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Mais de trinta pessoas em mesa em forma de "u" coma apresentação em powerpoint ao fundo com o título: Envelhecimento no século XXI.
Foto: Divulgação PBH

Seminário discute envelhecimento e qualidade de vida

11/12/2017 | 17:54 | atualizado em 12/12/2017 | 12:52

No dia 11 de dezembro, a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) realizou o seminário “A Pessoa Idosa e a Cidade – Diagnóstico e Políticas Públicas”. O evento foi resultado de uma parceria da PBH com o Itaú-Unibanco e o Centro Mineiro de Alianças Intersetoriais (CeMAIS), como parte das comemorações pelos 120 anos de Belo Horizonte.

 

No encontro foram discutidas estratégias e boas práticas em Políticas Públicas de atenção à pessoa idosa. Duas conferências traçaram um panorama das políticas para o idoso no Brasil e no mundo, contando com a participação de autoridades da PBH, nas áreas de Assistência Social, Saúde, Educação, Cultura, Turismo, Esporte e Lazer. Ainda estiveram presentes representantes do Governo Federal, do Ministério Público, de organizações privadas, da Universidade Federal de Minas Gerais e de instituições da sociedade civil.

 

Maíra Colares, Secretária da SMASAC, integrou a mesa de abertura e falou sobre a relevância do debate em busca de soluções e possibilidades para enfrentar os desafios do atendimento ao idoso no Município. “Essa população é bastante heterogênea e precisa de especial atenção de todos os setores da sociedade. Estamos qualificando nossos serviços para que sejam assertivos no cuidado com a pessoa idosa e possam atender às suas especificidades, buscando um envelhecimento ativo e saudável”, destaca Colares.

 

A Superintendente de Relações Institucionais do Itaú-Unibanco, Luciana Nicola, também esteve presente na composição da mesa e ressaltou que o trabalho da instituição visa complementar aquele realizado pelo Estado. “Buscamos constantemente contribuir com o que já vem sendo feito. Acreditamos que nossa forma de contribuir com a sociedade é ajudando nas políticas públicas, aprimorando o trabalho do poder público nessas áreas. Observamos, no cenário mundial, quais são as boas práticas atuais quando se fala em envelhecimento, para que possamos aproveitar o aprendizado e não repetir os erros”, finaliza Nicola.