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Programa Maior Cuidado

Programa Maior Cuidado escrito em letras verdes
Arte PBH
atualizado em 22/01/2020 | 17:11

O Programa Maior Cuidado tem como objetivo apoiar as famílias no cuidado com os idosos e aumentar a qualidade de vida de todos. Na prática, os cuidadores realizam atendimento domiciliar a pessoas idosas dependentes e semidependentes. Os profissionais atendem aos idosos em casa, em dias e horários definidos por equipe multidisciplinar, de acordo com o grau de dependência de cada pessoa, e têm como norte a prevenção da exclusão e do isolamento. 


O trabalho busca dar apoio às famílias na rotina de cuidado a idosos inseridos no Serviço de Proteção e Atendimento Integral às Famílias (PAIF) que, por sua condição social e de saúde, precisam de cuidados constantes. O foco é, também, a garantia do acesso a direitos e evitar a ocorrência de situações que possam fragilizar e romper os vínculos familiares e sociais dos usuários.


Durante a permanência na residência, o profissional volta sua atenção integralmente para o idoso assistido. Atividades de higiene, alimentação e locomoção, mudança de posição de pessoas acamadas e controle de horário de medicamentos fazem parte da rotina do cuidador. Ele é a pessoa que acompanha o idoso em atividades de lazer e em consultas médicas.

 


Melhor relacionamento 

As ações do Programa Maior Cuidado ainda ampliam e dão qualidade ao relacionamento entre os idosos e suas famílias, física e emocionalmente. Elas não substituem as responsabilidades ou cuidados familiares, mas os complementam e evitam que o idoso precise ser acolhido em instituições de longa permanência, já que os laços familiares são fortalecidos e a carga diária do cuidado é dividida com o cuidador profissional.



Como acessar

Os idosos são identificados a partir do acompanhamento de famílias realizado pelas equipes do Serviço de Proteção e Atendimento Integral às Famílias -  PAIF, nos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), pelas Equipes de Saúde da Família e do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) nos centros de saúde. A identificação também acontece por demanda espontânea, através de busca ativa e por encaminhamento da rede socioassistencial e das demais políticas públicas da cidade.
 

Para serem inseridos no programa, os idosos devem ter 60 anos ou mais, serem avaliados como dependentes ou semidependentes pela equipe de saúde e residir na área de abrangência de um dos CRAS. A família atendida recebe orientações do CRAS sobre as diretrizes do trabalho e sobre o que é de responsabilidade dos familiares e quais são as atribuições do cuidador. Estando todos de acordo, um Termo de Consentimento é assinado e inicia-se o atendimento.
 

O acompanhamento se encerra com a reabilitação ou óbito do idoso. O desligamento também pode ocorrer por opção da família, quando ela passa a ter condições de prover o cuidado, ou por recusa do idoso, e se ele for acolhido em instituição de longa permanência. Há idosos sendo acompanhados pelo Programa nas nove regionais da cidade em 26 Centros de Referência da Assistência Social.