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Ativista senegalesa em meio a seis jovens, todos de pé.
Foto: Divulgação PBH

“Programando Sonhos Delas” é apresentado a ativista referência em informática

21/11/2019 | 17:46 | atualizado em 25/11/2019 | 09:46

Criadora do movimento I Am the Code – que tem como objetivo ensinar informática a 1 milhão de meninas até 2030 – a programadora, executiva e ativista senegalesa Mariéme Jamme conheceu na quinta-feira, dia 21 de novembro, o "Programando Sonhos Delas", projeto lançado recentemente pela Prefeitura de Belo Horizonte e voltado para a inserção de mulheres em situação de vulnerabilidade social no mercado de programação.

 

Quatro alunas do projeto participaram de um encontro com Mariéme Jamme na Secretaria Municipal de Educação e ouviram elogios sobre a iniciativa desenvolvida pela Prodabel. Para ela, as alunas são privilegiadas por poderem ter acesso a uma oportunidade como essa, de forma gratuita.

 

“Desejo que os professores possam escutar e impulsionar os sonhos de vocês para que quando entrarem no mercado de trabalho, consigam mostrar o potencial que existe dentro de cada uma. Esse é o momento de encontrar o nosso espaço no mercado de tecnologia”, afirmou. A senegalesa incentivou o desenvolvimento das alunas e comentou que o problema da exclusão da mulher do mundo da tecnologia é global.

 

Renata Angelina de Araújo Faria, aluna do Programando Sonhos Delas, estava atenta a cada palavra de Mariéme. “Conhecer uma mulher como ela nos impulsiona a viver melhor o curso. Ela nos mostrou hoje que o mercado de trabalho nos espera e que é possível conquistar o seu espaço”, conta. Mariéme será uma das palestrantes do She’s Tec Conference, evento que acontece até sábado, em Belo Horizonte.

 

 

Tecnologia

A vinda de Mariéme ao Brasil teve como finalidade principal conhecer as atividades desenvolvidas em Belo Horizonte para inserir crianças e adolescentes no mundo da tecnologia e conhecer o curso de programação da Prefeitura.

 

O Programando Sonhos Delas é um projeto desenvolvido pelo presidente da Prodabel, Leandro García, com objetivo de inserir mulheres em situação de vulnerabilidade social no mercado de programação. Mais de 1,2 mil mulheres se inscreveram, sendo que atualmente 100 delas estão participando do curso, que acontece duas vezes por semana na Unidade Ipiranga.

 

As alunas recebem vale transporte e tem direito a lanche no local. A meta é capacitar 300 mulheres em 2020. O Programando Sonhos Delas ficou entre os três finalistas do prêmio World Smart Cities Award (Prêmio Mundial de Cidades Inteligentes), em Barcelona.


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