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Informativo sobre o Coronavírus em Belo Horizonte
Foto: Arte PBH

Prefeitura trabalha para abertura de novos leitos de UTI em hospitais do SUS/BH

29/06/2020 | 16:23 | atualizado em 02/07/2020 | 19:14

O aumento do número de casos de Covid-19 em Belo Horizonte na última semana, e em consequência disso do número de atendimentos em Centros de Saúde, Unidades de Pronto-Atendimento, Hospitais da Rede SUS/BH e transportes de pacientes pelo Samu, foi fundamental para que, na sexta-feira, dia 26, a Prefeitura decidisse retornar a cidade para a fase de controle (funcionamento apenas de atividades essenciais) a partir desta segunda-feira, dia 29.

 

Belo Horizonte já registrou 5.510 casos e 129 mortes por Covid-19. Já a taxa de ocupação de leitos está em 87% para UTIs Covid e 88% para demais UTIs. Em enfermarias, a taxa de ocupação é de 71% Covid e 68% não Covid.

 

A Prefeitura está verificando com os hospitais 100% SUS a possibilidade da abertura imediata de novos leitos de UTI. Vale destacar que as gestões do Hospital Galba Veloso e do Hospital de Campanha não são de responsabilidade da Secretaria Municipal de Saúde.

 

Em junho, foram abertos pela Secretaria 232 leitos Covid na Rede SUS/BH – 81 UTIs e 151 enfermarias. Somente na última semana, a Prefeitura de Belo Horizonte colocou em funcionamento desde a quinta-feira, dia 25, 74 novos leitos Covid – 19 UTIs e 55 enfermarias.

 

Somando as unidades Covid de enfermaria (798) e UTI (301), o SUS-BH conta hoje com 1.099 leitos. Em março, eram 196 leitos Covid: 82 de UTI e 114 de enfermaria. Um aumento de mais de 460% de leitos (no comparativo março/junho).

 

O aumento da oferta de unidades para o atendimento de pacientes acompanha o planejamento feito pela Secretaria Municipal de Saúde junto aos hospitais e a evolução dos indicadores epidemiológicos e assistenciais em relação à pandemia.

 

A Secretaria Municipal destaca que, para conter a contaminação pelo novo Coronavírus, é extremamente necessário que a população siga as medidas de prevenção como o uso de máscaras, distanciamento de 2 metros, isolamento social e higienização das mãos.

 

Caso os índices de contaminação não sejam reduzidas, todos os esforços de abertura de novos leitos para o atendimento de pacientes podem não ser suficientes para o volume de pessoas que vão necessitar de assistência.