2 September 2026 -
Alunos do 9º ano da Escola Municipal Professor João Camilo de Oliveira Torres (Regional Noroeste) conquistaram medalha de bronze na 18ª Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), promovida pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A equipe, formada pelos estudantes Ayalla Fernanda Moreira de Souza Oliveira, Gabriel Felipe Viera da Silva e Isabela de Souza Meireles, foi uma das oito finalistas de Minas Gerais entre 3,7 mil, do estado, que iniciaram a primeira fase da competição.
A fase final foi realizada em Campinas (SP). Milhares de equipes de estudantes de todo o país foram inscritas e 80 foram premiadas com medalhas de ouro, prata e bronze. Participaram da Olimpíada escolas públicas e particulares, além dos institutos federais.
A final
A professora de história da escola, Bruna Neto Soares, coordenadora da atividade, destaca que a prova final foi em grupo e teve duas questões discursivas relacionadas às mulheres na ciência. As perguntas abrangeram divisão de gênero no trabalho, as barreiras invisíveis das cientistas, falta de investimento e representatividade.
“Os alunos acharam os temas da prova tranquilos, pois estudamos basicamente tudo que caiu. Comemoramos muito. Não esperávamos esse resultado tão bom, pois a competição foi muito forte. Foram meses de preparo e estudo para um projeto pelo qual tenho muito afeto e orgulho de participar. Para os estudantes, o prêmio representa o resultado da força, dedicação e muito estudo”, ressalta a professora, que participou da primeira edição da Olimpíada como estudante.
Preparação
Desde 2023, a professora Bruna coordena projeto para a participação na ONHB com alunos do 8º e 9º anos. Após duas tentativas anteriores de chegar à final, o grupo conquistou a vaga neste ano. “Foi a dedicação da equipe que fez a diferença. Participar não é simples, são cinco fases online, cada uma com duração de uma semana, e a final é uma prova discursiva em grupo”, explica.
Os estudantes se reuniam regularmente para debater as tarefas e mantinham um grupo no WhatsApp, onde recebiam orientações e materiais de pesquisa. “Às vezes, uma questão exigia horas de estudo. É um trabalho que demanda atenção e empenho”, destaca Bruna.
