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INTERACT-Bio

Foto do Parque das Mangabeiras. Ao fundo, a cidade de Belo Horizonte
atualizado em 28/11/2019 | 16:11
Ação Integrada pela Biodiversidade

 

INTERACT-Bio é um projeto de quatro anos elaborado para melhorar a utilização e a gestão dos recursos naturais em cidades de rápido crescimento e nas regiões que as cercam. A iniciativa tem como objetivo proporcionar às populações urbanas em expansão soluções baseadas na natureza e seus respectivos benefícios a longo prazo.
 

O projeto permitirá que os governos de diferentes níveis - do local ao nacional - agreguem seus esforços para integrar a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos em atribuições fundamentais dos governos subnacionais, tais como o planejamento territorial, a gestão do uso do solo, o desenvolvimento econômico local e projetos de infraestrutura.
 

Além disso, apoiará as regiões metropolitanas a compreenderem o potencial da natureza, dentro de seu contexto local específico, para fornecer serviços essenciais e para gerar novas ou melhores oportunidades econômicas, ao mesmo tempo em que conservam a biodiversidade e os ecossistemas. Ao fazê-lo, essas ações apoiarão as regiões metropolitanas participantes a trilharem um caminho para um desenvolvimento mais resiliente e sustentável.
 

O Projeto INTERACT-Bio na Região Metropolitana de Belo Horizonte vai criar, nos próximos três anos, esforços para integração da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos no planejamento metropolitano. Em especial no plano de desenvolvimento urbano integrado, com instrumentos de gestão do uso do solo e em projetos de infraestrutura.
 

O projeto é financiado pelo Ministério Federal Alemão do Meio Ambiente, de Proteção da Natureza, da Construção e da Segurança Nuclear, por meio da Iniciativa Internacional de Proteção ao Clima, e conta com a coordenação do ICLEI - Governos Locais pela Sustentabilidade.
 

Além de Belo Horizonte, Campinas (SP) e Londrina (PR) foram escolhidas para participar do projeto que deve trazer investimentos, ações estratégicas para o meio ambiente, trocas de experiências e capacitações técnicas para as regiões. Com isso, a meta não é, simplesmente, preservar a natureza, mas também resolver problemas urbanos bem específicos com ajuda dos recursos naturais.