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Equipe da Subsecretaria de Fiscalização colando o cartaz do “Carnaval é na lata”
Foto: Divulgação PBH

Carnaval é na Lata orienta a comercialização de bebidas em garrafas de plástico

17/02/2020 | 18:05 | atualizado em 06/03/2020 | 16:52


A mensagem é: “Carnaval é na Lata”! E o objetivo, mais uma vez, é garantir que o Carnaval de Belo Horizonte continue sendo um dos mais seguros do país. Sendo assim, para incentivar a comercialização de bebidas em lata durante esse período de folia e evitar acidentes e situações de perigo pelo uso de garrafas ou recipientes de vidro, os fiscais da Subsecretaria de Fiscalização já estão percorrendo toda a cidade para afixar cartazes da campanha em bares, lanchonetes e restaurantes.

Além da afixação dos cartazes da campanha, equipes de todas as nove regiões da cidade realizam ações preventivas com os comerciantes para que não sejam vendidas bebidas em recipientes de vidro e churrasco em espetos.

“É importante que tanto os comerciantes quanto os foliões curtam a folia de forma consciente e segura. Mesmo que o folião leve a sua bebida de casa, o ideal é que seja em garrafas de plástico ou lata. Além disso, é fundamental que os comerciantes sejam parceiros da Prefeitura de modo a evitar acidentes pelo uso de recipientes de vidro”, salientou a diretora de Planejamento da Fiscalização, Raquel Guimarães.

A Subsecretaria de Fiscalização escalou cerca de 610 pessoas, entre fiscais, diretores, gerentes, supervisores e agentes de campo, que se revezam em escalas e plantões no Centro de Operações da Prefeitura (COP-BH) e em campo para garantir um Carnaval organizado e seguro.

 

Equipe em campo

A atuação dos profissionais inclui ações preventivas e educativas em relação a eventos realizados nas ruas sem a autorização do Município, o monitoramento pelas câmeras do COP, coibir os ambulantes irregulares e evitar que os credenciados fixem em um ponto, de forma a garantir uma melhor fluidez dos blocos e do trânsito.

Conforme previsto no edital de chamamento público, o ambulante poderá comercializar água e bebidas industrializadas ou adereços carnavalescos. Além disso, a atividade é permitida apenas nos ensaios e nos desfiles dos blocos de rua. O ambulante não pode exercer a atividade em locais onde não há concentração ou desfile de bloco de rua.

Entre as regras, o credenciado não pode comercializar bebida em garrafas ou outros recipientes de vidro e é proibida a venda de bebida alcoólica aos menores de 18 anos, sob as penas da legislação. No exercício da atividade, o credenciado deve manter consigo a credencial e o documento de identidade com foto válido. Em caso de descumprimento, o ambulante poderá perder a credencial, ter os produtos apreendidos e ser autuado no valor de R$ 2.113,71.

O Carnaval de Belo Horizonte 2020 é viabilizado pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Belotur, com patrocínio master da Skol Puro Malte e patrocínios do iFood e do Iti, aplicativo de pagamentos digitais do Itaú Unibanco. O valor é de R$ 6 milhões em verba direta, mais R$ 8,3 milhões em planilhas de estruturas e serviços, captado por meio de Edital de Patrocínio.


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