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Mais de mil foliões ocupam a avenida ao lado do MIneirão com a apresentação do Monobloco. Ao fundo, Lagoa da Pampulha.
Foto: Alexandre Guzanshe

Carnaval supera expectativas e tem público de 3,8 milhões

19/02/2018 | 12:20 | atualizado em 06/03/2018 | 17:33

Em entrevista coletiva realizada nesta segunda-feira, dia 19 de fevereiro, o prefeito Alexandre Kalil apresentou o balanço do Carnaval de Belo Horizonte 2018 e destacou que o público total da folia deste ano alcançou a marca de 3,8 milhões de pessoas, o que significa um crescimento de 26% em relação à festa de 2017.

 

O Carnaval aqueceu a economia da capital, produzindo números recordes para a ocupação hoteleira no período, aumento na receita de bares e restaurantes, geração de empregos e uma receita financeira de R$ 641 milhões apenas no período da sexta-feira de Carnaval (dia 9/2) à Quarta-Feira de Cinzas (dia 14/2).

 

“Esse carnaval foi feito por uma grande equipe. Ninguém faria um carnaval dessa magnitude se não tivéssemos uma equipe como a que temos hoje na Prefeitura de Belo Horizonte e a colaboração completa, extensiva e fundamental da Polícia Militar de Minas Gerais. Chega de termos uma cidade triste, como eu falei no início do meu mandato. Ganhou, aqui, uma filosofia de trabalho que resultou em um carnaval que a população aproveitou. Para o próximo carnaval, não esperem um crescimento de apenas 20% porque, felizmente, o Brasil vai migrar para o melhor carnaval de rua do país”, afirmou o prefeito Alexandre Kalil.

 

De acordo com o presidente da Empresa Municipal de Turismo (Belotur), Aluizer Malab, o balanço do Carnaval supera as previsões da própria Prefeitura. Antes mesmo do encerramento da festa, o Ministério do Turismo incluiu a capital mineira entre os seis maiores destinos de Carnaval do Brasil e o Google elegeu a folia belo-horizontina como a segunda melhor do país.

 

“Se observarmos os avanços, nós elevamos o nosso carnaval em todos os quesitos. Com planejamento, foi o segundo carnaval dessa gestão e pudemos trabalhar melhor. Na coletiva de entrega do carnaval, antecipamos onde queríamos chegar e hoje conseguimos superar nossa expectativa do planejamento. O maior desafio é elevarmos o nosso nível de satisfação; então vamos ter que revisitar todos os itens, aéreas, órgãos e ouvir mais e avançar no Carnaval. O desafio de quem está com um nível de satisfação tão alto é manter esse nível e superar. E nós vamos redobrar nosso esforço para que isso possa acontecer”, disse Aluizer Malab.

 

O presidente da Belotur também pontuou que o aumento de público veio acompanhado de uma melhora nos números da segurança, na qualidade dos serviços oferecidos aos foliões e, consequentemente, na avaliação do Carnaval de Belo Horizonte por parte de moradores e turistas, que, de 0 a 10, deram as notas de 8,3 e 8,6, respectivamente, para o evento.

 

“Estamos felizes com esses resultados e temos certeza de que estamos no caminho certo. Nestes dois anos de Carnaval na gestão do prefeito Alexandre Kalil, conseguimos, através de muito diálogo e interlocução com os diversos atores do Carnaval e da cadeia produtiva, crescer consideravelmente, mas mantendo e até mesmo melhorando os índices de qualidade”, comemora.

 

Além do prefeito e do presidente da Belotur, também participaram da entrevista coletiva: o vice-prefeito e secretário municipal de Governo, Paulo Lamac; a secretária municipal de Assuntos Institucionais e Comunicação Social, Adriana Branco; o secretário municipal de Segurança e Prevenção, Genilson Ribeiro Zeferino; o Comandante da Guarda Municipal, Rodrigo Prates; o secretário municipal de Saúde, Jackson Machado; a secretária municipal de Política Urbana, Maria Caldas; o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Daniel Nepomuceno; a secretária municipal de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania, Maíra Colares; a diretora de ação regional e operações da Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans), Deusuíte de Assis; a diretora operacional da Superintendência de Limpeza Urbana (SLU), Andréa Fróes; o comandante da 1ª Região da Polícia Militar de Minas Gerais (Comando de Policiamento da Capital), coronel Anderson de Oliveira; e o comandante do 1º Comando Operacional de Bombeiros, coronel William da Silva Rosa.

 

 

Gestão compartilhada

Além da Belotur, mais de 30 órgãos municipais, ao lado de órgãos estaduais como a Polícia Civil, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros, se envolveram na realização do Carnaval de Belo Horizonte 2018. No Centro de Operações da Prefeitura (COP) foi efetuado um monitoramento em tempo real de palcos, blocos de rua e qualquer possível ocorrência que pudesse afetar o andamento e a segurança do Carnaval, por meio de um Posto de Comando Integrado que contou com representantes da Belotur, Guarda Civil, BHTrans, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, entre outros.

 

 

Segurança

O período oficial do carnaval em 2018 foi 4 dias maior que o período do ano passado, ainda assim e apesar do crescimento de público, o Carnaval 2018 registrou uma queda significativa nos registros de ocorrências efetuados tanto pela Guarda Municipal (GMBH) quanto pela Polícia Militar, se consolidando como um dos carnavais mais seguros do país. A GMBH registrou uma diminuição de 15% nas ocorrências gerais, enquanto a PM relatou uma queda de 30% nos furtos e de 31% nos crimes violentos.

 

 

Saúde

A Secretaria Municipal de Saúde montou dois Postos Médicos Avançados (PMAs), que funcionaram 24h por dia, da sexta-feira de Carnaval até a Quarta-Feira de Cinzas. Localizados na Praça da Estação e na rua Paraíba, próximo à Praça Tiradentes, os postos funcionaram em tendas de 30 m², com 75 macas no total, desfibriladores, monitores não invasivos, medicamentos e soluções para hidratação venosa. O PMA da Praça da Estação tinha a capacidade de realizar 25 atendimentos simultâneos e o PMA da Rua Paraíba, 20.

 

Os PMAs contavam com uma equipe multidisciplinar, composta por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e assistentes sociais.

 

O número total de atendimentos nos PMAs no período do Carnaval foi de 628, cerca de 75% a mais do que no ano passado.  Aproximadamente 20% dos pacientes precisaram ser encaminhados para UPAs, HPS João XXIII, Hospital Metropolitano Dr. Célio de Castro (HMDCC) e Cersams. 

 

As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) realizaram uma média de 300 atendimentos por dia, sendo cerca de 13% relacionados ao Carnaval. A UPA Centro-Sul foi a que registrou o maior número de atendimentos relacionados ao Carnaval, cerca de 30%, sendo aproximadamente 80% causados por intoxicação provável por álcool.

 

 

Transporte

A BHTrans avalia que toda operação de trânsito e transporte foi bem-sucedida. Eventuais ajustes foram realizados conforme a necessidade e a movimentação dos blocos, sobretudo para garantir a segurança dos foliões e dos usuários do sistema de mobilidade. O planejamento, a atuação dos Agentes da BHTrans e o serviço “Posso Ajudar?” foram fundamentais para orientar os foliões sobre o trânsito e as linhas do transporte coletivo.

 

A BHTrans mobilizou um efetivo de mais de 500 funcionários por dia durante o Carnaval e registrou uma movimentação de 3,9 milhões de passageiros nas linhas de ônibus entre a sexta-feira de Carnaval e a Quarta-Feira de Cinzas.

 

Além disso, a BHTrans participou do planejamento e da operação que permitiu os desfiles dos blocos de rua, bem como a montagem dos palcos oficiais da Prefeitura e o desfile das Escolas de Samba e Blocos Caricatos, efetuando 1.860 desvios, mudanças e intervenções de fluxo de trânsito em vias e ruas.

 

Já a CBTU informou que 1,03 milhão de pessoas foram transportadas no metrô entre os dias 9 e 14 de fevereiro. O número é 30% superior ao número registrado no Carnaval de 2017

 

 

Limpeza Urbana

A equipe de limpeza da SLU contou com 800 funcionários por dia durante o Carnaval. O número representa um aumento de 33,3% em relação ao ano passado. Para uma maior eficiência, foram instalados 800 contêineres diariamente nos locais de maior concentração de pessoas, cada um com capacidade para 240 litros de resíduos. Ao todo, a SLU recolheu cerca de 1.500 toneladas de lixo durante o Carnaval de Belo Horizonte 2018.

 

 

Defesa Civil

Não registrou nenhum evento significativo durante o Carnaval, o que foi considerado um dado positivo pelo órgão.

 

 

Ambulantes

Cerca de 9,6 mil ambulantes foram credenciados para trabalhar durante o período oficial do Carnaval de Belo Horizonte. Os ambulantes puderam comercializar bebidas, alcoólicas ou não, e adereços carnavalescos nos ensaios de blocos de rua, durante o pré-carnaval, e nas concentrações e desfiles entre os dias 27 de janeiro a 18 de fevereiro. Foi proibida a venda de bebidas em recipientes de vidro, assim como bebidas fracionadas (em doses). O credenciamento de ambulantes contribuiu para a movimentação financeira do Carnaval de Belo Horizonte 2018, além de gerar uma oportunidade de renda para milhares de famílias.

 

 

Fiscalização

Para valorizar o trabalho dos vendedores ambulantes cadastrados pela PBH, diariamente cerca de 250 fiscais e 270 agentes de campo atuaram nas ruas da cidade em escala especial na Operação Carnaval. No total foram realizadas 63 apreensões de mercadorias diversas, como bebidas (inclusive em garrafas de vidro), salgadinhos e cigarros, no período de 27/1 a 14/02.

 

 

Assistência Social 

A Secretaria Municipal de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania (SMASAC) realizou uma campanha educativa contra o trabalho infantil e a exploração sexual de crianças e adolescentes, com destaque para uma ação de corpo a corpo junto aos ambulantes credenciados pelo município, durante a retirada de suas credenciais.

 

Na campanha, foram distribuídos mais de 30.000 impressos com mensagens educativas e a indicação de canais de denúncia. Também foi lançado um vídeo com uma marchinha de carnaval relaciona à proteção integral de crianças e adolescentes.

 

Com foco na prevenção de conflitos, a SMASAC esteve presente no Centro de Operações de Belo Horizonte (COP-BH) durante todo o Carnaval, com servidores qualificados para lidar com cenários de conflito.

 

Foi destaque também a capacitação prévia de Guardas Municipais para um melhor atendimento de mulheres, crianças, jovens e público LGBT  em situação de violência ou outras necessidades. A SMASAC também manteve durante todo o Carnaval um plantão de Conselheiros Tutelares, para atendimento imediato das situações de violação de direitos contra crianças e adolescentes.

 

Equipamentos da pasta, como o Centro de Referência da Pessoa Idosa, organizaram bailes de carnaval, inclusive com a presença da corte momesca, envolvendo os usuários atendidos pela Prefeitura de Belo Horizonte.

 

 

Blocos de rua

De novembro de 2017 até o Carnaval, a Belotur manteve um contato constante com os blocos e com entidades do Poder Público como a Defesa Civil, a BHTrans, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar, a fim de que a autonomia dos blocos fosse respeitada sem comprometer a mobilidade, os serviços essenciais da cidade e a segurança dos foliões.

 

Foram realizadas reuniões individuais com cada um dos blocos cadastrados, onde foram discutidos temas como interrupção do trânsito, possíveis gargalos (encontros com outros blocos), áreas de risco nos trajetos (regiões sujeitas a alagamento, pontes e viadutos) e a expectativa de público para posicionamento de banheiros químicos, entre outros.

 

Neste contexto, é importante ressaltar que nenhum cadastrado ficou de fora do Carnaval de Belo Horizonte 2018: ao todo foram 564 trajetos analisados, sendo 421 deles aprovados; os 143 desfiles restantes foram cancelados por desistência dos próprios realizadores ou tiveram sua denominação alterada para evento licenciado, devido ao formato dos mesmos. 

 


Palcos Oficiais

No Carnaval de 2018, a Prefeitura de Belo Horizonte intensificou seus esforços no sentido da descentralização da festa. O número de palcos oficiais aumentou de três para nove e, este ano, eles foram instalados também nas regionais Leste, Norte/Nordeste, Barreiro e Venda Nova. Em 2017, os três palcos oficiais se concentraram na região Centro-Sul.

 

A Belotur estima que entre 150 mil e 200 mil pessoas passaram pelos palcos nos cinco dias de programação, que teve início com Encontro de Blocos Afro, o Kandandu, na sexta-feira, 9/02.

 

O evento, realizado pelo segundo ano, trouxe novamente o tema da igualdade racial como ponto de destaque no Carnaval de Belo Horizonte. No ano passado, o Kandandufoi reconhecido pelo Governo Federal como uma iniciativa exemplar para a promoção social e cultural da população negra no país.

 

Ao todo foram mais de 100 horas de música nos nove palcos, que contaram com 76 atrações, como os grupos que fizeram parte do Kandandu, DJs e 38 artistas locais e regionais, escolhidos por edital, valorizando a cultura da cidade e contribuindo ainda mais para o crescimento do Carnaval de Belo Horizonte.

 

 

Desfile das Escolas de Samba e dos Blocos Caricatos

Um dos avanços no Carnaval de Belo Horizonte 2018 foi o aumento no valor da subvenção às Escolas de Samba e aos Blocos Caricatos. As Escolas de Samba do Grupo A receberam R$ 75 mil; as do Grupo B, R$ 37,5 mil; e os Blocos Caricatos, também R$ 37,5 mil. Os valores representam um aumento de 50% em relação ao investimento realizado em 2017.

 

A estrutura na avenida Afonso Pena recebeu vários incrementos, como a instalação de um cronômetro visível na avenida, melhorias na estrutura de som e na iluminação do espaço e arquibancadas com mais conforto. Com capacidade para cerca de duas mil pessoas, as arquibancadas receberam ótimo público nos dois dias de desfile.

 

Além delas, foi montada uma estrutura no entorno da área de desfiles com capacidade para mais oito mil pessoas, de onde um público flutuante de milhares de pessoas acompanhou a apresentação das Escolas de Samba e dos Blocos Caricatos.

 

O regulamento de 2018 inovou, ainda, ao prever, desde já, a vigência a partir de 2019 de uma dinâmica de acesso e rebaixamento das Escolas entre Grupo A e Grupo B, estimulando uma competição saudável que resulte na qualificação dos desfiles a cada ano.

 

Outro aspecto importante, também previsto no regulamento, é a abertura de espaço para o surgimento de novas Escolas de Samba e Blocos Caricatos, um ingrediente com potencial para trazer inovação e renovação para o Carnaval. Este ano Bem Te Vi e Real Grandeza desfilaram no Grupo de Avaliação das Escolas de Samba e Blocos Caricatos, respectivamente.

 

 

Campeões da avenida

A apuração dos resultados ocorreu na última sexta-feira, 18/02, no Parque Municipal. Entre as escolas de samba, o primeiro lugar ficou com a Escola de Samba Canto do Alvorada que trouxe o enredo ´Grupo Aruanda Embaixador da Cultura Brasileira´. Este foi o 16º título da escola, que não desfilou ano passado, mas conquistou o primeiro lugar em 2016. No desfile o destaque ficou por conta da participação do próprio Grupo Aruanda em três momentos distintos do desfile.

 

Em segundo lugar ficou a Escola de Samba Cidade Jardim, com o enredo ‘Cidade Jardim canta as flores’ e, em terceiro, a Acadêmicos de Venda Nova, com o enredo ‘Sou Pampulha, sou carnaval sou patrimônio da cultura mundial’. As três escolas receberam premiação em dinheiro: R$ 50 mil (primeiro lugar); R$ 25 mil (segundo lugar) e R$ 12,5 mil (terceiro lugar).

 

Entre os Blocos Caricatos, um empate técnico deu o primeiro lugar para os blocos Bacharéis do Samba, Estivadores do Havaí e Mulatos do Samba. Conforme o edital, a premiação será somada e dividida entre os três. Cada bloco receberá cerca de R$ 14,5 mil. O troféu ficará guardado na sede da Belotur até que outros dois sejam confeccionados.

 

Os enredos dos Blocos Caricatos vencedores foram: ‘Pintando o sete’ (Bacharéis do Samba), ‘Ilusionismo, magia ou feitiço’ (Estivadores do Havaí) e ‘Amazônia perfeita criação, pulmão do mundo, tesouro da Terra. Se não cuidar essa riqueza vai embora’ (Mulatos do Samba).

 

 

Inovação

Além de fomentar o turismo nos mais diversos setores da cadeia produtiva, o Carnaval 2018 também serviu de plataforma para projetos de inovação tecnológica, como o P4Tree.

 

O projeto, fruto de uma parceria entre a Belotur e a UFMG, intermediada pela ACMinas, transformou parte da urina coletada pelos banheiros químicos em adubo. A tecnologia capaz separar o fósforo presente na urina e reaproveitá-lo na agricultura foi desenvolvida pelo Departamento de Química da UFMG e implementada, de forma piloto, no Carnaval 2018.

 

Durante a festa, seis banheiros químicos foram equipados com recipientes próprios para o processo de ´filtragem` da urina, através de refis de coletores. Ao receber a urina, os coletores filtraram e separaram o fósforo do restante dos elementos. O resultado final do projeto foi a produção de 3 kg de adubo, que serão destinados ao Jardim Botânico de Belo Horizonte.

 

Os números podem parecer modestos, mas projetados para os 14 mil banheiros químicos do Carnaval, mostram que o P4Tree seria capaz de gerar sete toneladas de adubo.

 

 

Patrocinadores

O patrocínio do Carnaval de Belo Horizonte saltou de R$ 1,5 milhão em 2017 para R$ 9 milhões em 2018, sendo R$ 3,6 milhões em patrocínio direto e R$ 5,4 milhões em estruturas e serviços. O evento teve como patrocinadores a Skol, a Uber e Do Brasil Projetos e Eventos.

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