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Programas da Prefeitura são referência em encontro científico de educação física

08/11/2018 | 19:13 | atualizado em 08/11/2018 | 20:31

As políticas públicas desenvolvidas pela Prefeitura de Belo Horizonte para a prática de atividades físicas serão conhecidas pelos participantes do XIII Encontro Científico e Pedagógico da Educação Física (Encipef), nesta segunda-feira, dia 12, em Belo Horizonte.

 

A capital mineira é a segunda mais amigável do país para a prática de atividades físicas, conforme aponta um ranking brasileiro de 2018 elaborado pela PUC do Paraná em parceria com uma publicação de circulação nacional.

 

Parte dessa experiência de sucesso da Prefeitura de Belo Horizonte em programas e projetos voltados às atividades físicas será apresentada no III Simpósio de Atividade Física e Saúde da Região Sudeste, programação que integra o Encipef.

 

Promovido pela PUC Minas, o evento conta com a participação de acadêmicos, profissionais e professores de educação física de vários estados. O simpósio ocorrerá no teatro (prédio 30) do Campus do bairro Coração Eucarístico (avenida Dom José Gaspar, 500).

 

Representante da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (Smel) da Prefeitura de Belo Horizonte, o educador físico e especialista em gerenciamento de projetos João Rafael Caldeira vai abordar, entre 17h10 e 18h50, a influência positiva do programa Caminhar na saúde da comunidade, bem a importância da participação popular na elaboração e execução das políticas públicas de esporte e na ocupação dos equipamentos esportivos.

 

No relato sobre o Caminhar, programa desenvolvido em nove pistas de caminhadas e escolas municipais da cidade, João Rafael vai abordar o atendimento mensal realizado nas pistas a cerca de mil pessoas. Os caminhantes fazem avaliação física e várias medições, como peso, Índice de Massa Corporal (IMC) e de pressão arterial, além de teste de flexibilidade e condicionamento cardiorrespiratório.

 

O educador físico vai apresentar ainda a análise de dados de avaliações físicas dos usuários da pista de caminhada que contribuem para avaliar o impacto positivo do programa na promoção da saúde. Um deles é o nível de atividade física e o sobrepeso.

 

Além do Caminhar, será apresentado também o trabalho realizado pelo programa Vida Ativa, que atende a cerca de três mil pessoas com idade acima de 50 anos, com atividades físicas, de lazer e de socialização.

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