18 September 2025 -
Na Escola Municipal Padre Henrique Brandão, em Belo Horizonte, a comunicação ganha uma nova dimensão. Através da oficina “Mãos que Falam”, estudantes estão aprendendo Libras e transformando a escola em um lugar mais inclusivo e acolhedor para todos.
Desde 2019, o projeto, liderado por Kátia Tupinambás, uma profissional com deficiência auditiva, mostra que a inclusão é algo que pode ser praticado todos os dias. As aulas combinam teoria e prática de um jeito divertido e interativo. E o aprendizado vai além da sala de aula!
O “Coral Mãos que Falam”, formado por alunos ouvintes que se apaixonaram por Libras, é a prova viva desse sucesso. Além de aprenderem a sinalizar e usar a expressão corporal, essencial para a comunicação em libras, eles desenvolvem valores importantes como disciplina, respeito e trabalho em equipe. É um verdadeiro show de talentos e união!
O projeto recebe a comunidade e não fica restrito aos muros da escola, o coral leva a Libras para outros lugares, participando de eventos como a Cantata da Primavera e a Cantata de Belo Horizonte. Nesses eventos, os alunos atuam como intérpretes, garantindo que a música e a arte sejam acessíveis para pessoas surdas e ouvintes.
É como diz o coordenador da Escola Integrada e do Projeto Cantata, Wellington Ramos Guimarães: “Essa tradução em Libras, realizada por alunos ouvintes, revela cada vez mais a necessidade da inclusão social.”
A Escola Municipal Padre Henrique Brandão é um verdadeiro exemplo para a nossa rede, de como pequenos gestos podem criar uma grande diferença, mostrando que a inclusão é possível e pode ser algo leve e inspirador.
