O Programa Vozes é um espaço permanente de diálogo entre o poder público e povos e comunidades tradicionais, migrantes, refugiados e demais grupos étnicos, com o objetivo de fortalecer a participação social, a construção coletiva de soluções, a promoção da igualdade racial e a garantia de direitos.
Instituído por meio da Portaria SMASDH nº 127/2026, o programa reconhece a diversidade de trajetórias, identidades, saberes e formas de organização social presentes no município, criando oportunidades para que diferentes grupos compartilhem experiências, contribuam para a formulação de políticas públicas e ampliem sua participação nos processos de decisão.
Modalidades
Vozes Quilombolas
Espaço de diálogo voltado às comunidades quilombolas, destinado à identificação, acompanhamento e encaminhamento de demandas relacionadas aos seus direitos, territórios, cultura e qualidade de vida.
Vozes Raízes
Modalidade destinada às benzedeiras, raizeiras e demais guardiãs e guardiões de saberes tradicionais. Busca reconhecer e valorizar conhecimentos ancestrais ligados às práticas populares de cuidado, cura e transmissão de saberes.
Vozes sem Fronteiras
Migrantes, refugiados e apátridas encontram neste espaço um canal de escuta e participação para apresentação de demandas, fortalecimento de direitos e promoção da inclusão social no município.
Como Funciona:
Mais do que um espaço de diálogo, o Programa busca promover o reconhecimento e a valorização das identidades culturais, incentivar a participação cidadã e contribuir para o aprimoramento das políticas públicas de promoção da igualdade racial e dos direitos humanos.
A partir da escuta ativa e do respeito às especificidades de cada público, a iniciativa promove encontros periódicos com:
Atividades presenciais nos territórios, equipamentos públicos e espaços comunitários.
Rodas de conversa, oficinas, reuniões temáticas e visitas técnicas.
Registro e sistematização das demandas apresentadas.
Encaminhamento e articulação com órgãos competentes.
Monitoramento das providências adotadas.
Quem pode participar?
Os encontros são destinados aos povos e comunidades tradicionais, migrantes, refugiados, apátridas e demais grupos étnicos acompanhados pela Diretoria de Políticas de Reparação e Promoção da Igualdade Racial (DPIR).
