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Varrição

atualizado em 05/04/2019 | 11:29

É o conjunto das atividades necessárias para reunir, acondicionar e remover os resíduos sólidos lançados nas vias públicas por causas naturais ou pela ação humana. O trabalho é realizado por empresa contratada em ruas, avenidas e outros logradouros públicos pavimentados, podendo ser executado manual ou mecanicamente.

 

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Foto: SLU


Planejamento de varrição


A fase de planejamento dessa atividade se divide na caracterização da área a ser atendida, com seus parâmetros básicos e características específicas – frequência, produtividade, extensões, pontos de apoio à equipe que executa a atividade, dimensionamento de mão de obra e de material. Posteriormente, são realizadas as etapas de implantação e monitoramento.


A frequência de varrição varia conforme as características de ocupação dos logradouros, a intensidade do trânsito, o tipo de arborização e o fluxo de transeuntes, podendo ser: uma vez a cada duas semanas (quinzenalmente), semanal, alternada (duas, três ou seis vezes por semana) ou diariamente. Em alguns locais devido ao intenso fluxo de pedestres e intensa atividade comercial, os serviços de varrição são executados de segunda-feira a sábado com repasses.


Os resíduos da varrição são levados para o aterro sanitário de Macaúbas, no município de Sabará, onde são adequadamente destinados.


Solicitações para implantação do serviço em logradouros pavimentados ainda não atendidos ou reclamações sobre a sua execução podem ser feitas pelo telefone 156.

 

 

Cestos Coletores de Resíduos Leves (lixeirinhas)


Para dar suporte às atividades de limpeza de vias, especialmente à varrição, a capital conta hoje com aproximadamente 26 mil cestos distribuídos nas áreas de maior fluxo de pedestres e comércio. Estes cestos são destinados para o descarte de pequenos resíduos tais como papéis, cascas, pequenas embalagens, entre outros gerados no dia a dia das cidades.


Atualmente, são utilizados quatro modelos para esta finalidade: metálico quadrado simples, metálico quadrado duplo, metálico cilíndrico, de 22 cm ou 25 cm de diâmetro.


A instalação dos cestos, feita em conformidade com o Código de Posturas de Belo Horizonte e as leis de acessibilidade urbana, se dá nas faixas de mobiliário urbano (ao longo do meio-fio), em praças, próxima às travessias, a pontos de ônibus e outros lugares onde for identificada a necessidade. A frequência da varrição no local também é levada em consideração, uma vez que são os garis responsáveis por este serviço que esvaziam os cestos. 


A SLU realiza a manutenção rotineira dos cestos e a eventual instalação de novas unidades, sempre que for necessário.


Como obstáculos e restrições à instalação desses equipamentos em nossa cidade, destacam-se a existência de redes subterrâneas que oferecem perigo na perfuração de passeios, postes com grande quantidade de tubos fixados ao seu redor, calçadas muito estreitas, acessos de garagens, além de rejeição ao equipamento por parte de alguns munícipes.


Solicitações de novos cestos ou pedidos de manutenção devem ser feitos pelo telefone 156.