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Olusegun Akinruli; Vera Duarte; Gilberto Silva; Maíra Colares, secretária de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania; Makota Kizandembu, diretora de Políticas para a Igualdade Racial, ; Marisa Nzinga; Edson Belarmino (Babu)
Foto: Divulgação PBH

Simpósio temático abre atividades do Novembro Preto em BH

13/11/2017 | 13:18 | atualizado em 13/11/2017 | 16:22

O evento “Novembro Preto: BH sem Racismo”, foi iniciado com o “Simpósio Ýià” dia 9 de novembro. O simpósio teve início com a presença de autoridades da Prefeitura de Belo Horizonte e lideranças do movimento negro do município, e abordou temas como saúde, empreendedorismo, religiosidade, cultura, juventude, gênero e sexualidade.

 

Maíra Colares, Secretária de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania, participou da mesa de abertura e salientou a importância da realização de ações de combate ao racismo no município. “O Novembro Preto propõe um espaço de reflexão sobre a sociedade e as políticas públicas que estamos desenvolvendo. É, sim, um momento de comemoração, mas também traz a dimensão de diálogo e de criação de políticas públicas efetivas. Nosso objetivo é que as reflexões deste mês reverberem durante todo o ano para avançarmos em direção à igualdade racial em Belo Horizonte”, ponderou.

 

Os eixos temáticos do simpósio, que terminou dia 11 de novembro, homenagearam personalidades negras que valorizam a força e o poder femininos ao longo da história.

 

A Diretora de Políticas para a Igualdade Racial, Makota Kizandembu, explicou a escolha do nome “Novembro Preto”: “Por que Novembro Preto e não Negro? Porque a gente tem o Setembro Amarelo, que é ligado ao combate ao suicídio, o Outubro Rosa, que faz campanha pela prevenção do câncer de mama, o Novembro Azul, que alerta os homens sobre o cuidado com a saúde. Todos são nomes de cores. Com o Novembro Preto não seria diferente”.
 

Makota Kizandembu também destacou o caráter coletivo das ações deste mês. “O Simpósio Ýià é o primeiro de muitos atos que vão acontecer durante todo o mês. O Novembro Preto é de toda a cidade. Ninguém combate o racismo sozinho; é preciso um trabalho articulado entre poder público, instituições e sociedade civil em busca da igualdade racial”, completou.

 

Confira aqui a programação do evento. 

 

Cerca de 20 pessoas em círculo no Simpósio Ýià - Eixo LGBT
Cerca de 20 pessoas em círculo no Simpósio Ýià - Eixo LGBT
Cerca de 15 pessoas em círculo no Simpósio Ýià - Eixo Saúde
Cerca de 15 pessoas em círculo no Simpósio Ýià - Eixo Saúde
Mais de 30 pessoas sentadas, público presente no Simpósio Ýià, realizado no Centro de Referência da Juventude.
Mais de 30 pessoas sentadas, público presente no Simpósio Ýià, realizado no Centro de Referência da Juventude.