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Festival de Arte Negra de BH abre inscrições para o Ojá – Mercado das Culturas
Foto: Iara Musa

Festival de Arte Negra de BH abre inscrições para o Ojá – Mercado das Culturas

criado em 05/11/2021 - atualizado em 05/11/2021 | 16:06

A Secretaria Municipal de Cultura e a Fundação Municipal de Cultura, em parceria com o Centro de Intercâmbio e Referência Cultural (CIRC), informam que já estão abertas as inscrições para expositores que desejam participar da 11ª edição do Festival de Arte Negra de Belo Horizonte (FAN BH)  no Ojá - Mercado das Culturas. A tradicional feira do evento reúne uma extensa variedade de produtos e serviços ligados à cultura negra. 

O FAN BH será realizado em dezembro e, pela primeira vez, terá formato híbrido, reunindo atividades presenciais e virtuais que seguirão todos os protocolos de prevenção à Covid-19. 

Podem se inscrever para o Ojá expositoras e expositores das cidades de Minas Gerais, individuais ou coletivos, com produtos de diversas áreas como acessórios, alimentos, artesanato, bio joias, cosméticos, decoração, estética, livros, moda e artes visuais.  No momento da inscrição, as pessoas interessadas deverão informar se a exposição de produtos ou serviços é preferencialmente on-line ou presencial.

Segundo a diretora da Política de Festivais da Fundação Municipal de Cultura, Ana Freire, o Ojá integra o evento como um elemento essencial à sua identidade e proposta: “Sabemos que a Economia Criativa é também uma importante forma de expressão da cultura popular, da arte e cultura negra em geral. O Ojá é um espaço de grande relevância para empreendedoras e empreendedores que participam da feira e, sem dúvidas, uma das grandes atrações do FAN BH para o público do festival”, afirma. 

As inscrições, que ficam abertas até 15 de novembro, devem ser realizadas exclusivamente a partir do formulário disponível no endereço pbh.gov.br/fanbh. 

Sobre a 11ª edição do FAN BH

Neste ano, o FAN BH traz o tema “Muvuca de Pretuntu” e parte das conexões culturais entre Brasil e África, mais especificamente das influências da cultura bantu na formação da identidade brasileira e suas relações com Minas Gerais. Esta edição destaca o desejo de aproximação - através dos encontros, reflexões, trocas de experiências, de afetos -, a partir de processos criativos colaborativos que se darão durante o festival. A  curadoria do festival, em 2021, é composta pelo artista plástico Froiid, pela atriz, cantora e compositora Júlia Tizumba e pelo cantor e compositor Sérgio Pererê.