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Imagens de prédios localizados na Vilas Cemig e Alto das Antenas
Foto: Divulgação PBH

Obras das Vilas Cemig e Alto das Antenas entram na reta final

14/08/2020 | 17:17 | atualizado em 14/08/2020 | 20:07

As obras realizadas pela Companhia Urbanizadora e de Habitação de Belo Horizonte (Urbel) nas Vilas Cemig e Alto das Antenas, na região do Barreiro, estão chegando à fase de conclusão. As intervenções têm como principal objetivo minimizar o risco das áreas de deslizamento e o risco elétrico; além de melhoria no acesso a serviços públicos, recuperação dos recursos naturais existentes e desenvolvimento comunitário, através de ações sociais e educativas para aproximadamente 7,4 mil moradores.

As intervenções incluem a construção de 232 unidades habitacionais, o tratamento de encostas, implantação de parques, praças, serviços de esgotamento sanitário e redes de água, recuperação de becos e abertura de vias, sendo que aproximadamente 85% já foram executadas. Além disso, foram realizadas 494 remoções de famílias que saíram de áreas de risco e foram reassentadas em locais seguros, melhorando a qualidade de vida e acessibilidade.

De acordo com o engenheiro da Urbel responsável pela obra, Luiz Roberto Delgado, as intervenções de destaque foram as de tratamento de risco geológico, como a do Beco do Tucano e a implantação da Via de Pedestres 1, onde foi realizada a contenção de 450 metros de encosta. Essas obras contribuíram para a eliminação do risco geológico das moradias e também da insalubridade, com a implantação de rede de esgoto e água; além de criar acesso e melhorar a mobilidade das famílias.

Segundo o engenheiro, as obras se encontram na reta final, faltando apenas a conclusão da Via de Pedestre 1, o cercamento e remoções finais das famílias da área verde da Cemig, a consolidação da infraestrutura na rua A6 e a conclusão da urbanização no beco Colibri. A previsão é de que as obras sejam finalizadas em fevereiro de 2021.

O Programa Vila Viva Vila Cemig e Alto das Antenas conta com recurso total de aproximadamente R$ 74,7 milhões provenientes do Programa Pró-Moradia, do Governo Federal, e da Prefeitura de Belo Horizonte.