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O prefeito Alexandre Kalil e equipe ao lado da Igreja da Pampulha, durante o dia.
Foto: Amira Hissa/PBH

Restaurada, Igreja de São Francisco de Assis reabre as portas para o público

03/10/2019 | 20:03 | atualizado em 18/10/2019 | 08:44

O prefeito Alexandre Kalil visitou a Igreja de São Francisco de Assis, no Conjunto Moderno da Pampulha, que, na sexta-feira, dia 4 de outubro, reabre suas portas ao público. Com investimentos de R$ 1,07 milhão do Governo Federal, por meio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e obra executada pela Prefeitura de Belo Horizonte, a  Igreja da Pampulha recebeu procedimentos de restauração que incluíram revitalização de piso, revestimentos, pinturas, impermeabilização e recuperação de elementos danificados. Houve ainda a remoção do forro da nave, instalação de telhas e calhas, revisão da instalação elétrica e reforma dos sanitários. Além da obra, iniciada em 2018, a recuperação dos jardins também foi executada pela Prefeitura de Belo Horizonte.

 

“O importante é que a  Igreja da Pampulha está pronta e reaberta. A Prefeitura de Belo Horizonte pegou essa obra como passivo de outras gestões. Agora está reaberta essa beleza, que, além de linda, é uma parte da rica história o Brasil e de Minas Gerais, com atuação do então prefeito Juscelino Kubitschek, que, posteriormente, visitou a igreja como presidente da República. A igreja é um espaço muito importante para BH e um dos mais visitados na cidade. Estamos particularmente felizes com a reabertura”, afirmou o prefeito Alexandre Kalil.

 

Como parte das ações pactuadas para a reabertura da  Igreja, ficou a cargo da Arquidiocese de Belo Horizonte a recuperação do mobiliário original e da Via Sacra de Portinari. A restauração da Via Sacra foi realizada pelo Centro de Conservação e Restauração de Bens Culturais da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

 

Durante a visita, o prefeito Alexandre Kalil também anunciou que a segurança da  Igreja da Pampulha será reforçada com o patrulhamento da Guarda Municipal e com a instalação de câmeras, para evitar a atuação de vândalos. As câmeras cobrem todos os ângulos da  Igreja e serão monitoradas, ininterruptamente, pelo Centro Integrado de Operações de Belo Horizonte (COP-BH).

 

 

Joia modernista feita por muitas mãos

Construída entre 1942 e 1943, a  Igreja da Pampulha só foi entregue ao culto religioso mais de 15 anos depois, no final da década de 1950. A primeira missa na igreja foi celebrada apenas no dia 11 de abril de 1959. O já presidente da República, Juscelino Kubitscheck, o governador de Minas Gerais, Bias Fortes, e o prefeito de Belo Horizonte, Amintas de Barros, participaram da cerimônia.

 

Projetada por Oscar Niemeyer, a Igreja é reconhecida como Patrimônio Cultural Brasileiro desde 1947. Ela está inserida no Conjunto Moderno da Pampulha, reconhecido como Patrimônio Mundial desde 2016.

 

A convite do arquiteto modernista, importantes artistas colaboraram com a construção do templo, considerada uma obra de arte total: Cândido Portinari, nos painéis e pinturas; Alfredo Ceschiatti, nas esculturas; Paulo Werneck, nos mosaicos de arte abstrata em pastilhas externos; e Roberto Burle Marx, no paisagismo do entorno.


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