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Bonecos e figurinos de peças teatrais em exposição no Museu Histórico Abílio Barreto.
Foto: Tatiana Rocha

Exposição sobre teatro em BH está em cartaz até dia 21

17/05/2017 | 16:44 | atualizado em 01/06/2017 | 10:34

Esta é a última semana para o público visitar e conhecer a história do teatro em Belo Horizonte por meio da exposição “3º Sinal: Belo Horizonte em Cena”. Promovida pela Fundação Municipal de Cultura no Museu Histórico Abílio Barreto (Avenida Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim), a exposição apresenta a história do teatro e seus personagens, construindo um panorama da diversidade da produção desta arte ao longo da história da cidade. Em cartaz há dois anos, a exposição ficará aberta ao público somente até o dia 21 de maio, podendo ser visitada nestas quarta e quinta-feiras dias 17 e 18 de maio), das 10h às 18h30, e de sexta a domingo ( dias 19 a 21de maio), das 10h às 17h. A entrada é gratuita.

Situada na sala de exposições do Edifício- Sede, a mostra leva o visitante a percorrer o universo teatral, presente em todo o espaço expositivo, com o objetivo de instigar sensações e possibilitar uma experiência cênica, ainda que momentaneamente. São expostas imagens, objetos, informações, e depoimentos, principalmente, dos construtores da história do teatro. Esses documentos respaldam as lembranças e registram propostas estéticas, núcleos aglutinadores, espaços ocupados e construídos nas relações com o público.

Sem ater-se a cronologias e classificações, a mostra também ilustra momentos da trajetória de artistas e grupos teatrais. Textos, figurinos, cenários, objetos, programas, fotos e outras referências à atuação permitem acessar a memória de um momento efêmero: a encenação. Por detrás da cena, estão os bastidores, lugar de formação, fomento e criação. E, para que o fenômeno teatral aconteça de fato, espaços da relação cena-plateia são construídos, oferecendo ao público o papel de captar olhares sobre a cidade. A vida urbana está ali representada, não só pelas múltiplas experiências estéticas, mas também pelas emoções individuais, sensações coletivas e posturas políticas que as manifestações artísticas podem gerar em cada espectador.