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A foto mostra o secretário Municipal de Fazenda Fuad Noman em reunião.
Foto: Adão Souza

PBH dribla crise e mantém em dia os pagamentos do funcionalismo e fornecedores

25/07/2018 | 18:57 | atualizado em 05/11/2018 | 09:45

Mesmo diante de um cenário de crise financeira, a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) garantiu, na última sexta-feira, dia 20, o pagamento da primeira parcela do 13º salário para todo o funcionalismo. Além disso, na primeira semana deste mês, a PBH manteve em dia o pagamento de 46 mil agentes públicos e de 17 mil aposentados e pensionistas, com a quitação da folha de pessoal do mês de junho.

Secretário municipal de Fazenda, Fuad Noman informa que os pagamentos do 13º salário e da folha de junho somaram aproximadamente R$ 303 milhões, um desembolso 50% a mais do que é feito normalmente a cada mês. “E a quitação do 13º salário e da folha aconteceu exatamente dentro do calendário e da forma que a lei prevê. A Prefeitura de Belo Horizonte consegue fazer esses pagamentos porque tem seu caixa equilibrado, graças a um grande esforço para a redução de gastos e contenção de despesas, aliadas a uma gestão fiscal austera e eficiente. E fazemos isso sem que seja afetada a prestação dos serviços públicos que a população tanto precisa”, afirma.

Fuad Noman também destaca que a PBH possui recursos a receber do Estado. “O Governo Estadual não está passando os recursos que precisa transferir à Prefeitura. O Estado está nos devendo cerca de R$ 70 milhões do Fundeb, que é o dinheiro que usamos para pagar os professores. Como o Estado não passa os recursos, temos que tirar do orçamento municipal, porque os professores não podem ficar sem receber. Então, isso penaliza os demais programas da PBH. Ou seja, além de pagar tudo em dia, salários e fornecedores, temos que correr atrás de recursos para suprir o que o Estado não cumpre de responsabilidade legal”, explica o secretário.