Pular para o conteúdo principal

Alface plantado no chão.
Foto: Stênio Lima/PBH

Plantas Medicinais e Agroecologia são temas de oficina ministrada em agosto

23/08/2019 | 20:41 | atualizado em 26/08/2019 | 11:12

Dentro da programação do curso Trilha da Agroecologia, a Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania realizou, nos dias 21 e 22 de agosto, o módulo de Plantas Medicinais e Agroecologia no Centro de Referência em Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável – Mercado Popular da Lagoinha. 

 

O curso de Agroecologia compõe uma das quatro trilhas do programa “Valorizar a Gastronomia Mineira e Belo-Horizontina articulada às Bases Agroecológicas”.  Ele tem como objetivo promover e fortalecer a produção e o consumo de produtos da agroecologia e colaborar com a formação de agentes agroecológicos.

 

Aparecida Arruda, mais conhecida como Tantinha, mestra de saberes tradicionais com notório saber reconhecido pela UFMG em plantas medicinais, fitoterapia e medicina popular, foi responsável por ministrar o módulo sobre Plantas Medicinais, um dos 13 módulos temáticos que compõem o curso. De forma expositiva, as turmas discutiram sobre o tema, ressaltando técnicas de cultivo e a importância da agroecologia e das plantas medicinais na saúde e cuidado de pessoas. O debate e a troca de conhecimento proporcionaram aos cursistas um aprofundamento nas questões conceituais e técnicas.

 

Para Tantinha, ao falar das plantas, as pessoas se despertam e voltam aos conhecimentos tradicionais, culturais e de raízes. “Pergunto quem nunca tomou um chá e nunca recebi resposta negativa. No módulo de plantas medicinais trabalho com as pessoas o despertar o olhar para enxergar o cuidado que a natureza tem para com cada um de nós”, relata. Ela explica que a agroecologia é a conexão direta com a natureza. “No contexto urbano imaginamos a agroecologia somente o quintal que conseguimos plantar. E, realmente ele é, porém não é o único. O Cerrado em pé é uma agroecologia.  As águas, a natureza, as plantas e os bichos estão todos inseridos na agroecologia. Eu preciso plantar o que quero colher em minha horta sem desconsiderar as plantas nativas do espaço”, acrescenta.

 

As aulas são gratuitas e os próximos módulos serão realizados às quartas-feiras, das 13h30 às 17h30 e às quintas-feiras, das 8h às 12h30. Para se inscrever para a próxima edição, os interessados devem preencher o formulário online até o dia 30 de agosto. A próxima turma tem início no dia 15 de setembro.

 

 

O programa

O programa Valorizar a Gastronomia Mineira e Belo-Horizontina articulada às Bases Agroecológicas possui quatro opções de curso, também conhecidos como “trilhas”. Além da agroecologia, são ofertados cursos de panificação, gastronomia mineira e belo-horizontina e confeitaria. Apenas a trilha agroecologia é aberta ao público em geral. As outras opções de curso são destinadas a pessoas em situação de vulnerabilidade social, encaminhadas pelos Centros de Referência de Assistência Social, Centro de Referência LGBT e escolas municipais.


Últimas Notícias

Setembro verde: mês da pessoa com deficiência. Rumo a uma cidade inclusiva e sustentável. Torcedores com deficiência entram em campo na luta pela inclusão

Torcedores com deficiência entrarão em campo com atletas do Cruzeiro e do Flamengo neste sábado, dia 21/9, no Mineirão.

20/09/2019 | 23:18
Casal passeia com criança em cadeira de rodinhas e outroas pessoas caminham na Savassi, no domingo, durante o dia. BH é da Gente oferece ioga, encontro de carros e orientação nutricional

Show de talentos, ioga, encontro de carros e orientação nutricional são atrações do BH é da Gente no domingo, dia 22/9.

19/09/2019 | 20:26