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Guardas municipais realizam trabalho educativo sobre uso de cerol.
Foto: Divulgação/PBH

Campanha da PBH alerta para riscos de cerol e linha chilena

12/07/2017 | 20:45 | atualizado em 17/07/2017 | 08:11

Para evitar os riscos decorrentes do uso do cerol e da linha chilena nas brincadeiras com pipas, a Prefeitura de Belo Horizonte está promovendo uma ação voltada para a conscientização da população sobre o problema. Sob o título “Cerol mata!”, a campanha traz peças gráficas e informes publicitários que alertam para as mortes decorrentes de acidentes com a linha cortante, apresentando também estatísticas de acidentes e de vítimas de ferimentos graves.

 

O período das férias escolares e a estação marcada por ventos fortes tornam julho um mês propício para empinar pipas. Diante desta realidade, a Secretaria Municipal de Segurança vem realizando palestras e promovendo oficinas em escolas, parques e praças, em que a Guarda Municipal, por meio da Patrulha Escolar, orienta as pessoas sobre a forma correta de empinar papagaios, sem linhas cortantes e em locais onde não há risco de atingir a rede elétrica.

 

A parceria estabelecida com a Defesa Civil de Belo Horizonte, a BHTrans e as secretarias municipais de Saúde e da Educação, garantem mais capilaridade às intervenções, permitindo atingir os vários públicos que estão expostos ao risco de acidentes decorrentes do uso do cerol e da linha chilena. Os participantes das palestras recebem informações sobre os tipos mais comuns de ferimentos causados pelas linhas cortantes, como cortes profundos no pescoço sofridos, principalmente, por motociclistas, além de ferimentos nos braços e rosto, agravados pela queda de motos em movimento.

 

Números

 

A legislação estadual proíbe o uso de linhas com cerol ou linha chilena para empinar papagaios, ficando o responsável sujeito a pagamento de multa, que varia de 100 reais a 1,5 mil reais. Pode ser punido também criminalmente nos casos em que causar vítimas de ferimentos ou de morte.

 

Os números relacionados ao uso do cerol e da linha chilena confirmam a gravidade do problema, revelando a ocorrências de três mortes, somente este ano, na Região Metropolitana de BH. Em média, uma vítima da linha cortante é atendida por dia na rede pública de saúde. Aproximadamente um milhão de pessoas ficaram sem energia elétrica, em todo o estado, no decorrer do ano de 2016, devido a acidentes com a rede elétrica.

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