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Foto de oito pessoas de diferentes idades e gêneros, dentre elas um cadeirante, cada uma delas com uma placa de trânsito que pede cuitdado com o pedestre, com quem atravessa a faixa de pedestre, com o idoso, com o cadeirante e com o ciclista, por exemplo. À esquerda, ao alto, os dizeres: trânsito é feito de gente, e gente merece respeito. À direito, a logo da campanha Maio amarelo.
Arte: BHTrans

BHTrans participa do Maio Amarelo com ações de educação e segurança no trânsito

02/05/2018 | 18:55 | atualizado em 11/05/2018 | 19:20

A BHTrans vai promover, durante o mês de maio, uma série de ações de educação e segurança no trânsito como parte da programação do movimento internacional Maio Amarelo. O evento está em sua 5ª edição e o tema deste ano é “Nós somos o Trânsito”.

 

A proposta é chamar a atenção sobre a importância da mudança de atitude nos deslocamentos, evidenciar que as mortes causadas por acidentes de trânsito precisam ser reduzidas e lembrar que cada um é responsável por mudar esse cenário adotando novos comportamentos.

 

Em Belo Horizonte, a abertura oficial vai acontecer das 9h às 11h do dia 3 de maio, na BR-356, Km 04 (próximo à Copasa). O objetivo do movimento é colocar em pauta o tema acidentes de trânsito, estimulando a participação dos mais diversos segmentos da sociedade na conscientização para a redução dos índices de mortes e feridos no trânsito no país e no mundo.

 

No mês de maio, a ONU decretou a “Década de Ação para a Segurança no Trânsito”. Amarelo simboliza “atenção”, “advertência” no trânsito. Daí surgiu o movimento internacional “Maio Amarelo” que busca chamar a atenção sobre as estatísticas de mortes e feridos no trânsito.

 

As redes sociais (Twitter, Instagram e Facebook) e o portal da Prefeitura irão compartilhar as mensagens educativas e informar sobre as ações e os eventos relacionados ao movimento Maio Amarelo. Com a hashtag “#NósSomosoTrânsito”, o objetivo é que as pessoas possam firmar o compromisso com a redução do número de vítimas do trânsito fazendo a sua parte, que é respeitar as leis de trânsito.

 

 

Ações da BHTrans de 2 a 4 de maio

 

Dia 2/5, quarta-feira

- Apoio da Gerência de Educação para a Mobilidade da BHTrans à campanha Maio Amarelo das Marias Bonitas de Lourdes, das 17h às 19h, rua Marília de Dirceu com a rua Antônio Aleixo. A BHTrans vai apresentar a campanha de conscientização da travessia segura de pedestres;

 

- Palestra sobre violência no trânsito no Colégio Nossa Senhora das Dores, bairro Floresta;

 

- Ações do programa “O Jovem e a Mobilidade” nas escolas estaduais Professora Benvinda de Carvalho e Professora Henriqueta Lisboa e Professor Agnelo Correia Viana.

 

 Dia 3/5, quinta-feira

- Evento oficial de lançamento do Movimento Maio Amarelo, na BR-356, Km 04 (próximo à Copasa), das 9h às 11h;

 

- Ações do programa “O Jovem e a Mobilidade” nas seguintes escolas estaduais: Elpídio Aristides de Freitas, Henrique Diniz, Professor Agnelo Correia Viana e Professora Benvinda de Carvalho.

 

Dia 4/5, sexta-feira

- Projeto Escola Segura: a BHTrans vem implantando um novo modelo de travessia de pedestres no entorno das escolas, com o objetivo de aumentar a segurança na travessia e permitir que os motoristas se conscientizem de que estão em uma área escolar. No dia 4/5, a Escola Municipal Arthur Guimarães (rua Américo Vespúcio, 1.610, bairro Nova Esperança), vai receber a nova travessia de pedestre;

 

- Ações do programa “O Jovem e a Mobilidade” nas seguintes escolas estaduais: Ana de Carvalho Silveira, Professor Agnelo Correia Viana e Professora Henriqueta Lisboa;

 

Além dessas ações, a BHTrans irá realizar outras atividades durante o mês de maio. As ações serão divulgadas, semanalmente, à imprensa.

 

 

Você pode fazer a diferença

Em 1999, eram 5,98 mortes para cada 10 mil veículos na capital. A taxa caiu para 0,89 nos últimos anos. Além dos equipamentos de fiscalização eletrônica, outras ações da BHTrans têm contribuído para reduzir os acidentes, como os projetos de revitalização de travessias e cruzamentos, dispositivos de indicação sonora para auxiliar na travessia das pessoas com deficiência visual, ações educativas, implantação de motoboxes (áreas de espera seguras reservadas a motociclistas), entre outras.

 

Mesmo com a redução nos índices de acidentes na capital, as estatísticas revelam que ainda há um longo caminho a percorrer, já que o ideal é chegar ao índice zero de morte no trânsito. Os cidadãos podem ajudar a encurtar este caminho, respeitando as leis de trânsito.