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População aprova retirada de camelôs de calçadas do Barreiro

13/03/2018 | 14:07 | atualizado em 04/05/2018 | 17:31

 

Uma ação conjunta envolvendo fiscais e agentes de campo da Secretaria Municipal de Política Urbana, guardas municipais, agentes da BHTrans e Polícia Militar para retirar 136 camelôs das calçadas do Barreiro e garantir o livre acesso dos pedestres foi aprovada pela população.  A operação na região Barreiro, iniciada em 1º de março, não tem data para terminar.

 

De acordo com a secretária Municipal de Política Urbana, Maria Caldas, a ação dá continuidade ao programa de inclusão produtiva dos camelôs, que teve início no Hipercentro e em Venda Nova, com a oferta de oportunidades para qualificação profissional e inserção no mercado formal de trabalho.

 

Segundo Maria Caldas, o Município atua como parceiro dos camelôs cadastrados que optarem por desenvolver atividades comerciais nos centros credenciados, como o Shopping O Ponto, em Venda Nova, e no Shopping Uai, no Centro. No prazo de cinco anos a PBH estará subsidiando parte do valor do aluguel”, explicou.

 

“Agora chegou a vez do Barreiro. Neste trecho que estamos agindo, que é a área mais central do Barreiro, cerca de 120 camelôs estavam atuando de forma ostensiva, afrontando a lei e se apropriando da calçada. A situação chegou ao ponto das lojas começarem a colocar produtos em suas calçadas porque a concorrência estava demais”, explicou.  

 

A dona de casa Maria de Lourdes Silva Lima aprovou a iniciativa e acredita que a medida vai beneficiar os camelôs. Segundo ela, antes tinha que passar no meio dos carros e das motos, mas agora pode caminhar sem receio pela calçada. “Estou achando bom. Os camelôs também não vão ficar sem nada. Agora depende deles aceitarem ir para onde estão sendo enviados”, afirmou Maria de Lourdes.

 

O cabeleireiro Osvaldino Ribeiro elogiou a ação da PBH.  “Tem que regular os camelôs e a Prefeitura está dando cursos de graça para os vendedores. Eles vão poder se atualizar e isso vai ajudar muito. Também está melhor para o pedestre e para o idoso que andava tropeçando nos camelôs”, finalizou Osvaldino.

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