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Mais de trinta pessoas transitando entre estandes do Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte, o FIQ-BH.
Foto: Ana Beatriz M. Baêta

FIQ-BH concorre a prêmio Jayme Cortez

24/06/2019 | 20:17 | atualizado em 25/06/2019 | 09:46
O Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte (FIQ-BH) está concorrendo ao prêmio Jayme Cortez pela sua contribuição para o quadrinho nacional. A premiação faz parte do 35º Troféu Angelo Agostini 2019, realizado pela Associação dos Quadrinistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo, e seleciona destaques de todo o país no setor. A votação está aberta ao público, que poderá escolher os seus favoritos em dez categorias até o dia 19 de julho, no site da associação.

 

Realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, o Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte tem sido uma peça fundamental no processo de valorização e crescimento dos quadrinhos no Brasil. Como maior evento do gênero na América Latina, o Festival é referência obrigatória para os quadrinistas e o público, uma vez que apresenta um painel da produção contemporânea de quadrinhos no mundo e propicia o intercâmbio entre artistas e editores nacionais e internacionais.

 

O Festival foi criado em 1999, substituindo a Bienal de Quadrinhos realizada pela primeira vez em 1997. É um espaço propício para o encontro de profissionais e a troca de experiências artísticas e pedagógicas relacionadas à linguagem da arte sequencial. Além das diversas atividades oferecidas, artistas acadêmicos convidados estimulam a capacitação de profissionais e incentivam formação de jovens quadrinistas.