece vigente na escola e nas suas redes sociais, como podemos ver no vídeo abaixo, sobre o Dia Internacional da Mulher. 

Assista o vídeo

 

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Professora Neide Caldeira, intérprete de Libras, no vídeo do Dia da Mulher

 


A LEITURA NÃO PARA NA ESCOLA MUNICIPAL MINERVINA AUGUSTA

A Escola Municipal Minervina Augusta tem se destacado no ensino remoto, utilizando a biblioteca online, disponibilizando livros de domínio público para várias faixas etárias e favorecendo que os(as) alunos(as) tenham livre acesso às obras. Portanto, mesmo durante a pandemia, o acesso à leitura não ficou prejudicado, dessa forma, os(as) alunos(as) foram incentivados a manter os hábitos de leitura.


Premiada, a escola já se destacava por sua organização e pelo incentivo à literatura, porém viu seus desafios aumentarem com o distanciamento decorrente da pandemia. O que parecia um grande problema transformou-se em uma oportunidade. Através da direção, a escola criou sua própria biblioteca no Google drive, acessível e organizada detalhadamente por gêneros e faixas etárias.


Luciana Mendonça*, diretora da escola, explicou que o projeto foi realizado através do Assistente Educacional Getúlio Costa*, na intenção de facilitar o acesso à leitura durante o isolamento social. A educadora também afirmou que o principal benefício é que, através da biblioteca, os(as) professores(as) podem realizar atividades e os(as) estudantes podem ler em qualquer lugar, por meio de aparelhos conectados à internet.
 

capa biblioteca online EM Minerva Augusta
Capa do Projeto Biblioteca online da EM Minervina Augusta

Aprendendo a partir da leitura

A Escola Municipal de Ensino Infantil Barreiro desenvolve, para o ano letivo de 2021, o projeto institucional “Era uma vez... muitas histórias para ler, contar e se encantar!”, que pretende utilizar a literatura infantil no processo de alfabetização e letramento, mostrando para os(as) estudantes da Emei que há uma forma diferente de aprender. O projeto tem como base o documento “Percursos Curriculares e Trilhas de aprendizagens para a rede Municipal de Educação de Belo Horizonte em tempos de pandemia”.

A partir da análise do documento, a coordenadora geral Daniela Bruna, juntamente com a diretora Josiane Costa Gonçalves Magalhães e todo o corpo pedagógico da Emei, verificou que o tema  “literatura infantil estava em consonância com os mais diferentes gêneros textuais e de tradição oral“ e permeava todos os campos de experiência sugeridos na BNCC, trabalhando as habilidades necessárias ao desenvolvimento das crianças.

O trabalho se inicia a partir do interesse da criança e consiste no desenvolvimento de atividades com base nas obras literárias escolhidas, passando por várias fases de aprendizagem e abordando conhecimentos necessários para essa etapa da vida. Confira aqui o projeto.

projeto era uma vez
 


Estudantes aprendem mandarim na EM Dom Orione

A EM Dom Orione, por meio do “Programa Falando com o Mundo”, em parceria com o Instituto Confúcio, da UFMG, voltou a oferecer aulas de mandarim este ano. O projeto estava paralisado desde 2020, devido à pandemia do coronavírus, mas retornou no dia 16 de março, com atividades remotas.

Coordenadora da iniciativa na escola, a professora Luana Pinheiro acredita na importância do projeto: “Ele proporciona aos nossos alunos a fascinante experiência de aproximação, não só da língua, mas também da China como um todo.” Além disso, Luana conta que as atividades são dinâmicas e interativas. “Possibilitam sair do lugar comum e também encontrar novos caminhos profissionais”, explica ela.

Essa ação faz parte do “Programa Falando com o Mundo”, coordenado pela Diretoria de Relações Internacionais da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, em colaboração com a Smed, por meio do Núcleo de Línguas. O programa incentiva professores e estudantes da RME-BH a aprenderem um novo idioma, através dos eixos de sensibilização, capacitação e intercâmbio.

Em 2018, o Instituto Confúcio promoveu visitas das escolas municipais, recebendo os(as) estudantes para que pudessem conhecer a cultura chinesa. Surgiu, então, a proposta do Instituto para a oferta de aulas de mandarim dentro das escolas. A EM Dom Orione foi a escolhida, por oferecer estrutura para as aulas e pela proximidade geográfica com a instituição.

A expectativa do “Programa Falando com o Mundo” é oferecer cursos para a comunidade escolar em oito línguas (inglês, espanhol, francês, alemão, italiano, russo, mandarim e português para estrangeiros). De início, as atividades serão virtuais, para respeitar os protocolos estabelecidos  pela OMS e pela Secretaria Municipal de Saúde no combate ao coronavírus, mas, assim que possível, o projeto voltará a ser realizado presencialmente. 

Aulas de mandarim são realizadas remotamente
Aulas de mandarim são realizadas remotamente 

 


ATIVIDADES DE ACOLHIMENTO NA ESCOLA MUNICIPAL DOUTOR JOSÉ XAVIER NOGUEIRA

A Escola Municipal Doutor Xavier Nogueira, todo início de ano letivo, promove a integração dos novos alunos através de uma atividade conjunta na quadra da escola. Por meio de músicas, apresentações e uma conversa com os alunos, a escola acolhe a todos e transforma um ambiente que pode ser assustador no primeiro momento, principalmente para os pequenos do 1º ano, em um local convidativo e de aprendizagem. Com a pandemia, esse processo se tornou impossível de acontecer e a solução encontrada foram encontros virtuais que foram previamente marcados com as famílias e crianças em ambiente virtual.


A ideia surgiu de uma professora da escola e foi abraçada pela coordenação pedagógica e outros(as) professores(as). Por meio dessa ação, o acolhimento dos novos alunos no período pandêmico foi, mesmo que não completamente, amenizado. O projeto dá voz às crianças e as deixa mais confortáveis com esse início de vida escolar, além disso, também serviu como um meio de identificar defasagens e pontos fortes do aprendizado individual de cada aluno.


Essa abordagem se mostrou um verdadeiro sucesso, e segundo relatos da coordenadora da escola, Aline Rogéria, o ato de oportunizar a fala e troca de experiências dos alunos e das famílias com a escola é um meio de nos aproximar em tempos tão desesperadores. A ação  chamou a atenção da comunidade local que, com os retornos positivos sobre o modelo de acolhimento, lembram a comunidade escolar dos motivos que nos movem, a atenção e escuta para com as famílias que construímos uma relação.
 


O sucesso do Kit Pedagógico da Emei Timbiras

Com o cenário da pandemia, as Emeis precisaram se adaptar para garantir que todas as crianças tivessem um aprendizado de qualidade, apesar do distanciamento social. A Emei Timbiras encontrou uma forma de levar esse aprendizado para as crianças, por meio de Kits Pedagógicos que são distribuídos todas as semanas pela escola para as famílias.


De acordo com a Diretora, Beatriz Vilaça, esses kits são elaborados pela coordenação, junto com os professores e a coordenadora pedagógica. Eles são entregues para as crianças semanalmente e cada kit é composto por 2 a 3 atividades, de acordo com a faixa etária. O projeto vem dando tão certo que a Emei criou a “TV Timbiras” para dar o retorno do sucesso, com a organização de todo o conteúdo de fotos e vídeos recebidos pelos pais em vídeo compartilhado por meio das redes sociais, como o Instagram e o Youtube.


Outra estratégia pedagógica adotada foi a elaboração de vídeos com sugestões de atividades, experimentos e músicas para as crianças fazerem em casa. A coordenadora pedagógica, Gleicilene Nazaré Fialho, destaca que “os projetos visam a interação entre as crianças e a manutenção do vínculo da escola com os pais, nesse momento de isolamento”. Assim, a Emei continua caminhando lado a lado com sua comunidade, mesmo diante do desafio do distanciamento social.

kits pedagogicos
Kits Pedagógicos
kits pedagogicos
Kits Pedagógicos

 


A TECNOLOGIA NA ESCOLA ACADÊMICO VIVALDI MOREIRA

A Escola Municipal Acadêmico Vivaldi Moreira, que fica no bairro Jaqueline, tem se destacado pela eficiência no ensino a distância durante a pandemia da covid-19. Sob a direção das professoras Ana Paula Ferreira e Adriana Lameirinhas e com o empenho de sua equipe pedagógica, a escola não demorou para reagir. Em abril de 2020, a equipe decidiu colocar atividades na plataforma Facebook e um perfil no Instagram foi criado, para orientar as famílias. Com o uso do “Google Sala de Aula”, do Meet e do Youtube, os(as) profissionais estão se esforçando, para que os(as) alunos(as) não fiquem prejudicados(as) nesse período tão desafiador para todos(as).


A escola também articulou uma busca ativa por alunos(as), utilizando o Google Forms e o contato telefônico com os familiares. Dando sequência ao trabalho iniciado no ano passado, a escola tem um plano de ensino inovador, em que os(as) professores(as) organizam formações com o uso das ferramentas digitais. Cada sala tem seu próprio canal de distribuição de vídeos no Youtube, adaptados para facilitar o entendimento dos(as) estudantes e de seus familiares. 


Outra ferramenta muito utilizada é o Whatsapp, para permitir que os(as) professores(as) tenham um contato mais direto com os(as) estudantes e para manter a  comunicação ativa com os responsáveis. Nos grupos criados, os(as) professores(as) orientam e conversam sobre atividades e trabalhos, tirando dúvidas e dando sequência aos conteúdos trabalhados.


A educação não pode parar


Mesmo com o sucesso de 2020, a equipe decidiu que poderia inovar ainda mais, de modo que, em 2021, foi criado o jornal virtual “Fala Vivaldi”, com periodicidade mensal, e a escola deu início à entrega de apostilas impressas para todos(as) os(as) alunos(as). A utilização do Google Meet também está mais ativa, facilitando a comunicação entre professores(as) e alunos(as).
A jornada ainda não acabou, a escola continua a busca ativa pelos (as) alunos(as) que ainda não fizeram contato com a direção. Em breve, um canal na plataforma Youtube será inaugurado, com lives para toda a comunidade escolar. Ana Paula e Adriana Lameirinhas agradecem a todos(as) os(as) profissionais da equipe da Escola Municipal Acadêmico Vivaldi Moreira e às famílias que apoiam os projetos.

 

capa do projeto da EM Vivaldi Moreira
Encontros formativos da EM Acadêmico Vivaldi Moreira.

 


Escola Municipal Augusta Medeiros no programa
“Leituras em Conexão”


Apesar dos desafios provocados pela pandemia, a escola EM Augusta Medeiros, sob a direção de Rosalina Kretli, agiu com maestria para dar continuidade ao  “Leituras em Conexão”. O programa da Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte, iniciado em 2017, foi criado com a finalidade de despertar nos(as) alunos(as) o gosto pela leitura, por meio das mais diversas ações, envolvendo toda a Rede Municipal de Educação e conectada a outras instituições de ensino e de promoção da cultura.

Com o auxílio das novas tecnologias, com novos planejamentos, os(as) professores(as) da EM Augusta de Medeiros reinventaram-se, para levar o melhor aos(às) alunos(as) e motivá-los(as) para a leitura e para a participação no projeto literário “Leituras em Conexão”. A escola criou sua rede social e organizou uma feira  literária, além de produzir lives e vídeos educacionais, como, por exemplo, vídeos com canções para crianças escolhidos pela professora Cristiane Soares.
 



A inclusão na EM professora Isaura Santos

Na EM Professora Isaura Santos, a professora de Língua Portuguesa, Helen Resende, junto à instrutora Richieli Lima e à professora de Atendimento Educacional Especializado (AEE), Márcia Cristina, desenvolveu um projeto de inclusão para alunos(as) fazendo uso da Libras. Helen afirma que tinha a intenção de buscar estratégias para se comunicar com os(as) alunos(as) surdos(as) e, após um planejamento na escola, as aulas de Libras passaram a ser lecionadas nas turmas que tinham estudantes com surdez. Em 2018,  as aulas começaram prioritariamente para o 6º ano, sendo uma aula semanal. Os(as) alunos(as) acolheram bem o projeto e, com o tempo, quase todos(as) queriam aprender sobre a Libras, buscando esse conteúdo com a intenção de ajudar os(as) colegas que têm deficiência auditiva. 

Em algumas salas, houve dinâmicas especiais, os(as) alunos(as) conversaram sobre redes sociais e criaram narrativas e histórias utilizando a Língua Brasileira de Sinais, essas estratégias foram utilizadas para que todos(as) tentassem se comunicar em Libras. A professora também destacou que a escola se esforçou para envolver todos os(as) alunos(as): “Acontecia de tudo, desde o uso de imagens e até dancinhas! Mas o acordo não foi rompido: aprender a se comunicar em Libras”, esclarece Helen. Com o projeto a todo vapor, os(as) alunos(as) surdos(as) se sentiram mais acolhidos e confiantes, pois conseguiam apresentar os trabalhos com poucas interferências da intérprete, interagindo mais com os colegas.  A professora Helen avalia que o projeto foi muito rico, além de ressaltar a importância do trabalho em equipe e agradecer pela oportunidade: “Sou muito grata ao projeto, à instrutora Richieli, à professora Márcia Leandro e à escola. Sou ainda mais agradecida por ter aprendido, na prática, como é possível diversificar estratégias de ensino e disponibilizar as aulas para todos(as) os(as) estudantes”.
 

Barreiro 5
Materiais utilizados no ensino de Libras

 

Matemática 

A área da Matemática demonstrará a capacidade dos sujeitos de utilizarem o raciocínio lógico para resolver problemas, aplicando conceitos, procedimentos e resultados para obter soluções e interpretá-las de acordo com os contextos e situações cotidianas.


Matemática e mídias: uso de tablets e prática de xadrez

Fotografia com três alunas sentadas diante de uma mesa circular, utilizando máscara e segurando um tablet. À esquerda, uma aluna usando camisa verde clara; a do centro, com camisa verde escuro; e da direita com blusa de frio lilás. Atrás, a professora, em pé, utilizando roupas pretas.

Fotografia com três alunas sentadas diante de uma mesa circular, utilizando máscara e segurando um tablet. À esquerda, uma aluna usando camisa verde clara; a do centro, com camisa verde escuro; e da direita com blusa de frio lilás. Atrás, a professora, em pé, utilizando roupas pretas. 

Os professores Cláudia Mara Cardoso e Alexandre Henrique de Medeiros, da Escola Municipal Prof. João Camilo de Oliveira Torres, desenvolveram o projeto Matemática e mídias, para os alunos do 3° ciclo. O projeto tem o objetivo de desenvolver o raciocínio lógico, com o ensino e a prática do xadrez em conjunto com as aulas de Educação Física.

A turma é dividida em grupos, enquanto uma parte desenvolve atividades em sala, com o uso do tablet, o outro grupo dedica-se à prática do xadrez. “No xadrez, tem que ter estratégia, ele estimula o raciocínio lógico e ajuda na assimilação de vários conteúdos, como probabilidade, progressões geométricas, geometria plana e outros”, explica Cláudia.

Os jogos utilizados nos tablets são totalmente voltados para a aprendizagem dos(as) alunos(as). A professora Cláudia seleciona as atividades em uma plataforma digital e elas são levadas para a sala de aula em formato de QR code. Isso permite que os (as) estudantes leiam o código e, com o uso dos tablets, iniciem os jogos. A professora conta sobre o aumento do interesse dos(as) alunos(as): “Eles se envolvem mais. Se empenham nas atividades, mesmo aqueles que têm mais dificuldade se interessam em resolver as questões dos jogos. E também tem a troca entre eles”.

Os(As) alunos(as) são unânimes em dizer que estão aproveitando muito mais as aulas e a interatividade tem incentivado aqueles que não têm facilidade com a matéria. A aluna Marcela, 14, pretende ser economista, e acredita que o projeto ajuda na compreensão do conteúdo, “É um incentivo a mais. Gosto da interatividade porque auxilia no aprendizado.” Já para o aluno Bernardo,  14, anos, o projeto pode ajudar na hora de conquistar uma vaga de emprego. “O uso do tablet é uma maneira de estar mais próximo das inovações tecnológicas e acho que vai me ajudar por uma melhor vaga no mercado de trabalho.”


Emei Santa Cruz integra tecnologia de um modo divertido

Crianças brincam de jogo da memória em QR Code
Crianças brincam de jogo da memória em QR Code

A Escola de Educação Infantil Santa Cruz desenvolveu uma forma criativa e tecnológica de ampliar as possibilidades educativas diante das telas dos celulares, fazendo uso  do Código de Resposta Rápida (QR CODE),  
Na semana da criança e do professor, a equipe distribuiu QR Codes pela instituição e colocou também nos muros da escola para que pais e alunos(as) apontassem a tela do celular e lessem uma mensagem de carinho. Os(as) professores(as) também receberam um envelope contendo um QR Code que deveria ser decodificado para permitir a leitura de uma mensagem especial.
Além disso, foi criado um jogo da memória em QR Code, com uma versão física e uma virtual, disponível em https://interacty.me/projects/dfb9e03195605d96. O jogo tem o objetivo de desenvolver diversas áreas do desenvolvimento infantil, como a habilidade de concentração e também a confiança, além de ajudar a apresentar, de forma lúdica, o mundo tecnológico.
Alguns não sabiam como usar a tecnologia, mas, com a proposta da atividade, puderam conhecer e trabalhar de uma forma divertida.

O projeto foi idealizado pela escola, em parceria com o Clic/Smed.


Professora da EM Maria de Magalhães Pinto utiliza mapas mentais para facilitar a aprendizagem

A professora e mestre em Matemática Liliane Rezende, das turmas de 9º ano da E.M. Maria de Magalhães Pinto, desenvolveu um projeto com seus(suas) alunos(as) visando a uma melhor experiência de aprendizado. Liliane estimulou que cada aluno criasse seu próprio mapa mental com os conteúdos da disciplina, para estimular que os conteúdos da área fossem absorvidos de maneira mais lúdica. A experiência foi tão exitosa que a proposta já foi veiculada pela Revista Ponte e pela Fundação VIVO. Conectada, Liliane também produz conteúdos em suas redes sociais. Para aqueles que gostaram da proposta e quiserem conhecer o trabalho de perto, basta acessar a rede social da Liliane e propor um bate papo: @lilianerez.
 

Mapa Mental de Matemática
Mapa mental de radiciação
Ciências da Natureza

A área Ciências da Natureza mostrará experiências do desenvolvimento do letramento científico, que envolve a capacidade de compreender e interpretar o mundo (natural, social e tecnológico) e também de transformá-lo com base nos aportes teóricos e processuais das ciências.


Água: conscientizando as escolas sobre sua importância

A Secretaria Municipal de Educação (Smed) articulou para que a companhia de Circo Teatro Sem Lona, da cidade de Maringá, no Paraná, realizasse a apresentação da peça de teatro do projeto “Água”. A peça fala sobre a importância da água e do saneamento básico em nossas vidas, e a apresentação abordou também temas como sustentabilidade, responsabilidade ecológica e social. 
O evento contou com a participação de quatro escolas convidadas: EM Santo Antônio, EM Paulo Mendes Campos, EM Presidente João Pessoa, Emei Vila Estrada e a Emei Timbiras, que estão localizadas no entorno da Secretaria Municipal  de Educação, local onde aconteceu o espetáculo. 
 
As crianças apreciaram muito a apresentação e interagiram com a trupe, cantando as músicas e respondendo às perguntas realizadas ao longo do espetáculo. A maneira lúdica como os atores contaram a história e passaram a mensagem da importância da água para a sobrevivência humana e o papel do ser humano para a preservação do planeta Terra foi um sucesso. Assim, o espetáculo alcançou seu objetivo na conscientização das crianças. Para a estudante Ana Carolina, 12, anos, a peça foi muito interessante e é importante a preservação do planeta.
“A água é importante para tomar banho, tomar remédio, fazer comida”, disse Luiza Medina, 5 anos, estudante da Emei Vila Estrela. Já para Manuela, 5 anos, “a água tem que ser usada com cuidado, porque se ela acabar não temos onde morar e nem como fazer suco”. 
 
A coordenadora da Vila Estrela, Alessandra Viana, acredita que o teatro é um excelente recurso didático, pois as crianças desenvolvem a criatividade, a capacidade de foco e concentração. Além de ajudar na construção e na formação humana. 

Centro Sul

Fotografia com vários(as) estudantes que acompanharam a apresentação do Teatro Circo Sem Lona,

juntamente com os atores e atrizes. 

 


Emei Guarani desenvolve projeto Para Casa Digital
 

Fotografia do mapa do brasil desenhado na cor verde, com animais e árvores da fauna e flora brasileira. Ao redor, desenhos de pessoas e de animais da fauna brasileira.

Fotografia do mapa do brasil desenhado na cor verde, com animais e árvores da fauna e flora brasileira. Ao redor, desenhos de pessoas e de animais da fauna brasileira.

A Emei Guarani criou o projeto Para Casa Digital, com a temática “Meu Brasil Brasileiro”. O projeto está voltado para crianças de 4 anos de idade e foi pensado com o intuito de promover uma educação mais interativa, com a promoção de atividades diferenciadas, com jogos digitais, quebra-cabeças, brincadeiras etc.

No início, surgiu o desafio de adaptar o projeto para aquelas crianças e famílias que não podiam ou não conseguiam acessar as propostas de forma on-line, mas, no segundo semestre de 2021, uma das professoras participantes e idealizadoras do projeto, Elda Lopes, disponibilizou seu aparelho celular para que os alunos pudessem fazer as atividades digitais.

O projeto surgiu após reunião onde foram levantadas diversas ideias, surgindo a temática “Meu Brasil Brasileiro”. Para o desenvolvimento da proposta, foi sugerido que cada sala ficasse responsável por um estado brasileiro. Não era só o para casa digital que era trabalhado, foi feito um levantamento para ver se o projeto estava sendo acessível ou não, de modo que foi possível verificar que os resultados foram positivos.

Havia também a avaliação com os(as) estudantes, que podiam se manifestar, dizendo se o projeto estava agregando. Vale lembrar que o projeto desenvolve variados temas, inclusive os que são abordados em sala de aula.


"Sementes para o Futuro” incentiva um olhar sensível para a natureza

Estudante ajudando a cuidar da horta escolar. Descrição da imagem: A imagem contém uma menina agachada. Ela tem cabelo liso e preto, usa um uniforme de blusa branca e calça azul e está ajudando a cuidar da horta na EM Maria de Rezende Costa.

Na Escola Municipal Maria de Rezende Costa, Regional Noroeste, a professora Paula Ramos iniciou, durante a pandemia, o projeto “Sementes para o Futuro”, que surgiu da necessidade de estimular os(as) estudantes a terem um contato próximo com a natureza , bem como levá-los a compreender a importância do cuidado com a terra, as plantas, os animais e todo o ecossistema, de modo que, no futuro, possamos ver um planeta em condições melhores. “Foi despertado nas crianças um olhar encantado pela natureza, usamos a simbologia da semente para mostrar para elas que tudo que plantamos e cuidamos dá bons frutos e todos são beneficiados”, conta a professora.

O projeto foi desenvolvido por meio de vídeoaulas que eram enviadas uma vez por semana, com atividades elaboradas e planejadas para serem feitas em casa. Os conteúdos dos vídeos trouxeram uma conversa sobre a importância do meio ambiente e de todos os seres vivos, além de um passo a passo para cultivo de uma horta orgânica suspensa utilizando materiais recicláveis como caixas de leite e garrafas pet. “Ensinamos a plantar tomate, cebolinha, margaridas e girassóis, como também a fazer a compostagem usando resíduos sólidos como restos de comida, cascas de ovos, frutas etc.”, explica Paula.

Além de instruir os(as) estudantes a colocarem a mão na massa e criarem suas próprias hortas, o projeto também ajudou a refletir sobre a importância da reciclagem e da separação correta do lixo, a função dos insetos e demais animais na fauna e na flora, o respeito aos animais de qualquer espécie, o não desperdício de água e energia, entre outros, despertando nos(as) estudantes uma consciência ambiental.
O projeto “Sementes para o Futuro” gerou tanto sucesso que foi indicado para várias premiações e tornou-se destaque nacional. Como uma proposta integradora, o “Sementes para o Futuro” contou com a ajuda de diversos professores(as) da escola, colegas de trabalho, famílias e estudantes, todos(as) abraçaram a causa e, assim, foi um sucesso!'', declara a professora.

Em 2022, Paula pretende dar continuidade à proposta do projeto, semeando a ideia para os(as) novos(as) estudantes na comunidade escolar.
 


Escola Municipal de Educação Infantil Jardim dos Comerciários desenvolve projeto sobre o mundo animal

Atividades sobre animais na EM Jardim dos Comerciarios

A Emei Jardim dos Comerciários, Regional Venda Nova, desenvolveu um projeto com a temática “ Mundo animal: pesquisar e conhecer para preservar”, que visa levar até as crianças os conteúdos do mundo animal e sua relação com o meio ambiente. Tendo em vista que a maior parte do público infantil demonstra interesse significativo pelo mundo animal, a escola, por meio do projeto, teve como objetivos ampliar o conhecimento das crianças sobre o tema, construir relações afetivas pautadas em diálogo e regras de convívio social, experimentar as possibilidades corporais nas brincadeiras e interações em ambientes acolhedores e desafiadores, estabelecer relações com diversas formas de expressões artísticas, desenvolver sentimento de respeito e cuidado com os animais e contribuir para o desenvolvimento da linguagem oral e da memória, dentre outros.
Em obediência aos protocolos de segurança para o combate à covid-19, as turmas se subdividiram em pequenos agrupamentos, e cada agrupamento escolheu um animal para representá-lo, de modo que o(a) professor(a) desenvolveu o projeto com a turma de acordo com o animal escolhido. Para dar início aos trabalhos, todas as turmas receberam uma carta do “Noé” desafiando os estudantes a pesquisar, a partir do levantamento de perguntas sobre os animais, sobre os aspectos relativos a cada animal escolhido.
A professora Cirleida Aparecida relata que todos estão envolvidos na proposta. “Em alguns agrupamentos, crianças e professores estão cuidando de uma horta coletiva e, através dessas vivências, as crianças têm ampliado os conhecimentos sobre os animais que são encontrados na horta.”
 


Escola Municipal Herbert José de Souza instala usina solar fotovoltaica

Referência em ações sustentáveis, a Escola Municipal Herbert José de Souza visa inserir medidas benéficas ao meio ambiente no cotidiano da comunidade. Com o objetivo de incentivar medidas sustentáveis, a escola finalizou, nesta quinta-feira (30), a instalação de uma usina fotovoltaica. A iniciativa reduz os custos mensais, diminui o uso de recursos naturais e mostra para os(as) estudantes, na prática, uma ação sustentável.

O sistema instalado capta, por meio dos painéis, a energia solar, convertendo-a em energia elétrica. Com o componente em funcionamento, a escola contribui com os objetivos de desenvolvimento sustentável da Organização das Nações Unidas. Além disso, os(as) docentes pretendem utilizar o recurso para amplificar os debates sobre sustentabilidade com os(as) alunos(as). 

O projeto é idealizado desde 2016 e a Consultoria Accenture, com financiamento do Banco Mundial, realizou um estudo de viabilidade técnica e econômica que constatou um grande potencial de economia de energia nas escolas municipais. Por conta do resultado positivo, foram elaboradas diversas pesquisas a fim de viabilizar a instalação de equipamentos nessas unidades. Em 2018, houve a criação do Projeto Escolas Solares, uma parceria entre a Prefeitura de Belo Horizonte e o Programa COMPASSO, da escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais. 

As entidades escolhidas para efetivar a ação foram avaliadas a partir de uma série de critérios. A EMHJS cumpria todas as exigências, sendo, até aquele momento, a maior escola municipal da Regional Norte. Situada às margens do Ribeirão do Onça, o maior poluidor do Rio das Velhas atualmente, a instituição busca conscientizar a população, que sofre constantemente com problemas provocados pela poluição.  Em 2015, adotaram o Projeto Ambiental da Bacia do Onça, motivando alunos(as) e professores(as) a participarem de projetos benéficos ao ecossistema. Ademais, o corpo docente sempre envolve a comunidade escolar e os(as) moradores(as) do bairro nas iniciativas.

De acordo com o coordenador da escola, Saint Clair Silva, “[...] a usina fotovoltaica contribuirá para um pensar global e um agir local. Foi uma conquista do projeto da escola, que é um projeto coletivo”.
 


Escola Municipal Salgado Filho é sucesso na Olimpíada Nacional de Ciências (ONC)
 

Olimpiada de ciencias EM Salgado Filho

A Escola Municipal Salgado Filho (EMSF) participa, pelo terceiro ano consecutivo, da Olimpíada Nacional de Ciências (ONC). Em 2019, a Coordenadora Pedagógica Geral Nídia Amaral Rodrigues Medrado despertou o interesse da escola para a competição, de modo que toda a equipe pedagógica e os(as) estudantes aceitaram o desafio.
No primeiro ano de participação, o trabalho desenvolvido  teve bons resultados. Em meio a estudantes de todo o Brasil, Paulo Cesar Máximo, do 9º ano, foi o único representante da rede pública de Belo Horizonte e conquistou a tão esperada medalha de ouro.
Em 2020, não foi diferente. Apesar de todas as dificuldades que a pandemia trouxe, com as aulas suspensas e sem previsão de retorno, o comprometimento e a motivação da equipe pedagógica e dos(as) estudantes não sofreram abalos e, em decorrência disso, a aluna Bruna de Pinho Ramo, 8º ano, conquistou a medalha de ouro, e as alunas Ana Paula Pereira Silva e Alexia Meireles Viana, 9º ano, foram contempladas com menções honrosas.
Na preparação para 2021, houve muito empenho e incentivo de todos. As provas da primeira fase ocorreram nos dias 05 e 06 de agosto, de forma on-line e supervisionada. A EMSF teve a alegria de ver que cinco alunos se classificaram para a segunda fase e, de acordo com a diretora Rogéria Cardoso Walter de Lina e com o vice-diretor Evandro Pinheiro, são motivos de orgulho para a escola toda.
Este ano, a ONC promoveu a participação de estudantes do 6º ao 9º ano e, com a novidade, a escola trabalhou para que todos tivessem o melhor aproveitamento possível. Os(As) estudantes que se classificaram passaram pela segunda fase no dia 03 de setembro e aguardam os resultados, que saem no final do mês (29/09).
Animada, Rogéria declara: “Que alegria, que orgulho desses estudantes que nos representam de forma tão brilhante! Temos estudantes que, pelo terceiro ano consecutivo, estão representando toda a escola e, além disso, motivam os colegas e destacam todo o trabalho, empenho e dedicação.” Os(as) estudantes classificados para 2ª etapa da ONC-2021 são: Alicia Eduarda Souza Costa, Gabrielly Cristine Rosa Pereira e Thainá Karoline Paula Santos (alunas do 6º ano), Márcio Gustavo de Oliveira Bento (7º ano) e Rafael André Pelage de Oliveira (8º ano). De acordo com o site da olimpíada, o resultado será divulgado no dia 29 de setembro. Parabéns aos(às) estudantes, à escola e às famílias!
 


Escolas desenvolvem projeto com temática olímpica

projeto olimpiadas
Atividades produzidas para o projeto Olimpíadas

A EM Hugo Werneck, em parceria com as escolas Maria Assunção de Marco, Anísio Teixeira, Antônio Aleixo, Pérsio Pereira Pinto e Anne Frank, desenvolveu o projeto Olimpíadas, que tem como público-alvo os(as) estudantes do 1º e 2º ciclo das escolas participantes, e aproveita o sucesso das Olimpíadas para trabalhar as práticas esportivas e abordar a Olimpíada de Tóquio, realizada em 2021, diante do contexto da pandemia. Para subsidiar o projeto, as escolas elaboraram uma apostila de 10 páginas, com diversos temas e tópicos sobre a competição, trazendo informações, atividades e curiosidades, como o calendário oficial, um destaque para os(as) atletas brasileiros(as), o símbolo das olimpíadas, a história geral e a questão do fuso horário. A apostila foi disponibilizada  tanto na forma impressa quanto na forma virtual.

O projeto surgiu com a professora Rosângela Melo, da E.M. Hugo Werneck, que sempre teve vontade de trabalhar em conjunto com outras escolas da Rede, de modo que, nesse contexto, a elaboração do livreto veio no momento certo. Para atrair a atenção dos(as) estudantes, a apostila tomou a forma de uma material atrativo, interativo e com temas interessantes para a faixa etária dos(as) estudantes. O trabalho coletivo foi fundamental na elaboração do material, já que cada escola ficou responsável pela criação de um tópico específico. A EM Anísio Teixeira, inspirada por uma das atividades propostas pela apostila, promoveu uma exposição virtual  de desenhos. Na EM Antônio Aleixo, encontros on-line foram propostos para dialogar sobre os temas e atividades do livreto e, na EM Pérsio Pereira Pinto, a coordenadora Rosana Aparecida destacou o sucesso do projeto: “É importante ressaltar a participação do estudante na análise, reflexão e pesquisa sobre a vida dos atletas. Homens e mulheres de lugares diferentes, de classes sociais diferentes, de modalidades diferentes, mas, que tinham em comum, com o mesmo sonho de disputar os Jogos Olímpicos”. 

Para mais informações sobre o projeto, entrevistas e depoimentos, basta acessar: 
https://sites.google.com/view/emmamoficial/pei/projeto-olimp%C3%ADadas
 


Horta escolar ajuda no desenvolvimento dos(as) estudantes na Emei Santa Cruz
 

Horta escolar EMEI Santa Cruz
Horta escolar EMEI Santa Cruz

A Emei Santa Cruz, da regional Nordeste, por meio de seu projeto de horta escolar, ensina de forma ecológica, sustentável e divertida. Com a horta, as crianças aprendem novos valores e desenvolvem noções de sustentabilidade, respeito para com o próximo e com a natureza, além de aprenderem a trabalhar em conjunto em prol do desenvolvimento das hortaliças.
O projeto da horta da Emei Santa Cruz foi idealizado junto com a comunidade. Em 2020, a escola participou do projeto  “Sonhar, Planejar, Alcançar: fortalecimento financeiro para as famílias”, desenvolvido pela Smed, em parceria com a Vila Sésamo e a Fundação MetLife. Neste projeto, as crianças foram convidadas a criar  sua “Árvore dos Sonhos”, registrando, por meio de desenhos, o que desejavam, para elas ou para seus familiares, escola ou comunidade. Um desses sonhos se tornaria realidade, recebendo investimento da Vila Sésamo.
A escolha desse sonho coletivo foi realizada por meio de um processo democrático em que as famílias votaram e indicaram a criação do “Espaço Verde”. Neste local, as crianças se desenvolvem integralmente, fortalecendo suas habilidades sociais, emocionais e de interação, enquanto colocam a mão na terra e contribuem para o cuidado da horta. Além disso, o local é utilizado para contação de histórias e brincadeiras.
Além de poder se divertir, as crianças têm uma alimentação ainda mais saudável, pois os alimentos cultivados são servidos para estudantes, funcionários(as) e professores(as) da EmeiI Santa Cruz. Atualmente, o “Espaço Verde” cultiva hortaliças  como alface, couve, cebolinha, funcho, manjericão, hortelã e, além disso, as crianças estão aguardando o tomate crescer. Assim como o projeto, cada sementinha plantada representa um futuro mais saudável e cheio de sonhos para nossos(as) estudantes.
 


EM Cora Coralina participa da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica

Estudantes do 1º ciclo da EM Cora Coralina, na regional Venda Nova, participaram da 24° edição da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), que foi realizada no mês de maio. Tendo em vista o atual cenário da pandemia, a prova, contendo dez questões sobre astronomia e astronáutica, foi executada de forma virtual. Os(as) estudantes fizeram a avaliação de casa, sob orientação do professor, utilizando o aplicativo da olimpíada. O professor Fábio Andrade foi quem preparou os(as) estudantes, durante os meses de abril e maio, para a realização da prova, propondo atividades em vídeos e arquivos em PDF, que foram distribuídas por meio de grupos de aplicativos de mensagem ou disponibilizadas pelos formulários do Google.

O estudante Rodrigo Alves, do 2° ano, garantiu medalha de ouro e o estudante Davi Miguel, do 1° ano, uma medalha de prata, ressaltando o resultado de todo esforço e dedicação do professor Fábio, num trabalho em conjunto com os pais e a escola. “Nós ficamos muito felizes e orgulhosos com o resultado, principalmente por todas as questões que envolvem as atividades remotas. As crianças e familiares também ficaram muito felizes.”, comenta o professor.

No final do ano, os estudantes irão receber medalha e certificado na escola e já estão participando de outra olimpíada. “Gosto muito de trabalhar com essas olimpíadas científicas, pois contribuem para a aprendizagem dos estudantes e são maneiras diferentes e prazerosas de abordar o conhecimento.”, ressalta Fábio.
 

Venda Nova EM Cora Coralina

Aluna da Escola Municipal Salgado Filho conquista medalha de ouro na Olimpíada Brasileira de Ciências

A aluna Bruna Ramos, estudante do 8ª ano da Escola Municipal Salgado Filho, conquistou a medalha de ouro da Olimpíada Brasileira de Ciências (OMC), realizada no final do ano passado. Além da medalha de ouro, a escola contou com a menção honrosa de duas alunas: Aléxia Viana e Ana Paula Silva, ambas do 9° ano.
A Olimpíada Nacional de Ciências (ONC) é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Comunicação (MCTI) e destina-se a estudantes matriculados no 8º ou 9º anos do Ensino Fundamental e para estudantes do 1º, 2º e 3º anos do Ensino Médio. As inscrições são gratuitas para os alunos e podem ser realizadas por qualquer estabelecimento escolar com pelo menos um representante credenciado. O credenciamento é feito por meio de um formulário, disponibilizado no site da organização, que deve ser preenchido por um professor ou representante da escola.
Rogéria de Lima, diretora da EM Salgado Filho, diz que o prêmio é um orgulho para toda a escola. Já é a segunda vez que um de seus alunos alcança a medalha de ouro na competição. Ela conta que, em um momento tão difícil como o que vivemos, uma pandemia mundial, essa vitória eleva a autoestima de toda a equipe da escola e, principalmente, dos alunos, que veem os colegas medalhistas como fonte de inspiração e como exemplo a ser seguido.
Os alunos são incentivados a participar da olimpíada, desde 2019, por toda a coordenação da escola, enquanto os professores utilizam grupos de estudos, para auxiliar na preparação dos alunos e motivá-los a estudar, mesmo a distância. Rogéria ainda ressalta que o incentivo e o apoio das famílias na preparação dos alunos, neste ano atípico, tiveram grande importância na vitória da escola nas olimpíadas de ciências do MCTI.
 

medalha de premiação da Olimpíadas de Ciências
Medalha de Ouro da Olimpíadas de Ciências

 

Ciências Humanas

A área de Ciências Humanas possibilitará a articulação de categorias de pensamento histórico e geográfico em que as vivências humanas são o ponto de partida para a interpretação da visão de mundo.


Vice-Diretora da RME-BH compartilha experiências em revista virtual 
arte de uma mulher negra em que o cabelo é representado por uma arvore

Fabiana Régis de Oliveira Souza, vice-diretora da Escola Municipal Hilton Rocha, integrante do Núcleo de Estudos das Relações Étnico-Raciais da Regional Barreiro e do Grupo de Estudos Afropedagógicos Sankofa, foi convidada pela revista virtual Nova Escola Box para dialogar sobre sua prática como gestora. Refletindo sobre o papel do gestor escolar na educação antirracista, Fabiana contribuiu para a construção de duas matérias: “Os caminhos para os gestores praticarem e estimularem uma educação antirracista”, que aborda possibilidades para a criação de um ambiente escolar que valorize a diversidade e a identidade negra e indígena, com foco na importância da gestão nesse processo. O outro artigo “Avalie como sua escola está promovendo a equidade racial”, apresenta uma avaliação de aspectos do cotidiano nas escolas e contribui para o avanço de uma educação com equidade racial. 

Em um trecho da entrevista, a vice-diretora destacou a importância do processo de construção da educação antirracista: “Não é um caminho fácil, mas falar do tema é falar em direitos humanos, em educação ética e de valores. Cabe a nós decidir qual escola queremos construir e como ela contribui para o território e para as famílias”, explica Fabiana.


 Emei Pilar traz metodologia de ensino pautada na diversidade

Crianças brincando em uma quadra

A Emei Pilar olhos d'água tem se destacado pelo trabalho realizado nos anos de 2020 e 2021, que priorizou a diversidade presente na escola e no ensino. Marlene do Carmo, integrante da coordenação compartilhada do Núcleo de Educação Étnico-Racial da Regional Barreiro, explica que a intenção não era realizar um trabalho com atividades isoladas, mas implementar algo cotidiano, que fizesse parte da rotina da Emei. Dessa forma, a direção buscou diversas temáticas, com abordagens e formatos diferentes para acolher os(as) estudantes na escola, começando pelos vídeos postados no Facebook, que trouxeram contos e leituras com foco na diversidade, como por exemplo os contos “Meu cabelo é assim” e “Olhando pela minha janela, eu vejo…”. Os vídeos de culinária também foram um sucesso, pois mostraram novas culturas, novos pratos, com ingredientes que geralmente não estão presentes no dia a dia da maioria das crianças. 

Além dos vídeos, a direção decidiu implementar o trabalho com blocos de atividades que abordaram temáticas referentes à diversidade, para garantir ainda mais as práticas como algo do dia a dia. Para acompanhar mais ações da Emei Pilar Olhos Dágua, acesse: https://www.facebook.com/pg/EMEIPILAROLHOSDAGUA/posts/


Mama África: a questão racial numa perspectiva multidisciplinar

Foto de uma parede decorada com fotos e uma frase escrita "posso ser prince? posso ser principe? sim, podemos"

A Escola Municipal Milton Campos, Regional Venda Nova, realiza o projeto Mama África desde 2014, com o objetivo de trabalhar a questão racial a partir de uma  perspectiva multidisciplinar e durante todo o ano letivo. A professora Kassiane Oliveira explica que a proposta aborda a consciência e a dignidade, enfatizando as contribuições sociais, econômicas e culturais do povo negro, seus pontos positivos e negativos, experiências, estratégias e valores. “O estudo da questão racial deve levar os(as) estudantes à reflexão e à crítica, desconstruindo estereótipos e preconceitos”, conta a professora.
O projeto favorece que os(as) estudantes relatem como se sentem e se já se sentiram alvo de preconceito, buscando valorizar o respeito às diferenças e trabalhar a autoestima, evidenciando a beleza das pessoas negras, dos cabelos (das meninas e meninos) etc. “ Não buscamos resultados imediatos, o resultado é construído de forma processual, mudando lentamente a forma de ver e agir dos estudantes e adultos envolvidos. As formações promovidas pela direção/coordenação da escola para os professores também é uma parte importante do projeto”, conta Kassiane.
Durante o trabalho remoto, o projeto foi realizado por meio da leitura de  livros de literatura  encaminhados para as crianças em formato de PDF, além de vídeos com histórias e pequenos filmes disponíveis na internet. A professora conta que os(as) estudantes são muito participativos e, no início do ano, já perguntam qual será a temática do projeto Mama África.

A expectativa para o próximo ano é a realização de uma grande festa, que é um momento formativo para toda a comunidade. “A apresentação dos trabalhos produzidos ao longo do ano é muito rica”, finaliza a professora.
 


Emei Caetano Furquim incentiva arte para aproximar  crianças e  famílias

A imagem apresenta um desenho de três meninas: uma de vestido roxo, uma de vestido vermelho e uma de vestido rosa. Ao lado das meninas, um animal pintado de cor preta, similar a um gato. Três corações vermelhos, um perto de cada menina. No alto, o céu azul com um sol amarelo. Abaixo, um chão com três flores roxas e os dizeres "Maria Júlia” em baixo. Num quadrinho, à esquerda, texto com as palavras "Pintura Livre: Desenho sobre tela" e o nome "Maria Júlia".
Arte realizada no projeto da Emei Caetano Furquim

Com o projeto “Sobre as telas, um olhar de amor”, a Escola Municipal de Educação Infantil Caetano Furquim ajuda a estreitar os laços entre estudantes e famílias, com a criação de pinturas em tela feitas pelas crianças.
O projeto teve início  devido à pandemia da covid-19, com o isolamento social e a necessidade de as crianças ficarem em casa com a família. Para aproximá-los da escola, mesmo a distância, foi desenvolvido o projeto que, além de ajudar no desenvolvimento da imaginação, da coordenação motora e da criatividade das crianças, contribui para a criação de laços entre os familiares, que se envolvem para ajudar a pintar as telas.
A avó de um estudante chegou a relatar a felicidade com o resultado final da tela feita pelo aluno com a sua ajuda, pois, para ela, foi uma boa experiência com a escola, já que não teve a oportunidade de estudar na infância.
Com o projeto, as crianças têm a oportunidade de ver seus sonhos pintados em uma tela e expostos pela escola, transformando a Emei em uma grande galeria de arte, onde os(as) principais protagonistas são os(as) estudantes e seus sonhos. No retorno presencial, a Emei continua promovendo arte e aproximando pessoas.



Emei Serra Verde promove formações e rodas de conversa
 

Encontro de novos servidores Emei Serra Verde

A Emei Serra Verde realiza formações com foco nos(as) professores(as) e nos(as) estudantes, investindo em temas relacionados à inclusão. São promovidas rodas de conversa, reuniões, formações e seminários. Em 2021, a Emei está realizando formações com base nos Percursos Curriculares de Belo Horizonte e na Neurociência. A Coordenadora Geral Siomara Fonseca explica a escolha do tema “Entendemos que, aprendendo mais sobre os mecanismos de funcionamento do cérebro, podemos entender mais sobre as crianças”. A coordenação contratou Fernando Lauria, do Instituto Limbios, para conduzir as formações que, de acordo com Siomara, irão ajudar os(as) professores(as) a entenderem todo o processo de aprendizado e desenvolvimento das crianças, baseando-se no estudo das funções cerebrais.

A Emei também trabalha com grupos de estudo dos Percursos Curriculares e do livro Alfaletrar. A partir das rodas de estudo e conversa, os(as) professores(as) trocam experiências e dialogam, o que contribui para o aprendizado de todos(as). Siomara finaliza, dizendo que “A Emei Serra Verde tem compromisso enorme com a formação dos professores e com sua prática pedagógica. Entendemos que investir no conhecimento, no compartilhamento e na formação reflete nas práticas e, consequentemente, no desenvolvimento integral das crianças”. Para mais informações, siga a Emei Serra Verde https://www.instagram.com/emeisv/ 
 


Lives extraclasse na EM Gracy Vianna Lage

A escola Gracy Vianna Lage é um exemplo de como as redes sociais podem ser utilizadas para estreitar laços e promover uma educação de qualidade, em tempos tão difíceis. Percebendo um impasse da comunidade escolar com o acesso a alguns conteúdos, a plataforma YouTube foi o local ideal para desenvolver um projeto de lives.
Por meio de seu canal na rede social, que já conta com pouco mais de 500 inscritos e quase 700 participantes ao vivo, a escola tem levado aos  estudantes e familiares momentos de reflexão sobre assuntos importantes, atuais e enriquecedores para a formação de toda a comunidade escolar.
Alguns dos temas já debatidos incluem questões étnico-raciais na estrutura de nossa sociedade e prevenções para o período pandêmico. Mais recentemente, em homenagem ao dia internacional da mulher, uma série de lives acerca da valorização da mulher na sociedade em que vivemos recebeu destaque no mês de março.
Além disso, com a finalidade de sempre enriquecer os debates, a escola convida pessoas de fora da comunidade escolar para trazer novos pontos de vista e uma formação mais precisa. Juízes, médicos do posto de saúde do bairro, jovens engajados, professores e vereadores já marcaram presença nas lives.
Visitando o canal https://youtube.com/c/GracyViannaLage, você poderá encontrar as lives aqui citadas e muitos outros conteúdos, visando a  uma formação de qualidade. Os próximos encontros serão nos dias 25/03, com o tema Mulheres na Política, e 30/03, com o tema Saúde Mental da Mulher.
Visitando o canal, https://youtube.com/c/GracyViannaLage você poderá encontrar as lives aqui citadas e muitos outros conteúdos, visando uma formação de qualidade. Os próximos encontros serão nos dias 25/03, com o tema Mulheres na Política, e 30/03, com o tema Saúde Mental da Mulher.
 

Banner de divulgação da live na EM Gracy Vianna Lage

 

Africanidade na EM Jardim Leblon


A Escola Municipal Jardim Leblon possui, em seu site institucional, um espaço inteiramente destinado à cultura africana e a sua ligação com as raízes de nosso país e povo. O ambiente foi pensado para dar continuidade ao trabalho que já era desenvolvido presencialmente pela equipe pedagógica da escola. A seção possui conteúdos variados, materiais informativos, dicas, links de sites e alguns textos e vídeos autorais das professoras da escola. Assim, a discussão da temática ocorre de forma ampla e didática, além de ser estimulada pelo Projeto África, desenvolvido pela professora Fabíola Cristina e que tem por objetivo apresentar o continente africano por meio de sua rica pluralidade histórica, geográfica e cultural. 
Em parceria com as famílias e a comunidade escolar, a EMJL  promove a interação entre os(as) alunos(as) e os conteúdos do espaço Africanidades. Postagens como "O Cabelo de Lelê" e "Chico Juba", realizadas pela  professora Valéria Moreira, são enriquecidas com desafios que são respondidos com fotos e vídeos enviados pelos(as) alunos(as).
Um ambiente como esse é extremamente enriquecedor para a formação escolar, mas vai muito além. É um ambiente que promove o entendimento de onde viemos e, por meio da valorização da pele e da cultura negra, reforça o empoderamento da pessoa negra, que pode, principalmente no período da infância, sentir-se inferiorizada, devido ao racismo estrutural tão presente em nossa sociedade. Como mencionado pela professora Luciana Figueiredo, em entrevista para a matéria, são assuntos que precisam ser abordados, para a promoção de uma formação antirracista, que respeita e valoriza a grande diversidade de identidades culturais do nosso país.
 

VN-2
 

Regionais
BARREIRO

Volta às aulas foi animada na EM Antônio Mourão Guimarães

Fotografia com parede azul, arquibancada colorida com as cores amarelo, verde, azul e vermelho. Crianças diversas sentadas na arquibancada, com professores sentados no primeiro andar, sendo uma com roupa para apresentação e um ukulele na mão.

A Escola Municipal Antônio Mourão Guimarães preparou uma programação especial na volta às aulas. A coordenação e a direção da escola programaram algumas atividades especiais para a recepção dos(as) estudantes.

Dentro do planejamento, foram decididos quatro pontos a serem trabalhados. O primeiro incentivou os(as) professores(as) da Educação Infantil a realizarem a recepção dos(as) estudantes vestidos(as) com fantasias de personagens de histórias para, de acordo com a diretora Carla Lopes, transformar “a acolhida em um momento lúdico e prazeroso”. Um outro ponto foi uma contação de histórias realizada pela servidora Mary de Lourdes, que atua na biblioteca da escola e utilizou recursos diversos para tornar as histórias ainda mais atrativas e interessantes.

Houve, ainda, apresentações de equilibrismo e pirotecnia feitas pelas monitoras Letícia Souza e Isabella Ramos, que integram as oficinas de circo desenvolvidas no Programa Escola Integrada. Para essas apresentações, elas estavam fantasiadas de palhacinhas. Por último, foram confeccionados lápis com ponteira de coração e cartões para serem entregues aos(às) estudantes no primeiro dia letivo.
 


Vice-Diretora da RME-BH compartilha experiências em revista virtual 
arte de uma mulher negra em que o cabelo é representado por uma arvore

Fabiana Régis de Oliveira Souza, vice-diretora da Escola Municipal Hilton Rocha, integrante do Núcleo de Estudos das Relações Étnico-Raciais da Regional Barreiro e do Grupo de Estudos Afropedagógicos Sankofa, foi convidada pela revista virtual Nova Escola Box para dialogar sobre sua prática como gestora. Refletindo sobre o papel do gestor escolar na educação antirracista, Fabiana contribuiu para a construção de duas matérias: “Os caminhos para os gestores praticarem e estimularem uma educação antirracista”, que aborda possibilidades para a criação de um ambiente escolar que valorize a diversidade e a identidade negra e indígena, com foco na importância da gestão nesse processo. O outro artigo “Avalie como sua escola está promovendo a equidade racial”, apresenta uma avaliação de aspectos do cotidiano nas escolas e contribui para o avanço de uma educação com equidade racial. 

Em um trecho da entrevista, a vice-diretora destacou a importância do processo de construção da educação antirracista: “Não é um caminho fácil, mas falar do tema é falar em direitos humanos, em educação ética e de valores. Cabe a nós decidir qual escola queremos construir e como ela contribui para o território e para as famílias”, explica Fabiana.


Emei Pilar traz metodologia de ensino pautada na diversidade

Crianças brincando em uma quadra

A Emei Pilar olhos d'água tem se destacado pelo trabalho realizado nos anos de 2020 e 2021, que priorizou a diversidade presente na escola e no ensino. Marlene do Carmo, integrante da coordenação compartilhada do Núcleo de Educação Étnico-Racial da Regional Barreiro, explica que a intenção não era realizar um trabalho com atividades isoladas, mas implementar algo cotidiano, que fizesse parte da rotina da Emei. Dessa forma, a direção buscou diversas temáticas, com abordagens e formatos diferentes para acolher os(as) estudantes na escola, começando pelos vídeos postados no Facebook, que trouxeram contos e leituras com foco na diversidade, como por exemplo os contos “Meu cabelo é assim” e “Olhando pela minha janela, eu vejo…”. Os vídeos de culinária também foram um sucesso, pois mostraram novas culturas, novos pratos, com ingredientes que geralmente não estão presentes no dia a dia da maioria das crianças. 

Além dos vídeos, a direção decidiu implementar o trabalho com blocos de atividades que abordaram temáticas referentes à diversidade, para garantir ainda mais as práticas como algo do dia a dia. Para acompanhar mais ações da Emei Pilar Olhos Dágua, acesse: https://www.facebook.com/pg/EMEIPILAROLHOSDAGUA/posts/


Professora da E.M Hilton Rocha compartilha produção acadêmica

imagens de provas e tirinhas

Tânia Maria da Silva, professora da Rede Municipal de Educação de Belo Horizonte (RME-BH) desde 1992 e que, atualmente, trabalha na Escola Municipal  Hilton Rocha, lecionando para o 5° ano, teve duas novas conquistas em sua carreira como educadora: o lançamento do livro Diferentes percursos, Saberes diversos: Narrativas de professoras e elaboração de atividades impressas e a autoria de um capítulo do livro Didática e docência: Pesquisas atuais. 

Diferentes percursos, saberes diversos: Narrativas de professoras e elaboração de atividades impressas configura-se como um recurso educativo fruto do mestrado profissional realizado por Tânia. No livro, a professora traz suas próprias narrativas e também as narrativas das professoras que participaram da pesquisa. Trata-se de histórias sobre a trajetória docente, com destaque para o papel das atividades impressas. A obra também traz temáticas pedagógicas que surgiram ao longo do processo de pesquisa. A ilustração do recurso educativo foi feita pelo professor da RME-BH Robson Mendes, que transformou as histórias em tirinhas. Muito satisfeita com o resultado final, Tânia explicou a importância desse trabalho: “Entrar em contato com narrativas de outras pessoas nos toca, nos leva a tecer significados sobre a experiência narrada e nos mobiliza a rememorar e narrar nossas próprias histórias, refletir sobre novas vivências, reelaborar ações” afirma a professora. 

Já no livro Didática e Docência: Pesquisas atuais, Tânia compartilha com sua orientadora de mestrado, a professora Cláudia Starling, a autoria de um capítulo da obra. A temática é centrada na construção dos saberes docentes acerca do ensino. Tânia explica que a experiência foi enriquecedora, e o convite surgiu das professoras da linha de pesquisa Didática e Docência, do Programa de Mestrado Profissional em Educação e Docência  da UFMG.
A professora finaliza explicando a importância da participação na construção de obras e pesquisas e da troca de experiências para os(as) profissionais da educação. "Nós, professores que estamos no chão da escola, produzimos muitos saberes no nosso dia a dia e é importante reconhecer nosso lugar de protagonistas nos processos formativos” afirma ela.
 


Escola Municipal  Antônio Aleixo promove encontro no Viaduto das Artes

Mesa de tampo preto com diversos obras e esculturas de arte em cima

Nos dias 17 e 18 de novembro, das 10 às 17 horas, a EM Antônio Aleixo promoveu um encontro no Viaduto das Artes, galeria de artes localizada na Regional Barreiro. O encontro teve como público-alvo estudantes da instituição  e seus familiares e apresentou a 1° mostra de arte da EM Antônio Aleixo, desenvolvida pela equipe do Programa Escola Integrada. Com a temática “Toda criança é um artista”, os(as) estudantes do 1° ao 5° ano do ensino fundamental desenvolveram pinturas livres e esculturas em argila, realizadas durante o recreio monitorado. Segundo a coordenadora Valéria Camargos, a direção da escola percebeu que, ao invés de apenas entregar o trabalho para os(as) estudantes, seria mais interessante buscar uma ideia inovadora. Dessa forma, organizaram dois dias de exposição para os trabalhos  desenvolvidos.. 

Nos dias de exposição, a escola promoveu uma visita geral, onde os(as) estudantes conseguiram apreciar, além das obras desenvolvidas por eles no recreio monitorado, outras obras em exposição no Viaduto das Artes. Após verem as obras, os(as) estudantes tiveram um momento de recreação na área externa da galeria. Pais, mães e responsáveis tiveram entrada livre até as 17 horas e conseguiram participar desse momento especial ao lado dos(as) estudantes e dos(as) educadores(as). Os elogios recebidos confirmaram o sucesso do encontro. Em um áudio enviado para a coordenação, a mãe da aluna Rafaella Brito, do 1° ano, contou como a experiência foi boa para todos(as): “Eu adorei cada detalhe, as peças são lindas, o ambiente é agradável e com muita interação entre as crianças, eu achei o máximo” explica ela. 


Clube de leitura é destaque na Emei Águas Claras

4 pessoas em torno de uma mesa e livros estão em cima da mesma

Projeto iniciado antes da pandemia, o Clube de Leitura surgiu a partir da demanda de uma mãe que precisava de um livro. Depois desse acontecimento, a direção da Emei Águas Claras pensou que, ao invés de emprestarem livros ocasionalmente, poderiam convidar as famílias para uma leitura coletiva. A proposta foi apresentada para as famílias, e foi acordado que o encontro seria realizado semanalmente, com a leitura de um título definido pela coordenação, que optou sempre por bons autores e textos construtivos, que poderiam ser enriquecedores para todos(as). Dentre as obras trabalhadas estão os livros “Por que os gatos não usam chapéu” e “Coração não toma sol”. Obras mais reflexivas, como “Tsunami”, de Fernando Vilela, também geraram aprendizagens interessantes. Após a leitura, ocorria um debate sobre os textos trabalhados, como uma forma de reflexão. As famílias também realizaram uma releitura da obra “Listas Fabulosas”, atividade que envolveu os participantes e gerou muita empolgação. A coordenadora Silvana Parreiras explicou a importância dessas atividades: “Nas entrelinhas dos livros existe todo um contexto social a ser trabalhado”.
A interação também possibilitou outros encontros e atividades, como a construção de um mural literário desenvolvido pelos pais na festa da família. Após a pandemia, o trabalho continuou sendo desenvolvido de forma remota e, atualmente, permanece a distância. Silvana finaliza, confirmando os planos para 2022, segundo a coordenadora, a Emei deseja continuar com o Clube de Leitura, que será reestruturado e aprimorado. 


Jornada Literária é experiência compartilhada em simpósio internacional

Segundo Simpósio Internacional “Literaturas y Conurbanos”
Segundo Simpósio Internacional “Literaturas y Conurbanos”

A professora Patrícia Medeiros, da Escola Municipal Vinicius de Moraes, participou do Segundo Simpósio Internacional “Literaturas y Conurbanos”, realizado em setembro passado, para falar sobre o projeto Jornada Literária de 2019, da Prefeitura de Belo Horizonte. O encontro foi coordenado por Lucia Tennina e Juan Pablo Parchuc, ambos da Universidade de Buenos Aires. Durante a apresentação, Patrícia explicou o trabalho realizado na RME-BH, afirmando que o objetivo do projeto é incentivar e potencializar a leitura e a escrita dos(as) estudantes. Ela também fez projeções para o futuro: “Queremos construir alunos escritores, alunos autores, alunos protagonistas".

A Jornada Literária ocorre ao longo do ano letivo, tendo como ponto de culminância a escrita de um livro pelos(as) estudantes. Em 2019, a proposta era desenvolver uma narrativa voltada para o gênero cordel. Medeiros afirmou que a escolha foi bem recebida pelos(as) alunos(as) e permitiu a realização de diversas atividades, que possibilitaram o trabalho da oralidade e o desenvolvimento de uma performance realizada pelos próprios(as) estudantes a partir do conhecimento obtido na Jornada Literária. No simpósio, Patrícia  exaltou os resultados do projeto: “No final, conseguimos textos coesos, narrativas com começo, meio e fim”. Assista ao vídeo do evento disponível no youtube: https://youtu.be/bwcZVajww4w .


O Alfaletrar na Emei Lindéia

 

barreiro 7

Em abril de 2021, a Emei Lindéia recebeu o convite para participar do curso Alfaletrar, formação baseada nos estudos da professora Magda Soares e elaborada em parceria com o Núcleo de Alfabetização e Letramento da Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte. A formação compreende que toda a criança deve ter direito de aprender a ler e a escrever, e os(as) professores(as) que atuam com alfabetização e letramento precisam se desenvolver profissionalmente para contribuírem para esse êxito. Tendo em vista esses objetivos, a Emei Lindéia implementou uma proposta voltada para  estudantes de 4 e 5 anos para ser desenvolvida no ensino híbrido. A diretora Flávia Raquel explica que o planejamento foi elaborado coletivamente e trouxe gêneros textuais como parlendas, rimas, trava-línguas e adivinhas, textos pertinentes à formação do curso Alfaletrar, para o universo das crianças.

As parlendas foram bem recebidas pelos(as) estudantes, que se divertiram com as rimas e os ritmos. Tanto as crianças do ensino presencial quanto do remoto tiveram acesso aos textos e às atividades propostas. Flávia afirma que as atividades permitiram a percepção do espaçamento entre uma palavra e outra e a formação das palavras em si e, como resultado, as crianças ainda enriqueceram seu vocabulário. A diretora encerra dando ênfase à importância das brincadeiras para o desenvolvimento das crianças, pois, segundo ela, “Na educação infantil o brincar é uma coisa muito séria”.
 


A inclusão na EM professora Isaura Santos

Na EM Professora Isaura Santos, a professora de Língua Portuguesa, Helen Resende, junto à instrutora Richieli Lima e à professora de Atendimento Educacional Especializado (AEE), Márcia Cristina, desenvolveu um projeto de inclusão para alunos(as) fazendo uso da Libras. Helen afirma que tinha a intenção de buscar estratégias para se comunicar com os(as) alunos(as) surdos(as) e, após um planejamento na escola, as aulas de Libras passaram a ser lecionadas nas turmas que tinham estudantes com surdez. Em 2018,  as aulas começaram prioritariamente para o 6º ano, sendo uma aula semanal. Os(as) alunos(as) acolheram bem o projeto e, com o tempo, quase todos(as) queriam aprender sobre a Libras, buscando esse conteúdo com a intenção de ajudar os(as) colegas que têm deficiência auditiva. 

Em algumas salas, houve dinâmicas especiais, os(as) alunos(as) conversaram sobre redes sociais e criaram narrativas e histórias utilizando a Língua Brasileira de Sinais, essas estratégias foram utilizadas para que todos(as) tentassem se comunicar em Libras. A professora também destacou que a escola se esforçou para envolver todos os(as) alunos(as): “Acontecia de tudo, desde o uso de imagens e até dancinhas! Mas o acordo não foi rompido: aprender a se comunicar em Libras”, esclarece Helen. Com o projeto a todo vapor, os(as) alunos(as) surdos(as) se sentiram mais acolhidos e confiantes, pois conseguiam apresentar os trabalhos com poucas interferências da intérprete, interagindo mais com os colegas.  A professora Helen avalia que o projeto foi muito rico, além de ressaltar a importância do trabalho em equipe e agradecer pela oportunidade: “Sou muito grata ao projeto, à instrutora Richieli, à professora Márcia Leandro e à escola. Sou ainda mais agradecida por ter aprendido, na prática, como é possível diversificar estratégias de ensino e disponibilizar as aulas para todos(as) os(as) estudantes”.

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Materiais utilizados no ensino de Libras

 


 Festa junina é destaque no retorno presencial da Emei Barreiro

Na Emei Barreiro, a preparação para o retorno presencial exigiu organização e planejamento. As salas de aula e os corredores foram demarcados de acordo com os protocolos de segurança e prevenção à covid-19. A escola foi decorada com dicas e orientações para facilitar a compreensão dos(as) estudantes e as mensagens de carinho reforçaram o acolhimento. Cada criança recebeu um kit individual para ser usado em sala e em casa, com materiais, jogos pedagógicos e uniformes. O atendimento passou a acontecer simultaneamente, tanto presencialmente quanto de forma remota. Em ambos os formatos, as crianças tiveram acesso aos mesmos materiais, compostos por histórias, blocos de atividades e vídeos, de forma a garantir um ensino igualitário para todos(as). 

O principal destaque foi o Arraial Legal, comemoração que ocorreu em julho e trouxe a festa junina para alegrar os(as) estudantes nesse momento difícil. No tema da festa, a palavra “legal” ganhou duplo sentido, pois além de segura, foi uma comemoração muito animada e divertida, que envolveu a equipe pedagógica, as famílias e principalmente as crianças. A escola foi decorada com a temática junina e os(as) alunos(as) estavam devidamente trajados, assim como os(as) professores(as). Para manter o distanciamento, o “par” foi substituído por bonecos e a escola propôs apenas brincadeiras individuais. Atividades como pescaria, jogo da argola e derruba latas foram um sucesso. Para todos(as) participarem, a direção também fez um encontro junino on-line, via Google Meet, onde as crianças, os(as) professores(as) e as famílias brincaram e dançaram, além de participarem de uma oficina virtual de confecção de balão junino.
 

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Decoração junina na EMEI Barreiro

 


Integração, a Revista da Escola Municipal Vinicius de Moraes

A Escola Municipal Vinicius de Moraes, nesse período de isolamento social, teve várias ideias para se manter em conexão com sua comunidade escolar. Uma delas foi a revista digital “Integração”, que já está na  4ª edição. A revista surgiu para atender uma nova demanda da atualidade, relacionada às novas mídias e tecnologias, vislumbrando a melhoria da interação com o seu entorno.
A ideia da revista “Integração” teve início em setembro de 2020, quando a equipe da escola entrou em regime de  teletrabalho. A coordenadora do Programa Escola Integrada da EM Vinicius de Moraes, Dilcevane Rodrigues Silva Maia, contou como foi o surgimento da proposta: “Neste período de teletrabalho, o grupo de coordenadores do PEI sempre compartilha as ações desenvolvidas em suas escolas. A professora coordenadora da Escola Integrada da EM Sobral Pinto, Silvana Lúcia Matias, compartilhou a revista “Sobralina” em nosso grupo, gostei muito desse trabalho, pensei em adaptá-lo para realizar junto aos monitores. Levei essa ideia para os monitores do PEI e para a direção da escola, que abraçaram o projeto, enriquecendo e acrescentando novos conteúdos. Fizemos reuniões mensais com toda a equipe, para a discussão de temas adequados para compor a revista do mês. Divulgamos no site da escola e nas plataformas de mensagens”.
A primeira edição foi feita em outubro de 2020, e a escola quer transformar esse trabalho em um projeto institucional, devido à grande aceitação por parte dos professores, alunos e suas famílias e por ser um instrumento de interação, informação e entretenimento para toda a comunidade escolar. Todas as edições estão no site da escola https://www.emvm.com.br/ 
O mais importante foi o aprendizado desenvolvido pela escola, que percebeu que é preciso estar em constante atualização, para atingir os alunos de modo dinâmico e interativo, nestes tempos de isolamento social. Falando sobre isso, Dilcevane completou: “Nós, educadores, precisamos estar preparados para utilizar as tecnologias como um verdadeiro suporte pedagógico e vislumbrar nelas um apoio para a melhoria de nossa prática cotidiana. Como os alunos vivem com um telefone na mão, nada melhor do que chegar até eles por esse meio”.

Para ler a 4ª edição da revista acesse: https://drive.google.com/file/d/1jB7YujCvXGVgzKkKwFuDZPD5dTMhaUAd/view?usp=sharing

Para ver a entrevista completa acesse: https://drive.google.com/file/d/144VXk_Lm2sc4N-kqqzNvUhhfIP8_ZlkG/view?usp=sharing
 

capa da 4 edição da revista
Capa da 4ª edição da revista digital - Integração

Aprendendo a partir da leitura
 

A Escola Municipal de Ensino Infantil Barreiro desenvolve, para o ano letivo de 2021, o projeto institucional “Era uma vez... muitas histórias para ler, contar e se encantar!”, que pretende utilizar a literatura infantil no processo de alfabetização e letramento, mostrando para os(as) estudantes da Emei que há uma forma diferente de aprender. O projeto tem como base o documento “Percursos Curriculares e Trilhas de aprendizagens para a rede Municipal de Educação de Belo Horizonte em tempos de pandemia” (colocar link do livro aqui como hiperlink).

A partir da análise do documento, a coordenadora geral Daniela Bruna, juntamente com a diretora Josiane Costa Gonçalves Magalhães e todo o corpo pedagógico da Emei, verificou que o tema  “literatura infantil estava em consonância com os mais diferentes gêneros textuais e de tradição oral“ e permeava todos os campos de experiência sugeridos na BNCC, trabalhando as habilidades necessárias ao desenvolvimento das crianças.

O trabalho se inicia a partir do interesse da criança e consiste no desenvolvimento de atividades com base nas obras literárias escolhidas, passando por várias fases de aprendizagem e abordando conhecimentos necessários para essa etapa da vida. Confira aqui o projeto.
 

Era uma vez... muitas histórias para ler, contar e se encantar!
Capa do Projeto

A volta às aulas na Emei Maldonado tem muita diversão e organização!  

Em 2020, a Emei Maldonado, como todos nós, foi surpreendida pela situação do país, mas reagiu rapidamente, com a realização de atividades remotas e uma comunicação próxima com a comunidade. Com a utilização do Instagram e do Facebook, enviaram comunicados e mensagens de apoio e, pelo Whatsapp, comunicavam-se  diretamente com as famílias, indicando atividades e esclarecendo dúvidas. No Google Meet, se encontravam uma vez por semana para uma interação entre professores(as) e alunos(as).

Para a volta às aulas presenciais, a Emei Maldonado recebeu uma visita da vigilância sanitária, após isso, reformas foram realizadas na estrutura física, com sinalizações e uma revitalização das pinturas, também colocaram enfeites e decorações para receber as crianças. Em relação à higiene, a Emei disponibilizou uniformes e máscaras para todos(as) professores(as) e alunos(as). A instituição também está recebendo visitas de pais, mães e responsáveis, com horários agendados e respeitando os procedimentos de segurança contra a covid-19. A diretora Alessandra Cardoso afirma que “O que se vê hoje é o resultado de uma equipe inteira, que não mediu esforços para acolher os pais e as crianças”
Siga o Instagram oficial da Emei Maldonado e acompanhe as novidades:
https://www.instagram.com/emeimaldonado
 

volta as aulas ememi maldonado
Retorno presencial na EMEI Maldonado

A pandemia não impediu as atividades e celebrações da E.M. Antônio Salles Barbosa

No início da pandemia, a equipe pedagógica da E.M. Antônio Salles Barbosa começou a se reunir virtualmente para discutir o planejamento e refletir sobre o papel da educação na sociedade. Com o tempo, os encontros semanais fixos foram implementados na plataforma ZOOM, depois, no Meet. A equipe também passou a se programar para acompanhar as formações oferecidas pela PBH e pelo Cape. Dando sequência ao trabalho, o ensino remoto ganhou novos reforços a cada desafio encontrado, com a criação do Instagram e do Facebook da escola, bem como de grupos de Whatsapp com estudantes. Por fim, com os eixos de trabalho bem programados,  o Google Forms e o Google Sala de aula passaram a ser utilizados, num processo que mostra a capacidade de resiliência da escola e um forte desejo de manter-se conectada com a comunidade escolar e favorecer a aprendizagem dos(as) estudantes.

Conhecida por suas comemorações, a escola conseguiu manter essa tradição mesmo a distância. Para reavivar o sentimento de pertencimento, foi realizado o Arraiá Virtual, pois a festa junina é uma marca registrada da instituição. O evento foi um sucesso, com danças, apresentações culturais e o sorteio de uma cesta junina. Por meio das mídias digitais, a escola já realizou a corrida rústica e a caminhada mirim, assim como atividades relacionadas a datas importantes, como o Dia do Professor, o Dia da Consciência Negra e até mesmo o Natal e o Ano Novo.
Promovendo o engajamento dos(as) estudantes, a escola também realiza o sorteio on-line relacionado aos temas das atividades, para incentivar a participação. Vale destacar que a E.M. Antônio Salles Barbosa também realizou um trabalho especial com os(as) estudantes(as) com deficiência, por meio de planejamentos específicos e atividades adaptadas. Giovana Lima, diretora da instituição de ensino, afirma que “Está sendo um momento desafiador, mas o trabalho em equipe tem feito a diferença para alcançar os objetivos da escola”.
Para conhecer as ações implementadas e ficar por dentro das novidades, siga o instagram oficial da E. M. Antônio Salles Barbosa: https://www.instagram.com/emasboficial/ 
 

Boas pratica Barreiro4
Corrida rústica e caminhada mirim 2021
CENTRO-SUL

Água: conscientizando as escolas sobre sua importância

A Secretaria Municipal de Educação (Smed) articulou para que a companhia de Circo Teatro Sem Lona, da cidade de Maringá, no Paraná, realizasse a apresentação da peça de teatro do projeto “Água”. A peça fala sobre a importância da água e do saneamento básico em nossas vidas, e a apresentação abordou também temas como sustentabilidade, responsabilidade ecológica e social. 
O evento contou com a participação de quatro escolas convidadas: EM Santo Antônio, EM Paulo Mendes Campos, EM Presidente João Pessoa, Emei Vila Estrada e a Emei Timbiras, que estão localizadas no entorno da Secretaria Municipal  de Educação, local onde aconteceu o espetáculo. 
 
As crianças apreciaram muito a apresentação e interagiram com a trupe, cantando as músicas e respondendo às perguntas realizadas ao longo do espetáculo. A maneira lúdica como os atores contaram a história e passaram a mensagem da importância da água para a sobrevivência humana e o papel do ser humano para a preservação do planeta Terra foi um sucesso. Assim, o espetáculo alcançou seu objetivo na conscientização das crianças. Para a estudante Ana Carolina, 12, anos, a peça foi muito interessante e é importante a preservação do planeta.
“A água é importante para tomar banho, tomar remédio, fazer comida”, disse Luiza Medina, 5 anos, estudante da Emei Vila Estrela. Já para Manuela, 5 anos, “a água tem que ser usada com cuidado, porque se ela acabar não temos onde morar e nem como fazer suco”. 
 
A coordenadora da Vila Estrela, Alessandra Viana, acredita que o teatro é um excelente recurso didático, pois as crianças desenvolvem a criatividade, a capacidade de foco e concentração. Além de ajudar na construção e na formação humana. 

Centro Sul

Fotografia com vários(as) estudantes que acompanharam a apresentação do Teatro Circo Sem Lona,

juntamente com os atores e atrizes. 


EM Mestre Paranhos retoma projeto de incentivo à leitura


A Escola Municipal Mestre Paranhos promove a semana literária. O trabalho de leitura realizado na escola alinha-se ao projeto Leituras em Conexão, da Secretaria Municipal de Educação. As ações envolvem todos os(as) professores(as) dos três turnos da escola e a comunidade escolar. Segundo Áurea Maria, articuladora de leitura da escola, “esse ano estamos muito voltados para as ações de leitura desenvolvidas dentro dos vários espaços da escola, principalmente o espaço da biblioteca”.


A escola preparou várias atividades de leitura, como a contação de histórias e a realização de um quiz sobre a importância da leitura e da biblioteca. Como articuladora consciente da importância de fazer os livros chegarem até os(as) alunos(as), Áurea desenvolveu o trabalho da biblioteca itinerante. O projeto foi realizado na busca por apresentar um espaço alternativo à biblioteca, assim, ela levava os livros para dentro das salas de aula. “As crianças  gostaram de participar intensamente”, conta Áurea. 


Para Áurea, “temos um longo trabalho para ajudar os(as) estudantes a trilharem o caminho da leitura, da alfabetização e do letramento. Trata-se de um grande desafio, mas possível. Os(As) estudantes  estão ávidos por conhecimento e cultura”.


Descrição de agem: fotografia mostra uma mulher em pé segurando um livro, em uma sala de aula, com outras três crianças, uniformizadas, uma sentada e outras duas em pé. Ao fundo um varal com textos pendurados em papel colorido.
#paratodosverem. Descrição de agem: fotografia mostra uma mulher em pé segurando um livro, em uma sala de aula, com outras três crianças, uniformizadas, uma sentada e outras duas em pé. Ao fundo um varal com textos pendurados em papel colorido. 


O sucesso do Kit Pedagógico da Emei Timbiras

Com o cenário da pandemia, as Emeis precisaram se adaptar para garantir que todas as crianças tivessem um aprendizado de qualidade, apesar do distanciamento social. A Emei Timbiras encontrou uma forma de levar esse aprendizado para as crianças, por meio de Kits Pedagógicos que são distribuídos todas as semanas pela escola para as famílias.
De acordo com a Diretora, Beatriz Vilaça, esses kits são elaborados pela coordenação, junto com os professores e a coordenadora pedagógica. Eles são entregues para as crianças semanalmente e cada kit é composto por 2 a 3 atividades, de acordo com a faixa etária. O projeto vem dando tão certo que a Emei criou a “TV Timbiras” para dar o retorno do sucesso, com a organização de todo o conteúdo de fotos e vídeos recebidos pelos pais em vídeo compartilhado por meio das redes sociais, como o Instagram e o Youtube.
Outra estratégia pedagógica adotada foi a elaboração de vídeos com sugestões de atividades, experimentos e músicas para as crianças fazerem em casa. A coordenadora pedagógica, Gleicilene Nazaré Fialho, destaca que “os projetos visam a interação entre as crianças e a manutenção do vínculo da escola com os pais, nesse momento de isolamento”. Assim, a Emei continua caminhando lado a lado com sua comunidade, mesmo diante do desafio do distanciamento social.
 

kits pedagogicos
Kits Pedagógicos
kits pedagogicos
Kits Pedagógicos
LESTE

Semana Literária: cultura indígena em foco 

A Escola Municipal Padre Francisco Carvalho Moreira tem realizado rodas de contação de histórias com a mãe indígena Darupü’üna Tikuna. A iniciativa surgiu com Fábia Cristina Cordeiro Alves, responsável pela biblioteca. “Me impressionou a frequência com que ela pegava os livros, muito diferente dos outros alunos da escola. E comecei a conversar e a perguntar porque ela era tão interessada em leitura,” conta Fabia. A filha de Daru, Araci, que também é aluna da escola, contou a história à sua comunidade. Com isso, surgiu a ideia de chamar a mãe para que ela contasse, não apenas para as professoras, mas para todos(as) os alunos(as), um pouco de sua história e origem.

A ação faz parte da semana literária e foi desenvolvida com o intuito de promover uma rede de trocas e para que os(as) alunos(as) tenham contato com uma cultura diferente. Daru conta sua história, a de sua comunidade, sua origem, além de mostrar os  instrumentos musicais que utiliza e explicar o que significam para sua cultura e sua antiga tribo. O momento mais aguardado pelos(as) alunos(as) é a hora de fazer perguntas, e são levantadas questões como vestimenta, caça, quantas línguas indígenas existem, dentre outras.

Daru ressalta que, “apesar do que a maioria pensa, indigena não é tudo igual. Cada etnia tem seu modo de vida, tem a sua ancestralidade, tem a sua cultura, a sua tradição e a sua língua.” Esse reconhecimento da multiculturalidade da sociedade favorece reflexões sobre a diversidade de raízes culturais que fazem parte do cotidiano da escola e a necessidade de respeitar a diferença, promovendo muitas discussões em sala de aula!

 

Descrição de imagem: fotografia de uma mulher indigena mostrando um livro aberto para um estudante sentado no chão.
#paratodosverem. Descrição de imagem: fotografia de uma mulher indigena mostrando um livro aberto para um estudante sentado no chão. 


A Voz da EMIP continua ecoando em 2022

Imagem branca com borda em cima e nas laterais na cor verde, com os dizeres, no topo e pequeno, na cor preta, “BELO HORIZONTE - ANO 1 - 3ª EDIÇÃO - OUTUBRO 2021”. No meio, em destaque e na cor preta, a logo do jornal escrito “A voz da EMIP” e um círculo verde com representações em desenho de casas, prédios e comércios. Embaixo, na cor marrom, está escrito “O JORNAL ESTUDANTIL DA ESCOLA MUNICIPAL ISRAEL PINHEIRO”.

 

A Voz da EMIP é o jornal estudantil da Escola Municipal Israel Pinheiro, localizada na Regional Leste. O projeto é fruto de uma parceria entre a escola e o Programa Ações Educativas (PAEC), da UFMG, e tem a contribuição de dois bolsistas do programa: Danilo Augusto Teixeira de Paiva e Amanda Guerra Valadão; os professores Wanderson Santos (professor de língua portuguesa) e Moacir Fagundes (professor de história), ambos da EMIP e seis meninas estudantes da EMIP.

Nesse projeto, as estudantes têm a possibilidade de desenvolver habilidades de leitura e escrita e ainda conseguem entender o poder da voz dentro de uma comunidade, atuando diretamente como jornalistas que buscam e trabalham as pautas para o jornal. Vale ressaltar que o projeto já colhe frutos: no último ano, foi premiado na 22ª Feira da Educação Básica da UFMG Jovem, na categoria Ensino Fundamental, concorrendo com escolas públicas e privadas, além de instituições federais. 

O projeto não fica somente dentro da escola, mas é levado até a comunidade por meio da veiculação via aplicativos de mensagens, além da versão impressa, com cerca de 50 exemplares coloridos, entregue para a comunidade escolar.

Todas as pautas do jornal são debatidas abertamente entre os integrantes, não ficando restrito apenas ao que os professores ou estagiários pensam, mas valorizando o que os(as) estudantes também levam como sugestões. 

Segundo Amanda (PAEC), estudante de geografia (UFMG), o projeto tem caminhado para que as(os) estudantes participantes tenham ainda mais autonomia no processo de criação e produção. “A gente vem caminhando para que as meninas criem essa maturidade de construir o jornal e se apropriem cada vez mais dele”, disse Amanda. Já Danilo (PAEC), estudante de história da (UFMG), comenta que o jornal traz um ganho para a comunidade, pois retrata as questões sociais e locais. “Não é o primeiro projeto de jornal da EMIP e nem será a última iniciativa de manter o diálogo com a comunidade, porém A Voz da EMIP demonstrou estar atento às mudanças da sociedade contemporânea e entendeu de que forma passar isso para os moradores do bairro”, afirma Danilo, que ainda completa “Sem a proatividade das meninas (estudantes e jornalistas), qualquer planejamento nosso é em vão. O jornal só existe a partir do momento em que elas se assumem jornalistas”.

Conheça um pouco mais sobre o jornal no vídeo enviado para participar da premiação:

Link: (https://www.youtube.com/watch?v=25eHxQLpLjg)


Escola Municipal de Educação Infantil Caetano Furquim segue conforme a música

Foto contendo várias fotos espalhadas ao redor de uma foto maior. As fotos mostram os profissionais da educação. Na foto principal, aparecem várias pessoas em arco, alguns abaixados, outros em pé, todos usando roupas pretas e apontando para cima, com copos cinza na mão, ao fundo, balões pratas escrito “15 anos.”

Em trabalho junto à comunidade, Emei Caetano Furquim cria projeto para valorização dos(as) profissionais que trabalham no dia a dia escolar. O projeto é inspirado na música "Maria, Maria", de Milton Nascimento, e tem como intuito mostrar a força que os(as) profissionais da educação têm na vida das crianças.

"Mas é preciso ter força, é preciso ter raça
É preciso ter gana sempre".

A ideia de se inspirar na música veio por acaso: uma mãe de estudante disse que o empenho da escola lembrava muito o "das muitas Marias", da música de Milton Nascimento.
Todos os meses, a escola ouve a comunidade escolar e,  junto com a equipe, faz  uma avaliação de como está indo o rumo do trabalho, de modo a identificar aquilo que está andando bem e poder valorizar, crescendo ainda mais como equipe.
A escola entendeu que funcionava como uma engrenagem, e que cada parte precisava estar em comunhão para que o todo funcionasse cada vez melhor, construindo uma Emei disposta a ouvir e a contar com a comunidade, permanecendo unida para melhorar as formas de ensinar. 
Seguindo conforme a música, a Emei  tem demonstrado garra e força, entendeu que seu  papel ultrapassa os muros da escola e se abriu para a comunidade.
 


Escola Municipal Israel Pinheiro recebe prêmio por jornal estudantil 

 Imagem branca com borda em cima e nas laterais na cor verde, com os dizeres, no topo e pequeno, na cor marrom, “BELO HORIZONTE - ANO 1 - 3ª EDIÇÃO - OUTUBRO 2021”. No meio, em destaque e na cor marrom, a logo do jornal escrito “A voz da EMIP” e um círculo verde com representações em desenho de casas, prédios e comércios. Embaixo, na cor marrom, está escrito “O JORNAL ESTUDANTIL DA ESCOLA MUNICIPAL ISRAEL PINHEIRO”.  
 

O jornal estudantil “A Voz da EMIP”, da EM Israel Pinheiro (Regional Leste), foi premiado na 22ª Feira da Educação Básica da UFMG Jovem, na categoria Ensino Fundamental. O projeto conta com a participação de 7 estudantes do ensino fundamental do 7º e do 8º ano.
“A Voz da EMIP” é um jornal produzido pela escola em parceria com o  Programa Ações Educativas Complementares (PAEC), da UFMG. Vale ressaltar que o projeto conta com a colaboração de dois bolsistas do PAEC que auxiliam na elaboração do jornal, além da participação dos professores Moacir Fagundes (professor de história) e Wanderson dos Santos (professor de língua portuguesa), da EMIP.
O jornal é veiculado para a comunidade escolar por meio de aplicativos de mensagens, mas também existe a versão impressa colorida, com a distribuição de cerca de 50 exemplares para a comunidade e a escola.
As pautas do jornal são discutidas democraticamente, de modo que a voz de todos é ouvida. Como o próprio nome sugere, o jornal é a voz dos(as) estudantes e representa um espaço em que eles podem se sentir seguros para expressar sua opinião, aprender que devem ser ouvidos e também ouvir opiniões diferentes. Assim, trata-se de uma forma de ensinar diversas lições e valores, enquanto o(a) aluno(a) se desenvolve como cidadão.

Conheça um pouco mais sobre o jornal no vídeo enviado para participar da premiação clicando aqui:
Link: https://www.youtube.com/watch?v=25eHxQLpLjg

 


Emei Caetano Furquim incentiva arte para aproximar  crianças e  famílias

A imagem apresenta um desenho de três meninas: uma de vestido roxo, uma de vestido vermelho e uma de vestido rosa. Ao lado das meninas, um animal pintado de cor preta, similar a um gato. Três corações vermelhos, um perto de cada menina. No alto, o céu azul com um sol amarelo. Abaixo, um chão com três flores roxas e os dizeres "Maria Júlia” em baixo. Num quadrinho, à esquerda, texto com as palavras "Pintura Livre: Desenho sobre tela" e o nome "Maria Júlia".
Arte realizada no projeto da Emei Caetano Furquim

Com o projeto “Sobre as telas, um olhar de amor”, a Escola Municipal de Educação Infantil Caetano Furquim ajuda a estreitar os laços entre estudantes e famílias, com a criação de pinturas em tela feitas pelas crianças.
O projeto teve início  devido à pandemia da covid-19, com o isolamento social e a necessidade de as crianças ficarem em casa com a família. Para aproximá-los da escola, mesmo a distância, foi desenvolvido o projeto que, além de ajudar no desenvolvimento da imaginação, da coordenação motora e da criatividade das crianças, contribui para a criação de laços entre os familiares, que se envolvem para ajudar a pintar as telas.
A avó de um estudante chegou a relatar a felicidade com o resultado final da tela feita pelo aluno com a sua ajuda, pois, para ela, foi uma boa experiência com a escola, já que não teve a oportunidade de estudar na infância.
Com o projeto, as crianças têm a oportunidade de ver seus sonhos pintados em uma tela e expostos pela escola, transformando a Emei em uma grande galeria de arte, onde os(as) principais protagonistas são os(as) estudantes e seus sonhos. No retorno presencial, a Emei continua promovendo arte e aproximando pessoas.


Semaninha de Cinema envolve as famílias da Emei Paraíso

A Emei Paraíso, na regional Leste, por meio de suas redes sociais, visa promover maior interação entre as famílias e os(as) alunos(as) durante o período da pandemia. Nesse sentido, a escola fez uma “Semaninha de Cinema”, onde indicou filmes para as famílias assistirem, além de levantar as temáticas provocadas pelas obras cinematográficas e promover um debate  após o grupo assistir ao filme indicado, estimulando a interpretação dos(as) alunos(as).  A proposta também contribui para fortalecer os vínculos familiares, já que um momento de lazer é um bom caminho para aproximar as pessoas. As discussões sugeridas deveriam ser realizadas em casa, pelos familiares, em diálogo com as crianças. 

Um dos filmes indicados foi  “Zootopia: Essa Cidade é o Bicho” (2016). Trata-se de um filme de animação, que mistura os gêneros aventura e comédia. A obra foi produzida pela Walt Disney Animation Studios e conta a história de Judy Hopps, uma coelha com o sonho de se tornar policial na cidade de Zootopia, e da raposa sagaz Nick Wilde, que ganha a vida na base da trapaça. Juntos, eles precisam superar suas diferenças para desvendar um caso de conspiração que envolverá toda a cidade. Zootopia permitiu que as famílias refletissem com as crianças sobre questões importantes, como preconceitos, respeito às diferenças e bullying, mostrando como a “Semaninha de Cinema” pode ser momento de diálogo, estreitamento de laços e aprendizagem. 

emei paraiso
 


Uso de libras nos vídeos da Escola Municipal Fernando Dias Costa

Com o avanço da pandemia e a necessidade de mantermos o isolamento social, as escolas da Rede Municipal de Belo Horizonte precisaram se reinventar, para manter os alunos em contato com a rotina escolar e o processo de alfabetização. O Facebook, por exemplo, foi uma das alternativas para que as escolas pudessem chegar aos alunos e encaminhar conteúdos, fotos, mensagens de apoio e vídeos.
A intérprete de LIBRAS, Neide Caldeira, e corpo escolar da instituição trabalharam no sentido de colocar em prática o que a autora Duanne Bonfim afirma: “A diversidade e a inclusão significam dividir, compartilhar e vivenciar o mundo ao lado de todos, sem diferenciar ou mesmo classificar como diferentes ou iguais.” 
Na tentativa de responder à seguinte questão: e os estudantes com deficiência auditiva, como eles poderiam acompanhar o conteúdo em vídeos?, a escola movimentou-se para que todos se sentissem incluídos.  Uma aluna da Escola Municipal Fernando Dias Costa é surda e a direção não queria deixá-la desamparada. Assim,  Neide Caldeira, a coordenação e a direção da escola se organizaram para disponibilizar vídeos nas mídias sociais com a tradução para LIBRAS. 
Neide ressaltou que utilizar a LIBRAS, como língua materna da pessoa com deficiência auditiva, nos vídeos da escola é fundamental: “A importância dessa prática é fazer com que a criança se sinta incluída como as demais.”
A prática, que começou no ano passado, permanece vigente na escola e nas suas redes sociais, como podemos ver no vídeo abaixo, sobre o Dia Internacional da Mulher. 

Para ver o vídeo acesse:
https://www.facebook.com/100049706342740/videos/296148925385317/
 

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Professora Neide Caldeira, intérprete de Libras, no vídeo do Dia da Mulher
NORDESTE

Ah, se o nosso muro falasse: especial dia das mães

A Escola Municipal de Educação Infantil Santa Cruz tem o hábito de colocar as atividades das crianças no muro, fazendo surgir o projeto Nosso muro carrega a nossa história. Em especial para o dia das mães, as crianças, professoras(es) e coordenadoras(es) fizeram uma atividade envolvendo a linguagem plástica visual com o tema: “Gratidão a você que cuida de mim”, com a intenção de homenagear todas as mães, ou quem cuida das crianças da Emei, mamães, papais, avós, madrinhas.

A diretora Walquiria fala sobre o projeto com entusiasmo: “compreendi o valor e a importância de todos para a escola”. Ela destaca que cada um tem um lugar especial em seu coração. Segundo a diretora, “a homenagem foi para quem esteve presente e viu de pertinho as mensagens no muro, mas também alcançou, através das mídias,  aqueles que estavam mais distantes”.

Para crianças e famílias, a atividade foi muito prazerosa porque a escola não focou apenas nas mães, mas enfatizou a necessidade de ser grato a todos que cuidam, que estão juntos em todos os momentos e, acima de tudo, dão amor, cada um à sua maneira. 
 

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Imagem de um muro metade vermelho e metade azul, com cartazes em formato de coração, com a pintura das mãos

das crianças, para celebrar o dia das mães.

 

 

Emei Ipiranga desenvolve Caderno de Grafismo e Artes Plásticas 


A Emei Ipiranga, localizada na Regional Nordeste, desenvolveu um projeto que busca o aprimoramento da escrita através do grafismo, que é uma forma de representar pensamentos usando a arte. O projeto Caderno de Grafismo e Artes Plásticas foi realizado ao longo de 2021, com crianças de 5 anos, e contemplava o desenho e a arte, potencializando o grafismo.

 

O Caderno de Grafismo e Artes Plásticas foi criado pela professora Hércula Eleuterio da Silva, que trabalhava com os(as) estudantes circuitos em que eles(as) precisam usar o corpo para realizar movimentos de zig-zag e de subir e descer. Além de exercitar a prática corporal, há o trabalho com pintura, usando papéis, esponjas e giz, utilizando a mesma técnica do grafismo. 


A ideia surgiu, segundo a professora Hércula Eleuterio, após identificar que alguns(algumas) estudantes estavam com dificuldades no processo de aprendizagem da escrita. “Percebi que, após quase 2 anos de pandemia do coronavírus, as crianças de 5 anos apresentavam dificuldades em relação à coordenação motora fina  e ampla. Não sabiam usar o lápis da forma adequada para iniciar a escrita”, disse Hércula.

 

É válido citar que, com o projeto, os(as) estudantes também aprenderam sobre valorizar o seu potencial e o do próximo. Inicialmente, o projeto era realizado com uma turma de 5 anos, mas, hoje em dia, está sendo aplicado também em turmas de 3, 4 e 5 anos, com mais crianças.

 Fotografia de crianças usando uniforme da Rede Municipal de Belo Horizonte e trabalhando o grafismo com papéis coloridos nas cores: rosa, azul, roxo, amarelo, verde laranja e vermelho.


 Fotografia de crianças usando uniforme da Rede Municipal de Belo Horizonte e trabalhando o

grafismo com papéis coloridos nas cores: rosa, azul, roxo, amarelo, verde laranja e vermelho.


 

A vida tem a cor que a gente pinta

 4 quadros retangulares interligados, com fundo na cor branca e detalhes em tons de rosa. Desenho de flores com cores diversas, algumas folhas de árvores nas cores verde e laranja. Pincel desenhado na cor laranja. Texto "A vida tem a cor que você pinta”, desenhado nas cores preta, azul, verde, laranja e vermelho.

A Escola Municipal de Educação Infantil Jardim Vitória desenvolve o projeto A vida tem a cor que a gente pinta, pensando na cor como tema para aprendizagem e refletindo sobre sua influência nas manifestações artísticas.

O projeto  tem como foco crianças entre 5 e 6 anos, e pretende contribuir para o desenvolvimento de  diversas habilidades, como a linguagem verbal,  a confiança, a criatividade e a imaginação.

A projeção é que tudo que for feito virará um livro-portfólio, cuja cópia será destinada a  cada aluno, com um exemplar para a biblioteca escolar. Nesse livro, a Emei contará um pouco sobre o desenvolvimento do projeto e das atividades, além de garantir  um espaço para a manifestação artística de cada aluno(a).

O projeto tem como objetivo realizar uma exposição de pinturas e poemas que vierem a ser produzidos, para que sejam apreciados pelos(as) alunos(as), funcionários(as) e famílias. A vida tem a cor que a gente pinta também trabalhará com músicas sobre o tema, pinturas com livres formas de expressão e promoverá a inclusão de outras atividades  relacionadas à temática.


Emei Santa Cruz integra tecnologia de um modo divertido

Crianças brincam de jogo da memória em QR Code
Crianças brincam de jogo da memória em QR Code

A Escola de Educação Infantil Santa Cruz desenvolveu uma forma criativa e tecnológica de ampliar as possibilidades educativas diante das telas dos celulares, fazendo uso  do Código de Resposta Rápida (QR CODE),  
Na semana da criança e do professor, a equipe distribuiu QR Codes pela instituição e colocou também nos muros da escola para que pais e alunos(as) apontassem a tela do celular e lessem uma mensagem de carinho. Os(as) professores(as) também receberam um envelope contendo um QR Code que deveria ser decodificado para permitir a leitura de uma mensagem especial.
Além disso, foi criado um jogo da memória em QR Code, com uma versão física e uma virtual, disponível em https://interacty.me/projects/dfb9e03195605d96. O jogo tem o objetivo de desenvolver diversas áreas do desenvolvimento infantil, como a habilidade de concentração e também a confiança, além de ajudar a apresentar, de forma lúdica, o mundo tecnológico.
Alguns não sabiam como usar a tecnologia, mas, com a proposta da atividade, puderam conhecer e trabalhar de uma forma divertida.

O projeto foi idealizado pela escola, em parceria com o Clic/Smed.


Revista Sobralina conecta escola e comunidade

revista sobralina

A Escola Municipal Sobral Pinto, da regional Nordeste, criou um modo dinâmico e especial de se comunicar com a comunidade escolar durante a pandemia. A escola publicou a Revista Sobralina, disponibilizada mensalmente para os(as) leitores(as).
A proposta foi inspirada na revista da EM Paulo Mendes Campos, que já desenvolvia uma ação nesse sentido. A primeira edição da Revista Sobralina foi disponibilizada em agosto de 2020, no contexto da pandemia e em decorrência  da necessidade de manter a comunicação entre a comunidade escolar e a escola. Pouco mais de 12 meses após sua primeira edição, a revista lançou, neste mês de setembro, a primeira edição do ano 2, setembro-2021, que aborda o Setembro Verde e nos convida a refletir sobre a inclusão da pessoa com deficiência, além de tratar de outros assuntos.
A Revista Sobralina tem um papel especial para a comunidade escolar, pois, além de comunicar o que ocorre na escola, ajuda na divulgação gratuita dos serviços de comerciantes locais, mostrando que a escola cumpre um amplo papel na vida das pessoas. 
Com a volta às aulas,  a revista continuará trazendo novidades e nos alegra por comemorar os valores escolares e demonstrar que os(as) estudantes podem se sentir parte da escola mesmo estando em suas casas. Assim, a EM Sobral Pinto cresce, trazendo cultura, educação e arte em forma de uma revista digital.

As edições da revista podem ser acessadas em: https://revistasobralina.wordpress.com
 


Emei Santa Cruz realiza semana da Infância 

semana da infancia


A Emei Santa Cruz, da Regional Nordeste, realiza a  Semana da Infância, destacando  os sonhos e valorizando a imaginação dos(as) estudantes na escola e em casa, com suas famílias.
O evento foi realizado seguindo os protocolos de saúde estabelecidos para o combate à pandemia de covid-19. Assim, as atividades foram realizadas em pequenos grupos e as crianças que não estavam presentes na escola  participaram de forma remota.
Cada dia da semana foi recheado com uma surpresa diferente. Na segunda-feira, foi realizado o dia do “cabelo maluco”; na terça-feira, “cineminha com pipoca”; quarta-feira foi dia de “dengos e cafunés” e, na sexta-feira, foi realizada uma roda de conversa on-line com as famílias, abordando o tema  “Pandemia, ansiedade, filhos e rotinas: onde fico nesta história toda?”. Para a roda de conversa, foi convidado o pedagogo e psicopedagogo Ivan Ferreira, que promoveu um bate-papo por meio do qual as famílias puderam debater a temática e tirar dúvidas.
Com a Semana da Infância, a escola promoveu a reflexão sobre a importância dessa fase da vida e  os(as) estudantes puderam experimentar novas formas de interação e de aprendizado. 
 


Escola Municipal Anísio Teixeira ensina a importância da sustentabilidade com projeto de horta escolar

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A EM Anísio Teixeira aproveitou o retorno dos(as) estudantes à instituição para retomar o Projeto Horta Escolar. O projeto existe desde 2018, sendo parte do Programa Escola Integrada e do Programa Eco-Escola, realizado junto à Secretaria Municipal de Educação.
O retorno às atividades presenciais tornou-se um momento ainda mais especial, pois os(as) estudantes do 1º ao 5º ano, por meio do Projeto Horta Escolar,  estão tendo a oportunidade de aprender um pouco mais sobre a importância de uma vida saudável, ecológica e sustentável. Os(as) estudantes começaram conhecendo um pouco sobre os tubérculos e, com isso, já estão com as batatas-doces começando a brotar. Atualmente, a horta também está cultivando couve, alface-crespa, cebolinha e almeirão.
Os(as) estudantes cuidaram das hortaliças desde o plantio das sementes, que, após virarem mudas, foram transferidas pelos(as) próprios(as) alunos(as) para os canteiros da horta. Apesar de, no momento, estarem utilizando apenas um canteiro, o processo de ensino-aprendizagem desenvolvido é grandioso,  pois o projeto representa a oportunidade de aprender sobre sustentabilidade, ecologia e importância do trabalho em sociedade.
Vale ressaltar que todas hortaliças produzidas na horta são servidas pela cantina da escola. Dessa forma, além do aprendizado, os(as) alunos sentem-se gratos por terem contribuído para a produção do próprio alimento, além de receberem uma refeição ainda mais saudável.
Para manter o distanciamento social, a escola foi criativa e usa bambolês para facilitar o cumprimento das normas de distanciamento. Cada estudante permanece dentro do círculo do seu bambolê e cada bambolê fica a uma distância considerável um do outro para aumentar ainda mais a segurança dos(as) estudantes.
 


Horta escolar ajuda no desenvolvimento dos(as) estudantes na Emei Santa Cruz
 

Horta escolar EMEI Santa Cruz
Horta escolar EMEI Santa Cruz


A Emei Santa Cruz, da regional Nordeste, por meio de seu projeto de horta escolar, ensina de forma ecológica, sustentável e divertida. Com a horta, as crianças aprendem novos valores e desenvolvem noções de sustentabilidade, respeito para com o próximo e com a natureza, além de aprenderem a trabalhar em conjunto em prol do desenvolvimento das hortaliças.
O projeto da horta da Emei Santa Cruz foi idealizado junto com a comunidade. Em 2020, a escola participou do projeto  “Sonhar, Planejar, Alcançar: fortalecimento financeiro para as famílias”, desenvolvido pela Smed, em parceria com a Vila Sésamo e a Fundação MetLife. Neste projeto, as crianças foram convidadas a criar  sua “Árvore dos Sonhos”, registrando, por meio de desenhos, o que desejavam, para elas ou para seus familiares, escola ou comunidade. Um desses sonhos se tornaria realidade, recebendo investimento da Vila Sésamo.
A escolha desse sonho coletivo foi realizada por meio de um processo democrático em que as famílias votaram e indicaram a criação do “Espaço Verde”. Neste local, as crianças se desenvolvem integralmente, fortalecendo suas habilidades sociais, emocionais e de interação, enquanto colocam a mão na terra e contribuem para o cuidado da horta. Além disso, o local é utilizado para contação de histórias e brincadeiras.
Além de poder se divertir, as crianças têm uma alimentação ainda mais saudável, pois os alimentos cultivados são servidos para estudantes, funcionários(as) e professores(as) da EmeiI Santa Cruz. Atualmente, o “Espaço Verde” cultiva hortaliças  como alface, couve, cebolinha, funcho, manjericão, hortelã e, além disso, as crianças estão aguardando o tomate crescer. Assim como o projeto, cada sementinha plantada representa um futuro mais saudável e cheio de sonhos para nossos(as) estudantes.
 


EMEI Ipiranga traz um mundo lúdico para o aprendizado dos(as) estudantes


A EMEI Ipiranga, localizada na região Nordeste de Belo Horizonte, promoveu algumas mudanças para oferecer às crianças um local acolhedor na volta às aulas.
As adaptações visam incentivar e promover o desejo pela leitura, o desenvolvimento do corpo e da mente e, por meio da acolhida em um  ambiente aconchegante, incentivar o aprendizado e a formação cidadã. A ideia de transformar a escola em um espaço colorido e cheio de animais feitos com pneus veio da direção da instituição, que queria levar um pouco do que os(as) alunos(as)  ouviam nas histórias para o ambiente escolar. Professores(as), funcionários(as), estudantes e comunidade também não sabiam e, com o retorno das atividades presenciais, ficaram surpresos com  a novidade.
A EMEI conta, agora, com cores espalhadas por todos lados, para mostrar aos(às) alunos(as) e à comunidade escolar que novos tempos estão vindo, após o longo período em que ficaram em casa em decorrência da pandemia da covid-19. Em vários cantos da escola, há trenzinhos com vagões numerais; alfabeto pelos corredores e muitos elementos que contribuem para ensinar de forma lúdica. Segundo a direção da escola, os alunos estão se divertindo. Quando passam e veem a inicial do seu nome, nos painéis da escola, param para brincar de achar a inicial do nome dos(as) colegas e professores(as).
As ações pretendem desenvolver nos(as) estudantes o sentimento de pertencimento à escola, de modo que percebam o local de aprendizado como um espaço mais alegre e colorido e possam estar de volta à escola,  aprendendo e se divertindo. Assim, a Emei Ipiranga segue promovendo o desenvolvimento mental e social das crianças, incentivando a leitura nos mais diversos espaços da escola.
 

Espaço Ludico na EMEI Ipiranga  
 


E.M. Professora Helena Abdalla mantém tradição da festa junina com um toque de segurança

Apesar de ainda estarmos lutando contra a pandemia do coronavírus, a equipe da EM Professora Helena Abdalla não deixou que as tradições das festas juninas passassem despercebidas. Seguindo todos os protocolos sanitários, a escola promoveu atividades com os(as)  alunos(as)  que aderiram ao regime presencial.

Durante as comemorações, foram realizadas brincadeiras, contação de histórias e até um “show” de músicas  infantis, tocadas no violino pelo pelo diretor da escola, Rodrigo Machado Alvarez. O objetivo da escola era de que, mesmo em um período como o que temos vivido, os(as) alunos(as) não perdessem as tradições das festividades juninas.
 

Festa junina EM Professora Hadbala
Festa junina na EM Professora Helena Hadballa
NOROESTE

Matemática e mídias: uso de tablets e prática de xadrez

Fotografia com três alunas sentadas diante de uma mesa circular, utilizando máscara e segurando um tablet. À esquerda, uma aluna usando camisa verde clara; a do centro, com camisa verde escuro; e da direita com blusa de frio lilás. Atrás, a professora, em pé, utilizando roupas pretas.

Fotografia com três alunas sentadas diante de uma mesa circular, utilizando máscara e segurando um tablet. À esquerda, uma aluna usando camisa verde clara; a do centro, com camisa verde escuro; e da direita com blusa de frio lilás. Atrás, a professora, em pé, utilizando roupas pretas. 

Os professores Cláudia Mara Cardoso e Alexandre Henrique de Medeiros, da Escola Municipal Prof. João Camilo de Oliveira Torres, desenvolveram o projeto Matemática e mídias, para os alunos do 3° ciclo. O projeto tem o objetivo de desenvolver o raciocínio lógico, com o ensino e a prática do xadrez em conjunto com as aulas de Educação Física.

A turma é dividida em grupos, enquanto uma parte desenvolve atividades em sala, com o uso do tablet, o outro grupo dedica-se à prática do xadrez. “No xadrez, tem que ter estratégia, ele estimula o raciocínio lógico e ajuda na assimilação de vários conteúdos, como probabilidade, progressões geométricas, geometria plana e outros”, explica Cláudia.

Os jogos utilizados nos tablets são totalmente voltados para a aprendizagem dos(as) alunos(as). A professora Cláudia seleciona as atividades em uma plataforma digital e elas são levadas para a sala de aula em formato de QR code. Isso permite que os (as) estudantes leiam o código e, com o uso dos tablets, iniciem os jogos. A professora conta sobre o aumento do interesse dos(as) alunos(as): “Eles se envolvem mais. Se empenham nas atividades, mesmo aqueles que têm mais dificuldade se interessam em resolver as questões dos jogos. E também tem a troca entre eles”.

Os(As) alunos(as) são unânimes em dizer que estão aproveitando muito mais as aulas e a interatividade tem incentivado aqueles que não têm facilidade com a matéria. A aluna Marcela, 14, pretende ser economista, e acredita que o projeto ajuda na compreensão do conteúdo, “É um incentivo a mais. Gosto da interatividade porque auxilia no aprendizado.” Já para o aluno Bernardo,  14, anos, o projeto pode ajudar na hora de conquistar uma vaga de emprego. “O uso do tablet é uma maneira de estar mais próximo das inovações tecnológicas e acho que vai me ajudar por uma melhor vaga no mercado de trabalho.”


Escola Municipal Dom Bosco é destaque na rede pública de ensino 

A EM Dom Bosco, Regional Noroeste, está entre as melhores escolas públicas de Belo Horizonte, com nota 6.0 no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) em 2019. O Ideb é um indicador que reúne dados do Censo Escolar e do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), com a finalidade de traçar metas de qualidade educacional, sendo um importante condutor de políticas públicas em prol da melhoria da qualidade da educação.

A diretora Mariluce Valadares, que está à frente da escola desde sua fundação, em 2007, relata que, no início, foi difícil o processo de construção pedagógica, de modo que hoje é gratificante ver os resultados positivos. “Somos medalhistas da Olimpíada Brasileira de Matemática, nossos alunos são aprovados no Cefet, Ismart, Coltec, dentre outros. Procuramos sempre inscrever nossa escola em projetos educacionais, pois acreditamos muito no potencial dos nossos estudantes e no trabalho desenvolvido na escola.", diz a diretora.

Atualmente a escola é composta por 926 alunos e mais de 50 profissionais no corpo docente e direção, com seis projetos pedagógicos em desenvolvimento, dentre outros que aguardam aprovação. Dentre os projetos realizados, convém ressaltar a preparação para concursos externos, que transformou a instituição em polo e referência da temática.

Além disso, a escola se preocupa e trabalha com o desenvolvimento emocional dos estudantes, por meio do projeto Justiça Restaurativa, que ganhou mais força em parceria com a Faculdade de Psicologia da PUC Minas. O projeto visa restabelecer relações e mediar conflitos internos disciplinares, como bullying, preconceito, constrangimento, ameaça etc. “Este projeto é excelente. Os estudantes aprendem a escutar e a reconhecer os erros. Na sala de aula, nós, professores, enxergamos o conflito, levamos para a coordenação e, assim, fazemos reuniões com os estudantes a fim de entender o problema e restaurar o equilíbrio no ambiente escolar", contam as professoras Anna Eliza Brolhiato, Margareth Rocha e Hélia França, que contribuem para o desenvolvimento da proposta.

A Smed parabeniza a escola, que tem se destacado pela gestão eficiente e pelo bom trabalho realizado em prol de uma educação cada vez melhor


Sementes para o Futuro” incentiva um olhar sensível para a natureza

Estudante ajudando a cuidar da horta escolar. Descrição da imagem: A imagem contém uma menina agachada. Ela tem cabelo liso e preto, usa um uniforme de blusa branca e calça azul e está ajudando a cuidar da horta na EM Maria de Rezende Costa.

Na Escola Municipal Maria de Rezende Costa, Regional Noroeste, a professora Paula Ramos iniciou, durante a pandemia, o projeto “Sementes para o Futuro”, que surgiu da necessidade de estimular os(as) estudantes a terem um contato próximo com a natureza , bem como levá-los a compreender a importância do cuidado com a terra, as plantas, os animais e todo o ecossistema, de modo que, no futuro, possamos ver um planeta em condições melhores. “Foi despertado nas crianças um olhar encantado pela natureza, usamos a simbologia da semente para mostrar para elas que tudo que plantamos e cuidamos dá bons frutos e todos são beneficiados”, conta a professora.

O projeto foi desenvolvido por meio de vídeoaulas que eram enviadas uma vez por semana, com atividades elaboradas e planejadas para serem feitas em casa. Os conteúdos dos vídeos trouxeram uma conversa sobre a importância do meio ambiente e de todos os seres vivos, além de um passo a passo para cultivo de uma horta orgânica suspensa utilizando materiais recicláveis como caixas de leite e garrafas pet. “Ensinamos a plantar tomate, cebolinha, margaridas e girassóis, como também a fazer a compostagem usando resíduos sólidos como restos de comida, cascas de ovos, frutas etc.”, explica Paula.

Além de instruir os(as) estudantes a colocarem a mão na massa e criarem suas próprias hortas, o projeto também ajudou a refletir sobre a importância da reciclagem e da separação correta do lixo, a função dos insetos e demais animais na fauna e na flora, o respeito aos animais de qualquer espécie, o não desperdício de água e energia, entre outros, despertando nos(as) estudantes uma consciência ambiental.
O projeto “Sementes para o Futuro” gerou tanto sucesso que foi indicado para várias premiações e tornou-se destaque nacional. Como uma proposta integradora, o “Sementes para o Futuro” contou com a ajuda de diversos professores(as) da escola, colegas de trabalho, famílias e estudantes, todos(as) abraçaram a causa e, assim, foi um sucesso!'', declara a professora.

Em 2022, Paula pretende dar continuidade à proposta do projeto, semeando a ideia para os(as) novos(as) estudantes na comunidade escolar.


Alunos da EM Dom Bosco conquistam bolsas de estudo no Pojeto ISMART

Desde de 2018, estudantes da Escola Municipal Dom Bosco, da Regional Noroeste, participam do processo de seleção para bolsas de estudo promovido pelo Instituto Social para Motivar, Apoiar e Reconhecer Talentos (Ismart), entidade que busca dar oportunidades para jovens de 12 a 15 anos, 7ª a 9ª ano do ensino fundamental, com bolsas de estudos em escolas particulares de excelência, além de acesso a programas de desenvolvimento e orientação profissional.
No início de cada ano letivo, o Ismart abre inscrições para o processo seletivo. A diretora da EM Dom Bosco, Mariluce Guimarães Valadares,  junto com a professora de matemática Hélia Mara França, responsável e embaixadora do projeto ISMART em Belo Horizonte, faz reuniões para explicar todo o processo para pais, mães, responsáveis e alunos.
Os(as) alunos(as) que embarcam na experiência para conseguir chegar até o final precisam passar por algumas etapas. A primeira e a segunda fase são provas que, normalmente, ocorrem, uma no formato presencial e a outra on-line. Em decorrência da pandemia, em 2020 e  2021, as duas fases foram feitas de forma on-line, por meio da plataforma Google meet, e os(as) estudantes realizaram as avaliações com câmeras e microfones ligados. As fases seguintes consistem em entrevistas com o(a) candidato(a), em família e individualmente; realização de dinâmicas em grupos e a gravação de um vídeo motivacional. Para os(as) alunos(as) avançarem em todas as etapas, a professora Hélia se dedica a acompanhá-los. Ela aplica provas e simula entrevistas para deixá-los(as) tranquilos(as) e fazer com que eles(as) se acostumem com todo o processo.
Neste ano, a escola teve 5 estudantes aprovados(as), 3 alunas no Bolsa Talento, destinado a estudantes do 9ª ano do ensino fundamental, que vão para o ensino médio, e 2 alunos(as) no projeto Alicerce, cujo público-alvo são estudantes do 7ª ano do ensino fundamental. No Alicerce, o(a) estudante fica meio período na escola Dom Bosco e o outro turno na escola parceira do projeto. A escola também teve 9 alunos(as) aprovados no Ismart Online, que dá acesso a uma plataforma de estudos que permite que os(as) estudantes desenvolvam trabalhos em grupos e participem de eventos formativos.
Além de todo o apoio que a escola Dom Bosco oferece para os(as) alunos(as), o instituto Ismart dá total assistência aos(às) estudantes aprovados(as), que recebem uniformes, material didático, apoio para transporte e acompanhamento psicológico para adaptação à nova rotina em duas escolas (para os(as) alunos(as) do projeto Alicerce) e para adaptação à nova realidade (para aqueles(as) que ingressarão no ensino médio em uma escola privada da capital mineira). De acordo com Hélia, "o projeto busca alunos(as) que querem voar alto, com sonhos grandes”.
O Ismart também atua nas cidades de São Paulo, Cotia, São José dos Campos, Sorocaba e Rio de Janeiro. Conheça o instituto: https://www.ismart.org.br/quem-somos/


Escola Municipal Arthur Guimarães comemora 50 anos

Foto da Foto da fachada da Escola Municipal Arthur Guimarães. A foto contém um muro branco com laranja e algumas pinturas, uma entrada para os(as) estudantes, um toldo em cima da entrada. Logo acima, árvores e, ao fundo, uma parte da escola.

A Escola Municipal Arthur Guimarães, da Regional Noroeste, realizou diversas atividades para a comemoração dos seus 50 anos. As festividades tiveram início no ano passado, quando a escola completou os 50 anos, e continuaram em 2021.
Quando as aulas estavam sendo ocorrendo remotamente, a escola realizou as comemorações postando vídeos nas redes sociais, com a participação de representantes de todos os segmentos da escola e da comunidade escolar em geral. A coordenadora do Programa Escola Integrada, Andrea Barbosa, trabalha há 18 anos na escola e frisa a importância do projeto para registrar a história da instituição. “Fizemos as adaptações para a comemoração no momento pandêmico, o dia foi muito emocionante, teve vídeos de ex-estudantes, ex-professores, os docentes e estudantes atuais, e até de pessoas famosas como o Rubinho do Vale”, conta Andrea.
Neste ano, houve a continuidade do projeto, por meio de publicações de vídeos semanais com a participação de pessoas que fizeram ou fazem parte da história da escola, sempre às segundas-feiras. Esse momento recebeu o nome de “Segunda de Ouro” e, na quinta, há a publicação de TBTs, com a postagem de fotos de momentos passados para relembrar a história da escola. As comemorações geraram interesse nos(as) estudantes, que ficaram curiosos por saber sobre a história da escola.
Além disso, Andrea relata que esse interesse deu fruto a um livro que contém registros da instituição desde sua inauguração. “Em 2005, fiz a proposta para a direção da escola de pesquisar e registrar a história da escola. A sugestão foi aceita e, com a ajuda de muitos, escrevi um livro contando a história até 2006”, relata Andrea. A escrita do livro contou com a parceria da auxiliar administrativa educacional, Karina Alves.
 


Escola Municipal Arthur Guimarães inaugura Espaço Baobá

Foto do Espaço Baobá da Escola Municipal Arthur Guimarães. A imagem contém instrumentos musicais da cultura africana, boneca Aláfia, uma árvore feita pelos(as) monitores, tocos de árvore para sentar.

A Escola Municipal Arthur Guimarães, da Regional Noroeste, inaugurou, em novembro, o Espaço Baobá, que consiste em um espaço físico para a promoção e exaltação das culturas afro-brasileiras e indígenas. A ideia do projeto surgiu da monitora Gabriela Reis, como resultado das vivências e trocas com educadores(as) do Núcleo de Relações Étinico-Raciais da Regional Noroeste. “ Eu vi que as trocas deveriam sair daquele espaço e ir para dentro da escola, para trabalhar o antirracismo dentro da escola”, conta Gabriela.
No espaço, os(as) estudantes aprendem sobre a temática por meio de textos, imagens, reportagens e objetos e toda a comunidade escolar pode passar pelo lugar e aprender sobre as matrizes africanas e indígenas. Além disso, o local se tornou um espaço de convivência, exposição e fomento da temática ético-racial e indígena de forma contínua e permanente na escola. 
A monitora conta que os(as) estudantes estão encantados, e as trocas têm sido muito ricas. “Dos pequeninos da educação infantil, até os grandes do quinto ano. Eles estão encantados, querem mostrar que aprenderam, compartilhar vivências particulares, trazer histórias pessoais, contar histórias de terceiros, esse retorno nos mostra que está dando resultado e a sementinha já foi plantada”, explica Gabriela.
A reinauguração foi um dia festivo na escola, em que os(as) estudantes puderam ver como ficou o Espaço Baobá, participar de contação de histórias, releituras, músicas, dentre outras atividades. “Houve uma votação de modelos do espaço e, no dia da reinauguração, eles puderam ver o modelo físico no qual haviam votado meses antes. Foi um dia festivo, plantamos muitas sementinhas, estamos indo no caminho certo para a educação antirracista”, diz a monitora.
Gabriela contou com a ajuda da auxiliar administrativa da biblioteca da escola, Karina Alves, para a realização desse projeto tão especial. Karina conta que a receptividade dos(as) estudantes foi ótima e houve muita empolgação e alegria. “Os estudantes gostaram sobretudo do momento da música. Eu estava presente na parte da manhã e vi empolgação deles com a apresentação do Mário Lúcio Lemos, que é músico, professor e construtor de instrumentos musicais”, relata Karina.
Durante a pandemia, a monitora Gabriela criou a personagem Aláfia, uma boneca que ajudou a levar a temática para os(as) estudantes de forma on-line, por meio de vídeos.
Confira as histórias de Aláfia: https://www.youtube.com/channel/UCwVZ856cELCPeQzrVDoOnXQ
 


Você sabe o que são atividades desplugadas?


As atividades desplugadas são aquelas que não utilizam equipamentos eletrônicos em sua realização, muito típicas na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Trata-se de toda atividade que se pode “fazer com as mãos”, abrangendo desde uma receita culinária a construções mais complexas, como jogos, autômatos, carrinhos com várias formas de propulsão, entre tantas outras possibilidades. 
O professor Alberto Cunha, atuante no Centro de Línguas, Linguagens, Inovação e Criatividade (Clic) da Secretaria Municipal de Educação, explica que essas atividades estão relacionadas ao desenvolvimento de habilidades e competências como: trabalho colaborativo, raciocínio lógico, habilidades manuais e coordenação motora, resolução de problemas, argumentação etc. “As Escolas Municipais de Educação Infantil trabalham muito com as atividades desplugadas. O Clic está apto a receber estudantes e educadores(as) para o desenvolvimento dessas atividades, já previstas anteriormente, mas interrompidas pela pandemia”, afirma.

Walquiria Almeida, diretora da Emei Santa Cruz, localizada na Regional Noroeste, relata que, em 2019, foi realizado um projeto de atividades desplugadas com  estudantes de quatro anos. Os(As) responsáveis recebiam, por celular, de acordo com o planejamento da escola, objetos digitais de aprendizagem, como recursos de histórias em quadrinhos, animações, vídeos, áudios, dentre outros objetos lúdicos e atraentes, disponibilizados em plataformas on-line. Quando os(as) estudantes chegavam na escola, compartilhavam com os(as) demais o aprendizado adquirido em casa.  “ As crianças construíram, em sala, objetos das histórias ou vídeos que foram enviados. Robôs foram criados, casinhas,  carrinhos, todos com material reutilizável, fizemos exposições, trabalhamos a oralidade e a escrita com essas criações. Realizamos um espaço maker com todos da Emei e foi muito gratificante”, conta a diretora.

Dentre os benefícios, destacam-se o desenvolvimento de concentração,  raciocínio lógico, criatividade, colaboração, resolução de problemas, habilidades manuais, coordenação motora e argumentação. 

Para conferir exemplos de atividades desplugadas para fazer em casa, acesse o canal Aprendiz 21: https://www.youtube.com/c/Aprendiz21/videos 


EM Dom Bosco desenvolve projeto “Maleta do Coração”

A EM Dom Bosco, desde 2019, participa do projeto “Justiça Restaurativa”, que consiste na busca da resolução dos conflitos escolares por meio da mediação. Soma-se a esse objetivo a tentativa de melhorar a convivência escolar, incentivando a escuta e o diálogo. A partir da necessidade de dialogar com a vida dos(as) alunos(as), criou-se o projeto “Maleta do Coração”. O objetivo da iniciativa é desenvolver práticas pedagógicas que permitam aos(às) alunos(as) transitarem pelos conteúdos escolares, reconhecendo como esses conteúdos curriculares podem se relacionar com suas próprias vidas. A proposta do projeto baseia-se na alegoria de uma mala de viagem na qual você coloca suas próprias experiências de vida (porque é pessoal). Assim, o projeto cultiva princípios elementares, com atitudes de respeito à bagagem pessoal de cada aluno(a) no contexto  escolar. “Maleta do Coração” tem gerado frutos, inclusive um livro intitulado “O menino e a maleta do coração”.  A obra apresenta a história de um menino muito tímido. Para vencer a barreira da timidez, o personagem descobre a maleta do coração e começa a se relacionar prazerosamente com as pessoas e com o mundo. O professor Leandro Augusto, idealizador do projeto e autor do livro, diz: “Todos nós temos a nossa maleta do coração. Essa maleta do coração é um lugar só nosso. Nela, carregamos a nossa bagagem existencial”. Assim, com um olhar sensível para a bagagem de cada estudante, a escola vem mostrando como os conteúdos curriculares podem ganhar relevância e a aprendizagem pode fazer sentido para crianças e jovens. Conheça a obra e encante-se por essa mensagem de acolhida e compreensão.
 


Escola Municipal Augusta Medeiros no programa “Leituras em Conexão”

Apesar dos desafios provocados pela pandemia, a escola EM Augusta Medeiros, sob a direção de Rosalina Kretli, agiu com maestria para dar continuidade ao  “Leituras em Conexão”. O programa da Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte, iniciado em 2017, foi criado com a finalidade de despertar nos(as) alunos(as) o gosto pela leitura, por meio das mais diversas ações, envolvendo toda a Rede Municipal de Educação e conectada a outras instituições de ensino e de promoção da cultura.

Com o auxílio das novas tecnologias, com novos planejamentos, os(as) professores(as) da EM Augusta de Medeiros reinventaram-se, para levar o melhor aos(às) alunos(as) e motivá-los(as) para a leitura e para a participação no projeto literário “Leituras em Conexão”. A escola criou sua rede social e organizou uma feira  literária, além de produzir lives e vídeos educacionais, como, por exemplo, vídeos com canções para crianças escolhidos pela professora Cristiane Soares.
 


Professores de diferentes disciplinas trabalham em conjunto em projetos da EM Dom Bosco

Os(as) professores(as) da Escola Municipal Dom Bosco desenvolvem diversas atividades remotas com os(as) estudantes, por meio de projetos interdisciplinares que fomentam a participação de toda a equipe. Ano passado, as iniciativas seguiram a temática sentimentos.

No segundo ciclo, os(as) estudantes tiveram encontros síncronos com os(as) educadores(as), em plataformas virtuais, uma vez por semana. As aulas visavam escutar as demandas dos(as) alunos(as) e, a partir disso, direcionar os projetos pedagógicos da escola. Além disso, outras aulas assíncronas também foram disponibilizadas.

Anna Eliza, professora e auxiliar da coordenação da escola, relata que a iniciativa mais ampla, desenvolvida em 2020, foi a Maleta do Coração. Ela surgiu a partir do trabalho do professor Leandro Augusto, que escreveu o livro autobiográfico “O Menino e a Maleta do Coração”. Na obra, Leandro conta a experiência vivida durante um processo de mediação de conflitos de estudantes na escola, parte do projeto Justiça Restaurativa.

A Maleta do Coração é desenvolvida com o terceiro ciclo, do turno da manhã. De acordo com Anna, esse projeto trabalha o protagonismo juvenil. “Ele é uma ramificação [do trabalho do professor Leandro], mas não está ali para mediar conflitos mais. Ele está ali diante da necessidade dos alunos de externalizar como eles veem a escola e as necessidades deles para viver no mundo atual”, explica. A professora ainda ressalta que todas as disciplinas estão envolvidas nessa iniciativa.

Outro projeto de destaque é o “Quem Conta um Conto Aumenta um Ponto”, que visa incentivar os(as) estudantes a escreverem relatos, a partir de seu próprio ponto de vista, sobre a pandemia. Existe também o “Quem Sou Eu”, projeto que trabalha a questão da identidade de alunos e alunas. Anna detalha: “As professoras de português abordaram a parte textual, do falar; as professoras de artes trabalharam o autorretrato; de geografia, a identificação com o mundo e de história os direitos humanos.”

Ainda de acordo com a professora Anna, a gestão da escola é a maior incentivadora desses projetos. “É importante a gente ter uma boa gestão, que dá espaço ao diálogo e consegue empoderar a escola”, opina ela.
 


A dedicação em tempos remotos

Com muita alegria, o professor Fábio Andrade Machado, da E.M. Professor Cláudio Brandão, compartilha o esforço dos(as) estudantes  que, mesmo em tempos de estudos a distância, se superam e conquistam grandes resultados. Desde 2014, a escola promove ações no sentido de motivar a participação nas diversas olimpíadas científicas, nacionais e internacionais. Na Gincamat, promovida pela Smed, a escola conquistou o primeiro lugar em 2016; o terceiro, em 2017 e o segundo, em 2019. Entusiasmados(as), os (as) estudantes não param de receber prêmios. Em 2019, conquistaram o troféu de Menção Honrosa na Febrat, organizada pelo CP\UFMG. No ano de 2020, muitas olimpíadas foram suspensas devido à pandemia, porém, no segundo semestre, muitas dessas ações passaram a acontecer virtualmente e vieram mais medalhas. A escola alcançou o 2º lugar nacional na  Olimpíada Internacional de Matemática e do Conhecimento (OIMC); medalha de ouro e bronze na Olimpíada Brasileira de Astrologia (OBA); e o troféu de 1º lugar nacional no Torneio Brasileiro de Sustentabilidade (TBS). Em 2021, já foram conquistadas as primeiras medalhas. A E.M Professor Cláudio Brandão  ocupou o 2º lugar Nacional na Matific, caracterizada como uma olimpíada de jogos on-line de Matemática, que conta com a participação de mais de um milhão e meio de estudantes de escolas públicas e privadas. Assim, a escola  deixa um bom exemplo de boas práticas, mostrando que, com dedicação e esforço, a educação pode ultrapassar muros.
 

NORTE

Emei Guarani desenvolve projeto Para Casa Digital
 

Fotografia do mapa do brasil desenhado na cor verde, com animais e árvores da fauna e flora brasileira. Ao redor, desenhos de pessoas e de animais da fauna brasileira.

Fotografia do mapa do brasil desenhado na cor verde, com animais e árvores da fauna e flora brasileira. Ao redor, desenhos de pessoas e de animais da fauna brasileira.

A Emei Guarani criou o projeto Para Casa Digital, com a temática “Meu Brasil Brasileiro”. O projeto está voltado para crianças de 4 anos de idade e foi pensado com o intuito de promover uma educação mais interativa, com a promoção de atividades diferenciadas, com jogos digitais, quebra-cabeças, brincadeiras etc.

No início, surgiu o desafio de adaptar o projeto para aquelas crianças e famílias que não podiam ou não conseguiam acessar as propostas de forma on-line, mas, no segundo semestre de 2021, uma das professoras participantes e idealizadoras do projeto, Elda Lopes, disponibilizou seu aparelho celular para que os alunos pudessem fazer as atividades digitais.

O projeto surgiu após reunião onde foram levantadas diversas ideias, surgindo a temática “Meu Brasil Brasileiro”. Para o desenvolvimento da proposta, foi sugerido que cada sala ficasse responsável por um estado brasileiro. Não era só o para casa digital que era trabalhado, foi feito um levantamento para ver se o projeto estava sendo acessível ou não, de modo que foi possível verificar que os resultados foram positivos.

Havia também a avaliação com os(as) estudantes, que podiam se manifestar, dizendo se o projeto estava agregando. Vale lembrar que o projeto desenvolve variados temas, inclusive os que são abordados em sala de aula.
 


Projeto de fotografia promove um olhar para o cotidiano

Na Escola Municipal Hélio Pellegrino, a professora Ana Lucia Montijo Machado realizou, no período de maio a agosto de 2020, com os(as) estudantes do sexto e  do sétimo ano, o projeto HP- Galeria Cultural Paisagem Urbana.

O trabalho consistiu na criação de uma galeria virtual que permitiu que as crianças pudessem expor as próprias fotografias, inspiradas em situações do cotidiano. Ou seja, a proposta é que elas poderiam fotografar tudo aquilo que se destacasse no seu dia a dia, representando as coisas que fazem parte de sua rotina. Pelo aplicativo de mensagem Whatsapp, os(as) estudantes receberam informações sobre como seria desenvolvido o trabalho e o app Padley foi utilizado para postagem das imagens.

Apesar dos desafios apresentados pela pandemia, tendo em vista que nem todos(as) os(as) estudantes possuíam os meios para realização das atividades, a professora teve o cuidado de integrá-los e promover uma atividade semelhante no período de retorno às aulas.

Além disso, o projeto favoreceu a interação entre os(as) alunos(as), que podiam curtir no app as produções de seus colegas. Cada estudante também era  responsável por escolher uma frase ou pequeno texto poético para acompanhar as imagens.

confira aqui o vídeo realizado pela professora Ana: https://youtu.be/1-EXMFZpUaA 


Escola Municipal Herbert José de Souza instala usina solar fotovoltaica

Referência em ações sustentáveis, a Escola Municipal Herbert José de Souza visa inserir medidas benéficas ao meio ambiente no cotidiano da comunidade. Com o objetivo de incentivar medidas sustentáveis, a escola finalizou, nesta quinta-feira (30), a instalação de uma usina fotovoltaica. A iniciativa reduz os custos mensais, diminui o uso de recursos naturais e mostra para os(as) estudantes, na prática, uma ação sustentável.

O sistema instalado capta, por meio dos painéis, a energia solar, convertendo-a em energia elétrica. Com o componente em funcionamento, a escola contribui com os objetivos de desenvolvimento sustentável da Organização das Nações Unidas. Além disso, os(as) docentes pretendem utilizar o recurso para amplificar os debates sobre sustentabilidade com os(as) alunos(as). 

O projeto é idealizado desde 2016 e a Consultoria Accenture, com financiamento do Banco Mundial, realizou um estudo de viabilidade técnica e econômica que constatou um grande potencial de economia de energia nas escolas municipais. Por conta do resultado positivo, foram elaboradas diversas pesquisas a fim de viabilizar a instalação de equipamentos nessas unidades. Em 2018, houve a criação do Projeto Escolas Solares, uma parceria entre a Prefeitura de Belo Horizonte e o Programa COMPASSO, da escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais. 

As entidades escolhidas para efetivar a ação foram avaliadas a partir de uma série de critérios. A EMHJS cumpria todas as exigências, sendo, até aquele momento, a maior escola municipal da Regional Norte. Situada às margens do Ribeirão do Onça, o maior poluidor do Rio das Velhas atualmente, a instituição busca conscientizar a população, que sofre constantemente com problemas provocados pela poluição.  Em 2015, adotaram o Projeto Ambiental da Bacia do Onça, motivando alunos(as) e professores(as) a participarem de projetos benéficos ao ecossistema. Ademais, o corpo docente sempre envolve a comunidade escolar e os(as) moradores(as) do bairro nas iniciativas.

De acordo com o coordenador da escola, Saint Clair Silva, “[...] a usina fotovoltaica contribuirá para um pensar global e um agir local. Foi uma conquista do projeto da escola, que é um projeto coletivo”.
 


Emei Zilah Spósito promove histórias contadas por “pequenos” jornalistas


A Emei Zilah Spósito criou um telejornal com o intuito de reaproximar os (as) alunos (as) e os familiares, abordando temas relacionados à comunidade. A iniciativa teve início durante a pandemia, buscando ultrapassar os muros da escola e alcançar o cotidiano dos(as) moradores(as). O programa é publicado a cada 15 dias no canal da escola no Youtube.
Para a dinâmica funcionar, é necessária a participação de estudantes, professores(as),  direção escolar e até líderes comunitários. No início do mês, o grupo se reúne para debater as pautas mais emergentes, como eventos escolares e informações de utilidade pública. Durante a reunião, todos têm o direito de participar e sugerir temas. Com os assuntos definidos, a escola grava as matérias, edita e publica. Normalmente, as crianças também contribuem com o envio de vídeos e fotos. Além disso, alguns conteúdos têm como objetivo reafirmar identidades, valorizar a cultura local e trabalhar a imagem do bairro e suas instituições perante o Estado.
Idealizado pela equipe gestora da escola, o programa tem a intenção de estimular a participação das famílias na vida escolar das crianças. Em decorrência do isolamento social, o corpo docente entende a necessidade de reforçar os vínculos entre estudantes e escola. De acordo com Juliana Oliveira, diretora da instituição, “As famílias se sentem representadas porque o programa mostra a realidade do cotidiano delas”.
Em 2020, quando foi fundado, o projeto buscava relatar os acontecimentos dentro da escola. No ano seguinte, a abordagem mudou, passando a considerar os pontos positivos da região, englobando o bairro Zilah Spósito e a Ocupação Izidora.
Segundo Juliana Oliveira, “apesar de não ter atingindo toda a comunidade, o jornal tem sido um instrumento importante de interação, fortalecendo o vínculo entre família e escola”. A ação se tornou matéria do programa “Rolê nas Gerais”, da Rede Globo.
Embora a iniciativa tenha surgido em resposta ao contexto da pandemia, os(as) idealizadores(as) pretendem dar continuidade ao telejornal. Além de ter sido um sucesso, o projeto tem contribuído significativamente para melhorar a imagem da região e desenvolver o sentimento de pertencimento dos(as) estudantes.

Link do canal: TELEJORNAL DA EMEI ZILAH
 


Estudantes replantam horta na Emei São Bernardo

Com a intenção de conscientizar as crianças sobre questões ecológicas, a Emei São Bernardo, em parceria com o Programa Ecoescola-BH, replantou a horta da instituição com a contribuição dos(as) alunos (as).
Em decorrência do isolamento social e da consequente necessidade de manter em casa as equipes de trabalho da escola, a horta, presente no local desde a fundação da Emei, não recebeu os devidos cuidados. Por conta disso, o corpo docente aproveitou o retorno gradual do regime presencial para envolver toda a comunidade escolar no replantio. Segundo Geisa Abreu, diretora da escola, “um dos objetivos do projeto é promover atitudes saudáveis”.
A dinâmica incluiu todas as turmas, com as crianças participando de todos os processos, desde o plantio até o regamento. Como brinde, cada estudante levou para casa uma muda de planta. Para intensificar o contato com as famílias, a escola encaminhou um vídeo mostrando a participação dos(as) estudantes nas atividades.
A horta da Emei já faz parte da vida dos(as) estudantes. Em ações passadas, já foram plantados pés de milho e de feijão, de modo que já foi possível, inclusive, desenvolver atividades a partir de histórias infantis como “João e o pé de feijão”.
Atualmente, são cultivadas hortaliças como couve, alface e cebolinha, além de um canteiro de plantas medicinais. Trabalhando os valores de sustentabilidade, as crianças contribuem com a manutenção das plantas, utilizando um regador reciclável feito com uma embalagem vazia de sabão líquido. Na época da colheita, os alimentos são aproveitados na alimentação escolar fornecida pela Emei, o que dá ainda mais sentido às experiências oportunizadas pelo projeto.
 


EM Professor Daniel Alvarenga promove “Jornalzinho” para manter contato com alunos(as)

Na ativa desde 2018, o “Projeto Valores”, promovido pela EM Professor Daniel Alvarenga, precisou se adaptar às circunstâncias geradas pela pandemia do coronavírus.  A iniciativa tem como foco trabalhar os valores humanos essenciais à formação do ser humano e importantes para o convívio social. Diante da impossibilidade de encontros presenciais, o corpo docente encontrou a oportunidade de continuar se comunicando e promovendo o aprendizado dos(as) estudantes. 
O Jornalzinho EMPDA, como é conhecido, foi uma alternativa encontrada pelos(as) professores(as) para manter o projeto em atividade durante o isolamento social. Ao longo de 2020, foram entregues, por meio das redes sociais (Whatsapp, Facebook, Instagram e Youtube), reproduções semanais do periódico. Em suas edições, o exemplar contemplava matérias e atividades pedagógicas das disciplinas convencionais, contendo também uma parte dedicada ao “Projeto Valores”.
Em 2021, após o governo liberar a distribuição de materiais impressos, a iniciativa passou a ser chamada de “Roteiros Pedagógicos”, que passaram a ser entregues aos(às) alunos(as) a cada quinze dias. Apesar de possuir mais páginas e ter um novo nome, a dinâmica dos “Roteiros Pedagógicos” é a mesma do Jornalzinho EMPDA.
De acordo com Raquel Martins, diretora da escola, “dar continuidade ao projeto é uma maneira de demonstrar a preocupação com os alunos e, ao mesmo tempo, tentar evitar parte dos danos causados por conta do regime remoto”.
Por integrar a disciplina Ética e Cidadania, o projeto é inserido na carga horária do(a) aluno(a), pois os(as) professores(as) elaboram provas e atividades avaliativas referentes ao assunto. Atualmente, após retorno das atividades presenciais de forma híbrida, a escola está organizada no sistema de rodízio, de modo que conta atividades virtuais e impressas e com aulas presenciais duas vezes por semana, respeitando todos os protocolos de segurança.
 


A LEITURA NÃO PARA NA ESCOLA MUNICIPAL MINERVINA AUGUSTA

A Escola Municipal Minervina Augusta tem se destacado no ensino remoto, utilizando a biblioteca online, disponibilizando livros de domínio público para várias faixas etárias e favorecendo que os(as) alunos(as) tenham livre acesso às obras. Portanto, mesmo durante a pandemia, o acesso à leitura não ficou prejudicado, dessa forma, os(as) alunos(as) foram incentivados a manter os hábitos de leitura.
Premiada, a escola já se destacava por sua organização e pelo incentivo à literatura, porém viu seus desafios aumentarem com o distanciamento decorrente da pandemia. O que parecia um grande problema transformou-se em uma oportunidade. Através da direção, a escola criou sua própria biblioteca no Google drive, acessível e organizada detalhadamente por gêneros e faixas etárias.
Luciana Mendonça*, diretora da escola, explicou que o projeto foi realizado através do Assistente Educacional Getúlio Costa*, na intenção de facilitar o acesso à leitura durante o isolamento social. A educadora também afirmou que o principal benefício é que, através da biblioteca, os(as) professores(as) podem realizar atividades e os(as) estudantes podem ler em qualquer lugar, por meio de aparelhos conectados à internet.

Norte 2

A TECNOLOGIA NA ESCOLA ACADÊMICO VIVALDI MOREIRA

A Escola Municipal Acadêmico Vivaldi Moreira, que fica no bairro Jaqueline, tem se destacado pela eficiência no ensino a distância durante a pandemia da covid-19. Sob a direção das professoras Ana Paula Ferreira e Adriana Lameirinhas e com o empenho de sua equipe pedagógica, a escola não demorou para reagir. Em abril de 2020, a equipe decidiu colocar atividades na plataforma Facebook e um perfil no Instagram foi criado, para orientar as famílias. Com o uso do “Google Sala de Aula”, do Meet e do Youtube, os(as) profissionais estão se esforçando, para que os(as) alunos(as) não fiquem prejudicados(as) nesse período tão desafiador para todos(as).
A escola também articulou uma busca ativa por alunos(as), utilizando o Google Forms e o contato telefônico com os familiares. Dando sequência ao trabalho iniciado no ano passado, a escola tem um plano de ensino inovador, em que os(as) professores(as) organizam formações com o uso das ferramentas digitais. Cada sala tem seu próprio canal de distribuição de vídeos no Youtube, adaptados para facilitar o entendimento dos(as) estudantes e de seus familiares. 
Outra ferramenta muito utilizada é o Whatsapp, para permitir que os(as) professores(as) tenham um contato mais direto com os(as) estudantes e para manter a  comunicação ativa com os responsáveis. Nos grupos criados, os(as) professores(as) orientam e conversam sobre atividades e trabalhos, tirando dúvidas e dando sequência aos conteúdos trabalhados.

A educação não pode parar

Mesmo com o sucesso de 2020, a equipe decidiu que poderia inovar ainda mais, de modo que, em 2021, foi criado o jornal virtual “Fala Vivaldi”, com periodicidade mensal, e a escola deu início à entrega de apostilas impressas para todos(as) os(as) alunos(as). A utilização do Google Meet também está mais ativa, facilitando a comunicação entre professores(as) e alunos(as).
A jornada ainda não acabou, a escola continua a busca ativa pelos (as) alunos(as) que ainda não fizeram contato com a direção. Em breve, um canal na plataforma Youtube será inaugurado, com lives para toda a comunidade escolar. Ana Paula e Adriana Lameirinhas agradecem a todos(as) os(as) profissionais da equipe da Escola Municipal Acadêmico Vivaldi Moreira e às famílias que apoiam os projetos.

 

capa do projeto da EM Vivaldi Moreira
Encontros formativos da EM Acadêmico Vivaldi Moreira.
OESTE

A Creche Sonho de Criança desenvolve projetos culturais e criativos 

Foto com onze crianças sentadas em círculo, todas usando máscaras e uniformizadas com camisa branca e short azul. A professora sentada mais à direita, entre as crianças, com uma caixa de som no chão, tocando o podcast.
Foto com onze crianças sentadas em círculo, todas usando máscaras e uniformizadas com camisa branca e short azul. A professora sentada mais à direita, entre as crianças, com uma caixa de som no chão, tocando o podcast.

A Creche Sonho de Criança desenvolveu o projeto Nas ondas do rádio, com a intenção de se aproximar dos pais, responsáveis e da comunidade. O projeto tem como objetivo  desenvolver o hábito da leitura e a oralidade, além fazer com que as crianças ouçam. O projeto proporciona a interação das crianças com seus pares e com outros adultos, pois tece uma colcha de retalhos das memórias de infância. Os trabalhos foram organizados para veiculação nas plataformas digitais, como whatsApp e youtube, para que todos os pais tenham acesso. 

O pontapé inicial foi a construção do “Diário de histórias coletivas", baseado na literatura, onde as crianças e os pais encenavam, registravam e enviavam  à creche suas produções para serem postadas no canal do youtube. “Com a questão da covid, começamos a utilizar mais a linguagem digital e notamos como foi importante. Percebemos que esse recurso foi bom para a instituição porque aumentou a interação com os pais”, disse a coordenadora Ana Karina. Ela ressalta que, dessa forma, os pais conseguem ver e acompanhar o que as crianças fazem durante a semana, já que eles ainda não podem entrar na creche.

E 2021, teve início o projeto Artistas todos os dias, que incentiva a apresentação de poesias, parlendas, músicas e adivinhas para turmas de outras salas. Segundo Ana Karina, elas se sentem artistas ao verem as professoras e se verem na TV.  "Nós reunimos as crianças e colocamos os vídeos na televisão para que eles possam assistir. Ficam nomeando os coleguinhas, as professoras e dando gargalhadas”, conta a coordenadora.

Esse foi o fio condutor para a criação do Histórias de família são assim” projeto criado a partir da festa da família. Habitualmente, essa festa acontece nos meses de junho e julho, mas, devido às restrições impostas pelo protocolo contra a disseminação do coronavírus, o evento será realizado de uma forma diferente. “A proposta é justamente trabalharmos a diversidade cultural familiar, a questão do respeito uns pelos outros. Então, convidamos as famílias a participar, mas de casa, trazendo uma proposta de áudio que narram acontecimentos, memórias", conta Ana Karina. 
A coordenadora acredita que essa é uma forma de conhecer um pouco sobre a história de cada criança e respeitar a herança cultural que as crianças trazem para a instituição. 


Escola Municipal Salgado Filho é sucesso na Olimpíada Nacional de Ciências (ONC)

olimpiada nacional de ciencias EM Salgado filho

A Escola Municipal Salgado Filho (EMSF) participa, pelo terceiro ano consecutivo, da Olimpíada Nacional de Ciências (ONC). Em 2019, a Coordenadora Pedagógica Geral Nídia Amaral Rodrigues Medrado despertou o interesse da escola para a competição, de modo que toda a equipe pedagógica e os(as) estudantes aceitaram o desafio.
No primeiro ano de participação, o trabalho desenvolvido  teve bons resultados. Em meio a estudantes de todo o Brasil, Paulo Cesar Máximo, do 9º ano, foi o único representante da rede pública de Belo Horizonte e conquistou a tão esperada medalha de ouro.
Em 2020, não foi diferente. Apesar de todas as dificuldades que a pandemia trouxe, com as aulas suspensas e sem previsão de retorno, o comprometimento e a motivação da equipe pedagógica e dos(as) estudantes não sofreram abalos e, em decorrência disso, a aluna Bruna de Pinho Ramo, 8º ano, conquistou a medalha de ouro, e as alunas Ana Paula Pereira Silva e Alexia Meireles Viana, 9º ano, foram contempladas com menções honrosas.
Na preparação para 2021, houve muito empenho e incentivo de todos. As provas da primeira fase ocorreram nos dias 05 e 06 de agosto, de forma on-line e supervisionada. A EMSF teve a alegria de ver que cinco alunos se classificaram para a segunda fase e, de acordo com a diretora Rogéria Cardoso Walter de Lina e com o vice-diretor Evandro Pinheiro, são motivos de orgulho para a escola toda.
Este ano, a ONC promoveu a participação de estudantes do 6º ao 9º ano e, com a novidade, a escola trabalhou para que todos tivessem o melhor aproveitamento possível. Os(As) estudantes que se classificaram passaram pela segunda fase no dia 03 de setembro e aguardam os resultados, que saem no final do mês (29/09).
Animada, Rogéria declara: “Que alegria, que orgulho desses estudantes que nos representam de forma tão brilhante! Temos estudantes que, pelo terceiro ano consecutivo, estão representando toda a escola e, além disso, motivam os colegas e destacam todo o trabalho, empenho e dedicação.” Os(as) estudantes classificados para 2ª etapa da ONC-2021 são: Alicia Eduarda Souza Costa, Gabrielly Cristine Rosa Pereira e Thainá Karoline Paula Santos (alunas do 6º ano), Márcio Gustavo de Oliveira Bento (7º ano) e Rafael André Pelage de Oliveira (8º ano). De acordo com o site da olimpíada, o resultado será divulgado no dia 29 de setembro. Parabéns aos(às) estudantes, à escola e às famílias!
 


Aluna da Escola Municipal Salgado Filho conquista medalha de ouro na Olimpíada Brasileira de Ciências

A aluna Bruna Ramos, estudante do 8ª ano da Escola Municipal Salgado Filho, conquistou a medalha de ouro da Olimpíada Brasileira de Ciências (OMC), realizada no final do ano passado. Além da medalha de ouro, a escola contou com a menção honrosa de duas alunas: Aléxia Viana e Ana Paula Silva, ambas do 9° ano.
A Olimpíada Nacional de Ciências (ONC) é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Comunicação (MCTI) e destina-se a estudantes matriculados no 8º ou 9º anos do Ensino Fundamental e para estudantes do 1º, 2º e 3º anos do Ensino Médio. As inscrições são gratuitas para os alunos e podem ser realizadas por qualquer estabelecimento escolar com pelo menos um representante credenciado. O credenciamento é feito por meio de um formulário, disponibilizado no site da organização, que deve ser preenchido por um professor ou representante da escola.
Rogéria de Lima, diretora da EM Salgado Filho, diz que o prêmio é um orgulho para toda a escola. Já é a segunda vez que um de seus alunos alcança a medalha de ouro na competição. Ela conta que, em um momento tão difícil como o que vivemos, uma pandemia mundial, essa vitória eleva a autoestima de toda a equipe da escola e, principalmente, dos alunos, que veem os colegas medalhistas como fonte de inspiração e como exemplo a ser seguido.
Os alunos são incentivados a participar da olimpíada, desde 2019, por toda a coordenação da escola, enquanto os professores utilizam grupos de estudos, para auxiliar na preparação dos alunos e motivá-los a estudar, mesmo a distância. Rogéria ainda ressalta que o incentivo e o apoio das famílias na preparação dos alunos, neste ano atípico, tiveram grande importância na vitória da escola nas olimpíadas de ciências do MCTI.
 

medalha de premiação da Olimpíadas de Ciências
Medalha de Ouro da Olimpíadas de Ciências

A Emei Santa Maria ganhou o prêmio “Educação Infantil: boas práticas de professores durante a pandemia”

A premiação, promovida pela Fundação Maria Cecilia Souto do Vidigal, com o apoio do Itaú Social e da União Nacional dos Dirigentes Estaduais de Educação (Undime), considerou requisitos como: relevância do tema, foco na criança, interação com as famílias, capacidade de adaptabilidade ao contexto, garantia dos direitos de aprendizagem da criança e aplicabilidade da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). O resultado foi divulgado no dia 31 de março de 2021, reconhecendo o projeto da Emei como uma das 100 melhores práticas educacionais desenvolvidas em 2020.
Tudo começou em 2017, com o projeto “Em cada jeito, em cada cor eu me reconheço nesse mundinho”, idealizado com o objetivo principal de fazer com que as crianças reconheçam e valorizem a diversidade étnica presente na escola e na comunidade. No ano seguinte, a escola desenvolveu o projeto “Espaço Griô”, com contação de histórias africanas, afro-brasileiras e indígenas. Em 2019, dando sequência ao projeto de contação de histórias, a escola destacou as contribuições da cultura africana para a formação da identidade cultural do povo brasileiro.
Em 2020, mesmo com os inúmeros desafios que a pandemia trouxe, o corpo docente decidiu prosseguir com o trabalho que já vinha sendo realizado. Assim, nasceu o projeto “Diversidade: Quem sou eu no mundo?”. Durante 12 semanas, os(as) alunos(as) receberam sugestões de vídeos, histórias, músicas e atividades interativas relacionadas à diversidade étnica, tudo isso via WhatsApp.
Rosane Moreira, diretora da escola, conta que receber o prêmio mostra que, apesar das dificuldades, a escola está no caminho correto e que vale a pena acreditar na educação: “Foi uma injeção de ânimo que chegou em um momento de tantas incertezas e contribuiu para melhoria da estima da equipe”.


Oeste 2
 


Livreto “Emoções” - professoras da EM Mestre Ataíde publicam depoimentos de estudantes

As irmãs Poliana Roberta e Tatiana Cristina, professoras da Escola Municipal Mestre Ataíde, organizaram o livreto “Emoções”, que apresenta depoimentos de estudantes dos sétimos anos sobre a pandemia. Ele foi produzido em dezembro do ano passado e reúne relatos de 12 alunos da escola, que descreveram as novas rotinas atípicas do período, bem como seus sentimentos. O diretor Dárley Antônio acompanhou o desenvolvimento do projeto e publicou o material em uma das redes sociais da escola.


Durante o recebimento dos textos, Poliana e Tatiana contam que ficaram satisfeitas com o diálogo estabelecido: “A leitura dos relatos pessoais nos aproximou novamente de nossos estudantes, e as duas professoras aqui, vibraram e se emocionaram”. Elas ainda complementam: “Carinho, respeito e alegria manifestaram-se durante as ligações telefônicas realizadas em prol da publicação do livreto Emoções”.


As professoras explicam que, com a pandemia, foram desafiadas a se reinventar, o que as levou a explorar diferentes recursos virtuais. Dessa forma, produziram um convite para os jovens e disponibilizaram um e-mail para o envio das atividades e de eventuais dúvidas.

Tatiana relata que a proposta do livreto visou dar espaço para os estudantes expressarem ideias, experiências e emoções. “Garantindo-lhes, em tempos da pandemia da Covid-19, inclusive, a preservação da saúde mental e autogestão, em face do distanciamento social”, concluiu. Já Poliana acredita que, para além de dar voz, a atividade possibilita que as competências socioemocionais, como a empatia e a iniciativa social, sejam mobilizadas.


leia o livreto “Emoções”
 

PAMPULHA

Rede Jovem Aurélio Pires promove discussões sobre direitos humanos

 

A Escola Municipal Aurélio Pires desenvolve a Rede Jovem Aurélio Pires, com alunos(as) do 8º e do 9ª ano.O projeto é promovido pelas educadoras Paula Elaine e Danielle Souza, com a coordenação de Guilherme Martins e Cynthia Martins, tem como objetivo promover  discussões sobre direitos humanos. 


Segundo a educadora Paula, “os alunos que já participaram atuam como multiplicadores, no sentido de auxiliar com a experiência. O ingresso na equipe é avaliado pela professora e pelos alunos participantes. Não é necessário ter domínio de recursos tecnológicos porque todo o trabalho é construído coletivamente”. 


Na  Rede Jovem, os(as) alunos(as) criam cartilhas sobre temas relevantes para a sociedade e debatem assuntos necessários, o que torna a Rede Jovem um espaço para trocar experiências e expressar sua  voz.


Você pode conhecer uma das cartilhas produzidas pelo projeto acessando o link: Rede Jovem Aurélio Pires.

 

  Rede Jovem Aurélio Pires

Foto contendo pequenas outras fotos dos(as) estudantes e coordenadores(as) do projeto Rede Jovem

Aurélio Pires.

 


 

Exposição e livro sobre Anne Frank promovem protagonismo estudantil

  • Anne Frank foi uma menina judia que, durante a Segunda Guerra Mundial, teve que se esconder, com sua família, para escapar da perseguição nazista. Durante a reclusão, Anne escreveu um diário que é o registro vivo dos acontecimentos da Guerra. A jovem morreu no campo de concentração de Bergen-Belsen, na Alemanha e, após sua morte, seu diário foi publicado por seu pai e traduzido para mais de 60 idiomas, sendo um dos livros mais lidos do mundo.   
Capa do livro Aprendendo com Anne Frank
Capa do livro Aprendendo com Anne Frank

O livro “ Aprendendo com Anne Frank - histórias que ensinam valores”, lançado em junho deste ano e organizado pelas professoras Amanda Tolomelli Brescia, Aline Choucair Vaz (ambas da Faculdade de Educação da Universidade do Estado de Minas Gerais - FaE/CBH/UEMG) e Sandra Mara de Oliveira Vicente (Núcleo Anne Frank Belo Horizonte/MG), é fruto do trabalho desenvolvido para a realização da exposição sobre Anne Frank  e seu famoso diário.

A ideia do livro surgiu do olhar poético de Amanda Tolomelli e de Aline Choucairdas, organizadoras do evento “Ciclo de atividades: História, Educação e Holocausto”, para a exposição Anne Frank. “Essas experiências não poderiam acabar ali, a exposição ensinou e motivou a falar sobre a intolerância em um momento tão crítico pelo qual passam o país e o mundo, com ataques à alteridade e aos Direitos Humanos. E foi assim que Amanda e Aline propuseram a escrita do livro”, relata Sandra Mara, uma das autoras.

Nas escolas, o evento trouxe a possibilidade de discutir sobre intolerância, desigualdade e direitos humanos, tomando como exemplo a vida da menina Anne Frank. A exposição é composta por três painéis que apresentam fatos importantes da vida de Anne, mostrando pessoas que a ajudaram, apresentando documentos históricos, bem como uma réplica do anexo secreto e do próprio diário de Anne Frank. Além de oferecer uma aula digital introdutória baseada na vida da jovem.
A professora Monique Torres, da Escola Municipal Professor Amílcar Martins, da Regional Pampulha, conta que o projeto aguçou a curiosidade dos(as) estudantes sobre a Segunda Guerra Mundial, os judeus e todo o universo que envolve a vida de Anne Frank. “Antes da exposição, a escola promoveu um projeto pedagógico interdisciplinar e institucional que teve início com a colocação de uma foto da Anne na biblioteca, junto com o seguinte questionamento: Quem é essa jovem? Quando a exposição chegou à escola, os estudantes assumiram o protagonismo e foram os mediadores da apresentação”.

Por meio do projeto e da exposição, os(as) estudantes se interessaram em participar da Rede Jovem Anne Frank, que trabalha temáticas relacionadas aos Direitos Humanos. A EM Professor Amílcar Martins conta com 10 a 15 estudantes participando da Rede. No ano passado, eles aprofundaram o tema “ Vidas Negras Importam” e, esse ano, estão estudando a temática “Direito das Mulheres”. “Já estamos vendo o reflexo do projeto na identidade dos estudantes, muitos dizem que querem ser professores ou advogados, outros conseguem enxergar os problemas sociais ao seu redor, combatendo o bullying e a violência, por exemplo. Eles estão assumindo o protagonismo juvenil na escola”, afirma Monique.
Na Escola Municipal Anne Frank, Regional Pampulha, os(as) professores(as) sempre se dedicaram à criação de um diálogo que permitisse uma ligação da  vida dos(as) estudantes com o contexto da vida de Anne Frank e seu diário. O ex- professor da escola, Paulo Ferreira, conta que, por meio da exposição, os(as) estudantes se identificaram com a pessoa que foi Anne Frank e perceberam que existe um pouco deles nela, e dela neles.  “Após os estudantes conhecerem melhor sobre Anne Frank em sala de aula, conseguimos firmar a relação deles com a jovem através da exposição, eles se interessaram muito e foi enriquecedor para o conhecimento e a identidade deles. Foi marcante para mim também enquanto docente”, explica o professor.

O livro foi publicado pela Editora Fi e pode ser baixado gratuitamente no link: https://www.editorafi.com/165annefrank


Recreio monitorado nas escolas da rede melhora ambiente de aprendizagem

Atividades na EM Tancredo Guimarães
Atividades na EM Tancredo Phideas Guimarães

A Prefeitura Municipal de Belo Horizonte implementou um plano emergencial de alfabetização para crianças do 1°, 2° e 3° ano do Ensino Fundamental. A proposta traz algumas possibilidades de organização de tempo e espaços na escola, sugerindo, dentre elas, o recreio monitorado, que visa promover a integração e a diversão das crianças obedecendo aos protocolos de prevenção da covid-19.
Na Escola Municipal Tancredo Phideas Guimarães, os(as) monitores(as) planejam o recreio pensando em atividades pedagógicas divertidas, de acordo com a faixa etária dos grupos de estudantes. Estão sendo realizadas  oficinas de pintura, dança, artesanato, tangram, cantinho de leitura na biblioteca, brincadeiras e ações inclusivas e de saúde (como a produção de vídeos para o Dia Nacional do Surdo e combate à dengue). Segundo o professor e coordenador do Programa Escola Integrada (PEI), Bruno Lage, os(as) estudantes estão adorando o recreio monitorado “chegam motivados para as atividades e sempre perguntam qual será a brincadeira do dia, a frequência melhorou e a participação nas atividades da escola aumentou”.
Outro exemplo de que as reestruturações propostas pelo plano podem apontar um caminho proveitoso é da Escola Municipal Professor Moacyr Andrade, Regional Venda Nova. A professora e coordenadora do PEI, Maria Moraes, relata que as atividades desenvolvidas no horário do recreio foram divididas por equipes e, a cada dia da semana, os(as) estudantes passam por uma atividade diferente. A escola tem oportunizado diversão e aprendizagem por meio de: zumba, contação de histórias, boliche, dama, pula corda, artesanato, dobraduras, brincadeiras africanas, movimentos com o corpo e debates com temas atuais. “O retorno foi muito positivo, os estudantes chegam em sala de aula empolgados e motivados para voltar à escola no dia seguinte, os pais ficaram muito satisfeitos também. A utilização de todos os espaços da escola, como teatro de arena, pergolado, quadras: coberta e descoberta, pátio e auditório, possibilitou que destinássemos os estudantes para ambientes diferentes e desenvolvêssemos esse trabalho”, conta a professora.


Revista da Emei Engenho Nogueira valoriza experiências infantis 

revista Engenhoka kids

O projeto “A casa como o espaço de investigação", idealizado pela professora Larissa Borges Rocha, da Emei Engenho Nogueira, tem como objetivo transformar as escutas das experiências infantis dos(as) estudantes da Emei em matérias de uma revista de investigação, que traz o cotidiano das crianças como conteúdo e coloca os(as) alunos(as) como protagonistas. 

A revista, que recebeu o nome de Engenhoca Kids, foi premiada no 2º lugar da 21ª UFMG Jovem – Tecnologia, Ciência e Criatividade de casa para o mundo, em 2020, e recebeu o Prêmio Educação Infantil: Boas Práticas de Professores Durante a Pandemia, promovido nacionalmente pela Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, com o apoio da UNDIME, Itaú Social, ponteAponte e Instituto Singularidades. A revista está na sua segunda edição e foi disponibilizada na versão impressa, o que enriqueceu o acervo da biblioteca infantil da Emei.

O projeto contribui para que as crianças possam construir uma memória coletiva, desenvolvendo integralmente a construção dos vínculos na primeira infância, bem como o sentimento de pertencimento à comunidade escolar. Além de promover a autonomia e a valorização, cada registro feito pelas crianças, ao ser acompanhado, mostrado e acessado por meio da revista,  dá visibilidade a vínculos afetivos por elas estabelecidos, suas falas, suas descobertas e aprendizados vividos na primeira infância.
 


Representantes da EM Maria de Magalhães Pinto avançam de fase na OMU, 37ª Olimpíada de Matemática da Unicamp


Representantes da EM Maria Magalhães pinto


Um grupo formado por três alunos(as) do 9º ano da EM Maria de Magalhães Pinto avançou para a 3ª fase da Olimpíada de Matemática promovida pelo Instituto de Matemática da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Contando com a presença e a mentoria de Liliane Rezende, professora de Matemática  da escola, os alunos Miguel Almeida De Oliveira, Vinicius Kendy Munhoz de Souza, Isadora Pierrecone Vaz foram os únicos três estudantes de uma escola da rede pública de Belo Horizonte a avançarem para a 3ª fase na categoria ALFA, que contempla estudantes do 8º e 9º ano do Ensino Fundamental na Olimpíada de Matemática.

O trabalho com os(as) alunos(as) começou em meados de março de 2021. Segundo a professora Liliane, ela procurou alunos (as) interessados (as) em participar da Olimpíada e, após a procura, seis alunos demonstraram interesse em participar. Com seis interessados, a professora formou dois trios, após formar os trios, ela organizou um grupo de estudos através das redes sociais. No grupo, os(as) alunos(as) e a professora discutiam dúvidas, estudavam e se preparavam para a prova. Da primeira para a segunda fase, um dos trios não conseguiu se classificar, sendo assim a professora decidiu intensificar os estudos com o grupo formado pela aluna Isadora e pelos alunos Vinícius e Miguel, na intenção de passar da 2ª para a 3ª fase, e o resultado chegou.

Nas Olimpíadas, os(as) alunos(as) fizeram uma prova com cinco questões abertas, que foi realizada com sucesso e permitiu que o grupo fosse o único pertencente a uma escola da Rede Pública Municipal de Belo Horizonte a ingressar na 3º fase, em uma listagem que conta com 16 escolas da cidade.

A 3ª fase da OMU irá ocorrer em agosto e a professora Liliane Rezende ressalta sua confiança na capacidade do  grupo  e acredita que eles irão avançar em mais uma fase.
 


Emei Sarandi cria projeto “Nhac! Comer porque gosto”

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A Emei Sarandi criou o projeto “Nhac! Comer porque gosto” para levar os alunos a refletirem sobre o consumo e sobre o desperdício de alimentos. Os encontros foram realizados de maneiras variadas, com alunos de 0 a 5 anos, em tempos e espaços diversificados, como a visita feita ao depósito e à cozinha da escola para mostrar a eles o armazenamento de alimentos e o preparo da comida pelas cozinheiras da Emei. A ação também incluiu a apresentação de vídeos e músicas sobre o tema, a separação de sementes frutíferas, o plantio de feijão e o acompanhamento de seu crescimento, além de contação de história (acompanhada de degustações de alimentos mostrados), e elaboração de cartazes e semáforos da alimentação. Outras atividades também foram desenvolvidas, como a apresentação de teatro de fantoches sobre os alimentos necessários ao desenvolvimento de cada parte do corpo, a elaboração de vasilhas medidoras de sobra, mostra de trabalhos produzidos pelas crianças, oficinas na horta, dentre outras.

Para acessar o documento completo clique aqui.

.  Os Nutriamigos - Parte 1 

. Nem tudo nasce da semente? 

. Tom: Missão Saúde Bucal 
 


Estudantes aprendem mandarim na EM Dom Orione
 

Aulas de mandarim na EM Dom Orione

A EM Dom Orione, por meio do “Programa Falando com o Mundo”, em parceria com o Instituto Confúcio, da UFMG, voltou a oferecer aulas de mandarim este ano. O projeto estava paralisado desde 2020, devido à pandemia do coronavírus, mas retornou no dia 16 de março, com atividades remotas.

Coordenadora da iniciativa na escola, a professora Luana Pinheiro acredita na importância do projeto: “Ele proporciona aos nossos alunos a fascinante experiência de aproximação, não só da língua, mas também da China como um todo.” Além disso, Luana conta que as atividades são dinâmicas e interativas. “Possibilitam sair do lugar comum e também encontrar novos caminhos profissionais”, explica ela.

Essa ação faz parte do “Programa Falando com o Mundo”, coordenado pela Diretoria de Relações Internacionais da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, em colaboração com a Smed, por meio do Núcleo de Línguas. O programa incentiva professores e estudantes da RME-BH a aprenderem um novo idioma, através dos eixos de sensibilização, capacitação e intercâmbio.

Em 2018, o Instituto Confúcio promoveu visitas das escolas municipais, recebendo os(as) estudantes para que pudessem conhecer a cultura chinesa. Surgiu, então, a proposta do Instituto para a oferta de aulas de mandarim dentro das escolas. A EM Dom Orione foi a escolhida, por oferecer estrutura para as aulas e pela proximidade geográfica com a instituição.

A expectativa do “Programa Falando com o Mundo” é oferecer cursos para a comunidade escolar em oito línguas (inglês, espanhol, francês, alemão, italiano, russo, mandarim e português para estrangeiros). De início, as atividades serão virtuais, para respeitar os protocolos estabelecidos  pela OMS e pela Secretaria Municipal de Saúde no combate ao coronavírus, mas, assim que possível, o projeto voltará a ser realizado presencialmente. 
 


Professora da EM Maria de Magalhães Pinto utiliza mapas mentais para facilitar a aprendizagem
 

Mapa Mental desenvolvido na EM Maria de Magalhães pinto


A professora e mestre em Matemática Liliane Rezende, das turmas de 9º ano da E.M. Maria de Magalhães Pinto, desenvolveu um projeto com seus(suas) alunos(as) visando a uma melhor experiência de aprendizado. Liliane estimulou que cada aluno criasse seu próprio mapa mental com os conteúdos da disciplina, para estimular que os conteúdos da área fossem absorvidos de maneira mais lúdica. A experiência foi tão exitosa que a proposta já foi veiculada pela Revista Ponte e pela Fundação VIVO. Conectada, Liliane também produz conteúdos em suas redes sociais. Para aqueles que gostaram da proposta e quiserem conhecer o trabalho de perto, basta acessar a rede social da Liliane e propor um bate papo: @lilianerez.
 


Professora Rô Carmo tem crônica selecionada para coletânea do Prêmio Off Flip 2021

O prêmio de literatura Off Flip, conhecido por destacar autores estreantes no mundo da literatura, já está na 16º edição. A premiação busca estimular a criação de textos portugueses e literários desde o ano de 2006; as categorias são os gêneros conto, crônica e poesia; as inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo o site da organização. 

Rosângela Carmo, professora da Rede Municipal de Ensino, da Escola Aurélio Pires, da regional Pampulha, se inscreveu na premiação na categoria crônica e foi selecionada para a coletânea de crônicas do Prêmio Off Flip 2021, cujo lançamento foi feito na feira literária de Paraty 2021. Rosângela conta como foi o processo e de onde veio a motivação para escrever durante a pandemia: "A necessidade de isolamento durante a pandemia fez com que eu pudesse resgatar atividades antes relegadas a segundo plano, como a escrita. Pude dedicar-me com afinco e com o tempo que esse ofício exige e, então os textos começaram a surgir.’’ A professora também ressalta a importância da escrita: “É muito gratificante quando se escreve e essa escrita ecoa em outros cenários.” É importante destacar que a literatura, quando é incentivada, desempenha um papel importante na comunidade escolar e na sociedade e Rosângela, que é professora há 26 anos, acredita na transformação por meio dessa arte: “Meu trabalho sempre foi pautado na crença de que a literatura é uma incrível ferramenta de conhecimento e libertação. Desenvolvi inúmeros projetos tendo como carro-chefe nosso denso universo literário.” 

A Smed parabeniza a professora Rosângela pelo trabalho e convida aos interessados para conhecerem a seleção de crônicas em língua portuguesa que a docente grava semanalmente. Para ouvir, basta acessar o link e aproveitar! 

https://acronicanossadecad.wixsite.com/rocarmocronicas
 


Aluna da E.M. Anne Frank é destaque em concurso de desenho promovido pelo
Núcleo Anne Frank em Belo Horizonte
 

desenho destaque no concurso da EM Anne Frank


A convite do Núcleo Anne Frank, em Belo Horizonte, a E.M. Ignácio de Andrade Melo, da regional Pampulha, participou do concurso de desenho internacional sobre Anne Frank. As professoras Marcela Caroline Albuquerque Horta e Cristina de Lima Cardoso foram as responsáveis por acompanhar o projeto junto aos(às) alunos(as) do 8º ano. Por meio de um grupo de whatsapp, os plantões de aulas voltadas para o concurso eram realizados durante a semana, no turno da manhã. Os(as) alunos(as) tiveram acesso a informações via vídeo, texto e áudio sobre a história de Anne Frank. Outra fonte de informações eram os(as) próprios(as) alunos(as), que haviam recebido a exposição de Anne Frank na escola e tinham domínio e propriedade para falar sobre o tema. No decorrer do trabalho, os(as) alunos(as) tiveram acesso a técnicas de colorido e foram inspirados(as) por artistas que representaram Anne Frank por pintura, desenho e grafite. A proposta final consistia em fazer um desenho que remetesse à história de Anne Frank e escrever uma frase sobre ela. Como resultado, a aluna Emanuelle França Pereira teve seu desenho escolhido e publicado no perfil do Instagram @annefrankyouthnetwork. 
 


Professora da E.M. Ignácio de Andrade Melo tem crônica publicada
em e-book gratuito
 

A professora de Linguagens da E.M. Ignácio de Andrade Melo, Marcela Caroline Albuquerque Horta, participou de um concurso promovido pela editora Bordô Grená, com a temática “Concurso cultural de crônicas da quarentena”. A obra da professora Marcela, que leva o nome de "O visitante indesejado", foi uma das crônicas escolhidas para ser publicada no e-book “Diário de uma quarentena”, que pode ser baixado gratuitamente. Clique aqui e conheça "O visitante indesejado", uma reflexão sobre o tempo e sobre as novas formas de percebê-lo e nos perceber como humanos frente às novas configurações impostas pelo coronavírus. Você também pode visitar o site da Editora para conhecer outras publicações.
 

VENDA NOVA

Apertem os cintos: decolando através da leitura


Visando desenvolver a prática da leitura entre estudantes, professores(as), funcionários(as) e toda a comunidade escolar, a Escola Municipal Antônia Ferreira, Regional Venda Nova, lançou o projeto Apertem os cintos: EMAF decolando através da leitura. A ideia geral é que, ao longo do ano, sejam realizadas diferentes atividades, tais como a Hora do conto e a Maleta de leitura.

A Hora do conto é parte integrante de um dos trabalhos desenvolvidos pela biblioteca. Esse momento acontece mensalmente, criando oportunidades de interação entre professores(as) e estudantes, mediatizados pela contação e pela leitura de histórias da literatura infantil.

A Maleta de leitura acontece toda segunda-feira, quando uma criança leva para casa a maleta com o livro de sua escolha. Posteriormente, ela fará um registro no caderno, relatando como foi o desenvolvimento da atividade, podendo anexar fotos ou desenhos. Na sexta-feira, o(a) estudante devolve a maleta e faz a leitura do dia para a turma, compartilhando sua experiência com a obra.

Além disso, ao final de cada trimestre letivo, serão premiados os(as) estudantes “destaque” na leitura e um membro de sua  família será convidado para participar do momento de contação de história. O familiar contará o relato de experiência de leitura em casa, proporcionando um momento de interação entre a escola e a família, bem como entre os sujeitos de diferentes faixas etárias.

A coordenadora da escola, Danielle da Cruz, acredita que, através da leitura, os(as) estudantes compreendem o mundo, ampliam o vocabulário, desenvolvem a escrita, a criatividade e a imaginação. “ Vamos colher bons frutos dessa iniciativa, ler é libertador.”, ressalta a coordenadora.


Rádio Escola ganha espaço na comunidade da EM Professora Ondina Nobre 

A Escola Municipal Professora Ondina Nobre, Regional Venda Nova, iniciou o projeto Rádio Escola EMPON, cujo intuito é manter a conexão da escola com a comunidade, uma vez que a comunidade escolar, em sua maioria, possui conexão limitada à internet, ou mesmo, nenhum acesso ao ambiente digital. 

A rádio escola chega semanalmente a quase mil alunos, a todo o corpo docente, aos demais funcionários da escola e também à comunidade circunvizinha, sendo exibida por meio de: alto-falantes em 6 pontos da região, na escola e na casa da professora Suzene Furtado; grupos de WhatsApp e publicação no YouTube.

A professora Suzene Furtado, uma das idealizadoras do projeto, conta que criar a rádio foi um desafio  e, no final, os resultados vieram. “Os estudantes, suas famílias e pessoas que ouviam a rádio nas ruas começaram a telefonar para a escola, falar nas reuniões, interagir nas redes sociais […].A rádio tirou minha filha da depressão. Voltei a estudar e, de graça, no curso que a rádio indicou. Meu filho é autista e ouve a rádio inteirinha cantando a música", conta a professora.
Além disso, os demais professores contaram que seus alunos haviam aprendido na Rádio Escola EMPON conteúdos que eles ainda começavam a abordar e apresentavam espírito reflexivo e crítico perante os assuntos.

Ayana Rocha, ex-estudante da escola e ajudante do jornal no ano passado, conta que a rádio ajudou no seu desempenho escolar, além de mostrar novas possibilidades e projetos existentes em Belo Horizonte. Aos que desejam entrar no projeto, a estudante deixa um recado: “Não fiquem com medo de participar desse projeto, porque ele é maravilhoso e não me arrependo em nada de ter participado. Você aprende muito com ele”.

Acesse o canal da escola no youtube e conheça a rádio: 
https://www.youtube.com/channel/UCJ9BNGi5G_xXvrSQ_kObOhQ

 


 

EM Gracy Vianna Lage passa por reforma e renova as energias

fotos da reforma da escola

A Escola Municipal Gracy Vianna Lage passou por uma grande reforma, que teve início em 2018,em cumprimento da meta estabelecida pela gestão de melhorar a estrutura física da escola, tornando o ambiente mais bonito, colorido e agradável. O processo começou pelos banheiros, em seguida, cantina, pátio, portas e janelas foram revitalizados. Durante a reforma, a direção buscou ouvir sugestões dos(as) estudantes e da equipe de professores(as) e funcionários(as), na tentativa de atender o que era desejado. A diretora Thaís Matos relata como o clima e o acolhimento na escola mudaram após a reforma: “Hoje percebemos como os estudantes se sentem orgulhosos do espaço em que estudam”, afirma. As quadras, a biblioteca e as salas de aula também foram reformuladas, com novas pinturas e ambientes mais confortáveis, o que melhorou a disposição dos(as) estudantes para aprender. 

No canal da EM Gracy Vianna Lage, na plataforma Youtube, temos o registro de todo o processo, com um vídeo mostrando como a escola estava antes da reforma e como está atualmente, além de um vídeo de comemoração dos 35 anos da instituição, completados no ano de 2021. O vídeo foi gravado por um drone, que conseguiu captar todos os ângulos da escola. “O nosso objetivo era mostrar para a nossa comunidade e para a cidade como a escola está linda e preparada para receber nossos alunos e alunas com qualidade, beleza e conforto”, explica Thaís. 

Para conferir o vídeo do antes e do depois da E.M Gracy, acesse: https://youtu.be/Bg2MVVzJKQg 

Para conferir o vídeo de comemoração aos 35 anos da E.M Gracy, acesse:  https://youtu.be/KdIDWq-MSNc 

 


Escola utiliza tablets em avaliações

 A foto mostra estudantes da EM Geraldo Teixeira da Costa utilizando os tablets em atividades escolares. Na imagem, há estudantes uniformizados, sentados nas cadeiras, com materiais escolares e o tablet. Ao fundo, o professor sentado, observando os estudantes fazerem as atividades. A sala de aula tem janelas, quadro, computador, mesas e cadeiras.

A Escola Municipal Geraldo Teixeira da Costa, da Regional Venda Nova, está utilizando os tablets que foram doados pela prefeitura nas atividades escolares. A ideia surgiu do coordenador pedagógico Ronei Soares, quando observou que o uso dos tablets impactaria, de forma positiva, as questões ecológicas, gerando uma economia de mais de 1.000 folhas de papel no período de recuperação. Além disso, o uso da tecnologia possibilitou que os resultados saíssem de maneira mais rápida.
No projeto piloto, a ideia foi usada para o período de recuperação na escola. Para isso, foram criados formulários na plataforma do Google Forms, assim como um blog para postagem dos links desses formulários. “Os estudantes faziam as atividades e, ao final, nós tivemos o resultado instantâneo do processo, foi muito interessante essa experiência”, relata o coordenador.
Ronei conta que os(as) professores(as) têm utilizado os tablets em outras atividades também, de modo que é possível inserir  mídias, como vídeos, áudios e atividades interativas, o que não seria possível na forma tradicional de aplicar atividades e avaliações. “Os estudantes amaram, pretendemos repetir o projeto nas avaliações regulares de 2022. Além de economizarmos papel, podemos ajudar na habilidade dos estudantes com as novas tecnologias”, diz Ronei.
A professora de matemática, Gislaine Diniz, conta que esse é um momento de novos saberes e adaptações. “O novo requer tentativas, aprendizados e, o melhor, a satisfação de acertar e estar engajado realmente no século atual”, diz a professora.
 


Mama África: a questão racial numa perspectiva multidisciplinar

Foto de uma parede decorada com fotos e uma frase escrita "posso ser prince? posso ser principe? sim, podemos"

A Escola Municipal Milton Campos, Regional Venda Nova, realiza o projeto Mama África desde 2014, com o objetivo de trabalhar a questão racial a partir de uma  perspectiva multidisciplinar e durante todo o ano letivo. A professora Kassiane Oliveira explica que a proposta aborda a consciência e a dignidade, enfatizando as contribuições sociais, econômicas e culturais do povo negro, seus pontos positivos e negativos, experiências, estratégias e valores. “O estudo da questão racial deve levar os(as) estudantes à reflexão e à crítica, desconstruindo estereótipos e preconceitos”, conta a professora.
O projeto favorece que os(as) estudantes relatem como se sentem e se já se sentiram alvo de preconceito, buscando valorizar o respeito às diferenças e trabalhar a autoestima, evidenciando a beleza das pessoas negras, dos cabelos (das meninas e meninos) etc. “ Não buscamos resultados imediatos, o resultado é construído de forma processual, mudando lentamente a forma de ver e agir dos estudantes e adultos envolvidos. As formações promovidas pela direção/coordenação da escola para os professores também é uma parte importante do projeto”, conta Kassiane.
Durante o trabalho remoto, o projeto foi realizado por meio da leitura de  livros de literatura  encaminhados para as crianças em formato de PDF, além de vídeos com histórias e pequenos filmes disponíveis na internet. A professora conta que os(as) estudantes são muito participativos e, no início do ano, já perguntam qual será a temática do projeto Mama África.

A expectativa para o próximo ano é a realização de uma grande festa, que é um momento formativo para toda a comunidade. “A apresentação dos trabalhos produzidos ao longo do ano é muito rica”, finaliza a professora.


Contando histórias, formando leitores

criança pintando mural em uma parede de azulejos azuis

Na Escola Municipal de Educação Infantil Mantiqueira, Regional Venda Nova,a cada ano, os(as) professores(as) elegem uma temática geral para desenvolvimento dos trabalhos. Este ano, o tema escolhido para o projeto institucional foi a contação de histórias, tendo em vista que a literatura tem grande importância no desenvolvimento das crianças de um a seis anos.

A temática apresenta uma ampla possibilidade de trabalho, como: histórias lidas, contadas, interpretadas através do teatro e da música etc. Além disso, há uma diversidade de temas que podem ser trabalhados, como: étnico (indígena e africanidade), pandemia, emoções, brincadeiras, famílias, alimentação etc. “Nosso objetivo foi levar a criança a apreciar as histórias e ampliar seu repertório cultural literário, desenvolvendo sensibilidade, criticidade, criatividade, gosto e prazer pela leitura. Para alcançar esses objetivos, é fundamental que as crianças vivenciem, em contextos reais, várias experiências significativas de fala, escuta e compreensão da linguagem oral.”, conta a Coordenadora Pedagógica Gilvânia Fernandes.
A coordenadora avalia que os(as) estudantes e a comunidade escolar aderiram muito bem ao projeto. De início, foram escolhidos os nomes das turmas, que homenageiam personagens de histórias infantis. Além disso, as famílias dão retorno das propostas ofertadas pelos(as) professores(as), afirmando que os(as) estudantes ficam encantados com os contos e soltam a imaginação. O projeto segue de forma remota e presencial, tendo como maior desafio levar uma proposta para que as crianças desejem participar e se sintam felizes. 

Outra experiência relevante para crianças e adultos da escola é a parceria com os contadores de história da Roda de Fuxico, por meio da parceria desenvolvida com a biblioteca do Centro Cultural Venda Nova. Esse trabalho conjunto surgiu ao longo da pandemia, a fim de levar diversas histórias para as crianças da escola de forma remota. “A emoção foi maior quando a contadora esteve presencialmente na escola em comemoração à Semana das Crianças. Uma alegria nesse momento de isolamento!”, relata a coordenadora.

Gilvânia conta que o tema democracia também está presente na escola, há uma parceria com a Escola de Belas Artes da UFMG, que resultou em um  projeto chamado “Sementes da Democracia”, uma proposta de sensibilização e discussão sobre o tema por meio da arte.


Recreio monitorado da EM Ignácio de Andrade Melo promove atividades físicas

Atividades na Escola Municipal Ignácio de Andrade Melo
Atividades na Escola Municipal Ignácio de Andrade Melo

Pensando em tornar os intervalos mais proveitosos, a Escola Municipal Ignácio de Andrade Melo inseriu uma série de atividades com as crianças durante os recreios do turno da tarde, respeitando todos os protocolos de segurança contra a covid-19. 

Nesses momentos, a equipe do Programa Escola Integrada (PEI), orienta os (as) alunos (as) em atividades físicas, com o intuito de trabalhar a concentração, a disciplina, a coordenação motora, além de valores como  honestidade, companheirismo, respeito e trabalho em conjunto. O projeto também conta com aulas de movimentos básicos de Taekwondo e iniciação à percussão. 

A ideia partiu de um dos monitores do PEI, Rummenig Barbosa, visando aproveitar os minutos livres para estimular as crianças. Animados com a proposta, os(as) demais monitores(as) realizaram atividades de acordo com suas áreas de formação. Essa foi uma das alternativas encontradas para favorecer a adaptação ao contexto de pandemia. 

Segundo Marcela Albuquerque, coordenadora do PEI, “os alunos têm demonstrado satisfação em participar das atividades, sentem-se acolhidos de alguma forma pela Escola Integrada”. Dessa maneira, ressalta-se a importância de incentivar os discentes a praticarem exercícios alternativos, como danças e artes marciais, capazes de desenvolver o corpo e a mente.


Escola Municipal de Educação Infantil Jardim dos Comerciários desenvolve projeto sobre o mundo animal

Venda Nova 10


A Emei Jardim dos Comerciários, Regional Venda Nova, desenvolveu um projeto com a temática “ Mundo animal: pesquisar e conhecer para preservar”, que visa levar até as crianças os conteúdos do mundo animal e sua relação com o meio ambiente. Tendo em vista que a maior parte do público infantil demonstra interesse significativo pelo mundo animal, a escola, por meio do projeto, teve como objetivos ampliar o conhecimento das crianças sobre o tema, construir relações afetivas pautadas em diálogo e regras de convívio social, experimentar as possibilidades corporais nas brincadeiras e interações em ambientes acolhedores e desafiadores, estabelecer relações com diversas formas de expressões artísticas, desenvolver sentimento de respeito e cuidado com os animais e contribuir para o desenvolvimento da linguagem oral e da memória, dentre outros.
Em obediência aos protocolos de segurança para o combate à covid-19, as turmas se subdividiram em pequenos agrupamentos, e cada agrupamento escolheu um animal para representá-lo, de modo que o(a) professor(a) desenvolveu o projeto com a turma de acordo com o animal escolhido. Para dar início aos trabalhos, todas as turmas receberam uma carta do “Noé” desafiando os estudantes a pesquisar, a partir do levantamento de perguntas sobre os animais, sobre os aspectos relativos a cada animal escolhido.
A professora Cirleida Aparecida relata que todos estão envolvidos na proposta. “Em alguns agrupamentos, crianças e professores estão cuidando de uma horta coletiva e, através dessas vivências, as crianças têm ampliado os conhecimentos sobre os animais que são encontrados na horta.”
 


Escola Municipal Geraldo Teixeira da Costa comemora um ano do Jornal do Geteco

Com o início da pandemia, a Escola Municipal  Geraldo Teixeira da Costa adaptou-se para manter a proximidade com a comunidade. Inicialmente, as interações estavam sendo realizadas através de redes sociais e telefonemas e, posteriormente, passaram a se estabelecer por meio dos aplicativos de mensagem. Em agosto de 2020, quando  a escola já atendia, de forma remota, todas as turmas, pensou-se em uma forma diferente de comunicação com as famílias: o jornal virtual.
A ideia foi idealizada pela professora Gabriella Martins e a primeira edição foi construída com o objetivo de esclarecer as dúvidas mais comuns dos estudantes, seus familiares e responsáveis, no formato FAQ (perguntas frequentes). A partir daí, os demais professores da escola aderiram ao projeto, trazendo ideias para a organização das futuras seções. Assim começou a construção do JORNAL DO GETECO.
No início, a organização do jornal ficou concentrada em uma equipe composta por professores e monitores do Programa Escola Integrada (PEI). Aos poucos,  estudantes e seus familiares começaram a colaborar nas edições. “Cabe ressaltar e valorizar o crescente envolvimento e compromisso dos professores e dos alunos, sobretudo da EJA, com a recorrente presença na elaboração de textos. Já tivemos, também, convidados de outras escolas, tanto da Rede Municipal, quanto de outras redes, participando ativamente em diversas seções.”, ressalta a professora Gabriella.
A princípio, o jornal, no formato  PDF, era encaminhado por meio das redes sociais da escola e dos grupos de aplicativos de mensagens formados por alunos(as) e professores(as). Posteriormente, foi criado um site para sua divulgação. Agora, a escola está se organizando para fazer a tiragem impressa das edições, uma maneira de aumentar a divulgação e o alcance para toda a comunidade escolar. As edições são mensais, sempre na última quarta-feira do mês. “Na edição deste mês, trazemos uma seção especial de comemoração de um ano deste trabalho que tem enriquecido as experiências de todos. Comecei com timidez e ver o quanto cresceu me deixa cada vez mais animada, o trabalho fica cada vez melhor devido ao compromisso de toda a equipe.”, afirma Gabriella.

Visite o site e saiba mais em: https://jornaldogetecobh.wixsite.com/my-site 
 


Emei Serra Verde promove formações e rodas de conversa

roda de conversa emei serra verde

A Emei Serra Verde realiza formações com foco nos(as) professores(as) e nos(as) estudantes, investindo em temas relacionados à inclusão. São promovidas rodas de conversa, reuniões, formações e seminários. Em 2021, a Emei está realizando formações com base nos Percursos Curriculares de Belo Horizonte e na Neurociência. A Coordenadora Geral Siomara Fonseca explica a escolha do tema “Entendemos que, aprendendo mais sobre os mecanismos de funcionamento do cérebro, podemos entender mais sobre as crianças”. A coordenação contratou Fernando Lauria, do Instituto Limbios, para conduzir as formações que, de acordo com Siomara, irão ajudar os(as) professores(as) a entenderem todo o processo de aprendizado e desenvolvimento das crianças, baseando-se no estudo das funções cerebrais.

A Emei também trabalha com grupos de estudo dos Percursos Curriculares e do livro Alfaletrar. A partir das rodas de estudo e conversa, os(as) professores(as) trocam experiências e dialogam, o que contribui para o aprendizado de todos(as). Siomara finaliza, dizendo que “A Emei Serra Verde tem compromisso enorme com a formação dos professores e com sua prática pedagógica. Entendemos que investir no conhecimento, no compartilhamento e na formação reflete nas práticas e, consequentemente, no desenvolvimento integral das crianças”. Para mais informações, siga a Emei Serra Verde https://www.instagram.com/emeisv/ 
 


EM Cora Coralina participa da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica

Estudantes do 1º ciclo da EM Cora Coralina, na regional Venda Nova, participaram da 24° edição da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), que foi realizada no mês de maio. Tendo em vista o atual cenário da pandemia, a prova, contendo dez questões sobre astronomia e astronáutica, foi executada de forma virtual. Os(as) estudantes fizeram a avaliação de casa, sob orientação do professor, utilizando o aplicativo da olimpíada. O professor Fábio Andrade foi quem preparou os(as) estudantes, durante os meses de abril e maio, para a realização da prova, propondo atividades em vídeos e arquivos em PDF, que foram distribuídas por meio de grupos de aplicativos de mensagem ou disponibilizadas pelos formulários do Google.

O estudante Rodrigo Alves, do 2° ano, garantiu medalha de ouro e o estudante Davi Miguel, do 1° ano, uma medalha de prata, ressaltando o resultado de todo esforço e dedicação do professor Fábio, num trabalho em conjunto com os pais e a escola. “Nós ficamos muito felizes e orgulhosos com o resultado, principalmente por todas as questões que envolvem as atividades remotas. As crianças e familiares também ficaram muito felizes.”, comenta o professor.

No final do ano, os estudantes irão receber medalha e certificado na escola e já estão participando de outra olimpíada. “Gosto muito de trabalhar com essas olimpíadas científicas, pois contribuem para a aprendizagem dos estudantes e são maneiras diferentes e prazerosas de abordar o conhecimento.”, ressalta Fábio.
 

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Professor Fábio, Davi Miguel e sua turma.

Getecultura Virtual 2020: Consciência negra

Em novembro de 2020, mais especificamente dos dias 16 a 20, a Escola Municipal Geraldo Teixeira da Costa realizou, de forma remota, a Getecultura Virtual, mostra cultural com a temática "Consciência Negra”. A mostra contou com oficinas e atividades culturais que aconteceram por meio das plataformas e redes sociais da escola e todo esse material produzido durante o ano letivo pode ser encontrado no blog que foi criado especialmente para o evento.
A partir da temática preestabelecida, a página principal do blog traz uma apresentação da Getecultura e uma série de atividades e conteúdos que abordam questões sobre ancestralidade negra, empoderamento e luta do povo preto. Lá é possível encontrar poemas, podcasts, atividades de produção de bonecas e instrumentos musicais e muitos outros trabalhos, todos contando com a participação dos(as) alunos(as) e da equipe de professores(as) e coordenadores(as) da escola.
Além disso, o blog conta também com outros projetos e atividades remotas que foram realizadas durante o ano e não necessariamente traziam o tema de "Consciência Negra” e as redes sociais da EMGTC.

Acesse aqui o Blog Getecultura 2020: https://mostragetecultura.blogspot.com/
 

atividade da mostra getecultura
Atividade sobre instrumentos musicais da Getecultura Virtual

Lives extraclasse na EM Gracy Vianna Lage

A escola Gracy Vianna Lage é um exemplo de como as redes sociais podem ser utilizadas para estreitar laços e promover uma educação de qualidade, em tempos tão difíceis. Percebendo um impasse da comunidade escolar com o acesso a alguns conteúdos, a plataforma YouTube foi o local ideal para desenvolver um projeto de lives.
Por meio de seu canal na rede social, que já conta com pouco mais de 500 inscritos e quase 700 participantes ao vivo, a escola tem levado aos  estudantes e familiares momentos de reflexão sobre assuntos importantes, atuais e enriquecedores para a formação de toda a comunidade escolar.
Alguns dos temas já debatidos incluem questões étnico-raciais na estrutura de nossa sociedade e prevenções para o período pandêmico. Mais recentemente, em homenagem ao dia internacional da mulher, uma série de lives acerca da valorização da mulher na sociedade em que vivemos recebeu destaque no mês de março.
Além disso, com a finalidade de sempre enriquecer os debates, a escola convida pessoas de fora da comunidade escolar para trazer novos pontos de vista e uma formação mais precisa. Juízes, médicos do posto de saúde do bairro, jovens engajados, professores e vereadores já marcaram presença nas lives.
Visitando o canal https://youtube.com/c/GracyViannaLage, você poderá encontrar as lives aqui citadas e muitos outros conteúdos, visando a  uma formação de qualidade. Os próximos encontros serão nos dias 25/03, com o tema Mulheres na Política, e 30/03, com o tema Saúde Mental da Mulher.
Visitando o canal, https://youtube.com/c/GracyViannaLage você poderá encontrar as lives aqui citadas e muitos outros conteúdos, visando uma formação de qualidade. Os próximos encontros serão nos dias 25/03, com o tema Mulheres na Política, e 30/03, com o tema Saúde Mental da Mulher.

capa de divulgação da live dia 25/03
Capa de divulgação da live do dia 25/03/2021

AFRICANIDADES


A Escola Municipal Jardim Leblon possui, em seu site institucional, um espaço inteiramente destinado à cultura africana e a sua ligação com as raízes de nosso país e povo. O ambiente foi pensado para dar continuidade ao trabalho que já era desenvolvido presencialmente pela equipe pedagógica da escola. A seção possui conteúdos variados, materiais informativos, dicas, links de sites e alguns textos e vídeos autorais das professoras da escola. Assim, a discussão da temática ocorre de forma ampla e didática, além de ser estimulada pelo Projeto África, desenvolvido pela professora Fabíola Cristina e que tem por objetivo apresentar o continente africano por meio de sua rica pluralidade histórica, geográfica e cultural. 
Em parceria com as famílias e a comunidade escolar, a EMJL  promove a interação entre os(as) alunos(as) e os conteúdos do espaço Africanidades. Postagens como "O Cabelo de Lelê" e "Chico Juba", realizadas pela  professora Valéria Moreira, são enriquecidas com desafios que são respondidos com fotos e vídeos enviados pelos(as) alunos(as).
Um ambiente como esse é extremamente enriquecedor para a formação escolar, mas vai muito além. É um ambiente que promove o entendimento de onde viemos e, por meio da valorização da pele e da cultura negra, reforça o empoderamento da pessoa negra, que pode, principalmente no período da infância, sentir-se inferiorizada, devido ao racismo estrutural tão presente em nossa sociedade. Como mencionado pela professora Luciana Figueiredo, em entrevista para a matéria, são assuntos que precisam ser abordados, para a promoção de uma formação antirracista, que respeita e valoriza a grande diversidade de identidades culturais do nosso país.
 

atividades do projeto africanidades
atividades do projeto africanidades

ATIVIDADES DE ACOLHIMENTO NA ESCOLA MUNICIPAL DOUTOR JOSÉ XAVIER NOGUEIRA

A Escola Municipal Doutor Xavier Nogueira, todo início de ano letivo, promove a integração dos novos alunos através de uma atividade conjunta na quadra da escola. Por meio de músicas, apresentações e uma conversa com os alunos, a escola acolhe a todos e transforma um ambiente que pode ser assustador no primeiro momento, principalmente para os pequenos do 1º ano, em um local convidativo e de aprendizagem. Com a pandemia, esse processo se tornou impossível de acontecer e a solução encontrada foram encontros virtuais que foram previamente marcados com as famílias e crianças em ambiente virtual.
A ideia surgiu de uma professora da escola e foi abraçada pela coordenação pedagógica e outros(as) professores(as). Por meio dessa ação, o acolhimento dos novos alunos no período pandêmico foi, mesmo que não completamente, amenizado. O projeto dá voz às crianças e as deixa mais confortáveis com esse início de vida escolar, além disso, também serviu como um meio de identificar defasagens e pontos fortes do aprendizado individual de cada aluno.
Essa abordagem se mostrou um verdadeiro sucesso, e segundo relatos da coordenadora da escola, Aline Rogéria, o ato de oportunizar a fala e troca de experiências dos alunos e das famílias com a escola é um meio de nos aproximar em tempos tão desesperadores. A ação  chamou a atenção da comunidade local que, com os retornos positivos sobre o modelo de acolhimento, lembram a comunidade escolar dos motivos que nos movem, a atenção e escuta para com as famílias que construímos uma relação.
 


Projeto Memórias do Bairro


A partir da matriz curricular de sexto e sétimo anos, as professoras de Língua Portuguesa, Françoise Cristina de Oliveira Andrade e Cláudia Regina Perdigão, e o professor de História, Roberto Fernandes da Silva, da E.M. Dora Tomich Laender, desenvolveram com suas turmas o projeto de recuperação das memórias da região onde vivem. O trabalho teve como objetivo levar os(as) alunos(as) a conhecer melhor a história de Belo Horizonte e, especialmente, de Venda Nova, focalizando, por fim, um ambiente mais próximo dos alunos, seu bairro.
A construção, tanto da cidade quanto do bairro, foi feita por aqueles que vieram antes de nós e, a partir da proposta dos professores, os alunos saíram em busca dos vestígios e casos dos familiares que fizeram parte dessa história. Pensando nisso, a interdisciplinaridade entre a busca histórica e a abordagem dos gêneros textuais (escrita, oral) estava formada. Segundo os próprios professores, escrever e ouvir essas memórias, que muitas vezes não estão documentadas, promoveu um novo olhar dos alunos para a região, pois deu vida e significado às histórias familiares e a sua comunidade.
Como resultado desse trabalho, foram reunidos e produzidos diversos materiais, que contavam um pouco mais sobre a região de Venda Nova. Em decorrência do regime remoto de ensino, esse material se diversificou na forma de áudios dos alunos entrevistando pessoas que conheciam o passado da região, textos com os relatos recolhidos e fotografias antigas, que permitiram comparar, visualmente, as diferenças de época.

projeto memorias do bairro   projeto memorias do bairro
 

MAIS DE UMA REGIONAL

Escolas da RME-BH desenvolvem ações de incentivo à leitura

 

A Escola Municipal Senador Levindo Coelho (EMSLC), da regional Centro-Sul e a Emei Sarandi, da regional Pampulha destacam-se por desenvolver projetos de incentivo à leitura, inclusive durante o contexto pandêmico. Ações como a “Sexta Literária”, da EMSLC, apresentam livros aos estudantes por meio das redes sociais para estimular o hábito de ler enquanto eles não podem ter acesso às bibliotecas.


Durante a pandemia, a coordenação da EMSLC organizou uma rotina de postagens nas redes sociais, e dedicou as sextas-feiras para abordar literatura. O conteúdo é produzido pela professora de Língua Portuguesa, Marriene Freitas, que intercala publicações de dicas de leitura, contações de histórias e produções textuais dos alunos, com os livros disponibilizados nos kits literários.


Para a coordenadora, Mariana Gonçalves, esse movimento é importante para “valorizar e incentivar o estudante a ser um leitor, e até escritor”. Marriene ressalta que a “Sexta Literária” é importante para o reconhecimento das obras produzidas pelos alunos. “A ideia é passar uma mensagem de que é gostoso ler e isso enriquece o conhecimento”.


Na Emei Sarandi, a literatura é um dos eixos do projeto pedagógico. A diretora da escola, Mariana Yahweh, conta que, com o distanciamento social, a escola passou a utilizar as redes sociais para interagir com as famílias e incentivar a leitura, além de apresentar poemas durante as reuniões virtuais.


A diretora acredita que a arte é capaz de transformar a sociedade e, por isso, defende a importância de desenvolver essas ações: “A gente tem crianças com vários contextos socioeconômicos e o livro te faz viajar pelo mundo. Na literatura, você pode ser o que quiser”.
 


 

Rádio-escola e suas possibilidades pedagógicas

 

Os(as) monitores(as) do Programa Escola Integrada (PEI) desenvolvem atividades diversas com a comunidade escolar. Algumas dessas iniciativas são voltadas para a produção audiovisual, inspirando muitos profissionais da educação a criarem novos conteúdos para os(as) estudantes durante a pandemia.


A monitora Sandra Marques, jornalista, radialista e educomunicadora, ajudou a implementar rádios-escola nas instituições onde atuou. Na EM Governador Carlos Lacerda, da regional Nordeste, onde trabalha atualmente, contribuiu para a criação da Rádio-Escola Lacerda, cuja programação era transmitida nos horários dos recreios e também de forma online. Hoje, com a pandemia do coronavírus, ela passou a funcionar apenas virtualmente.


Confira o site do projeto

 

Sandra também coordenou oficinas de formação, para orientar professores, estudantes e gestores a usarem o rádio como ferramenta pedagógica. “O rádio pode contribuir na construção da prática em que o estudante deve ser o protagonista e não apenas um mero espectador”, defende a monitora.


Outro projeto que aproxima rádio e educação é coordenado pelo monitor Elton Mendes, da EM Paulo Mendes Campos, da Regional Centro-Sul. Em parceria com os demais profissionais da escola, Elton criou uma oficina de rádio em 2013, cujos objetivos eram dar visibilidade aos estudantes e desenvolver projetos de literatura utilizando recursos de áudio. Em 2017, ele criou o site da Rádio Paulão, canal dedicado a publicar e difundir as produções dos estudantes.


Elton explica que o conteúdo veiculado é diverso. Já foram produzidas radionovelas, radiocontos escritos pelos estudantes, um projeto sobre mulheres na história, entre outras iniciativas. “É muito gratificante levar tudo que a gente já fez e chegar no ouvido de todo mundo”, relata ele.


Ouça a Rádio Paulão
 

HOMENAGENS E PREMIAÇÕES

Estudantes destacam-se na Mostra de Investigação Científica Escolar

alunosO projeto Cidade do Futuro, dos alunos da Escola Municipal Vicente Guimarães alcançou a medalha de prata na Mostra de Investigação Científica Escolar (Mice). O projeto foi apresentado no Primeiro Congresso de Boas Práticas da RME de Belo Horizonte, ocorrido em 2018, no Hotel Ouro Minas. A escola teve grande apoio da PRODABEL, que forneceu materiais essenciais para o segundo laboratório de informática da escola, além de ministrar cursos de programação para educadores. A apresentação dos alunos é um recorte do Projeto “A Robótica Educacional e a Cultura Maker na Escola Municipal Vicente Guimarães”.
 


A turma da Escola Municipal Professor Amílcar Martins participa de campeonato de rugby
 

turmaEstudantes da Escola Municipal Professor Amílcar Martins participaram do Campeonato externo de Rugby, em setembro de 2019. A turma laranja, do turno da manhã, que faz parte do Programa Escola Integrada, foi premiada. De acordo com Aline Gabriele, apoio da Coordenadora do Programa Escola Integrada, “foi importante para eles criarem laços com o esporte, ver a importância da concentração, da disciplina e socializar com outras crianças em um ambiente diferente do escolar”.
 


Estudante vence campeonato mineiro de Karatê

karateO estudante Lenin Gomes, da Escola Secretário Humberto Almeida, recebeu a medalha de ouro no Campeonato Mineiro de Karatê, em 2019. O campeonato é promovido pela Federação Mineira de Karatê e é importante para a valorização das atividades esportivas e para o protagonismo juvenil nos esportes, principalmente nas artes marciais.
 


O programa Ecoescola BH integrará a bibliografia do curso online sobre a “Agenda 2030 da UNESCO”

O programa Ecoescola BH foi selecionado no concurso da UNESCO para compor uma das “7 Boas Práticas da América Latina”, que integrarão a bibliografia do curso online sobre a “Agenda de 2030 da UNESCO”. Foi lançado em julho de 2020 o curso “Os 7 conhecimentos e a Agenda 2030 - Contribuições do pensamento complexo para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”.
 


Professora recebe homenagem da comunidade

 

profA professora Sônia dos Santos França, da Escola Municipal Secretário Humberto Almeida, recebeu uma homenagem da comunidade, em 2017, pelo Projeto Kizomba, que trabalha a temática étnico-racial dentro da escola. A homenagem foi organizada pela Associação Comunitária do Bairro Ribeiro de Abreu (Ucra) e entregue pelo Líder comunitário Thomaz Francisco de Oliveira.
 


Escola recebe o prêmio de 1º Lugar na Olimpíada de Língua Portuguesa

A Escola Municipal José Maria Alkimin recebeu o mais alto prêmio na 6ª edição da Olimpíada de Língua Portuguesa, no gênero poema. A premiação ocorreu no dia 10/12/2019 e foi promovida por  instituições como MEC, Itaú Social e CENPEC. A Olimpíada de Língua Portuguesa é um concurso de produção  de textos para alunos do 5º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do ensino médio de escolas públicas de todo o país.
 


Estudantes do 6º ganham competição “Matemática sem Fronteiras”

 

.Os estudantes do 6°, da Escola Municipal Secretário Humberto Almeida, foram premiados, em 2019, na competição “Matemática Sem Fronteiras”, promovida pela Olimpíada Internacional Matemática Sem Fronteiras. A competição se distingue de outros desafios de matemática, pois é direcionada para toda a turma e não para apenas um estudante, oferecendo exercícios que estimulam a imaginação, o raciocínio lógico, a organização e a cooperação.
 


Escola ganha Selo BH Sustentável por reduzir consumo de água

 

.Em 2019, a Escola Municipal Vicente Guimarães recebeu o Selo BH sustentável por conseguir reduzir mais de 30% do consumo de água, obter frequência acima de 70% no Programa Ecoescola BH e  desenvolver um projeto de captação da água da chuva para uso e reuso. O prêmio é promovido pela prefeitura de BH, por meio das Secretarias de Meio Ambiente, de Educação e da Subsecretaria de Defesa Civil.
 


Estudantes do terceiro ano conquistam medalha de ouro na Gincamat

 

.Os estudantes do terceiro ano, da Escola Municipal Vicente Guimarães, conquistaram a medalha de ouro na Gincamat de 2019. Para alcançar o prêmio, além das aulas específicas no horário regular, os estudantes tiveram aulas planejadas e ministradas com a articulação de professores, monitores estagiários e coordenações pedagógicas da escola.
 


Escola é premiada por trabalho sobre educação no trânsito

 

.A Escola Municipal Professor Amílcar Martins foi premiada, em novembro de 2019, pelos trabalhos desenvolvidos sobre educação no trânsito, no Programa Escola Segura. Como parte das ações do Programa, na Semana do Trânsito, os estudantes puderam vivenciar normas e condutas de como se comportar no trânsito, além de conscientizar os moradores da região por meio de panfletagem.