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Moradores conversando com responsáveis da PBH
Divulgação/PBH

Programa de Realocação de Atividade Comercial entrega imóveis no Santa Lúcia

criado em 29/08/2022 - atualizado em 29/08/2022 | 15:42

A Prefeitura de Belo Horizonte iniciou a entrega dos primeiros imóveis do Programa de Realocação de Atividade Comercial (PRAC) no Aglomerado Santa Lúcia, região Centro-Sul da capital. As unidades são destinadas aos moradores que tiveram seus estabelecimentos comerciais removidos com as obras previstas pelo Programa Vila Viva.

 

Para a utilização das lojas, os comerciantes deverão arcar com valores mensais que dependerão do tamanho do imóvel e da renda do beneficiário, com variação de R$9,56 a R$29,06. A quantia vai para ao Fundo Municipal de Habitação. Das 18 lojas construídas, 12 estão localizadas na rua Principal e seis em condomínio na Via do Bicão, onde três famílias já foram beneficiadas com os imóveis.

 

Raquel Ferreira, 31 anos, moradora do Aglomerado há 25 anos, aguardava pelo reassentamento definitivo e também por um lugar com preço acessível para trabalhar, já que precisou sair de sua antiga moradia e de um ponto comercial, ambos em trecho de obras do Vila Viva. No último dia 22, mesma data em que se mudou para um novo apartamento, ela recebeu a tão aguardada unidade comercial. A loja fica em um condomínio vizinho de onde mora, facilitando a sua rotina.

 

“Está sendo uma mudança total e estou muito empolgada. Eu tinha um salão de beleza, mas agora pretendo trabalhar com a venda de cosméticos, material escolar, papelaria e itens diversos. Falta só colocar cerâmica no piso e trazer os móveis que já tenho. E morar perto vai ajudar bastante. Não vejo a hora de começar, pois pretendo inaugurar a loja em 15 dias”, disse Raquel, comemorando o duplo recomeço de vida.

 

O técnico social da Urbel Allan Victor Nascimento, que acompanha as famílias atendidas pelo Vila Viva no Santa Lúcia, e participou das primeiras entregas de unidades comerciais aos beneficiários, destacou a importância do PRAC para a comunidade. “Ele desempenha uma função relevante complementando programas, ações e intervenções da Política Municipal de Habitação. Ao destinar as unidades a esses comerciantes, há um estímulo para a continuidade do empreendedorismo local, possibilitando a geração de renda e incentivando o comércio na região”, concluiu.