Pular para o conteúdo principal

Projeto Transformador Nossa Vila

criado em - atualizado em

O que é?

Belo Horizonte enfrenta um desafio estrutural de desigualdade socioespacial, com aproximadamente 347 mil pessoas residindo em 212 vilas e 34 loteamentos públicos classificados como Zonas de Especial Interesse Social (ZEIS). O diagnóstico técnico, fundamentado em dados censitários e estudos de conselhos, revelou que, embora existam iniciativas isoladas, há uma fragmentação no atendimento a esses territórios. A necessidade de um projeto transformador surge para corrigir essa dispersão, substituindo ações pontuais por uma governança integrada que considere as particularidades geográficas e sociais de cada comunidade, combatendo a exclusão territorial e a dificuldade de acesso efetivo às políticas públicas.

 

 

Órgãos envolvidos

  • SMPOG: Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão
  • SMFA: Secretaria Municipal de Fazenda
  • URBEL: Companhia Urbanizadora e de Habitação
  • SMASDH: Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos
  • SMMA: Secretaria Municipal de Meio Ambiente
  • SMDE: Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Relações Internacionais
  • SMC: Secretaria Municipal de Cultura
  • FMC: Fundação Municipal de Cultura
  • SMEL: Secretaria Municipal de Esportes e Lazer
  • Prodabel: Empresa de Informática e Informação de Belo Horizonte
  • SMGO: Secretaria Municipal de Governo
  • COEMC: Coordenadoria Especial de Mudanças Climáticas
  • FPMZB: Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica


O objetivo central do Projeto Transformador Nossa Vila é  planejar e coordenar políticas públicas transversais para promover a redução das desigualdades sociais e territoriais nas vilas e favelas da capital. Através do fortalecimento do diálogo entre a administração pública e a população, a iniciativa busca assegurar o direito à cidade e o desenvolvimento local sustentável. O foco está em transformar esses territórios em espaços inclusivos, empoderando as lideranças comunitárias e garantindo que a presença do Estado seja eficiente, coordenada e participativa.

 

 

Resultados esperados 

Espera-se que a consolidação deste modelo de gestão resulte na melhoria concreta das condições de vida dos moradores, com impactos diretos na segurança jurídica da posse e na requalificação urbanística. Socialmente, o projeto visa o aumento da inclusão digital, o fortalecimento da economia local via microcrédito e a formação de novas lideranças comunitárias capazes de influenciar políticas públicas. O sucesso da iniciativa será medido pela integração eficiente das secretarias e pela construção de territórios mais resilientes, onde a identidade coletiva seja valorizada e a vulnerabilidade social reduzida de forma sustentável.

 

 

Principais entregas até 2028

  • CREURBs (Centro de Referência Urbana) implantados;
  • HUBs de inovação implantados;
  • Encostas tratadas no âmbito das Periferias Resilientes;
  • Refúgios Climáticos implantados;
  • Parques requalificados;
  • Usinas Fotovoltaicas implantadas;
  • Janelas Urbanas implantadas;
  • Módulos de formação para lideranças realizados;
  • Corridas do Circuito Corre na Vila realizadas;
  • Copa “Crias do Morro” realizada;
  • Circuito de Pontos de Cultura criado;
  • Evento do Circuito Cultural realizados;
  • Circuito de Orquestras e Corais realizado;
  • Programa de apoio aos Festejos Populares realizado;
  • Formato de licitação da regularização fundiária alterado considerando valor único por titulação;
  • Microcrédito para o empreendedorismo implantado.