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Fabíola Moulin posa para foto sentada, de camisa branca e óculos
Foto: Ricardo Laf/PBH

Fabíola Moulin é a nova presidente da Fundação Municipal de Cultura

10/08/2018 | 18:27 | atualizado em 10/08/2018 | 19:01

A cerimônia de posse da presidente da Fundação Municipal de Cultura (FMC), Fabíola Moulin, foi realizada na noite de quinta-feira, 9 de agosto, na sede da Prefeitura de Belo Horizonte. A nova presidente atuou, desde setembro de 2017, como diretora de museus da FMC. Artista visual, curadora, educadora e gestora cultural, Fabíola Moulin foi diretora de difusão museológica na Superintendência de Museus da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais (2004 e 2005), coordenadora de artes visuais do Museu de Arte da Pampulha (2007 e 2010), diretora de programação e gerente de artes visuais na Fundação Clóvis Salgado (2010 e 2014). Foi também responsável pela curadoria de diversas exposições e atuou como professora de Arte Contemporânea e História da Arte e Estética.
 

O secretário municipal de Cultura, Juca Ferreira, agradeceu Romulo Avelar, que se despediu do cargo e deixa significativas contribuições para a cidade, e deu as boas-vindas para Fabíola Moulin. Juca chamou a atenção para o momento crítico em que vive o país e a necessidade de reforçar a luta contra o preconceito. Para ele, além da crise, política e econômica, o Brasil passa também por uma crise civilizatória. “Temos observado visões preconceituosas em relação aos índios, aos negros; esforços para suprimir os investimentos na formação das novas gerações; ações restritivas às mulheres e à sua presença na política pública, ou seja, uma série de retrocessos. Estamos no meio do caminho para a construção de uma sociedade de direitos institucionalizados, de valores e reconhecimento das nossas diferenças. A diversidade está em questão e em disputa”, afirmou Juca Ferreira.
 

Já o vice-prefeito Paulo Lamac elogiou a gestão de Avelar à frente da FMC e o trabalho desenvolvido em harmonia com a Secretaria Municipal de Cultura. “Reconhecemos a trajetória excepcional que Romulo Avelar desenvolveu durante o período que esteve à frente da Fundação Municipal de Cultura, momento de transição com a criação da Secretaria Municipal de Cultura. Muitas pessoas não compreenderam bem como isso poderia se dar e se isso seria uma coisa positiva. Mas, essa sintonia entre o secretário Juca Ferreira e o Romulo mostrou para a cidade que a Secretaria, junto com a Fundação, estavam se constituindo como dois instrumentos complementares que se somam no fortalecimento da nossa cultura em Belo Horizonte”, afirmou Paulo Lamac.

 

Mesa composta pela nova presidente da Fundação Municipal de Cultura Fabíola Moulin, pelo prefeito em exercício Paulo Lamac, pelo secretário Municipal de Cultura Juca Ferreira.
Foto: Ricardo Laf/PBH


 

Agradecendo a toda a equipe, Romulo Avelar abordou os esforços realizados  ao longo destes 11 meses de sua gestão. “Um dos pontos a ressaltar é a distribuição de recursos. Quando chegamos, percebemos o quanto eles estavam concentrados na realização de eventos, que são também mobilizadores, agregadores como no caso dos nossos festivais. Esses eventos seguem sendo importantes e recebendo nossa atenção, mas foi preciso irrigar outras áreas que não recebiam investimentos há muitos anos como os nossos centros culturais. Investimos na compra de equipamentos para melhor estruturar esses espaços”, salientou.
 

Fabíola Moulin destacou que, em 2017, foi possível pensar projetos estratégicos e iniciar o trabalho de reestruturação da FMC. “Aceitei esta missão certa das possibilidades de aprofundarmos as políticas públicas para cultura que vêm sendo desenhadas. Agora é o momento de colocar na rua e de compartilhar os programas, projetos e ações. Criar um grande circuito municipal de cultura que conecte os territórios da cidade e as diversas linguagens artísticas. Avançar nos programas de formação e fazer da Pampulha, mais do que um patrimônio mundial que já é, um patrimônio vivo e pulsante”, afirmou.
 

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