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Crianças em roda participam de atividade de educação ambiental no CEA Pampulha.
Divulgação/PBH

Comunidades da Pampulha recebem ações de sustentabilidade e educação ambiental para toda a família

criado em - atualizado em

Até sábado (7), com inscrições gratuitas, a região da Pampulha, cartão postal da cidade e importante espaço de proteção e difusão da biodiversidade da capital mineira, recebe ações comunitárias de educação ambiental em diferentes espaços.

Dandara

A comunidade Dandara (Trevo) conta com três dias de imersão em sustentabilidade, consumo consciente e educação ambiental, com exibição de curtas e passeio educativo com vagas limitadas para todas as idades, de 4 a 7/11.

A iniciativa é uma realização da Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA) e da Superintendência de Limpeza Urbana (SLU), em conjunto com o Cras Dandara e o Instituto Árvore da Vida.

As atividades começam na quarta-feira (4), a partir das 9h, no Instituto Árvore da Vida, na Avenida Dandara, 50. O primeiro dia tem a exibição do curta-metragem “Cultura da Permanência”, pausa para lanche e uma oficina com debate focado em consumo, reaproveitamento e descarte.

Já na quinta-feira (5), também a partir das 9h e no mesmo local, acontece a oficina prática de composteira com minhocário, seguida de lanche, sorteios de brindes e de uma composteira entre os participantes. Para ambos os dias, são disponibilizadas 45 vagas para público de todas as idades.

O encerramento é no sábado (7), com um passeio ao Centro de Educação Ambiental (CEA) Pampulha. A ação começa às 8h, com transporte gratuito em ônibus partindo da comunidade Dandara em direção ao CEA, às 8h30, com retorno previsto às 11h30. 

Durante a visita, o público participa de oficinas de plantio na casca do ovo, confecção de fantoches com caixas de leite ou suco (Tetra Pack), criação de terrários em vidros reaproveitados, além de contação de histórias com o escritor Pierre André, exibição de curtas-metragens e exposições da Copasa e do Programa Fiscalizar e Educar. A atividade de sábado também é limitada a 45 vagas.

Para garantir a participação em qualquer um dos dias, os interessados devem realizar a inscrição prévia, que é feita exclusivamente pelo WhatsApp do Cras Dandara, número (31) 98906-6792.

CEA Pampulha

O Centro de Educação Ambiental da Pampulha (CEA) recebe no sábado (7), a partir das 9h, a 10ª edição do Sábado Aberto para a Comunidade. A iniciativa busca aproximar os moradores do entorno com atividades de educação ambiental, cultura e lazer para toda a família, no espaço organizado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA).

A programação inclui passeio pelo CEA Pampulha, oficinas de plantio de mudas de hortaliças em casca de ovo, de confecção de fantoches com caixas de leite e suco (Tetra Pack) e de montagem de terrários de musgos com vidros reaproveitados; e contação de histórias com o escritor Pierre André. Também estão previstas exibição de curtas-metragens e exposições da Copasa e do Programa Fiscalizar e Educar. Para a oficina de terrários, que será mediada por estudantes da pós-graduação em Botânica da UFMG, são apenas 15 vagas. As inscrições para esta oficina acontecem por ordem de chegada, no dia do evento.

Os moradores da Comunidade Dandara têm transporte gratuito, saindo às 8h30 e 45 vagas. A inscrição pode ser feita no Cras Dandara, pelo Whatsapp (31) 98906-6792. A orientação é que os participantes levem garrafa de água, lanche e uma caixa de leite ou suco, vazia e limpa, para as atividades.

Roda de causos e plantios no São José

Moradores do bairro São José, também na região da Pampulha, participaram, nesta quarta-feira (28), de uma ação de educação ambiental promovida pela SMMA, pela Superintendência de Limpeza Urbana (SLU), pelo Cras São José e pelo Programa Fiscalizar e Educar. A atividade reuniu a comunidade para uma roda de causos sobre a história ambiental de Belo Horizonte, desde a sua fundação, e uma oficina de plantio de mudas de hortaliças, reaproveitando garrafas PETs.

Realizada na Rua das Camélias, próximo à rotatória da Avenida João XXIII, a iniciativa teve como proposta estimular a troca de conhecimentos e incentivar práticas sustentáveis no território. A roda de causos abriu espaço para a valorização das histórias e experiências dos moradores, enquanto a oficina de vasos e o plantio de mudas apresentaram alternativas de reaproveitamento de materiais e cultivo de alimentos.