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Conferência Municipal de Assistência Social

atualizado em 24/09/2019 | 14:13

Cabeçalho da página com texto "13ª Conferência Municipal de Assistência Social" 13 e 14 de setembro.

 

Para esta edição, a Conferência Municipal traz como tema "Assistência Social: Direito do Povo, com financiamento público e participação social". Belo Horizonte definiu como lema "O SUAS na Vida Real #EstamosJuntos".

 

Veja como foi a 13ª Conferência Municipal de Assistência Social:

Setembro de 2019 - 13a Conferência Municipal de Assistência Social

Fotos: Stênio Lima/PBH
Local: SESC Venda Nova, Rua Maria Borboleta, s/n - Letícia.

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Programação da 13ª Conferência de Municipal de Assistência Social
PROGRAMAÇÃO
13/9 – Sexta-feira

8h às 18h - Credenciamento

9h30 às 10h - Teatro Mobs

10h às 12h - Mesa de Abertura

12h às 13h30 - Intervalo para almoço

13h30 às 14h30 - Aprovação Regimento Interno

14h30 às 16h - Painel Temático: Ato de Conferir

16h às 17h30 - Organização política em Defesa do SUAS: encontro dos Fóruns Municipais de Usuários, Trabalhadores e Entidades do SUAS e dos delegados governamentais

17h30 às 18h30 - Eleição de delegados para a Conferência Regional Metropolitana

 

14/9 - Sábado

8h às 10h - Credenciamento

9h às 12h - Plenárias Temáticas simultâneas

12h às 13h30 - Intervalo para almoço

13h30 às 18h - Plenária final

Pré-Conferências Regionais de Assistência Social

As pré-conferências são preparatórias e antecedem a Conferência Municipal de Assistência Social de Belo Horizonte. Nas pré-conferências, cada regional aprofundará as discussões realizadas nos encontros preparatórios que aconteceram nos meses de junho e julho em todos os equipamentos e serviços socioassistenciais do Município. Foram realizadas três reuniões em cada uma das nove regionais da cidade, onde estão instalados os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS). Trabalhadores, entidades e usuários que acessam os serviços, programas, projetos e benefícios no âmbito da Política Pública de Assistência Social e no Sistema Único de Assistência Social (SUAS) participaram das atividades.
 

As pré-conferências de Assistência Social são realizadas pelo Conselho Municipal de Assistência Social e pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio das Diretorias Regionais de Assistência Social, vinculadas à Secretaria Municipal de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania. 

 

 

Confira como foram as Pré-Conferências nas nove regionais:

Pessoas sentadas em auditório participam de pré-conferência
Regionais Leste e Oeste iniciam agenda de Pré-Conferências de Assistência Social

Três homens sentados em frente quadros pintados por eles

Venda Nova, Pampulha e Barreiro recebem pré-conferências de Assistência Social

Mulher sentada olhando para o lado

Regionais Centro Sul, Nordeste,
Noroeste e Norte finalizam agenda de Pré-Conferências de Assistência Social
 

 

 

Programação:

Leste: 10/8, sábado, das 8h às 12h
Local: Escola Municipal George Ricardo Salum (rua Fósforo, 77 -  Taquaril)

Nordeste: 31/8, sábado, das 8h às 13h
Local: Escola Municipal Governador Carlos Lacerda (rua Princesa Leopoldina, 490 - Ipiranga)

Noroeste: 31/8, sábado, das 8h às 13h 
Local: Faculdade Univeritas - (rua Diamantina, 567 - Lagoinha)

Norte: 30/8, sexta, das 13h às 18h
Local: CRAS Novo Aarão Reis (avenida Risoleta Neves, 347 - Aarão Reis)

Centro-Sul: 28/8, quarta-feira, das 13h às 17h
Local: Centro de Referência da Juventude – CRJ (rua Guaicurus, 50 - Centro)

Barreiro: 24/8, sábado, das 8h às 13h
Local: Escola Estadual Celso Machado (rua Dona Luiza, 491 - Milionários)

Pampulha: 24/8, sábado, das 8h às 13h
Local: Sede da regional Pampulha (avenida Antônio Carlos, 7.596 - São Luís)

Venda Nova: 20/8, terça, das 13h30 às 17h30
Local: UNA - Linha Verde (avenida Cristiano Machado, 11.157 - Vila Clóris)

Oeste: 10/8, sábado, das 8h às 12h
Local: Escola Municipal Hugo Werneck (rua Oscar Trompowsky, 1372 – Grajaú)

Encontros Preparatórios para as Pré-Conferências

O processo conferencial é compreendido como um momento amplo de diálogo e democratização da gestão pública. Dessa forma, a participação popular, principalmente dos usuários do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), é fundamental para que a conferência cumpra seus objetivos.
 

Para isso, o CMAS/BH, por meio da comissão organizadora, propôs a realização dos encontros preparatórios, com o objetivo de promover debates nos territórios e nas regionais que abordam os temas e que mobilizam para a Conferência Municipal, com ênfase na participação política de usuários do SUAS. Os encontros preparatórios correspondem à fase inicial do processo conferencial desse ano e acontecerem nos meses de maio, junho e julho.
 

Os encontros preparatórios são voltados para usuárias e usuários do SUAS, ou seja, “cidadãos, sujeitos de direitos e coletivos que se encontram em situações de vulnerabilidade e riscos social e pessoal, que acessam os serviços, programas, projetos, benefícios e transferência de renda no âmbito da Política Pública de Assistência Social e no Sistema Único de Assistência Social (SUAS)”, nos termos da Resolução CNAS. Desta forma, é necessário dar visibilidade e garantir o lugar de protagonistas das mulheres negras, das juventudes, das crianças e adolescentes em situação de acolhimento institucional, dos idosos e das idosas em situação de acolhimento institucional, das e dos adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas, das pessoas em situação de rua e com trajetória de vida nas ruas, das pessoas com deficiência, das pessoas LBGTQ+.

 

"O SUAS na Vida Real #EstamosJuntos".


“A convivência foi muito boa pra mim e sempre que posso convivo outras pessoas. Superei a depressão e não fico isolada”. Alverina Moreira de Souza - CRAS Petrópolis (Foto: Patrícia Nogueira/PBH)
“A convivência foi muito boa pra mim e sempre que posso convivo outras pessoas. Superei a depressão e não fico isolada”. Alverina Moreira de Souza - CRAS Petrópolis (Foto: Patrícia Nogueira/PBH)
“Eu participo do grupo de idosos, mas eu não me sinto um simples usuário do CRAS, eu me sinto parte dele. Eu me sinto um colaborador, me sinto responsável pelo andamento, pelas coisas boas. A responsabilidade é nossa! Isso não existe sem nós, e nós não existimos, como comunidade, sem ele. É uma simbiose”. Antônio Luiz Carneiro Rocha - CRAS Ouro Preto (Foto: Zaíra Magalhães/PBH)
“Eu participo do grupo de idosos, mas eu não me sinto um simples usuário do CRAS, eu me sinto parte dele. Eu me sinto um colaborador, me sinto responsável pelo andamento, pelas coisas boas. A responsabilidade é nossa! Isso não existe sem nós, e nós não existimos, como comunidade, sem ele. É uma simbiose”. Antônio Luiz Carneiro Rocha - CRAS Ouro Preto (Foto: Zaíra Magalhães/PBH)
“O CRAS me ensinou muita coisa, antes eu ficava na rua e agora tenho um lugar para passar meu tempo. Aqui eu descobri que ninguém é melhor do que ninguém, a gente aprende a ter acesso aos nossos direitos”. Guilherme Henrique de Jesus Arruda - 14 anos - CRAS Paulo VI (Foto: Stênio Lima)
“O CRAS me ensinou muita coisa, antes eu ficava na rua e agora tenho um lugar para passar meu tempo. Aqui eu descobri que ninguém é melhor do que ninguém, a gente aprende a ter acesso aos nossos direitos”. Guilherme Henrique de Jesus Arruda - 14 anos - CRAS Paulo VI (Foto: Stênio Lima)
Nossos direitos só são retirados se a gente não lutar! Joaquim Calisto Filho - CRAS Ventosa (Foto: Zaíra Magalhães/PBH)
Nossos direitos só são retirados se a gente não lutar! Joaquim Calisto Filho - CRAS Ventosa (Foto: Zaíra Magalhães/PBH)
“Aprendi que a Política Social Pública de Assistência Social é meu direito e quero levar o conhecimento dos direitos para a comunidade”. Maria do Carmo de Oliveira - CRAS Independência (Foto: Patrícia Nogueira/PBH)
“Aprendi que a Política Social Pública de Assistência Social é meu direito e quero levar o conhecimento dos direitos para a comunidade”. Maria do Carmo de Oliveira - CRAS Independência (Foto: Patrícia Nogueira/PBH)
“Precisamos conscientizar a comunidade da importância da participação”. Ronaldo José dos Reis - CRAS Vila Cemig (Foto: Patrícia Nogueira/PBH)
“Precisamos conscientizar a comunidade da importância da participação”. Ronaldo José dos Reis - CRAS Vila Cemig (Foto: Patrícia Nogueira/PBH)
“Encontrei na Assistência Social apoio e força e consegui um suporte jurídico e emocional para resolver algumas questões na minha vida. Tenho o Centro de Referência como minha segunda casa. Eu tenho uma responsabilidade em estar aqui e participar”. Sandra Maria dos Santos - CRAS Zilah Spósito (Foto: Patrícia Nogueira/PBH)
“Encontrei na Assistência Social apoio e força e consegui um suporte jurídico e emocional para resolver algumas questões na minha vida. Tenho o Centro de Referência como minha segunda casa. Eu tenho uma responsabilidade em estar aqui e participar”. Sandra Maria dos Santos - CRAS Zilah Spósito (Foto: Patrícia Nogueira/PBH)
 “Acredito que todo o conhecimento que adquiro com a Política de Assistência Social me fortalece para continuar a lutar no meu território, regional e âmbito municipal”.  Simone Maria da Penha de Oliveira - CRAS Vila Cemig (Foto: Patrícia Nogueira/PBH)
“Acredito que todo o conhecimento que adquiro com a Política de Assistência Social me fortalece para continuar a lutar no meu território, regional e âmbito municipal”. Simone Maria da Penha de Oliveira - CRAS Vila Cemig (Foto: Patrícia Nogueira/PBH)
“A minha expectativa, enquanto jovem, é que consigamos nos unir enquanto comunidade para trazer o melhor para nós. Encaro este espaço como um espaço de apontar nossas necessidades: nós dizemos o que precisamos e a instituição transforma essa demanda em política pública”. Henrique Alves de Oliveira - CRAS Lagoa (Foto: Stênio Lima)
“A minha expectativa, enquanto jovem, é que consigamos nos unir enquanto comunidade para trazer o melhor para nós. Encaro este espaço como um espaço de apontar nossas necessidades: nós dizemos o que precisamos e a instituição transforma essa demanda em política pública”. Henrique Alves de Oliveira - CRAS Lagoa (Foto: Stênio Lima)
“Sem o apoio e a articulação da Assistência Social não é possível resolver as questões das famílias que nos procuram. A Assistência Social é a possibilidade de alcançar os direitos e a dignidade das pessoas”. Marlene Alves de Mattos - CRAS Zilah Spósito  (Foto: Patrícia Nogueira/PBH)
“Sem o apoio e a articulação da Assistência Social não é possível resolver as questões das famílias que nos procuram. A Assistência Social é a possibilidade de alcançar os direitos e a dignidade das pessoas”. Marlene Alves de Mattos - CRAS Zilah Spósito (Foto: Patrícia Nogueira/PBH)
“No CRAS eu tive o primeiro direcionamento da minha profissão, consegui me formar e ter uma oportunidade de ingressar no mercado de trabalho. Acompanhando os trabalhos da Assistência Social você tem um olhar diferenciado para a comunidade”. Adriana Soares Silva - CRAS Zilah Spósito  (Foto: Patrícia Nogueira/PBH)
“No CRAS eu tive o primeiro direcionamento da minha profissão, consegui me formar e ter uma oportunidade de ingressar no mercado de trabalho. Acompanhando os trabalhos da Assistência Social você tem um olhar diferenciado para a comunidade”. Adriana Soares Silva - CRAS Zilah Spósito (Foto: Patrícia Nogueira/PBH)
“Recebi orientação e peguei todas as oportunidades que tive. Hoje estou trabalhando, por meio do Estamos Juntos, tenho um lugar decente para morar e meu filho está protegido e pode até ir para a escola”. Alex Sandro Cipriano de Souza e Denise Maria Gomes - DRAS Noroeste (Foto: Stênio Lima)
“Recebi orientação e peguei todas as oportunidades que tive. Hoje estou trabalhando, por meio do Estamos Juntos, tenho um lugar decente para morar e meu filho está protegido e pode até ir para a escola”. Alex Sandro Cipriano de Souza e Denise Maria Gomes - DRAS Noroeste (Foto: Stênio Lima)