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Guardas municipais da Patrulha Escolar iniciam curso de Mediação de Conflitos

21/09/2018 | 19:07 | atualizado em 05/11/2018 | 15:03

Um grupo composto por 35 agentes da Guarda Municipal de Belo Horizonte vai participar do Curso de Formação em Justiça Restaurativa e Mediação de Conflitos que terá início na próxima segunda-feira, dia 24. Eles são integrantes da Patrulha Escolar e atuam nas unidades de ensino da rede pública municipal que aderiram ao “Programa NÓS - Justiça Restaurativa nas Escolas de Belo Horizonte”. As aulas serão realizadas no Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (CEAF), do Ministério Público Estadual e se estendem até sexta-feira, dia 28.
 

O Programa NÓS de Justiça Restaurativa nas Escolas é fruto de um Termo de Cooperação Técnica (TCT) firmado entra a Prefeitura de Belo Horizonte, por meio das secretarias Municipais de Educação e de Segurança e Prevenção, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais e o Ministério Público do Estado de Minas Gerais. O acordo prevê a formação de guardas municipais, professores e também de pessoas da comunidade na metodologia de Justiça Restaurativa e Mediação de Conflitos, contribuindo para a construção de relações não violentas e respeitosas nas escolas da capital.
 

O curso destinado aos guardas municipais terá como professores a promotora Danielle de Guimarães Germano Arlé, titular da 23ª Promotoria de Justiça da Infância e Juventude de BH e coordenadora da Comissão de Justiça e Práticas Restaurativas do Fórum Permanente do Sistema Socioeducativo do Município de Belo Horizonte, e Willian Nascentes, analista técnico do MPMG, lotado na 23ª PJ da capital, ambos tutores do Programa NÓS.
 

O curso tem como objetivo apresentar a Justiça Restaurativa aos agentes da Guarda Municipal e aos demais participantes, qualificando-os para agirem como facilitadores nos Círculos de Construção de Paz. O curso também vai apresentar a eles o método da Mediação, para que tenham uma nova percepção e atitude diante das situações de conflito, promovendo o diálogo entre as partes envolvidas, de forma que tais situações passem a ser tratadas como oportunidade de crescimento e mudança.