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Mesa de abertura do lançamento do Diagnóstico do Idoso, com quatro pessoas: Sandra Mendonça Mallet, presidente do Conselho Municipal do Idoso; Laura Wong, professora do Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da UFMG; José Crus, subsecretário de Assistência Social; Geisa Moreira, diretora de Políticas para a Pessoa Idosa.
Foto: Zaíra Magalhães

Prefeitura de Belo Horizonte apresenta Diagnóstico do Idoso

22/11/2017 | 17:04 | atualizado em 23/11/2017 | 10:24

No dia 17 de novembro aconteceu o lançamento do Diagnóstico do Idoso do município. Trata-se de pesquisa desenvolvida pelo Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da UFMG para o Conselho Municipal do Idoso e a Diretoria de Políticas para a Pessoa Idosa. O trabalho foi viabilizado com recursos do Fundo Municipal do Idoso.

 

O diagnóstico apresenta informações sobre a população idosa de Belo Horizonte, nas diferentes áreas, passando por saúde e bem estar, envelhecimento ativo, direito à convivência familiar e comunitária e prevenção à violência. Os dados sistematizados pela pesquisa serão utilizados para orientar as diretrizes dos serviços municipais oferecidos para esse público.

 

De acordo com o Subsecretário de Assistência Social, José Crus, é importante integrar o trabalho da Prefeitura de Belo Horizonte com a pesquisa acadêmica, a fim de realizar trabalhos efetivos, e qualificar a entrega dos serviços da Secretaria Municipal de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania. “A informação oferecida pela Universidade orienta o provimento dos serviços e benefícios. Ela permite imprimir um Estado proativo, que chega para proteger e prevenir as violações de direitos aos cidadãos”, salienta o subsecretário.

 

Crus ainda destaca que a prevenção é um dos aspectos mais importantes do trabalho da assistência social, realizando ações efetivas que alcancem os idosos e suas famílias antes de acontecer uma violação de direitos. Para Geisa Moreira, Diretora de Políticas para a Pessoa Idosa, é essencial que a estratégia da gestão dos serviços ouça os diferentes atores sociais. “Nossas ações políticas devem aproximar o trabalho da universidade, da gestão dos serviços e, principalmente, ouvir a resposta do próprio idoso sobre o que é dirigido a ele”.

 

A diretora ainda destaca a necessidade de humanizar a velhice, e reforçar o respeito e a valorização da pessoa idosa. “Nosso trabalho deve ser norteado por uma política intergeracional, que preze a diversidade e a heterogeneidade de um povo, e que resguarde a perspectiva de que cada etapa da nossa vida é tão importante quanto nós mesmos”, finaliza.