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Projeto Aquaponia

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Um aluno vestindo uma camiseta cor de laranja, sorri e exibe três vasos onde estão plantado pés de hortelã. Atrás dele podem se ver grandes pés de taioba.
Arquivo/Smed

 

 

Mais do que cultivar alimentos, o projeto Aquaponia propõe cultivar consciência. A iniciativa surge como uma resposta criativa para promover a alimentação saudável, apostando em hortas urbanas alternativas que nascem dentro da escola, mas que têm vocação para romper os muros acadêmicos e serem replicadas por toda a comunidade.

 

Fruto de uma parceria estratégica com a Escola de Veterinária da UFMG, o projeto vai além do plantio tradicional. Ele oferece oficinas de educação ambiental fundamentadas na aquacultura e inova ao introduzir a "robótica verde". O resultado é um casamento perfeito entre natureza e tecnologia, utilizando a automação para criar práticas pedagógicas críticas, seguras e sustentáveis.

 

O grande destaque da iniciativa, no entanto, é o seu potencial multiplicador. Por meio da formação “Aquaponia como ferramenta pedagógica na educação básica”, professores e educadores são convidados a colocar a mão na massa. O curso ensina desde a montagem do sistema até o seu uso em sala de aula — tudo devidamente alinhado às diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A experiência ainda inclui uma visita técnica ao sistema em funcionamento no Colégio Técnico da UFMG (COLTEC), unindo teoria e prática.

 

Em setembro de 2025, o COLTEC foi palco dessa imersão. Sob a batuta dos professores Alexandre Benvindo, Daniela Chemim e Lílian Viana, da UFMG, foram ofertadas 50 vagas por turno, capacitando uma nova safra de educadores prontos para levar a sustentabilidade para o centro do debate escolar.