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Mais de seis mulheres dançam de maneira coordenada, em sala iluminada.
Foto: Alice Guimarães

Centro Cultural Urucuia recebe Oficina Feminina de Rap a partir do dia 24/8

21/08/2019 | 19:53 | atualizado em 22/08/2019 | 13:55

A Fundação Municipal de Cultura recebe, no Centro Cultural Urucuia (rua W3, 500, Urucuia), a partir do sábado, dia 24, às 13h, a Oficina Feminina de Rap, que tem como objetivo formar grupos de mulheres na cultura Hip Hop. As aulas acontecerão até o mês de dezembro, sempre aos sábados, no mesmo horário, e contemplarão diferentes linguagens como música, dança, moda, entre outras. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no local, no primeiro dia de aula, por formulário online ou através do e-mail oficinafemininaderap@gmail.com. Para se inscrever os participantes devem ter a idade mínima de 12 anos.

 

Entre os temas das aulas ministradas pelo projeto estão Danças Urbanas, com Scheylla Bacellar; Teoria Musical e Técnica Vocal, com Lana Black; DJ, Música e Tecnologia, com Black Josie; Identidade Juvenis – Hip Hop e Gênero, com Priscila Tomas; Literatura, Poesia e Rima, com Lana Black; e Estética Urbana e Moda, com Lorena Santos. A proposta é que ao final do semestre seja feita uma apresentação com o trabalho desenvolvido pelas participantes.

 

 

Sobre a Oficina Feminina de Rap

O projeto surgiu em 2015, quando as amigas Dayana Paula Rodrigues, Mikaela Gabriele e Walkiria Gabriele refletiam sobre a necessidade de aumentar a presença feminina no universo Hip Hop, em seus diferentes segmentos como no Rap, na dança, e no grafite, entre outras áreas. As primeiras oficinas foram oferecidas em Contagem, e desde o princípio foi desenvolvido tendo como foco as mulheres, mas também se mantendo abertas para o público masculino interessado em participar.

 

As oficinas têm a proposta de aprimorar jovens que já produzem em Belo Horizonte e região metropolitana, oferecendo referências teóricas e práticas dentro da cultura Hip Hop, além de formar novos atores culturais. Todas as atividades são realizadas com o intuito de que as mulheres se tornem multiplicadoras do que aprendem, contribuindo com o crescimento pessoal, ampliando o repertório das participantes e das comunidades, com o intuito de descentralizar o saber e ocupar as periferias das cidades. O projeto também já passou por Ribeirão das Neves, e atualmente está sendo realizado na capital mineira com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. Mais informações para o público no telefone (31) 3277-1531.


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