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Parque Municipal Américo Renné Giannetti comemora 120 anos

21/09/2017 | 19:46 | atualizado em 02/10/2017 | 11:30

Na terça-feira, dia 26 de setembro, o Parque Municipal Américo Renné Giannetti, localizado no centro de Belo Horizonte, completa 120 anos. Mas as comemorações pelo aniversário do mais antigo equipamento público da cidade, inaugurado antes mesmo da capital mineira, começam já no domingo, dia 24 de setembro, e continuam até dia 1º de outubro, com uma variada programação elaborada pela Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica e seus parceiros.

 

Inaugurado antes mesmo da então nova capital mineira, o parque, criado para ser o maior e mais bonito parque urbano da América Latina, recebe, para abertura das festividades, diversas atividades voltadas à prática de yoga, doação de mudas e leitura. No decorrer da semana, os visitantes do parque poderão desfrutar de atrações como teatro de fantoches, rua de lazer com diversos brinquedos e jogos de mesa, exposição e feira de orquídeas, apresentações musicais da Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais e do Coral da Unimed BH, contação de histórias, apresentação circense, oficina de reciclagem e exposições de fotografias e plantas medicinais, entre outras.

 

 

Admiração e memória

 

Com estrutura inspirada nos parques franceses da Belle Époque, o Parque Municipal Américo Renné Giannetti sempre encantou a artista Eliane Maia, que resolveu prestar sua homenagem ao local pelo 120º aniversário em forma de sua arte: a produção de cerâmicas. Em seus passeios pelo parque, ela coletou e catalogou as folhas secas caídas das árvores para estampar vasos e utensílios feitos manualmente em argila, que ficarão expostos de 13 de outubro a 13 de novembro no Centro Mineiro de Artesanato do Palácio das Artes.
 

Segundo ela, a homenagem é justa e oportuna, já que o parque se configura como um pulmão verde da cidade, em meio a tantos prédios e urbanização. “Quantas vezes, passando pelas ruas ou avenidas em torno do parque, somos atraídos pelos longos galhos de suas árvores esculturais, pelo colorido de suas flores ou pela variedade de suas palmeiras? O tema da exposição é ‘Jardins do Parque’ porque é uma riqueza para a cidade uma área verde tão grande, central, aberta a todas as pessoas que quiserem esse contato com a natureza”, conta a artista. “Além da riqueza ecológica, o parque marcou a memória de muitas gerações com suas atrações de lazer e entretenimento em família”, lembra Antônio Chagas, aposentado que, em seua palavras, criou os filhos dentro do parque.

 

A mesma admiração pelo parque tem o administrador de empresa Paulo Toledo, que mora em Juiz de Fora e veio a BH para uma consulta médica com a filha e um sobrinho. Ele prometeu a ela que, caso ela se comportasse bem, iriam para o parque para se divertir no fim do dia. “É uma negociação que eu ganho sempre. Ela nasceu em BH, eu a trazia sempre aqui, como meu pai fez comigo por muitos anos, mas há dois anos nos mudamos e sempre que estamos em BH o parque é passagem obrigatória para nós. Ela adora, o primo também e o local me traz muitas boas lembranças de infância. É impossível encontrar algum mineiro que não tenha uma forte relação com o parque. A melhor representação de turismo e lazer público de Belo horizonte são o Parque Municipal, o Zoológico e o Parque das Mangabeiras, sem dúvida”, avalia Paulo.

 

O parque abriga, ainda, diversos monumentos que fazem parte da sua história e da cidade de Belo Horizonte. Dentre eles, destacam-se a Ponte Rústica e a dos Namorados, Ponte Seca, Fonte da Lagoa dos Barcos, Bebedouro dos Burros, Escadaria do Belvedere, Mãe Mineira e Coreto.

 

Em várias décadas de história, o parque passou por significativas modificações. As principais delas ocorreram a partir de 2005, quando foi criada a Fundação de Parques Municipais (FPM), que passou a administrá-lo e, mais recentemente, transformada em Fundação de Parques e Zoobotânica (FPMZB), por meio da reforma administrativa da Prefeitura de Belo horizonte, ocorrida neste mês.


 

Urbanização

 

O que pouca gente talvez saiba é que, ao longo dos anos, o Parque Municipal perdeu espaços para diversas construções como a Faculdade de Medicina da UFMG, o Centro de Saúde do Estado, Moradia Estudantil Borges da Costa, Teatro Francisco Nunes, Colégio Imaco, Palácio das Artes, dentre outros.

 

Originalmente, o parque possuía uma área de 600 mil metros quadrados. Hoje, como um espaço tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN-MG), possui 182 mil metros quadrados de área verde preservada, com lagoas e vários locais para atividades de lazer, descanso, esporte e cultura. Cerca de 500 mil pessoas freqüentam e passam pelo espaço, mensalmente.

 

Apesar de ter contribuído, com parte de sua área, para a urbanização da cidade, o parque continua exercendo um importantíssimo papel para a fauna e flora da cidade e para o equilíbrio da atmosfera.  Sérgio Augusto Domingues, presidente da FPMZB, destaca o papel social e ambiental do parque para a cidade: “O Parque Municipal carrega importantes traços da história da cidade e sedia, de certa forma, diversos movimentos sociais até hoje, sendo ponto de encontro de várias gerações, além de espaço tradicional para o lazer de todas as classes sociais”.

 

Para os visitantes, o parque oferece orquidário, viveiro de mudas, bosques, trilhas ecológicas e lagoas com barquinhos a remos. Também estão entre os atrativos monumentos, teatro de arena, Teatro Francisco Nunes, monumentos históricos (Busto de Anita Garibaldi, Bustos de Aarão Reis, Afonso Pena, Augusto de Lima e Bias Fortes), equipamentos esportivos como quadra de tênis, pistas de patinação, ciclovia para crianças, pista de Cooper e caminhada, brinquedos, além de animais de montaria e diversos eventos gratuitos ao ar livre no local.


 

Conheça Américo Renné Giannetti
 

Américo Renné Giannetti é o nome de um prefeito de Belo Horizonte na década de 50. Américo foi responsável por um Plano Diretor para a cidade, visando amenizar os problemas decorrentes do grande exôdo rural. Em seu mandato, Belo Horizonte ganhou a primeira linha de trólebus, veículos semelhantes aos ônibus, nas cores laranja e creme, movidos à eletricidade.

 

Foi ele quem realizou a primeira grande reforma do Parque Municipal, com tratamento de água, recuperação dos jardins, asfaltamento das alamedas, implantação de uma fonte luminosa e uma “Concha Acústica”, para apresentação de concertos ao ar livre. Na década de 1950, o parque recebeu o nome em homenagem ao prefeito, que faleceu em 1954.

 

 

Biodiversidade e preservação ambiental

 

O bioma da Mata Atlântica é o mais frequente no Parque Municipal Américo Renné Giannetti, que também abriga representantes de floresta tropical, cerrado, campos e caatinga. A flora é composta por aproximadamente 300 espécies de árvores (nativas e exóticas); 350 espécies de plantas ornamentais; e 150 de plantas aromáticas.

 

Tatiani Cordeiro, Chefe de Departamento Centro-Sul da FPMZB, explica que o enriquecimento ambiental é realizado desde 2001, com paisagismo priorizando espécies que sirvam como recurso para a fauna silvestre, tragam beleza cênica e valorizem a importância histórica do local.  

 

Mais de 60 espécies de aves (pássaros, garças, beija-flores, maritacas, etc), mamíferos (micos, gambás e morcegos), peixes, répteis, anfíbios, insetos e aracnídeos formam a fauna.

 

A biológa do Parque Municipal, Andréa de Oliveira, conta que além da rica vegetação, que contribui para a manutenção do clima, absorção de partículas de poeira e diminuição da poluição do ar, a área verde conta com recursos hídricos capazes de manter em seu interior três lagoas abastecidas por água de nascente.

 

Andréa conta, ainda, que nos últimos anos o parque recebeu novos animais, como a jacupemba (Penelope superciliares), saracura (Aramides cajanea), biguá (Phalacrocorax brasilianus) e o canário chapinha ou canário- da- terra (Sicalis flaveola). “Em 2002, foi criado o viveiro de plantas medicinais. Já em 2007 foi recuperada a canalização de transporte das águas da nascente para as lagoas e inauguradas as duas cascatinhas (uma na Lagoa do Quiosque e uma na lagoa dos Marrecos). No ano de 2008, foi implantado o jardim das borboletas (espaço de conservação e educação ambiental)”, relembra a bióloga. 

 

Com seu trabalho de manejo, o parque mantém, recupera e controla as populações silvestres e domésticas, para garantir o equilíbrio do ecossistema e a preservação do meio ambiente.


 

História
 

O Parque Municipal Américo Renné Giannetti foi projetado no final do século XIX pelo arquiteto e paisagista francês Paul Villon. Antes de sua implantação, o espaço abrigava a Chácara Guilherme Vaz de Mello, conhecida como Chácara do Sapo. O local serviu de moradia para o próprio Paul Villon e para Aarão Reis, engenheiro chefe da Comissão Construtora, encarregada de planejar e construir a nova capital de Minas Gerais. Em 1924, o governador do Estado, Olegário Maciel, transferiu a residência oficial para o Parque Municipal até o final de sua gestão.

 

Do projeto original, que previa um cassino, um restaurante e um observatório meteorológico, pouco se construiu. As ruas, alamedas, lagoas e riachos foram traçados de forma livre pelo arquiteto. A arborização foi introduzida por meio de transplantio de árvores de grande porte trazidas de diversos locais da cidade e através do plantio de mudas produzidas em dois viveiros, criados por Paul Villon, às margens do Córrego da Serra. Assim como a cidade, o parque foi inaugurado tendo apenas uma parte da obras previstas finalizadas.


O parque possuía, originalmente, uma área de 600 mil metros quadrados, tendo como limites as avenidas Afonso Pena, Mantiqueira (atual Alfredo Balena), Araguaia (atual Francisco Sales) e Tocantins (atual Assis Chateaubriand). A partir de 1905, inicia-se o processo de perda de espaços para construções diversas.


No início do século XX, o Parque Municipal e a Praça da Liberdade tornaram-se as principais referências da cidade para a realização de eventos. Em janeiro de 1898, foi inaugurado o Velo Club, que passou a promover grandes festas esportivas com corridas de bicicleta, velocípede e a pé. No pavilhão do clube, construído onde atualmente está o Teatro Francisco Nunes, o público acompanhava os eventos com apostas e torcida. Eram realizadas, ainda, partidas de futebol e competições de natação nas lagoas. Em 1908, um grupo de adolescentes fundou, no parque, o Clube Atlético Mineiro.


Na década de 20, foram instalados o gradil de ferro, o Coreto, a Estação dos Bondes (atual Mercado das Flores), a quadra de tênis e a pista de patinação. Do outro lado da avenida Afonso Pena, o Bar do Ponto torna-se a principal referência do centro da cidade e, com a proximidade da Estação de Bondes, tem sua área de influência ampliada para o interior do Parque. A região é ponto de encontro de Carlos Drummond de Andrade, Pedro Nava e Emílio Moura.


Na década de 30, o parque perdeu mais uma grande parte de sua área para as construções do Palácio das Artes, Teatro Francisco Nunes, prolongamento da rua Pernambuco (atual Alamenda Ezequiel Dias) e Cidade Universitária (área  onde encontra-se, hoje, dentre outros, a Fundação Hemominas, o Hospital da Previdência e o Hospital Semper).

 

Na década de 40, o movimento modernista invadiu a cidade. No Parque Municipal, as grades de ferro foram retiradas e vários eventos eram realizados: piano ao ar livre, jogos de futebol, peteca, tênis e, principalmente, natação e remo. Intelectuais como Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos, Otto Lara Resende e Hélio Pelegrino fizeram do parque seu ponto de encontro. Em 1946, após a dissolução do Instituto de Belas Artes, o artista Alberto da Veiga Guignard transferiu seu curso para o Parque Municipal. Em 1949, foi inaugurado o Teatro Francisco Nunes.


Na década de 50, o prefeito Américo Renné Giannetti realizou a primeira grande obra de reforma do parque com tratamento da água, recuperação dos jardins, asfaltamento das alamedas, implantação de uma fonte luminosa e uma "Concha Acústica" para apresentação de concertos ao ar livre. Nessa época, o local recebeu o nome de Parque Municipal Américo Renné Giannetti, em homenagem ao prefeito, que faleceu em 1954.


Entre os anos 60 e 70, foram inaugurados o Orquidário Municipal e o Palácio das Artes, e substituída a iluminação de lâmpadas incandescentes por de mercúrio. Em 1975, o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA/MG) realizou o tombamento de todo o conjunto paisagístico e arquitetônico do parque, por meio do Decreto n°17.086/75 que proíbiu novas construções no local. Em 1977, as grades de ferro voltaram a contornar o parque.


Em 1992, realizou-se a segunda grande obra de reforma do parque, com plantio de novas espécies arbóreas, implantação de sistema de irrigação, repavimentação das alamedas, instalação de novos portões de entrada e aparelhos de ginástica, além da construção de uma pista de caminhada com aproximadamente dois mil metros.


Em janeiro de 2005, o Parque Municipal Américo Renné Giannetti passou a ser administrado pela Fundação de Parques Municipais (FPM). Vinculada à Secretaria Municipal de Políticas Urbanas, a FPM foi criada pela Prefeitura de Belo Horizonte com a finalidade de administrar e manter este e outros parques da cidade.
 

Em 2006, foram realizadas obras para adequação dos espaços à acessibilidade universal, reforma da pista de caminhada e dos banheiros, e pintura do gradil externo e edificações existentes. Diversos canteiros foram revitalizados, com plantio de mais de 160 mil mudas, e um projeto de controle de pragas é implantado.
 

Em 2007, a Fundação de Parques Municipais realizou a transposição das águas da nascente localizada na área da Fundação Hemominas para o parque, e inaugurou, em 9 de julho, a construção da cascatinha na Lagoa do Quiosque. A mina, que integrava a área do Parque Municipal no projeto original de Aarão Reis, teve sua água canalizada para o Ribeirão Arrudas.
 

Em 2008, foi inaugurada a segunda Cascatinha, no dia 5 de junho. As cascatinhas complementam o trabalho de transposição das águas da nascente e conduzem o volume captado para as lagoas do Quiosque e dos Marrecos. A água alimenta as lagoas do parque, melhorando a qualidade ambiental destes espaços.
 

Em 2009, as margens da Lagoa dos Barcos e seus canteiros foram recuperados, e telas protetoras foram instaladas ao seu redor. Neste ano, 7 mil metros quadrados do parque foram revitalizados, com plantio de novas mudas, substituição de plantas, poda de gramado, limpeza da vegetação existente, colocação de lixeiras, pintura dos bancos, recuperação da calçada portuguesa e dos cordões dos canteiros. Também foram plantadas 20 mil mudas. Também houve a reinauguração do brinquedo Castelão e a inauguração da quarta cascatinha do Parque, ao pé de uma árvore “Fícus”, na Praça dos Caminhantes.
 

Em 2010, o Parque ganhou mais uma cascata, a quinta, batizada com o nome Cascata dos Barcos. Junto com sua construção, seu entorno recebeu novo paisagismo. Em uma área de 3.100 m² foram plantadas, além de grama, diversas espécies de flores, como bromélias, azaléias, lírios-do-brejo, latânias, camarás, entre outras.
 

Em 2012, o Coreto foi reformado por meio de uma compensação ambiental do Shopping Cidade. Além da substituição total dos gramados, foram plantadas aproximadamente 18 mil mudas. No mesmo ano, foi inaugurado o chafariz do Bebedouro dos Burros.
 

Já em 2013, a quadra de tênis do parque (uma das duas gratuitas disponíveis na cidade) foi reformada. Os equipamentos de ginástica e os bicicletário foram revitalizados, assim como os Recantos dos Colibris e da Alameda dos Ficus, do Mirante da Lagoa dos Marrecos e da Praça Vitória Samotracia. Foram instaladas estruturas acessíveis: uma rampa para cadeirantes no acesso ao playground, que também foi revitalizado, e um brinquedo adaptado para cadeirantes.

 

Em 2015, as melhorias contemplaram o gradil do parque, que foi pintado, as Praças do Largo Paul Villon, o Banco Histórico do Largo do Teatro e o Largo da Jaqueira, que foram revitalizados.

 

Já em 2016, foi feita a reforma das guaritas. As mais recentes intervenções de melhorias no parque são a implantação do novo projeto de sinalização do Parque, que inclui a instalação de mais de 1200 placas indicativas dos atrativos e serviços do Parque e a reforma dos banheiros do espaço, os únicos de uso gratuito no centro da cidade.


 

O Parque Municipal fica na av Afonso Pena, 1377 – Centro. O espaço funciona aberto ao público de 6h às 18h, de terça-feira a domingo. Entrada gratuita.

 

Confira a programação de aniversário do parque a seguir: 

 

 

PROGRAMAÇÃO 120 ANOS DO PARQUE MUNICIPAL AMÉRICO RENNÉ GIANNETTI

 


24/09/2017
 

- Das 9h às 12h: Pista de Patinação

  • 9h: Aula de yoga com Fátima Macedo do Projeto Yoga nos Parques;

  • 10h: Meditação com Patrícia Carvalho da Bhrama Kumaris;

  • 10h30: Aula de yoga para crianças com Carolina Macedo;

  • 11h: Apresentação de Acroyoga com Paulo Veríssimo, Luana Leão e Fábio Vieira;

  • 11h30: Meditação com Carolina Lopes da Cristal Terapias;

  • 12h: Roda de mantras com Diego Gonzales.
     

- Das 9h às 12h: Portaria principal da Avenida Afonso Pena

  • Doação de mudas de árvores nativas e frutíferas realizada pelo projeto “Boi Rosado Ambiental”.
     

- Das 9h às 13h: Gramadão

  • Festival Internacional de Corais, Bandas e Congados: GRAN FINALE FIC 2017. Encerramento do Festival que, na edição deste ano, homenageou Maria em diversas instâncias.
     

- Das 9h às 17h: Portaria principal da Avenida Afonso Pena

  • Recicla Celular: Recolhimento de celulares e pequenos eletrônicos em desuso, para destinação final. Realizado pela Associação Ambiental e Cultural Zeladoria do Planeta.
     

- Das 10h às 17h30: Praça da Administração

  • Container com Letras: Projeto Itinerante de uma biblioteca de compartilhamento.


 

26/09/2017

 

- Das 8h às 17h: Praça do Teatro Francisco Nunes

  • Rua de Direitos: Realizada pelo Servas, Ministério Público e Tribunal de Justiça, junto com representantes da sociedade, com o objetivo de transformar, através do respeito e ações práticas, a vida de quem, hoje, mora nas ruas das cidades de Minas Gerais. Serão ofertados diversos serviços de utilidade pública voltados à cidadania.
     

- Das 9h30 às 10h30 e das 14h às 15h: Bosque da Amizade

  • Teatro de fantoches “A árvore generosa”, realizado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD). Atividades lúdicas educativas, relacionadas ao tema do teatro e cantoria.
     

- Das 9h às 12h e das 14h às 16h: Praça do Sol

  • Rua de lazer da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SMEL), com camas elásticas, balões infláveis e jogos de mesa.
     

- Das 9h às 17h: Orquidário

  • Exposição de Orquídeas realizada pela Sociedade Orquidófila de Belo Horizonte (SOBH).
     

- Das 9h às 17h: Administração

  • Recicla Celular: Recolhimento de celulares e pequenos eletrônicos em desuso, para destinação final. Realizado pela Associação Ambiental e Cultural Zeladoria do Planeta.
     

- Às 10h: Praça da Administração

  • Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais.
     

- Das 10h às 17h30: Praça da Administração

  • Container com Letras: Projeto Itinerante de uma biblioteca de compartilhamento.


 

27/09/2017

- Das 9h às 12h e das 14h às 16h: Praça do Sol

  • Rua de lazer da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SMEL), com camas elásticas, balões infláveis e jogos de mesa.
     

- Das 9h às 16h: Praça da Administração

  • Tenda informativa da Fundação de Parques Municipais (FPM).

  • Exposição Fotográfica “Vem pro Parque”, realizada pela Fundação de Parques Municipais.
     

- Das 9h às 17h: Orquidário

  • Exposição de Orquídeas realizada pela Sociedade Orquidófila de Belo Horizonte (SOBH).
     

- Das 9h às 17h: Administração

  • Recicla Celular: Recolhimento de celulares e pequenos eletrônicos em desuso, para destinação final. Realizado pela Associação Ambiental e Cultural Zeladoria do Planeta.
     

- Das 10h às 17h30: Praça da Administração

  • Container com Letras: Projeto Itinerante de uma biblioteca de compartilhamento.
     

- Às 10h30: Bosque da Amizade

  • Circo Marimbondo com Bianca Luar.
     

- Às 15h: Praça do Teatro Francisco Nunes

  • Espetáculo: “Encruzilhada” Cia de Dança São Paulo, no Encontro REDE Terreiro Contemporâneo de Dança, realizado pela Associação SeráQuê? Cultural.
     

- Às 16h: Praça do Teatro Francisco Nunes

  • Espetáculo: “Bantu” Balé Jovem da Bahia, no Encontro REDE Terreiro Contemporâneo de Dança, realizado pela Associação SeráQuê? Cultural.



28/09/2017

- Das 9h às 13h: Praça da Administração

  • Exposição de Plantas Medicinais realizada pela equipe de Educação Ambiental do Parque Municipal Américo Renné Giannetti.
     

- Das 9h às 10h: Praça da Victória de Samotrácia

  • Contação de histórias realizada por Edna Barbosa, escritora e autora do livro “Birosca quer fugir de casa”, o peixinho mascote da Lagoa do Quiosque do Parque Municipal.
     

- Das 9h às 12h e das 14h às 16h: Praça do Sol

  • Rua de lazer da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SMEL), com camas elásticas, balões infláveis e jogos de mesa.
     

- Das 9h às 17h: Orquidário

  • Exposição de Orquídeas realizada pela Sociedade Orquidófila de Belo Horizonte (SOBH).
     

- Das 9h às 17h: Administração

  • Recicla Celular: Recolhimento de celulares e pequenos eletrônicos em desuso, para destinação final. Realizado pela Associação Ambiental e Cultural Zeladoria do Planeta.
     

- Das 10h às 11h e das 14h às 15h: Bosque da Amizade

  • Teatro de fantoches “A árvore generosa”, realizado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD). Atividades lúdicas educativas, relacionadas ao tema do teatro, e cantoria.
     

- Das 10h às 17h30: Praça da Administração

  • Container com Letras: Projeto Itinerante de uma biblioteca de compartilhamento.
     

- Às 15h: Praça do Teatro Francisco Nunes

  • Espetáculo: “En (cruz) ilhada” Cia de Dança Salvador - BA, no Encontro REDE Terreiro Contemporâneo de Dança, realizado pela Associação SeráQuê? Cultural.
     

- Às 16h: Praça do Teatro Francisco Nunes

  • Espetáculo: “Mulungu” Cia Evandro Passos - BH, no Encontro REDE Terreiro Contemporâneo de Dança, realizado pela Associação SeráQuê? Cultural.

 

 

29/09/2017

- Às 9h: Pista de Patinação

  • Aula de yoga com Karla Evangelista.
     

- Das 9h às 10h: Praça da Victória de Samotrácia

  • Contação de histórias realizada por Edna Barbosa, escritora e autora do livro “Birosca quer fugir de casa”, o peixinho mascote da Lagoa do Quiosque do Parque Municipal.
     

- Das 9h às 12h e de 14h às 16h: Praça do Sol

  • Rua de lazer da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SMEL), com camas elásticas, balões infláveis e jogos de mesa.
     

- Das 9h às 17h: Orquidário

  • Exposição de Orquídeas realizada pela Sociedade Orquidófila de Belo Horizonte (SOBH).
     

- Das 9h às 17h: Administração

  • Recicla Celular: Recolhimento de celulares e pequenos eletrônicos em desuso, para destinação final. Realizado pela Associação Ambiental e Cultural Zeladoria do Planeta.
     

- Das 10h às 17h30: Praça da Administração

  • Container com Letras: Projeto Itinerante de uma biblioteca de compartilhamento.



30/09/2017

- Das 8h às 10h: Praça do Trenzinho  

  • Tai Chi Chuan aberto ao público.
     

- Das 9h às 10h: Pista de Patinação

  • Lian Gong aberto ao público.
     

- Das 9h às 17h: Orquidário

  • Exposição de Orquídeas realizada pela Sociedade Orquidófila de Belo Horizonte (SOBH).
     

- Das 9h às 17h: Portaria Afonso Pena

  • Recicla Celular: Recolhimento de celulares e pequenos eletrônicos em desuso, para destinação final. Realizado pela Associação Ambiental e Cultural Zeladoria do Planeta.
     

- Das 10h às 17h30: Praça da Administração

  • Container com Letras: Projeto Itinerante de uma biblioteca de compartilhamento.
     

- Às 10h30: Pista de Patinação

  • Aula de yoga com Tulasi.
     

- Das 13h às 16h: Praça do Trenzinho

  • Atividades realizadas pelo Grupo Escoteiro Duque de Caxias: Exposição de lixo e representação com encenação; oficina de construção de brinquedos com material reciclável; elaboração de lixeiras e placas para recipientes de lixo.



1º/10/2017

- Das 9h às 12h: Pista de Patinação

  • 9h: Aula de yoga com Fátima Macedo do Projeto Yoga nos Parques;

  • 10h: Prática de Mantras com Awaken Mantras BH;

  • 11h: Yoga Dance com Sabrina Menezes, do Espaço Yoga Ser de Sete Lagoas – MG.

  • 12h: Dança Circular, com Cleuza Silveira e Joyotikiran.

 

- Das 9h às 17h: Portaria Afonso Pena

  • Posto móvel de informações turísticas da Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais (SETUR).
     

- Das 9h às 17h: Orquidário

  • Exposição de Orquídeas realizada pela Sociedade Orquidófila de Belo Horizonte (SOBH).
     

- Das 9h às 17h: Portaria Afonso Pena

  • Recicla Celular: Recolhimento de celulares e pequenos eletrônicos em desuso, para destinação final. Realizado pela Associação Ambiental e Cultural Zeladoria do Planeta.
     

- Das 10h às 17h30: Praça da Administração

  • Container com Letras: Projeto Itinerante de uma biblioteca de compartilhamento.
     

- Das 10h30 às 13h: Praça do Teatro

  • Movimento SOULBH “Cultura de Rua”: Manifestação cultural pública e social.
     

- Às 11h: Bosque da Amizade

  • Coral Unimed-BH: Regência Márcio Mirada Pontes