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Gari varre Praça da Estação, ao fundo, prédio do Museu de Artes e Ofícios.
Foto: Marcelo Santos

Limpeza na Praça da Estação é feita diariamente e em eventos

23/03/2018 | 15:43 | atualizado em 02/04/2018 | 09:25
Ela está no coração dos belo-horizontinos e no centro das atenções das equipes de limpeza urbana, por ser caminho de milhares de cidadãos em suas rotinas apressadas e palco de acontecimentos culturais, que reúnem multidões ao longo do ano. A Praça da Estação, também conhecida como Praça Rui Barbosa, é varrida, pelo menos, três vezes ao dia – manhã, tarde e noite –, quando é removida meia tonelada de resíduos. O lugar abriga símbolos importantes da cidade como o Museu de Artes e Ofícios, a estação central do metrô e o único terminal ferroviário da capital para embarque de passageiros com destino a outro Estado. 


Segundo o gerente adjunto de Limpeza Urbana da região Centro-Sul, Antônio Arlindo de Souza, a praça conta ainda com plantões de varrição aos domingos e feriados. Ao todo, estão disponíveis para a população cerca de 50 cestos coletores para descarte de resíduos leves na região, as famosas lixeirinhas. “Ficamos atentos aos pontos de ônibus e a trechos onde há venda de alimentos por ambulantes; isso sem mencionar os dias em que a praça é utilizada, por exemplo, para manifestações populares”, enfatiza. 


A Praça da Estação recebe serviços de lavação com caminhão-pipa, em média, três vezes por semana, abrangendo áreas próximas, como toda a extensão do viaduto Santa Tereza, incluindo debaixo da estrutura viária. “Procuramos cuidar com carinho da praça, pois é um espaço bastante frequentado.”


A desobstrução de bocas de lobo na praça e nas vias do entorno são feitas com frequência. Isso porque as equipes realizam vistorias constantes para avaliar a necessidade de limpeza. O gerente lembra que a coleta domiciliar na região ocorre sempre no período noturno, de segunda a sábado, a partir das 20h. Dessa forma, os resíduos precisam ser acondicionados na calçada a partir das 19h para o recolhimento.



Eventos

Um esquema especial de atendimento é preparado sempre que há a ocorrência de grandes aglomerações. A turma da limpeza entra em cena antes mesmo de o público chegar, para deixar tudo brilhando para a festa. Durante as celebrações, grupos de apoio permanecem na praça. Assim que há a dispersão dos participantes, os garis iniciam os trabalhos. “Recomendamos que as pessoas utilizem corretamente as lixeirinhas e os coletores de maior capacidade de resíduos disponibilizados nessas ocasiões”, destaca Antônio Arlindo. 


Um efetivo de cerca de 30 garis é empregado em situações como a passagem de ano, Carnaval, Arraial de Belo Horizonte, Parada do Orgulho LGBT e outros encontros desse porte. “Nosso desejo é que a população contribua para a manutenção da limpeza da praça, não jogando lixo no chão e jamais afixando material de propaganda nos monumentos”, orienta. “Por mais que estejamos presentes na cidade com nossas equipes, é fundamental que o próprio cidadão preserve um local público que é dele mesmo”.


O preparador físico Donizete Moraes elogia o esforço da SLU. “Tive a oportunidade de acompanhar a rapidez com que os garis executaram a remoção do lixo espalhado na praça durante o Carnaval deste ano”, observa. “Em pouco tempo, estava tudo limpo para a continuidade do evento.” Moraes, que é frequentador assíduo do lugar, defende o zelo das pessoas por esse importante cartão postal: “Um espaço limpo para a diversão é também um espaço seguro, pensem nisso”, alerta.


23/03/2018. Praça da Estação. Fotos: Marcelo Santos e LuizVasconcellos/SLU