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Idosa está sentada tocando violão
Foto: Stênio Lima/PBH

Prefeitura de BH apresenta o Diagnóstico do Idoso

20/11/2017 | 18:24 | atualizado em 20/11/2017 | 18:28

A Prefeitura de Belo Horizonte apresentou o Diagnóstico do Idoso do município na última sexta-feira, 17 de novembro. Trata-se de pesquisa desenvolvida pelo Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da UFMG para o Conselho Municipal do Idoso e para a Diretoria de Políticas para a Pessoa Idosa. O trabalho foi viabilizado com recursos do Fundo Municipal do Idoso.
 

O diagnóstico apresenta informações sobre a população idosa de Belo Horizonte nas diferentes áreas, passando pela Saúde e Bem-estar, Envelhecimento Ativo, Direito à Convivência Familiar e Comunitária, e Prevenção à Violência. Os dados sistematizados pela pesquisa serão utilizados para orientar as diretrizes dos serviços municipais oferecidos para esse público.
 

De acordo com o Subsecretário de Assistência Social, José Crus, é importante integrar o trabalho da Prefeitura de Belo Horizonte com a pesquisa acadêmica, a fim de realizar trabalhos efetivos e qualificar a entrega dos serviços da Secretaria Municipal de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania. “A informação oferecida pela Universidade orienta o provimento dos serviços e benefícios. Ela permite imprimir um Estado proativo, que chega para proteger e prevenir as violações de direitos aos cidadãos”, salienta o subsecretário.
 

Crus ainda destaca que a prevenção é um dos aspectos mais importantes do trabalho da assistência social, realizando ações efetivas que alcancem os idosos e suas famílias antes de acontecer uma violação de direitos. Para Geisa Moreira, diretora de Políticas para a Pessoa Idosa, é essencial que a estratégia da gestão dos serviços ouça os diferentes atores sociais. “Nossas ações políticas devem aproximar o trabalho da universidade, da gestão dos serviços e, principalmente, ouvir a resposta do próprio idoso sobre o que é dirigido a ele”.
 

A diretora ainda destaca a necessidade de humanizar a velhice, e reforçar o respeito e a valorização da pessoa idosa. “Nosso trabalho deve ser norteado por uma política intergeracional, que preze a diversidade e a heterogeneidade de um povo, e que resguarde a perspectiva de que cada etapa da nossa vida é tão importante quanto nós mesmos”, finaliza.