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Cidadão recebe vacina de agente de saúde.
Foto: Divulgação PBH

Belo Horizonte promove dia de Mobilização contra a Influenza

16/05/2017 | 14:09 | atualizado em 17/11/2017 | 14:01

Neste final de semana foi realizado, na capital, o Dia de Mobilização contra a Influenza. No sábado dia 13, todos os 152 postos de saúde abriram exclusivamente para a vacinação. Desde o início da campanha, 420 mil pessoas procuraram as unidades, o que representa 55,5% da população a ser imunizada. A baixa procura pela vacina preocupa, já que esta época do ano é o período de maior circulação dos vírus H1N1, H3N2 e Influenza B, que podem evoluir para as formas graves da doença e a vacina é a principal forma de prevenção a estes vírus.

 

Durante o evento, realizado no Centro de Saúde Andradas, região de Venda Nova, a gestante de 34 semanas, Thais Rodrigues da Silva, não quis arriscar e tomou a vacina, junto com as outras três filhas. “Nas outras gestações eu tomei a vacina e não gripei. E não é dessa vez que quero ficar doente. É melhor prevenir”, disse.  

 

A gerente de Vigilância em Saúde e Informação da Secretaria Municipal de Saúde (SMSA), Lúcia Paixão, alertou sobre a importância de se imunizar. “A vacina é a principal forma de prevenção, pois diminui a circulação do vírus. E precisamos nos manter alertas, pois neste ano já identificamos um aumento nas internações por doenças respiratórias”.

 

Dados comparativos do mesmo período do ano passado (até o mês de maio) demonstram em 2017 um aumento de 22% nas internações de crianças e 7,5% de idosos com 60 anos ou mais, por síndromes respiratórias agudas graves. Lúcia Paixão lembrou também para as outras formas de prevenção. “Evitar ambientes fechados com pouca circulação do ar, lavar bem as mãos, e ao tossir, usar o antebraço para tampar a boca, também ajudam a diminuir o risco de transmissão”, alerta.

 

A vacina está disponível em todos os 152 centros de saúde da capital até o dia 26 de maio, quando termina a campanha. Devem se vacinar as pessoas que fazem parte do público-alvo, preconizado pelo Ministério da Saúde (MS). Idosos acima de 65 anos, crianças de seis meses a 5 anos de idade, gestantes, puérperas – mulheres com até 45 dias após o parto, profissionais da área da saúde, do sistema prisional e professores, população privada de liberdade, indígenas e portadores de doenças crônicas. Destes grupos, crianças e professores são os que estão com a procura mais baixa – 33,9% e 27,4%, respectivamente. A expectativa é que, até o fim da campanha, 824 mil pessoas sejam imunizadas. A meta do MS é atingir uma cobertura de 90% da população.


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